<?xml version="1.0"?><rss version="2.0"><channel><title>RSS Oficina de Clipping - Novas mídias</title><link>http://www.oficinadeclipping.com.br</link><description>Oficina Brasileira de Clipping</description><language>pt-BR</language><ttl>5</ttl><item><title>Twitter deve lançar brand pages nesta semana</title><description>&lt;p&gt;O Twitter est&amp;aacute; prestes a lan&amp;ccedil;ar p&amp;aacute;ginas especiais para marcas, que, seguindo o modelo j&amp;aacute; implementado pelo Facebook, permitir&amp;atilde;o ambientes mais amig&amp;aacute;veis &amp;agrave; publicidade. De acordo com o Business Insider, o novo projeto deve ir ao ar nesta quarta-feira (1).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia da plataforma &amp;eacute; dar &amp;agrave;s marcas maior flexibilidade quanto aos formatos publicit&amp;aacute;rios, permitindo, por exemplo, que usu&amp;aacute;rios joguem online e fa&amp;ccedil;am compras. O lan&amp;ccedil;amento pode ser o primeiro passo para uma modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa na forma como se usa a rede social hoje, abrindo caminho para o T-commerce, modelo semelhante ao F-commerce, no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os anunciantes ainda poder&amp;atilde;o customizar suas p&amp;aacute;ginas, aumentando o tamanho do topo ou o logo, de forma que esses elementos ganhem mais visibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em dezembro do ano passado, o site escolheu alguns seletos anunciantes , tais como Coca, Cola, AmericanExpress, Chevrolet e Dell, para testar as novas funcionalidades.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exame&lt;/em&gt; - 31/1/2012</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=U5qMolqwzX6IusPiBp6t+Q==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=U5qMolqwzX6IusPiBp6t+Q==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook oferece recompensa a caçadores de bugs</title><description>&lt;p&gt;Tal Be&amp;acute;ery estava satisfeito em ajudar o Facebook a combater os hackers de gra&amp;ccedil;a. Em 2010, quando esse profissional de seguran&amp;ccedil;a em inform&amp;aacute;tica analisava como os ladr&amp;otilde;es de identidade, "spammers" e outros golpistas se valiam de perfis falsos no Facebook para montar ataques, ele descobriu uma falha que deixava as senhas dos novos utilizadores sob risco de serem interceptadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ent&amp;atilde;o, Be&amp;acute;ery fez o que, se sup&amp;otilde;e, hackers &amp;eacute;ticos devem fazer: ele desprezou a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, sem d&amp;uacute;vida, poderia obter com a venda das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es a criminosos e alertou o Facebook que, rapidamente, corrigiu o problema. Em reconhecimento, a maior empresa de m&amp;iacute;dia social no mundo adicionou o nome de Be&amp;acute;ery a uma lista p&amp;uacute;blica de pesquisadores que t&amp;ecirc;m divulgado de maneira respons&amp;aacute;vel bugs existentes no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave; &amp;eacute;poca, essa recompensa foi suficiente para esse habitante de Tel Aviv. Hoje, aos 32 anos, ele gostaria de ter algo mais tang&amp;iacute;vel em troca de seu esfor&amp;ccedil;o - ou seja, um dos cart&amp;otilde;es de d&amp;eacute;bito que o Facebook come&amp;ccedil;ou a distribuir aos ca&amp;ccedil;adores de bugs em julho. Os cart&amp;otilde;es da marca Visa v&amp;ecirc;m carregados com valores de US$ 500 a US$ 5 mil, dependendo da gravidade do bug. E o mais importante: os cart&amp;otilde;es pretos brilhantes proporcionam um status de "fera tecnol&amp;oacute;gica" a seus portadores. H&amp;aacute; um ar de exclusividade em torno deles: h&amp;aacute; um qu&amp;ecirc; de "somente mediante convite" que lembra os cart&amp;otilde;es Centurion da American Express, tamb&amp;eacute;m cor de &amp;eacute;bano. "Seria bacana conseguir um desses", diz Be&amp;acute;ery. "Para contar aos filhos: &amp;acute;Papai j&amp;aacute; foi um hacker&amp;acute;. "S&amp;oacute; pelo valor simb&amp;oacute;lico."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ousado conceito por tr&amp;aacute;s dos cart&amp;otilde;es de d&amp;eacute;bito do Facebook evidencia uma quest&amp;atilde;o s&amp;eacute;ria. As empresas de tecnologia est&amp;atilde;o divididas sobre como interagir com os desenvolvedores de aplicativos ou pesquisadores de seguran&amp;ccedil;a que identificam bugs durante seu trabalho profissional ou por "hobby". Muitas empresas ignoram dicas n&amp;atilde;o solicitadas fornecidas pelos denominados hackers de chap&amp;eacute;u branco. Algumas chegam a amea&amp;ccedil;&amp;aacute;-los com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais. Criminosos, governos e intermedi&amp;aacute;rios nebulosos se disp&amp;otilde;em a pagar muito dinheiro pelos bugs mais graves - especialistas dizem que os pre&amp;ccedil;os nesse mercado negro podem chegar a US$ 1 milh&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple n&amp;atilde;o compra informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre bugs. Nem a Microsoft, apesar de estar realizando um concurso que pagar&amp;aacute; US$ 250 mil em pr&amp;ecirc;mios no desenvolvimento de um tipo espec&amp;iacute;fico de tecnologia de seguran&amp;ccedil;a. O Google come&amp;ccedil;ou a pagar pela detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erros em 2010 e j&amp;aacute; distribuiu mais de US$ 700 mil, de acordo com a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa de recompensas pela descoberta de bugs institu&amp;iacute;do pelo Facebook, ativo h&amp;aacute; seis meses, j&amp;aacute; distribuiu US$ 190 mil em cart&amp;otilde;es de d&amp;eacute;bito para 93 pesquisadores, diz Joe Sullivan, diretor de seguran&amp;ccedil;a do Facebook. O m&amp;aacute;ximo j&amp;aacute; pago a algu&amp;eacute;m foi US$ 24 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neal Poole, um calouro na Brown University, foi remunerado pela descoberta de 15 bugs no Facebook. Embora n&amp;atilde;o revele quanto j&amp;aacute; faturou, esse estudante de 22 anos admite que a atividade transformou-se numa agrad&amp;aacute;vel ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em tempo parcial. Poole diz que tamb&amp;eacute;m participou de programas de recompensas criados pelo Google e pelo Mozilla, desenvolvedor do navegador Firefox. "O dinheiro muda o incentivo, mas mesmo sem o dinheiro eu teria participado no passado e provavelmente participaria no futuro", diz o estudante de ci&amp;ecirc;ncias da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os cart&amp;otilde;es de d&amp;eacute;bito negros s&amp;atilde;o "um incentivozinho legal", com o benef&amp;iacute;cio adicional de deixar seus amigos com inveja, diz Poole. "&amp;Eacute; uma pequena isca, mas &amp;eacute; a mesma coisa com as camisetas, bon&amp;eacute;s e outros brindes", que outras empresas usam para recompensar quem d&amp;aacute; dicas importantes, diz ele. O trabalho de detetive de Poole ajudou-o a conquistar outro pr&amp;ecirc;mio: um est&amp;aacute;gio de ver&amp;atilde;o na equipe de seguran&amp;ccedil;a do Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sullivan, do Facebook, diz que o programa de recompensas tem sido um bom investimento. A companhia vinha sendo avisada de cerca de duas descobertas de vulnerabilidades por semana, antes do lan&amp;ccedil;amento do programa. Agora o n&amp;uacute;mero subiu para oito ou nove, diz Sullivan: "US$ 190 mil parece muito, mas no contexto de nosso trabalho, &amp;eacute; uma gota no balde."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, o conceito baseado na concess&amp;atilde;o de incentivos monet&amp;aacute;rios aos ca&amp;ccedil;adores de bugs permanece controvertido em algumas &amp;aacute;reas do setor. "N&amp;oacute;s reconhecemos ao m&amp;aacute;ximo o valor do ecossistema de pesquisadores e demonstramos isso de diversas maneiras, mas n&amp;atilde;o achamos que remunerar por vulnerabilidade descoberta &amp;eacute; a melhor pol&amp;iacute;tica", disse a Microsoft em um comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tanto para profissionais como para amadores, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; falta de alvos. A X-Force, equipe de seguran&amp;ccedil;a da IBM, diz que em todo o mundo mais de 7 mil vulnerabilidades s&amp;atilde;o divulgadas por ano. O n&amp;uacute;mero real &amp;eacute; provavelmente maior, pois nem todas as descobertas s&amp;atilde;o tornadas p&amp;uacute;blicas. Sites de redes sociais, como o Facebook, s&amp;atilde;o particularmente vulner&amp;aacute;veis devido &amp;agrave; quantidade de conte&amp;uacute;do n&amp;atilde;o filtrado que os pr&amp;oacute;prios usu&amp;aacute;rios postam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com seu cart&amp;atilde;o de pl&amp;aacute;stico preto, o Facebook conquistou hackers que se dedicam &amp;agrave; atividade como hobby, como Hanford Lemoore. "Eu quero um desses cart&amp;otilde;es de d&amp;eacute;bito!", escreveu Lemoore em um e-mail. O designer de jogos que vive em San Francisco ganhou uma men&amp;ccedil;&amp;atilde;o honrosa do Facebook por ter alertado a empresa sobre um bug. Mas isso foi antes de o Facebook ter institu&amp;iacute;do o programa de recompensas. "&amp;Eacute; uma recompensa nova", diz Lemoore. "Eu n&amp;atilde;o acho que haja algum valor real nisso; &amp;eacute; apenas um distintivo de orgulho para mostrar aos amigos envolvidos com tecnologia. Bem, &amp;eacute; apenas isso, e o dinheiro creditado nele."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 1/2/2012</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fzESGLDOrQA37QeptrkGMw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fzESGLDOrQA37QeptrkGMw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Os veículos campeões do Facebook</title><description>&lt;p&gt;O canal Esporte Interativo &amp;eacute; o atual campe&amp;atilde;o (entre os ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e empresas de m&amp;iacute;dia) do Facebook no Brasil. De acordo com dados da empresa Social Bakers, a p&amp;aacute;gina do canal Esportivo &amp;eacute; a que contava com maior n&amp;uacute;mero de f&amp;atilde;s (2.001.127 de pessoas) no final de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A p&amp;aacute;gina do Esporte Interativo, inclusive, foi a &amp;uacute;nica, segundo o ranking da Social Bakers, a ultrapassar a marca dos dois milh&amp;otilde;es de f&amp;atilde;s. O canal costuma fazer transmiss&amp;otilde;es de partidas e jogos internacionais em sua p&amp;aacute;gina, o que atrai um grande n&amp;uacute;mero de internautas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em segundo lugar na lista aparece o programa P&amp;acirc;nico, da RedeTV, com mais de 1,8 milh&amp;atilde;o de f&amp;atilde;s. Na sequ&amp;ecirc;ncia est&amp;atilde;o o site Vagalume (hospedado no iG, especializado em letras e cifras musicais), com 1,7 milh&amp;atilde;o de f&amp;atilde;s; o Globo Esporte, com 1,27 milh&amp;atilde;o e o Multishow, com 1,22 milh&amp;atilde;o de f&amp;atilde;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao apresentar os dados das p&amp;aacute;ginas dos ve&amp;iacute;culos, o Social Bakers tamb&amp;eacute;m atualiza o total de brasileiros inscritos no Facebook. Segundo a empresa, o Pa&amp;iacute;s encerrou o ano com 35 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios cadastrados &amp;ndash; o mesmo n&amp;uacute;mero apontado na semana passada, por um consultor da ZenithOptimedia (clique aqui para ler sobre o assunto). Esses dados colocam o Brasil na quarta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os campe&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios da rede social, atr&amp;aacute;s dos Estados Unidos, Indon&amp;eacute;sia e &amp;Iacute;ndia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 9/1/2012</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=skmExpVu+UKbds0rE60GxA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=skmExpVu+UKbds0rE60GxA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>No mercado mundial de Internet, EUA perdem espaço e mobilidade avança</title><description>&lt;p&gt;A &amp;Aacute;sia &amp;eacute; a regi&amp;atilde;o do mundo com o maior n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios de Internet no mundo, respondendo por 41,2% do total de usu&amp;aacute;rios, segundo Brian Jurutka, da comScore, que apresentou nesta segunda, 9, o estudo "The State of the Internet" no CES 2012, que acontece em Las Vegas. Para a ComScore, o interessante &amp;eacute; notar como os EUA est&amp;atilde;o perdendo espa&amp;ccedil;o na demografia mundial da Internet, ainda que sejam ainda importantes em termos de minutos de uso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Am&amp;eacute;rica do Norte tem 14,8% dos usu&amp;aacute;rios mundiais. Os EUA, que em 1996 tinham 66% de todos os usu&amp;aacute;rios do mundo, representam hoje 13% do total. A Am&amp;eacute;rica Latina aparece empatada com o Oriente M&amp;eacute;dio, com 8,7% dos usu&amp;aacute;rios globais. S&amp;oacute; em 2011 o n&amp;uacute;mero global de usu&amp;aacute;rios da Internet cresceu 10%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O site com maior visita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o Google. Os EUA respondem por apenas 16% do tr&amp;aacute;fego do site de buscas. &amp;ldquo;Para os dez maiores sites da Internet, a maioria do tr&amp;aacute;fego vem de fora dos EUA&amp;rdquo;, relata Jurutka. &amp;ldquo;S&amp;oacute; a China tem 70% mais usu&amp;aacute;rios que os EUA&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil est&amp;aacute; entre os pa&amp;iacute;ses que mais cresceram na Internet em 2011, com 18% de aumento no n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios, ficando atr&amp;aacute;s apenas do M&amp;eacute;xico, com 22%, e da China, com 19%, e seguido pela R&amp;uacute;ssia, com 14%. Nos EUA o crescimento foi de apenas 0,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em n&amp;uacute;mero de horas m&amp;eacute;dias semanais online por usu&amp;aacute;rio, o campe&amp;atilde;o &amp;eacute; o Canad&amp;aacute;, com 42,3 horas, seguido dos EUA, com 39 horas. O Brasil &amp;eacute; o 11&amp;ordm;, com 26,9 horas. Embora o consumo de v&amp;iacute;deo responda pela maior parte deste tempo, individualmente o site que mais concentra horas de acesso &amp;eacute; o Facebook. Nos EUA, os usu&amp;aacute;rios passam um sexto de seu tempo online nesta rede social, um crescimento de 57% no &amp;uacute;ltimo ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;E-commerce&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jurutke tamb&amp;eacute;m deu n&amp;uacute;meros sobre o com&amp;eacute;rcio online nos EUA. Foram transacionados US$ 255 bilh&amp;otilde;es em 2011, dos quais US$ 95 bilh&amp;otilde;es em servi&amp;ccedil;os de viagem. O e-commerce j&amp;aacute; responde por 10% do total de d&amp;oacute;lares gastos nos EUA. Para alguns produtos, este n&amp;uacute;mero &amp;eacute; mais impressionante: um ter&amp;ccedil;o dos computadores &amp;eacute; comprado online, conta o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mobilidade&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro fen&amp;ocirc;meno importante abordado na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o do tr&amp;aacute;fego de dados m&amp;oacute;veis. Segundo a comScore, celulares e tablets respondem por 8% do tr&amp;aacute;fego de Internet nos EUA, o dobro em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2010. Deste tr&amp;aacute;fego &amp;ldquo;n&amp;atilde;o-PC&amp;rdquo;, 63% v&amp;ecirc;m de smartphones, 30% de tablets e 7% de outros dispositivos, como consoles de games. Outro dado importante da ComScore: a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de smartphones ou tablets no mercado norte-americano j&amp;aacute; passa de 53% dos usu&amp;aacute;rios, sendo que 10% dos usu&amp;aacute;rios j&amp;aacute; adotaram tablets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Casas Conectadas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a ComScore, pouco mais da metade das casas nos EUA tem apenas um PC, mas quando se fala em termos de dispositivos m&amp;oacute;veis com acesso &amp;agrave; Internet, apenas 30% das casas t&amp;ecirc;m apenas um dispositivo. Ou seja, j&amp;aacute; existem pelo menos dois dispositivos m&amp;oacute;veis conectados em pelo menos 70% dos lares norte-americanos, e 20% dos lares j&amp;aacute; tem mais de quatro dispositivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V&amp;iacute;deo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O consumo de v&amp;iacute;deo foi apontado como um dos grandes drivers de crescimento do tr&amp;aacute;fego. Segundo Jurutka, nos EUA 108 milh&amp;otilde;es de pessoas consomem diariamente 1,3 bilh&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deos online. Isso representa um crescimento de 1.290% desde 2006. Neste per&amp;iacute;odo, a publicidade online cresceu 344%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O n&amp;uacute;mero de minutos assistidos cresceu 306% desde 2009. Segundo o executivo, houve dois saltos no consumo de v&amp;iacute;deo online: em 2006/2007, com a explos&amp;atilde;o do YouTube e do v&amp;iacute;deo gerado pelo usu&amp;aacute;rio; e em 2009, com o crescimento da oferta de v&amp;iacute;deo profissional na web, com servi&amp;ccedil;os como Hulu e Netflix.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em novembro de 2011, nos EUA, o v&amp;iacute;deo online contabilizava 190 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios ao m&amp;ecirc;s, ou 86% dos usu&amp;aacute;rios de Internet, que consomem 48 bilh&amp;otilde;es de v&amp;iacute;deos mensalmente. O maior provedor ainda &amp;eacute; o YouTube, com 162 milh&amp;otilde;es de viewers ao m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tela Viva Online&lt;/em&gt; - 9/1/2012</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3kCyp/VPga4+ecAdzkw9Rw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3kCyp/VPga4+ecAdzkw9Rw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo! nomeia Scott Thompson como novo CEO</title><description>&lt;p&gt;O Yahoo! Inc. nomeou Scott Thompson, atual presidente de uma unidade do eBay, a PayPal, como seu pr&amp;oacute;ximo executivo-chefe, que ser&amp;aacute; encarregado de recuperar o neg&amp;oacute;cio de publicidade on-line da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O an&amp;uacute;ncio foi feito em meio a mudan&amp;ccedil;as no conselho de diretores do Yahoo!, que demitiu Carol Bartz do cargo de CEO em setembro de 2011 depois de ela n&amp;atilde;o conseguir elevar as receitas ao mesmo tempo que concorrentes como Facebook e Google o faziam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Thompson assumir&amp;aacute; o comando do Yahoo! em 9 de janeiro, enquanto o conselho, do qual ele tamb&amp;eacute;m far&amp;aacute; parte, negocia a venda de algumas participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es valiosas em companhias de Internet asi&amp;aacute;ticas e a potencial venda de uma fatia do pr&amp;oacute;prio Yahoo! a investidores de private equity. "Seu profundo conhecimento de neg&amp;oacute;cios on-line, combinado com sua grande capacidade de formar times e equipes operacionais, ir&amp;aacute; restaurar a energia, foco e dar&amp;aacute; o impulso necess&amp;aacute;rio para fazer o neg&amp;oacute;cio crescer e entregar maior valor para nossos acionistas", disse Roy Bostock, presidente do conselho do Yahoo!, em comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes da PayPal, Thompson foi vice-presidente-executivo de Solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es Tecnol&amp;oacute;gicas da Inovant, unidade da Visa formada para supervisionar a tecnologia global da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A gigante da Internet vem sendo dirigida desde setembro por Tim Morse; desde a &amp;eacute;poca da demiss&amp;atilde;o de Bartz a empresa firmou que estava avaliando uma s&amp;eacute;rie de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es, incluindo a poss&amp;iacute;vel venda da companhia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;DCI&lt;/em&gt; - 5/1/2012</description><author>Serviços</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gAQyrIMXdpYCbTE8Duczow==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 05 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gAQyrIMXdpYCbTE8Duczow==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Rede social é novo habitat do spam</title><description>&lt;p&gt;A Facebook Inc. e a Twitter Inc. est&amp;atilde;o se armando para enfrentar um novo inimigo: o "spam social".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos seus soldados &amp;eacute; Tao Stein, um engenheiro da Facebook. &amp;Agrave;s quatro horas de uma manh&amp;atilde; de maio, Stein foi tirado da cama por um alerta de spam no seu celular. O site de rede social estava sendo inundado por mensagens que divulgavam um link para ganhar um iPad, dizendo: "hey check out this link FREE IPAD".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o havia nenhum iPad gr&amp;aacute;tis, somente um programa malicioso, ou "malware", que fazia com que os usu&amp;aacute;rios do Facebook, ao clicar no link, repassassem involuntariamente a mensagem para os seus amigos no site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Stein acionou a cafeteira e ligou o computador, rodando um programa para filtrar as mensagens com as ofertas de iPad. Ele tinha que ficar ajustando o filtro, pois o spam rapidamente mudava a sua mensagem-isca para engan&amp;aacute;-lo. "N&amp;oacute;s temos que continuar interagindo at&amp;eacute; achar o calcanhar de Aquiles deles", disse Stein, cujo esfor&amp;ccedil;o conseguiu conter o spam por apenas um dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Spams, um velho inc&amp;ocirc;modo na Internet, preparam-se agora para um segundo ato. Ao contr&amp;aacute;rio dos tradicionais emails, que geralmente v&amp;ecirc;m de estranhos, esta nova esp&amp;eacute;cie - apelidada de spam social - parece sempre vir dos amigos. Criminosos acham a Internet tentadora porque eles podem espalhar as suas mensagens atrav&amp;eacute;s de uma cadeia de fontes confi&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse tipo de spam amea&amp;ccedil;a a utilidade das redes sociais. A Facebook informa que menos de 4% do conte&amp;uacute;do compartilhado no seu site &amp;eacute; spam; Twitter diz que apenas 1,5% das mensagens, ou tweets, em 2010 tinham spam. Em m&amp;eacute;dia, spams atingem menos de 0,5% dos usu&amp;aacute;rios do Facebook por dia, ou cerca de 4 milh&amp;otilde;es de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a Facebook acrescenta que o volume est&amp;aacute; crescendo mais r&amp;aacute;pido que a sua base de usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; uma queda de bra&amp;ccedil;o, e o nosso objetivo &amp;eacute; estar sempre um passo &amp;agrave; frente", diz Pedram Keyani, um gerente de engenharia da Facebook respons&amp;aacute;vel pelo esfor&amp;ccedil;o anti-spam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2008, a Facebook tinha apenas um engenheiro como Stein trabalhando para proteger a integridade do site. Hoje, Stein trabalha com um grupo de 30, mais uma equipe de seguran&amp;ccedil;a de 46 e outros 300 focados em outros problemas. No total, perto de 1.000 dos 3.000 empregados da empresa - incluindo engenheiros, advogados, gerentes de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios e analistas de risco - exercem algum papel no combate a spams, segundo a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Twitter afirma que, at&amp;eacute; o fim deste ano, ter&amp;aacute; cinco programadores na "ci&amp;ecirc;ncia do spam" - tr&amp;ecirc;s a mais do que hoje - e nove especialistas em abusos nas contas, no seu quadro de 750 funcion&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O spam social est&amp;aacute; crescendo ao mesmo tempo em que ataques via emails tradicionais parecem estar declinando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Os disseminadores de spam resolveram se mudar para onde as pessoas est&amp;atilde;o e onde as defesas s&amp;atilde;o fracas: Facebook e Twitter", diz Chester Wisniewski, um analista da firma de seguran&amp;ccedil;a Sophos Ltd.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ataque comum de spam social no Facebook, conhecido como "like-jacking" (algo como "sequestro do curtir"), consiste em induzir o usu&amp;aacute;rio a abrir uma imagem ou link que aparenta ter sido recomendado por um amigo, o qual teria clicado o bot&amp;atilde;o "curtir", ou "like", na vers&amp;atilde;o original do site em ingl&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais nocivas ainda s&amp;atilde;o as a princ&amp;iacute;pio irresist&amp;iacute;veis ofertas - como um iPad gr&amp;aacute;tis - que levam as pessoas a rodar algum malware que pode tomar conta do navegador de Internet, sen&amp;atilde;o do computador inteiro. Alguns desses programas s&amp;atilde;o capazes de imitar usu&amp;aacute;rios, chegando a come&amp;ccedil;ar estranhas sess&amp;otilde;es de conversa com amigos. Especialistas em seguran&amp;ccedil;a alertam que um volume crescente de ataques de hackers sofisticados usa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;vel nos perfis das redes sociais para enganar usu&amp;aacute;rios com mensagens pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clin Wilson, um morador de San Francisco, descobriu que a sua conta no Facebook estava enviando spams quando um colega clicou numa oferta para um jantar gr&amp;aacute;tis na cadeia de restaurantes Cheesecake Factory. A oferta era falsa, e inclu&amp;iacute;a um link que instalava um malware.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Wilson, que &amp;eacute; diretor-presidente da empresa de software Cazoomi Technology Co., logo postou uma nota na sua conta no Facebook, alertando os amigos para evitarem o spam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; pior que email-spam porque &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil de parar", disse ele. Wilson no final descobriu como remover o malware de seu navegador, mas estima que isso lhe custou US$ 500 em perda de produtividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfrentar spams requer uma equipe porque eles se movem rapidamente. A Facebook afirma que bloqueia por dia 200 milh&amp;otilde;es de ataques ao seu site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Facebook n&amp;atilde;o tem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de prevenir spams, mas est&amp;aacute; fortalecendo suas estrat&amp;eacute;gias para dificultar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o uso de perfis falsos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a Facebook suspeita de uma conta, pede ao usu&amp;aacute;rio que confirme sua identidade, mesmo que este tenha a senha correta. &amp;Agrave;s vezes a empresa solicita ao usu&amp;aacute;rio que identifique seus amigos. A ideia &amp;eacute; certificar-se de que uma pessoa - n&amp;atilde;o um computador - complete o teste, o que aumenta o custo de disseminar o spam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas iniciativas podem estar dando resultado. A Twitter diz que a sua taxa de tweets com spam baixou de 11% em 2009 para 1,5% em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Keyani, da Facebook, diz que adota uma vis&amp;atilde;o de longo prazo. "Este &amp;eacute; um jogo que nunca ter&amp;aacute; um vencedor ou perdedor. N&amp;oacute;s vamos apenas continuar brigando."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 5/1/2012</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=htPvMqtSMPiamf7Xalz8gQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 05 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=htPvMqtSMPiamf7Xalz8gQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook quer um ar mais maduro para suas ações</title><description>&lt;p&gt;Mark Zuckerberg passou os primeiros anos da Facebook Inc. tentando mant&amp;ecirc;-la "cool". Mas o fundador e diretor-presidente do gigante das redes sociais gastou os &amp;uacute;ltimos 18 meses metodicamente preparando a Facebook para se parecer e atuar mais como uma empresa madura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Houve um per&amp;iacute;odo na evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Microsoft quando eles diziam que queriam colocar um computador na mesa de cada pessoa", disse Zuckerberg recentemente ao The Wall Street Journal. "&amp;Eacute; desta maneira que eu quero administrar a Facebook [...] N&amp;oacute;s queremos operar de uma forma em que estaremos trabalhando com essa vis&amp;atilde;o de longo prazo de aonde n&amp;oacute;s achamos que o mundo est&amp;aacute; indo."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Facebook planeja apresentar &amp;agrave; SEC, a ag&amp;ecirc;ncia que regulamenta o mercado de capitais nos Estados Unidos, o pedido de registro para abrir o capital no segundo trimestre de 2012, de acordo com uma pessoa a par do assunto. A opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode levantar at&amp;eacute; US$ 10 bilh&amp;otilde;es, avaliando a empresa em mais de US$ 100 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As aberturas de capital das empresas de interent Groupon Inc. e Zynga Inc. aumentaram a vigil&amp;acirc;ncia sobre a Facebook. As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Groupon est&amp;atilde;o em queda de 12% desde o fechamento do seu primeiro dia de neg&amp;oacute;cios, enquanto as da Zynga ca&amp;iacute;ram em minutos para menos da cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estreia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora seja dif&amp;iacute;cil conseguir fazer uma oferta p&amp;uacute;blica, &amp;eacute; ainda mais dif&amp;iacute;cil para novas empresas acompanhar companhias de internet com um ex&amp;eacute;rcito s&amp;oacute;lido de seguidores como a Apple Inc. e a Microsoft Corp. Mas as entrevistas dadas por Zuckerberg e outros da Facebook revelam que a empresa de oito anos de exist&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute; tentando imitar a influ&amp;ecirc;ncia, a solidez de poder e a meticulosidade das maiores empresas de tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o ano passado, executivos da Facebook t&amp;ecirc;m preparado esbo&amp;ccedil;os de roteiros para teleconfer&amp;ecirc;ncias sobre os balan&amp;ccedil;os trimestrais, respondendo a quest&amp;otilde;es imagin&amp;aacute;rias de analistas sobre a receita e o lucro, dizem pessoas familiarizadas com o assunto. Eles chegaram at&amp;eacute; mesmo a escrever um rascunho secreto de um prospecto de abertura de capital, uma tarefa tradicionalmente destinada aos funcion&amp;aacute;rios dos bancos que est&amp;atilde;o coordenando a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor financeiro da empresa, David Eberman, est&amp;aacute; auditando profissionalmente as demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras a cada trimestre, dizem pessoas a par do assunto, e evitando estrat&amp;eacute;gias cont&amp;aacute;beis que levantaram quest&amp;otilde;es para a Groupon e a Zynga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora Ebersman esteja jogando duro com os banqueiros de Wall Street, dizendo que v&amp;ecirc; com ceticismo a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que eles poderiam dar &amp;agrave; abertura de capital, ele tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; comunicou o seu interesse de ir adiante com uma oferta p&amp;uacute;blica tradicional, dizem pessoas a par do assunto. A Facebook tem pouco interesse em seguir a Google Inc., que optou pelo estilo de oferta eletr&amp;ocirc;nica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;eacute; mesmo as emblem&amp;aacute;ticas sand&amp;aacute;lias Adidas do seu diretor-presidente est&amp;atilde;o amadurecendo. Zuckerberg, de 27 anos, as trocou por t&amp;ecirc;nis de corrida Brooks, e ele chegou ao ponto de usar uma gravata azul escuro e um casaco esportivo quando o presidente Barack Obama visitou a empresa em abril - um gesto de indument&amp;aacute;ria que ele resistiu em fazer em encontros com v&amp;aacute;rios banqueiros, advogados e diretores-presidentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa tem escala e uma marca forte, diz Lise Buyer, uma consultora de aberturas de capital que trabalha no Vale do Sil&amp;iacute;cio, a regi&amp;atilde;o na Calif&amp;oacute;rnia que concentra as empresas de tecnologia. Mas a grande questr&amp;atilde;o, diz Buyer, ser&amp;aacute; a capacidade da Facebook de ser rent&amp;aacute;vel durante altos e baixos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa not&amp;aacute;vel &amp;eacute; o n&amp;uacute;mero de empregados necess&amp;aacute;rios para criar uma empresa de US$ 4 bilh&amp;otilde;es em receita. A Facebook emprega 3.000 pessoas, um n&amp;uacute;mero que parece ainda mais nanico quando comparado aos 90.000 funcion&amp;aacute;rios da Microsoft e 31.000 da Google.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A pe&amp;ccedil;a que n&amp;oacute;s ainda n&amp;atilde;o vimos foi a confiabilidade", diz Buyer. "As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;acute;blue-chips&amp;acute; s&amp;atilde;o aquelas que as pessoas dizem que pertencem a fundos de pens&amp;atilde;o. Historicamente, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tecnologia n&amp;atilde;o entram na lista. Mas, por conta de sua escala, a Facebook pode ser diferente", disse ela, usando a express&amp;atilde;o em ingl&amp;ecirc;s para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais valiosas e est&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa, entretanto, ainda tem muito o que fazer para convencer os grandes anunciantes. Mesmo hoje, a maior parte da publicidade no site Facebook.com &amp;eacute; de pequenos anunciantes, de acordo com a empresa de dados comScore Inc. O Facebook ainda tem que provar que consegue atrair mais an&amp;uacute;ncios em escala para conquistar as grandes marcas que levam bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares para as campanhas de TV, r&amp;aacute;dio e m&amp;iacute;dia impressa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Facebook tamb&amp;eacute;m se v&amp;ecirc; &amp;agrave;s voltas com d&amp;uacute;vidas sobre a privacidade do usu&amp;aacute;rio, uma quest&amp;atilde;o que persiste desde os primeiros dias. Apesar de um acordo emblem&amp;aacute;tico com a Comiss&amp;atilde;o Federal de Com&amp;eacute;rcio dos EUA, pelo qual a empresa concordou em ser auditada por privacidade por um per&amp;iacute;odo de 20 anos, quest&amp;otilde;es sobre como ela administra a sua valiosa cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ainda permanecem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoas familiarizadas com a opini&amp;atilde;o de Zuckerberg dizem que ele se preocupa com os danos que uma abertura de capital podem causar &amp;agrave; cultura da empresa - e quer que os empregados se concentrem em fazer &amp;oacute;timos produtos, e n&amp;atilde;o na cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dizem eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, se dependesse de Zuckerberg, a Facebook permaneceria com o capital fechado. Mas uma lei americana que exige a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados financeiros uma vez que uma empresa tenha mais de 500 acionistas o convenceu no fim das contas de que esse era o caminho certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Zuckerberg diz que pode evitar os efeitos negativos de uma abertura de capital montando uma diretoria forte o suficiente para resistir aos desejos de curto prazo dos acionistas. "As pessoas sempre falam do lado negativo dessas coisas", disse Zuckerberg, referindo-se &amp;agrave; abertura de capital, "e eu acredito que elas sejam reais, mas os diretores da empresa fundamentalmente t&amp;ecirc;m controle das decis&amp;otilde;es que ela toma".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre ser uma "blue-chip", Zuckerberg sugere que o termo n&amp;atilde;o &amp;eacute; amplo o suficiente para definir o papel que ele v&amp;ecirc; para o Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de ler a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o - de que uma blue chip &amp;eacute; uma companhia com reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional de qualidade, confiabilidade e capacidade de operar com lucro em bons e em maus per&amp;iacute;odos - ele disse: "Espero que nossa reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o seja apenas nacional."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 27/12/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Nykowv3gZDhVqepNmbhN5g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 27 Dec 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Nykowv3gZDhVqepNmbhN5g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>O consumo de mídia mudou. Sua marca está acompanhando?</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Claudete Tavares, Gerente executiva de m&amp;iacute;dia digital do Grupo RBS e presidente do comit&amp;ecirc; regional sul do&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;IAB Brasil&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A m&amp;iacute;dia e as telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o convergindo. Entender o potencial de cada plataforma &amp;eacute; fator-chave para a propaganda&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os n&amp;uacute;meros relacionados ao consumo de m&amp;iacute;dia digital comprovam sua import&amp;acirc;ncia como um excelente ponto de contato com as empresas, seja aproveitando o meio como ambiente de neg&amp;oacute;cios ou como canal de marketing. Esses pontos de contato oferecem in&amp;uacute;meras oportunidades para as empresas. No entanto, parece que elas est&amp;atilde;o enfrentando dificuldades para se adaptar &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as que estamos vivendo. Quanto tempo ainda precisamos para modificar este cen&amp;aacute;rio?&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Sabemos que o tempo para um novo meio se consolidar &amp;eacute; cada vez menor. O r&amp;aacute;dio levou 38 anos para atingir - 50 milh&amp;otilde;es de pessoas, a televis&amp;atilde;o. 13 anos, e mais recentemente a internet, cinco anos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Temos v&amp;aacute;rios exemplos de empresas que perderam mercado ou at&amp;eacute; desapareceram porque ficaram presas ao sucesso do presente. Um caso recente &amp;eacute; o da Motorola, que em quatro anos caiu de uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 21% (2006) para 3% (2010). O motivo: seu produto n&amp;agrave;o acompanhou as novas tecnologias e, em 2011. a Motorola foi vendida para a Google.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A ind&amp;uacute;stria da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o vive um per&amp;iacute;odo de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque o consumidor mudou. Mais do que acompanhar os avan&amp;ccedil;os tecnol&amp;oacute;gicos, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es ter&amp;atilde;o que vencer as barreiras culturais. Hoje a m&amp;iacute;dia n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais restrita a sua plataforma original. Se assistimos televis&amp;atilde;o em nossos laptops. Temos jornais em tablets, utilizamos os telefones celulares para nos conectar a sites, ouvir r&amp;aacute;dio ou assistir televis&amp;atilde;o, como podemos produzir pensando num &amp;uacute;nico meio?&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A m&amp;iacute;dia e as telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o convergindo. Entender o potencial de cada plataforma para contar hist&amp;oacute;rias de diferentes maneiras &amp;eacute; fator-chave de sucesso para a propaganda. Se quisermos estar pr&amp;oacute;ximos das pessoas devemos entregar a elas o que elas querem na forma que desejarem.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Podemos perceber este movimento na ind&amp;uacute;stria de jornais, onde encontramos jornalistas produzindo conte&amp;uacute;do para o papel e para o meio digital. Certamente, uma nova forma de trabalho, onde nem todos se adaptam &amp;agrave;s novas mudan&amp;ccedil;as culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Tive a oportunidade de observar essa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o no jornal Zero Hora do Rio Grande do Sul. acompanhando n&amp;atilde;o apenas as mudan&amp;ccedil;as no produto, mas tamb&amp;eacute;m nos profissionais de jornalismo, que hoje n&amp;atilde;o se limitam a texto e foto para o conte&amp;uacute;do impresso. Produzem v&amp;iacute;deos, broadcasts, infogr&amp;aacute;ficos etc.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Esta converg&amp;ecirc;ncia aconteceu porque esta ind&amp;uacute;stria percebeu que a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os seus leitores n&amp;atilde; estava baseada no meio papel, mas sim no seu conte&amp;uacute;do, com o notici&amp;aacute;rio local, as editorias, os colunistas, as opini&amp;otilde;es, a credibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A instantaneidade e os recursos da web e mobile passaram a levar a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos leitores com a rapidez que os novos tempos exigem. O conte&amp;uacute;do do meio impresso tamb&amp;eacute;m mudou: explora as opini&amp;otilde;es dos colunistas, e em geral, &amp;eacute; mais anal&amp;iacute;tico que o do meio digital.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A realidade &amp;eacute; que. para um grande n&amp;uacute;mero de anunciantes, o produto jornal &amp;eacute; pensado de uma &amp;uacute;nica forma: a impressa. E este &amp;eacute; um dos motivos pelos quais a internet ainda tem uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o pequena no bolo publicit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Se a converg&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; uma realidade para o leitor que l&amp;ecirc; seu jornal no papel, na web, no tablet e no mobile, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es precisam acompanhar oferecendo solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o anunciante. A integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve representar um ganho para o cliente, que poder&amp;aacute; ent&amp;atilde;o atingir o consumidor de um determinado produto ou marca em qualquer plataforma.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Proxxima&lt;/em&gt; - 1/12/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=XBHO8ZeCWOuvrPBZrl8HHw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=XBHO8ZeCWOuvrPBZrl8HHw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Alibaba estuda aquisição do Yahoo</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Yahoo chegaram a subir at&amp;eacute; 4,8%, ontem, puxadas pela perspectiva de uma oferta de compra a ser apresentada por um grupo liderado pelo Alibaba. O Alibaba e o Softbank est&amp;atilde;o em fase avan&amp;ccedil;ada de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o Blackstone Group e o Bain Capital sobre a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma proposta de compra da totalidade do Yahoo, disseram tr&amp;ecirc;s pessoas com conhecimento do assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Uma oferta de compra poder&amp;aacute; atribuir ao Yahoo um valor de mais de US$ 20 por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o devido &amp;agrave;s economias de impostos vinculadas a suas participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Alibaba e no Yahoo Japan, disseram duas dessas pessoas, que pediram para n&amp;atilde;o ter seus nomes divulgados.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O conselho de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Yahoo vai se reunir para discutir as propostas que recebeu para vender uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o minorit&amp;aacute;ria, feitas por interessados como a TPG Capital e um grupo encabe&amp;ccedil;ado pela Silver Lake, disseram, nesta semana, pessoas familiarizadas com o neg&amp;oacute;cio. A proposta da Silver Lake atribuiu ao Yahoo um valor de cerca de US$ 16,60 por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, informaram essas pessoas. A oferta da TPG Capital foi mais alta, disseram elas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Alguns investidores do Yahoo disseram que prefeririam que a empresa fosse vendida na totalidade, a um pre&amp;ccedil;o mais alto. "Tem que ser, sem d&amp;uacute;vida, muito maior que US$ 16,60", disse a analista Di Zhou, da Thornburg Investment Management, de Santa F&amp;eacute;, no Estado do Novo M&amp;eacute;xico, que supervisiona cerca de US$ 80 bilh&amp;otilde;es em ativos, entre os quais a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Yahoo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Embora tenha preparado uma poss&amp;iacute;vel oferta, o grupo chin&amp;ecirc;s Alibaba n&amp;atilde;o tomou uma decis&amp;atilde;o sobre o pre&amp;ccedil;o definitivo ou a possibilidade de dar prosseguimento ao neg&amp;oacute;cio, disseram essas pessoas. O grupo preferiria ser convidado a fazer uma oferta a partir para uma aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o hostil, disse uma fonte. O Alibaba n&amp;atilde;o informou o Yahoo de sua poss&amp;iacute;vel proposta de compra, disse essa pessoa. "O Alibaba n&amp;atilde;o decidiu se participar&amp;aacute; de uma oferta de compra do Yahoo como um todo", disse John Spelich, porta-voz do Alibaba, por e-mail.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A US$ 20 por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Yahoo estaria sendo avaliado a um fator equivalente a 24,1 vezes seus lucros dos &amp;uacute;ltimos 12 meses, segundo dados reunidos pela Bloomberg. Esse fator deve ser comparado ao de 20,4 vezes atribu&amp;iacute;do ao Google e ao de 9,5 vezes correspondente &amp;agrave; Microsoft. O Yahoo, maior portal americano de internet, det&amp;eacute;m cerca de 40% do Alibaba, maior site de com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico da China, e 35% do Yahoo Japan.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 2/12/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=pRkqWFlF4e6VtQaTPaY0vQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=pRkqWFlF4e6VtQaTPaY0vQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Microsoft entra na lista de interessados no Yahoo</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Microsoft assina acordo de confidencialidade com o Yahoo, o que permite &amp;agrave; gigante de softwares analisar mais de perto os neg&amp;oacute;cios da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A gigante Microsoft assinou um acordo de confidencialidade com o Yahoo, o que permite &amp;agrave; gigante de softwares analisar mais de perto os neg&amp;oacute;cios da empresa, afirma uma fonte familiarizada com o assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A Microsoft se une a diversas empresas de private equity que tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o analisando as finan&amp;ccedil;as e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Yahoo, enquanto exploram diversas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para fechar um acordo com a companhia de internet.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A Microsoft tem um caixa bastante refor&amp;ccedil;ado - de US$ 57 bilh&amp;otilde;es - e j&amp;aacute; admitiu que est&amp;aacute; em busca de uma diversifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus neg&amp;oacute;cios. O site de buscas, que sofre com a concorr&amp;ecirc;ncia do Google, seria um alvo relativamente barato. Procurada, a Microsoft se negou a comentar o assunto, mesma estrat&amp;eacute;gia adotada pelo Yahoo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Yahoo, que demitiu Carol Bartz, sua presidente executiva, em setembro, est&amp;aacute; passando atualmente por uma "an&amp;aacute;lise estrat&amp;eacute;gica" para reestruturar seus neg&amp;oacute;cios e encontrar sa&amp;iacute;das para a estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua receita.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Private equity. As companhias de private equity KKR e TPG Capital j&amp;aacute; assinaram o mesmo acordo de confidencialidade, como j&amp;aacute; foi noticiado. As empresas avaliam potencial compra de fatias minorit&amp;aacute;rias do Yahoo - de at&amp;eacute; 20% -, mas n&amp;atilde;o descartam a possibilidade de adquirir o neg&amp;oacute;cio todo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;De acordo com o blog de tecnologia AllThingsD, outra empresa de participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a Silver Lake, tamb&amp;eacute;m entrou na disputa pelo Yahoo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 24/11/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=MqLauslKdf4L3KTn6p97XA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=MqLauslKdf4L3KTn6p97XA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook reduz 6 graus de separação</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Na rede, dist&amp;acirc;ncia entre pessoas cai para 4,74 graus; smartphone pr&amp;oacute;prio chega em 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A tradicional teoria dos chamados "Seis Graus de Separado de Kevin Bacon" est&amp;aacute; amea&amp;ccedil;ada. &amp;Eacute; que o Facebook, com seus 800 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, conseguiu a proeza de diminuir esses mesmos graus de separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seis para... 4,74. &amp;Eacute; o que afirma um estudo feito pela Universidade de Mil&amp;atilde;o, na It&amp;aacute;lia, sobre o n&amp;uacute;mero de etapas necess&amp;aacute;rias para conectar duas pessoas na rede social de Mark Zuckerberg.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A divis&amp;atilde;o de dados do Facebook divulgou ontem a estudo em seu blog, explicando que os pesquisadores usaram algoritmos (conjuntos de instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es que objetiva calcular e resolver um problema) de &amp;uacute;ltima gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para aproximar o n&amp;uacute;mero de conex&amp;otilde;es entre dois indiv&amp;iacute;duos na rede social.. "Descobrimos que os graus de separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre dois usu&amp;aacute;rios do Facebook s&amp;atilde;o menores que os seis normalmente citados, e v&amp;ecirc;m encolhendo &amp;agrave; medida que a rede cresce", afirmaram os pesquisadores italianos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo o estudo, 99,6% de todos os pares de usu&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o conectados por 5 graus (6 "pernas" ou conex&amp;otilde;es) e 92% est&amp;atilde;o conectados por apenas 4 graus (5 pernas). Na m&amp;eacute;dia, isso d&amp;aacute; 4,74 por pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Futuro smartphone usa codinome de ca&amp;ccedil;a-vampiros&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Mas Mark Zuckerberg n&amp;atilde;o est&amp;aacute; satisfeito em aproximar as pessoas &amp;mdash; ele quer que elas realmente falem umas com as outras. Da&amp;iacute; o Facebook ter escolhido a taiwanesa HTC para fabricar um celular com a marca da rede social, a ser lan&amp;ccedil;ado em 2013. O smartphone vem sendo chamado internamente de "Buffy", em homenagem &amp;agrave; ca&amp;ccedil;a-vampiros da s&amp;eacute;rie de TV, e rodar&amp;aacute; uma vers&amp;atilde;o modificada do Android, sistema operacional m&amp;oacute;vel da Google.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo o site All Things Digital, o celular ser&amp;aacute; totalmente focado na integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a rede social e ter&amp;aacute; o HTML5 como plataforma de aplicativos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A escolha da HTC aconteceu h&amp;aacute; pouco tempo. Antes disso, Zuckerberg chegou a considerar a sul-coreana Samsung, que se tornou recentemente a maior fabricante de smartphones do mundo. Quem lidera o projeto dentro do Facebook &amp;eacute; Bret Taylor, chefe de tecnologia da rede social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O site j&amp;aacute; est&amp;aacute; presente em praticamente todos os smartphones do mundo, seja por meio de aplicativo ou pela web, e tem 350 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios m&amp;oacute;veis. Sua popularidade levou alguns fabricantes a incrementarem a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus aparelhos com a plataforma de Zuckerberg. S&amp;atilde;o celulares que t&amp;ecirc;m, por exemplo, um bot&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fico para acessar a rede. &amp;Eacute; o caso do Cha Cha, da pr&amp;oacute;pria HTC, lan&amp;ccedil;ado no in&amp;iacute;cio do ano. Mas a ideia, com o Buffy, &amp;eacute; proporcionar uma integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda maior, afirmou a reportagem, embora n&amp;atilde;o tenha ficado claro como isso ser&amp;aacute; alcan&amp;ccedil;ado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 23/11/2011</description><author>Economia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gtCPiYjZOUyKgpiO9AbyNg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gtCPiYjZOUyKgpiO9AbyNg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook deve fazer IPO em 2012</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Reid Hoffman, co-fundador do LinkedIn e um dos investidores do site de relacionamentos, sugere que a abertura de capital seja realizada at&amp;eacute; junho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Mark Zuckerberg dever&amp;aacute; abrir o capital do Facebook no ano que vem, afirmou Reid Hoffman, co-fundador da plataforma de relacionamentos profissionais LinkedIn e um importante investidor da rede social. Esta poder&amp;aacute; ser a maior abertura de capital de uma empresa de tecnologia da hist&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;De acordo com entrevista concedida ao Sunday Telegraph, Hoffman, que &amp;eacute; um dos mais bem-sucedidos investidores, com participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es acion&amp;aacute;rias em in&amp;uacute;meros neg&amp;oacute;cios - como a desenvolvedora de jogos sociais Zynga, do sistema de compras coletivas Groupon e o de loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o Gowalla -sugeriu que o fundador do Face-book opte por lan&amp;ccedil;ar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da empresa "na primeira metade do ano que vem".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Suspeito que Mark Zuckerberg escolha abrir o capital do Facebook porque a companhia precisa levantar recursos para dar suporte aos fortes planos de crescimento e ampliar a gama de benef&amp;iacute;cios aos funcion&amp;aacute;rios", afirmou Hoffman.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da SEC&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"A abertura de capital poder&amp;aacute; trazer v&amp;aacute;rios benef&amp;iacute;cios ao Fa-cebook, inclusive apoiando a empresa a fazer aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, al&amp;eacute;m de reduzir o custo de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos financeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Facebook est&amp;aacute; sofrendo a press&amp;atilde;o da Securities and Exchange Comission (SEC), a comiss&amp;atilde;o de valores mobili&amp;aacute;rios dos Estados Unidos, para que seja revelado quantos investidores privados a companhia possui. Pela regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o americana, uma empresa n&amp;atilde;o deve ter mais do que 500 s&amp;oacute;cios privados - a partir deste n&amp;uacute;mero, ela &amp;eacute; obrigada a abrir seu capital.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A companhia tem at&amp;eacute; o fim de abril de 2012 para apresentar o prospecto de lan&amp;ccedil;amento de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es caso queira abrir seu capital no primeiro semestre. Analistas prev&amp;ecirc;em que o valor de mercado da empresa alcance cerca de US$ 100 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brasil Econômico&lt;/em&gt; - 22/11/2011</description><author>Empresas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=EJM7uAfBly6QUZ7RZbVFRw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=EJM7uAfBly6QUZ7RZbVFRw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Gastos com mídias digitais crescem 25% em 2011</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Estudo da Razorfish mostra que o maior motivo s&amp;atilde;o os an&amp;uacute;ncios pagos no Facebook, que teve alta no tr&amp;aacute;fego de 69% em 2011, enquanto a web teve queda de 9%.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Rio de Janeiro - Os investimentos em m&amp;iacute;dias digitais cresceram 25% em 2011 no mundo, diz levantamento da Razorfish, ag&amp;ecirc;ncia internacional de Marketing Interativo e tecnologia. O estudo ressalta que o motivo principal &amp;eacute; a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Facebook como plataforma de m&amp;iacute;dia paga.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A import&amp;acirc;ncia da rede &amp;eacute; destacada: seu tr&amp;aacute;fego cresceu 69% no ano, enquanto na web houve queda de 9%. Como principais meios de atingir o consumidor com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de marketing, a pesquisa cita o &amp;ldquo;Gamification&amp;rdquo;, jogos sociais que as empresas vem aproveitando intensivamente, e o Social Cloud, para acelerar a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do, ao conect&amp;aacute;-lo a diferentes comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Outro destaque &amp;eacute; o fen&amp;ocirc;meno do &amp;ldquo;always-on phone&amp;rdquo;, consequ&amp;ecirc;ncia da explos&amp;atilde;o de tablets e smart phones, que fez a mobile m&amp;iacute;dia dobrar em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Cerca de 80% dos entrevistados afirmam que usam o celular enquanto assistem TV e 38% procuram mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no aparelho sobre os produtos que v&amp;ecirc;em na tela. O resultado mostra a import&amp;acirc;ncia da cross media para os anunciantes alinharem sua comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s ofertas em mobile.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exame&lt;/em&gt; - 11/11/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=a/uhuoBVSPG42Mr7E36NrQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=a/uhuoBVSPG42Mr7E36NrQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo!, AOL e Microsoft se aliam no mercado publicitário digital</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;As tr&amp;ecirc;s empresas pretendem comercializar an&amp;uacute;ncios online entre si e facilitar o processo de compra e venda para vendedores e editores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Yahoo!, AOL e Microsoft anunciaram nesta ter&amp;ccedil;a-feira um acordo entre as tr&amp;ecirc;s companhias para compartilhar seus an&amp;uacute;ncios gr&amp;aacute;ficos e integrar suas plataformas de vendas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Por meio da parceria, as tr&amp;ecirc;s empresas pretendem comercializar an&amp;uacute;ncios online entre si e facilitar o processo de compra e venda para vendedores e editores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O acordo entrar&amp;aacute; em vigor no in&amp;iacute;cio de 2012, uma vez que as companhias tenham integrado seus sistemas de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em tempo real: Yahoo! Network Additional, Advertising.com, da AOL, e Microsoft Network Media.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Esta tripla alian&amp;ccedil;a estar&amp;aacute; vigente nos Estados Unidos, enquanto AOL e Yahoo! estender&amp;atilde;o sua colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Canad&amp;aacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O fato de nos unirmos para oferecer este tipo de acesso de qualidade, embora cada um com nossas pr&amp;oacute;prias ofertas de an&amp;uacute;ncios diferenciados, &amp;eacute; algo que vai beneficiar o mercado em seu conjunto, disse Rik van der Kooi, vice-presidente corporativo do Grupo de Neg&amp;oacute;cios da Microsoft Advertising em comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O an&amp;uacute;ncio de hoje inicia uma oportunidade para os anunciantes encontrarem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es atrav&amp;eacute;s de editoras de primeira qualidade. E isto deveria reduzir o atrito no mercado, o que beneficiar&amp;aacute; tanto os anunciantes como os editores, completou Ned Brody, chefe de Ingressos da AOL.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Sob os termos de acordo de licen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o exclusiva, cada empresa tomar&amp;aacute; suas pr&amp;oacute;prias decis&amp;otilde;es, diferenciar&amp;aacute; suas ofertas e estabelecer&amp;aacute; seus pr&amp;oacute;prios controles para seu funcionamento.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exame&lt;/em&gt; - 9/11/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cE+Y+eXyPycs+f78X9eSPQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 09 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cE+Y+eXyPycs+f78X9eSPQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Empresas não curtem gastar no Facebook</title><description>&lt;p style="MARGIN: 10pt 0cm 3pt"&gt;Embora utilizem Facebook para divulgar produtos, companhias n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m interesse em gastar com a rede social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Todo mundo quer estar entre os "curtidos". A quest&amp;atilde;o para a Facebook Inc. &amp;eacute; quanto os anunciantes est&amp;atilde;o dispostos a pagar pela oportunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A campanha on-line da Ford Motor Company para o Focus 2012 teve como ponto principal um boneco de cor laranja em uma p&amp;aacute;gina de livre acesso no site Facebook, que em poucas semanas conquistou um p&amp;uacute;blico novo, mais jovem, para o at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o encalhado compacto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;"Doug", a marionete porta-voz da Ford, atraiu milhares de pessoas para as conversas e v&amp;iacute;deos on-line em que ele fazia brincadeiras com o novo Focus. Doug inspirou mais de 43.000 usu&amp;aacute;rios do Facebook a clicar no "Curtir", o &amp;iacute;cone que demonstra aos amigos um sinal de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma marca ou produto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Embora a Ford tenha desembolsado cerca de US$ 95 milh&amp;otilde;es para promover o novo Focus por meio de v&amp;aacute;rios ve&amp;iacute;culos da m&amp;iacute;dia, a montadora pagou apenas alguns centavos de d&amp;oacute;lar por an&amp;uacute;ncios no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;O valor de mercado estimado da empresa dona do site, agora em cerca de US$ 70 bilh&amp;otilde;es, &amp;eacute; baseado na cren&amp;ccedil;a de que as empresas v&amp;atilde;o gastar enormes quantias para anunciar no site. A receita da Facebook, que vem principalmente de propaganda, foi de US$ 1,6 bilh&amp;atilde;o no primeiro semestre deste ano, ante US$ 800 milh&amp;otilde;es no de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Mas a maioria dos an&amp;uacute;ncios &amp;eacute; de pequenas empresas, como companhias regionais ou websites de pequeno porte, diz a comScore Inc.. A Facebook est&amp;aacute; sob press&amp;atilde;o para aumentar seus an&amp;uacute;ncios em grande escala, conquistando aquele tipo de anunciante que hoje gasta bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em campanhas publicit&amp;aacute;rias de TV, r&amp;aacute;dio e m&amp;iacute;dia impressa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A campanha com o boneco Doug revela como &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil a batalha da Facebook. Ela mostra a experi&amp;ecirc;ncia de outras marcas - incluindo a Intel e a Pepto-Bismol - que ca&amp;ccedil;aram clientes nas redes sociais on-line. Depois de uma fase experimental, as companhias descobriram que poderiam alcan&amp;ccedil;ar um p&amp;uacute;blico-chave com um grande desconto, por meio de campanhas do tipo boca a boca atrav&amp;eacute;s das p&amp;aacute;ginas de livre acesso do site de relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Grandes compradores de propaganda on-line colocaram menos de 15% do total de seus an&amp;uacute;ncios digitais no Facebook em agosto e setembro, segundo o primeiro levantamento de publicidade no Facebook realizado pela comScore Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;E os consumidores americanos gastaram 15% do tempo on-line deles no Facebook em setembro, diz a comScore. Mas a expectativa &amp;eacute; a de que o Facebook receba apenas 6,4% do total de gastos com an&amp;uacute;ncios digitais este ano, de acordo com estimativas da firma de pesquisa eMarketer Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;David Fischer, vice-presidente de publicidade e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es globais da Facebook, disse que a companhia est&amp;aacute; presenciando "uma ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito forte [aos an&amp;uacute;ncios no site], crescimento e fechamento de neg&amp;oacute;cios com as maiores marcas do mundo."&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A Ford est&amp;aacute; entre essas marcas. Mas a propaganda paga respondia por apenas uma pequena parte do plano da montadora quando Doug foi criado. Numa reuni&amp;atilde;o na sede da empresa em janeiro deste ano, a Ford pediu que sua ag&amp;ecirc;ncia de publicidade, a Team detroit, da brit&amp;acirc;nica WPP PLC, criasse uma campanha bem-humorada. Uma pessoa tirou um boneco alaranjado que estava debaixo da mesa e disse "Conhe&amp;ccedil;a a nova marionete porta-voz do Ford Focus."&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Scott Kelly, diretor de marketing digital da Ford, comentou sua rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o: "Voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; brincando? Ou vou ser promovido ou vou ser demitido."&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A ideia da ag&amp;ecirc;ncia era: a Ford precisava chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos usu&amp;aacute;rios do Facebook com algo que eles compartilhassem com os amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Apesar de algumas reservas - o departamento de recursos humanos, por exemplo, tinha receio de ofender clientes com um poss&amp;iacute;vel humor ofensivo, mas chegou &amp;agrave; conclus&amp;atilde;o de que o boneco n&amp;atilde;o era nem humano nem um empregado -, Doug recebeu o sinal verde da Ford.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Em fevereiro, antes de a campanha ser lan&amp;ccedil;ada, a Ford convidou as equipes de venda de an&amp;uacute;ncios de pesos pesados como Facebook, Yahoo, Microsoft e "Automobile Magazine" para ajudar a promover o Doug.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Semanas antes, o Facebook havia inaugurado um servi&amp;ccedil;o que permite aos anunciantes pagarem para republicar mensagens do site que os usu&amp;aacute;rios postaram sobre suas marcas. A Facebook disse &amp;agrave; Ford que as chamadas "hist&amp;oacute;rias patrocinadas" garantiriam que mais pessoas vissem os coment&amp;aacute;rios favor&amp;aacute;veis sobre Doug e o Focus. A Ford recusou o servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Em mar&amp;ccedil;o, a Ford ativou a p&amp;aacute;gina de Doug no Facebook sem nenhum an&amp;uacute;ncio no site de relacionamento. "Ol&amp;aacute;, colegas de rede social. Estou aqui para compartilhar fotos, v&amp;iacute;deos, conversar, contar qualquer coisa que voc&amp;ecirc;s queiram saber sobre o totalmente novo Focus", escreveu Doug em seu primeiro post.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Executivos observaram Doug atrair seguidores, que come&amp;ccedil;aram a compartilhar os v&amp;iacute;deos bem-humorados de Doug. Cerca de tr&amp;ecirc;s semanas depois, a Ford comprou an&amp;uacute;ncios na p&amp;aacute;gina de entrada de email do Yahoo. A montadora pagou a Microsoft e a "Automobile Magazine" para patrocinar v&amp;iacute;deos e artigos sobre Doug. Os an&amp;uacute;ncios eram direcionados para a p&amp;aacute;gina de Doug no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A Ford tamb&amp;eacute;m come&amp;ccedil;ou a comprar an&amp;uacute;ncios no Facebook para apresentar Doug e pediu que os usu&amp;aacute;rios clicassem no bot&amp;atilde;o "Curtir". Quando Doug conseguiu 10.000 f&amp;atilde;s, a Ford parou de comprar an&amp;uacute;ncios. A empresa continuou adquirindo an&amp;uacute;ncios em outros sites, disse Kelly, mas n&amp;atilde;o havia raz&amp;atilde;o para seguir pagando o Facebook depois que Doug passou a se espalhar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A Ford gastou mais de US$ 95 milh&amp;otilde;es comprando an&amp;uacute;ncios e promovendo o Focus no primeiro semestre na TV, m&amp;iacute;dia impressa e outros ve&amp;iacute;culos, segundo a firma de pesquisa Kantar Media, da WPP. A montadora n&amp;atilde;o quis comentar o valor dos investimentos divulgado pela Kantar, mas informou que gastou menos de 5% do seu or&amp;ccedil;amento de propaganda digital com a campanha - ou menos de 2% do seu or&amp;ccedil;amento total de publicidade - no Facebook para transformar Doug numa atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A montadora conseguiu uma boa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custo-benef&amp;iacute;cio. Do total de f&amp;atilde;s de Doug no Facebook, 61% disseram que estavam mais inclinados a comprar um Focus, disse Kelly. "N&amp;atilde;o conseguir&amp;iacute;amos atingir o p&amp;uacute;blico apenas com um an&amp;uacute;ncio do Super Bowl", acrescentou, referindo-se aos an&amp;uacute;ncios de alto custo exibidos na final da liga de futebol americano. As vendas do Focus subiram este ano em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2010, segundo o executivo, e as concession&amp;aacute;rias est&amp;atilde;o com dificuldades de manter o modelo em estoque.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;As empresas est&amp;atilde;o redirecionando os esfor&amp;ccedil;os de marketing para o Facebook porque &amp;eacute; onde os consumidores est&amp;atilde;o. Em setembro, os internautas americanos passaram, em m&amp;eacute;dia, 6,8 horas no Facebook, mais do que em qualquer outro site, de acordo com a comScore.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Segundo a Facebook, 96 dos 100 maiores anunciantes americanos, de acordo com o ranking da Ad Age, compraram an&amp;uacute;ncios no site de relacionamentos ano passado. Das 100 maiores companhias do mundo, 61 est&amp;atilde;o presentes no Facebook, que existe h&amp;aacute; sete anos. Em 2010, essa parcela estava em 54%, segundo dados da Burson-Marsteller.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Mas muitos dos grandes anunciantes afirmam que seus gastos s&amp;atilde;o modestos se comparados com outros sites e respondem por uma pequena fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos or&amp;ccedil;amentos totais com publicidade. As vendas globais da Facebook no primeiro semestre de 2011 "n&amp;atilde;o foram t&amp;atilde;o robustas como eu esperava", disse a analista Debra Aho Williamson, da eMarketer Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A Facebook vai ficar com menos de 20% das receitas com an&amp;uacute;ncio por usu&amp;aacute;rio nos EUA este ano em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a Google Inc., projeta a eMarketer. Para ela, o faturamento com propaganda da Facebook deve alcan&amp;ccedil;ar US$ 2 bilh&amp;otilde;es nos EUA, com 162 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios &amp;uacute;nicos no pa&amp;iacute;s que a comScore diz que o site tem; a Google deve registrar US$ 12,8 bilh&amp;otilde;es em vendas com an&amp;uacute;ncios no mercado americano, totalizando 184,6 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios &amp;uacute;nicos nos EUA, de acordo com a comScore.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;"Claramente as pessoas acham que eles podem ganhar muito mais do que est&amp;atilde;o ganhando hoje", disse Ben Schachter, analista de internet da Macquarie Securities.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;O argumento da Facebook para as empresas &amp;eacute; que a publicidade no site cria o reconhecimento da marca, al&amp;eacute;m de um relacionamento mais pessoal com os clientes. A estrat&amp;eacute;gia da empresa tem sido a de atrair os publicit&amp;aacute;rios com ofertas gr&amp;aacute;tis - p&amp;aacute;ginas de f&amp;atilde;s e o bot&amp;atilde;o "Curtir" - e depois vender an&amp;uacute;ncios que ajudam a direcionar os usu&amp;aacute;rios para o material publicado. Fischer disse que as campanhas mais bem-sucedidas do Facebook combinam conte&amp;uacute;do gratuito com an&amp;uacute;ncios pagos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Se isso ser&amp;aacute; suficiente para sustentar os valores elevados da Facebook no mercado, ainda n&amp;atilde;o se sabe. "O potencial [de investir na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Facebook] &amp;eacute; realmente enorme. Mas vai exigir um grande investimento da comunidade de marketing para levar a publicidade a esse ponto", disse Sean Corcoran, analista da Forrester Research Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Martin Sorrell, diretor-presidente da gigante de publicidade WPP, est&amp;aacute; entre os que duvidam da capacidade da Facebook de incorporar os an&amp;uacute;ncios convencionais entre as conversas pessoais que atraem o numeroso p&amp;uacute;blico da rede. Ele disse que o site de relacionamentos funciona para a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da marca, mas as companhias que usam a propaganda tradicional "est&amp;atilde;o invadindo um espa&amp;ccedil;o social". "&amp;Eacute; preciso ser extremamente cuidadoso."&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;As redes sociais s&amp;atilde;o diferentes do site de buscas Google, que vende an&amp;uacute;ncios relacionados &amp;agrave;s pesquisas dos consumidores - muitas vezes quando as pessoas est&amp;atilde;o querendo comprar. Enquanto os anunciantes no Google podem comparar as vendas com os gastos com a publicidade, a Facebook recentemente se associou &amp;agrave; firma de m&amp;iacute;dia Nielsen para tentar novas formas de medir audi&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Executivos de publicidade dizem que investir em conte&amp;uacute;do on-line &amp;eacute; frequentemente mais importante que comprar an&amp;uacute;ncios. A Ford n&amp;atilde;o quis fornecer n&amp;uacute;meros exatos, mas informou que 49 v&amp;iacute;deos on-line de Doug custaram praticamente o mesmo que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;ecirc;s comerciais de 30 segundos para a TV.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A campanha com o boneco falante &amp;eacute; um exemplo de "Likeonomics", um termo criado por Rohit Bhargava, vice-presidente senior da Ogilvy, controlada pela WPP. A express&amp;atilde;o - derivada da forma original do bot&amp;atilde;o "Curtir" em ingl&amp;ecirc;s, o "Like" - &amp;eacute; usada para as marcas que usam as redes sociais para ganhar novos clientes que compartilham seus sentimentos com amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Em abril, a divis&amp;atilde;o Frito-Lay da PepsiCo declarou que tinha entrado para o livro dos recordes Guiness por ter atingido o maior n&amp;uacute;mero de f&amp;atilde;s em 24 horas, com 1,57 milh&amp;atilde;o de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Os an&amp;uacute;ncios do Facebook exploram um novo territ&amp;oacute;rio, disse Bhargava, porque a empresa usa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o demogr&amp;aacute;fica fornecida gratuitamente pelos usu&amp;aacute;rios - geogr&amp;aacute;fica, pessoal, interesses e profiss&amp;otilde;es - que permite mensagens direcionadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Embora os profissionais de marketing possam avaliar o custo de um "Curtir" - de mais de US$ 1 por usu&amp;aacute;rio e que continua subindo - eles ainda n&amp;atilde;o descobriram o valor de longo prazo de um usu&amp;aacute;rio com uma opini&amp;atilde;o positiva.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;A Ford chegou &amp;agrave; conclus&amp;atilde;o de que apenas comprar an&amp;uacute;ncios e incentivar as pessoas a "Curtir" seus autom&amp;oacute;veis n&amp;atilde;o levam necessariamente a relacionamentos de longo prazo. "Voc&amp;ecirc; pode dar dinheiro a eles, e eles podem oferecer o Curtir em troca", disse Kelly "mas a quest&amp;atilde;o &amp;eacute;: qual &amp;eacute; o valor desse Curtir?"&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Alguns publicit&amp;aacute;rios e analistas dizem que a Facebook reduz suas vendas ao limitar o tamanho dos an&amp;uacute;ncios. Os anu&amp;uacute;ncios da rede social - e seus pre&amp;ccedil;os - s&amp;atilde;o pequenos se comparados a outros sites, devido a uma decis&amp;atilde;o antiga do diretor-presidente Mark Zuckerberg de manter o visual do site organizado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;"Eles realmente n&amp;atilde;o abriram as torneiras", disse Schachter, o analista da Macquarie. Os anunciantes de porte nacional n&amp;atilde;o podem dizer &amp;agrave; Facebook "Quero gastar US$ 5 milh&amp;otilde;es na p&amp;aacute;gina principal", disse. "Eles n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m tipos de an&amp;uacute;ncio para isso."&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Entre os sucessos recentes da Facebook, a Sony Corp. est&amp;aacute; transferindo 30% de seu or&amp;ccedil;amento de m&amp;iacute;dia tradicional do videogame PlayStation para redes sociais, o que inclui o site de Zuckerberg. A Diageo, que fabrica a vodka Smirnoff e a cerveja Guiness, disse que vai gastar mais de US$ 10 milh&amp;otilde;es em an&amp;uacute;ncios no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;J&amp;aacute; o site, por ora, "est&amp;aacute; construindo seu neg&amp;oacute;cio para o longo prazo", disse Fischer, recusando an&amp;uacute;ncios que comprometem a experi&amp;ecirc;ncia do usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 8/11/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=rWjqWTNHnugcNqojN4euHw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=rWjqWTNHnugcNqojN4euHw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Disney e YouTube juntos</title><description>&lt;p&gt;
&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Grupos de m&amp;iacute;dia Walt Disney Company e YouTube fecham acordo para produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e oferta gratuita de s&amp;eacute;ries de anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Os grupos de m&amp;iacute;dia Walt Disney Company e YouTube fecharam acordo ontem para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e oferta gratuita de s&amp;eacute;ries de anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o na internet. A divis&amp;atilde;o Interactive Media da Disney e o site de v&amp;iacute;deos pertencente ao Google v&amp;atilde;o investir de US$ 10 milh&amp;otilde;es a US$ 15 milh&amp;otilde;es na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de s&amp;eacute;ries originais. O novo site entra no ar em 2012. A parceria prev&amp;ecirc; a divis&amp;atilde;o de lucros com publicidade entre as duas companhias. Inicialmente, o est&amp;uacute;dio produzir&amp;aacute; oito webseriados por vez.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 8/11/2011</description><author>Destaques</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=urnUuu7hUBA8Ujw6NoANEQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=urnUuu7hUBA8Ujw6NoANEQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Vem ai mais um campeão de audiência: Youtube</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;O Google quer transformar o maior portal de v&amp;iacute;deos do mundo numa m&amp;aacute;quina de fazer dinheiro. Para isso, vai concorrer com a televis&amp;atilde;o, investindo em transmiss&amp;otilde;es ao vivo, no aluguel de filmes e em canais exclusivos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O americano Chad Hurley, cofundador do YouTube, veio pela primeira vez ao Brasil em 2009, convidado para palestrar em um evento de internet chamado Digital Age, em S&amp;atilde;o Paulo. A not&amp;iacute;cia da visita foi recebida com euforia. N&amp;atilde;o foi sem motivos. Tratava-se do jovem que, junto com o taiwan&amp;ecirc;s Steve Chen e o alem&amp;atilde;o Jawed Karim, criou o maior portal de v&amp;iacute;deos do mundo, um fen&amp;ocirc;meno capaz de influenciar a cultura, o comportamento na sociedade e os neg&amp;oacute;cios da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Entre os assuntos que os profissionais do mercado digital brasileiro queriam ouvir, estavam os planos para fazer o YouTube dar lucro. Mas Hurley, um designer gr&amp;aacute;fico nascido na&amp;nbsp; Pensilv&amp;acirc;nia, em 1977, n&amp;atilde;o quis ou n&amp;atilde;o p&amp;ocirc;de apresentar a f&amp;oacute;rmula m&amp;aacute;gica. &amp;ldquo;Essa &amp;eacute; uma grande quest&amp;atilde;o, mas h&amp;aacute; muito exagero no que sai na imprensa&amp;rdquo;, afirmou.&amp;ldquo;Mesmo com a crise econ&amp;ocirc;mica, o segundo trimestre desse ano foi o melhor da nossa hist&amp;oacute;ria.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Detalhe: Hurley n&amp;atilde;o divulgou&amp;nbsp; um dado financeiro sequer para sustentar sua informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Vaga, a explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o convenceu, principalmente pelo fato de que as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es publicit&amp;aacute;rias no site&amp;nbsp; ainda se mostravam em est&amp;aacute;gio inicial, naquele momento, e era sabido no setor de tecnologia que seria necess&amp;aacute;rio percorrer um longo caminho at&amp;eacute; ver seu caixa transbordar de dinheiro. E, embora o jovem empreendedor tenha tingido a conversa com as cores da bonan&amp;ccedil;a, a verdade &amp;eacute; que a press&amp;atilde;o para que a companhia gerasse resultados era fort&amp;iacute;ssima j&amp;aacute; naquela &amp;eacute;poca. As exig&amp;ecirc;ncias vinham de seus patr&amp;otilde;es do Google. Liderado pelos fundadores Larry Page, Sergey Brin e o ent&amp;atilde;o CEO Eric Schmidt, o gigante da internet havia comprado o YouTube, em 2006, por US$ 1,65 bilh&amp;atilde;o, a&amp;nbsp; sua maior aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp; at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o. O clima de cobran&amp;ccedil;a foi confidenciado por um diretor da empresa de buscas que esteve no Brasil naquele per&amp;iacute;odo. Segundo esse executivo, a alta dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Google tentava de todas as maneiras fazer aquele neg&amp;oacute;cio vingar comercialmente.&amp;nbsp; &amp;ldquo;Voc&amp;ecirc;s inventaram o maior e mais legal site de v&amp;iacute;deos do mundo. Agora, est&amp;aacute; na hora de ganhar dinheiro&amp;rdquo;, disse esse interlocutor gra&amp;uacute;do, repetindo o recado que Eric Schmidt havia passado a Chad Hurley e Steve Chan.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Dois anos depois, ainda n&amp;atilde;o se sabe exatamente qual &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira do YouTube, pois os resultados n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o divulgados. Mas de uma coisa n&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas: a empresa, que contabiliza tr&amp;ecirc;s bilh&amp;otilde;es de p&amp;aacute;ginas vistas por dia no mundo e 48 horas de conte&amp;uacute;do adicionado por minuto, avan&amp;ccedil;ou consideravelmente em sua estrat&amp;eacute;gia para&amp;nbsp; a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receita, praticamente toda ela ainda proveniente da propaganda. Hoje, percebe-se claramente a presen&amp;ccedil;a de campanhas publicit&amp;aacute;rias veiculadas por anunciantes de grande porte, aqui e no Exterior. As ag&amp;ecirc;ncias colocaram definitivamente o YouTube em seus planos de m&amp;iacute;dia e n&amp;atilde;o raras vezes patrocinam projetos ou criam campanhas pensadas para esse canal. T&amp;atilde;o ou mais importante que esse aspecto, no entanto, s&amp;atilde;o os novos rumos adotados pela companhia, especialmente neste ano. A estrat&amp;eacute;gia desenhada foi transformar profundamente o perfil do YouTube.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;nbsp;O site gradativamente est&amp;aacute; deixando de ser um simples reposit&amp;oacute;rio de material caseiro postado por internautas para se tornar tamb&amp;eacute;m um espa&amp;ccedil;o para parceiros de renome na &amp;aacute;rea de conte&amp;uacute;do audiovisual, como produtoras, est&amp;uacute;dios de cinema e gravadoras. Isso n&amp;atilde;o quer dizer que o YouTube dos filminhos engra&amp;ccedil;adinhos, das videocassetadas e afins, v&amp;aacute; ser deletado do mapa. Afinal, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o compartilhamento de v&amp;iacute;deos amadores consagraram o canal e s&amp;atilde;o a base de seu sucesso. Mas o portal evoluiu e hoje se coloca no mercado como um canal qualificado de m&amp;iacute;dia, com&amp;nbsp; transmiss&amp;otilde;es ao vivo de mega-shows e eventos esportivos, longas-metragens de cinema, document&amp;aacute;rios, programas e loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o virtual de filmes, que podem ser vistos pelo pr&amp;oacute;prio portal. &amp;ldquo;O YouTube &amp;eacute; a nova tev&amp;ecirc;&amp;rdquo;, afirmou &amp;agrave; DINHEIRO o portugu&amp;ecirc;s Henrique de Castro, presidente mundial de m&amp;iacute;dia, mobilidade e plataformas do Google, em recente visita a S&amp;atilde;o Paulo. Segundo ele, o internauta n&amp;atilde;o faz mais a separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que &amp;eacute; conte&amp;uacute;do de televis&amp;atilde;o aberta, fechada ou de v&amp;iacute;deo sob demanda.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Isso porque o acesso pelos meios digitais derrubou essas fronteiras e d&amp;aacute; liberdade para que se assista a um conte&amp;uacute;do em v&amp;iacute;deo onde e quando quiser. &amp;ldquo;Estamos atraindo para o YouTube cada vez mais conte&amp;uacute;do de forma personalizada. Pode ser a novela da tev&amp;ecirc;, um filme de Hollywood ou um v&amp;iacute;deo feito pelo internauta&amp;rdquo;, diz. &amp;ldquo;O digital tornou a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do ilimitada.&amp;rdquo; Diante desse novo cen&amp;aacute;rio, se o YouTube antes era visto pela ind&amp;uacute;stria audiovisual apenas como uma amea&amp;ccedil;a por distribuir conte&amp;uacute;do protegido por direito autoral, agora a conversa muda de tom: em sua nova configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o portal do Google torna-se um concorrente direto da tev&amp;ecirc; na luta por verba publicit&amp;aacute;ria e eventualmente na disputa por direitos de transmiss&amp;atilde;o de grandes eventos musicais ou esportivos. Como lan&amp;ccedil;ou em maio seu servi&amp;ccedil;o de acesso online pago a longas-metragens &amp;ndash; servi&amp;ccedil;o dispon&amp;iacute;vel por enquanto nos EUA, na Inglaterra e no Canad&amp;aacute; &amp;ndash;, passou a disputar tamb&amp;eacute;m um mercado altamente promissor e que hoje &amp;eacute; liderado pela americana Netflix, dona de um faturamento global, no ano passado, de&amp;nbsp; US$ 2,2 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Quando esse recurso chegar ao Brasil, enfrentar&amp;aacute;, al&amp;eacute;m da Netflix, a concorr&amp;ecirc;ncia com empresas nacionais como a Netmovies e a operadora de tev&amp;ecirc; paga Net, que atua no segmento com o servi&amp;ccedil;o Now. H&amp;aacute; outro elemento importante que amplia o significado desse movimento do YouTube. Os televisores equipados com internet, produzidos por empresas como Samsung, LG e Sony,&amp;nbsp; j&amp;aacute; s&amp;atilde;o uma realidade do mercado brasileiro e internacional, e a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que se popularizem nos pr&amp;oacute;ximos anos. Esses aparelhos, que variam de 32 a 60 polegadas, s&amp;atilde;o comercializados em qualquer grande rede varejista do Pa&amp;iacute;s com o aplicativo do YouTube instalado. Ou seja: basta um clique no controle remoto para todo o conte&amp;uacute;do do portal ser visto numa tela grande. Se o material estiver em HD, a imagem ter&amp;aacute; uma qualidade equipar&amp;aacute;vel &amp;agrave; da novela das nove da Rede Globo, dos jogos do Brasileir&amp;atilde;o ou de algum filme estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Nesse contexto, &amp;eacute; perfeitamente poss&amp;iacute;vel dizer que o YouTube virou tev&amp;ecirc;, o que traz uma s&amp;eacute;rie de implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na experi&amp;ecirc;ncia de ver conte&amp;uacute;do em v&amp;iacute;deo online e na din&amp;acirc;mica dos neg&amp;oacute;cios de m&amp;iacute;dia. Respons&amp;aacute;vel direto pelo atual posicionamento do YouTube,&amp;nbsp; Henrique de Castro detalha com entusiasmo as novas investidas do portal, mas adota&amp;nbsp; tom diplom&amp;aacute;tico quando o assunto &amp;eacute; o futuro da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as emissoras de tev&amp;ecirc; paga e aberta e com as locadoras virtuais de filmes. Questionado sobre se o YouTube virou concorrente das empresas desses dois segmentos, responde laconicamente? &amp;ldquo;Isso &amp;eacute; sua opini&amp;atilde;o&amp;rdquo;, diz ao rep&amp;oacute;rter. Ainda que n&amp;atilde;o negue peremptoriamente a nova condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rival no mercado de tev&amp;ecirc;, Castro opta pelo discurso apaziguador e diz que o YouTube funciona, no que se refere &amp;agrave;s campanhas publicit&amp;aacute;rias, por exemplo, de modo complementar &amp;agrave; tev&amp;ecirc; tradicional. Se combinado de modo inteligente com outros meios, pode at&amp;eacute; aumentar a efic&amp;aacute;cia de uma estrat&amp;eacute;gia de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois &amp;eacute; capaz de atrair os jovens para a frente da tela e ampliar o alcance de uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o iniciada na tev&amp;ecirc;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Assim como Castro, Flavia Verginelli, diretora de publicidade do Google para a Am&amp;eacute;rica Latina, tamb&amp;eacute;m faz a linha paz e amor ao falar de YouTube e o mercado de tev&amp;ecirc;. &amp;ldquo;Temos a voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a parceria e a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirma a executiva. O portal, diz Flavia, n&amp;atilde;o quer competir com os produtores de conte&amp;uacute;do, mas explorar &amp;ndash; no bom sentido, claro &amp;ndash; os horizontes abertos pela converg&amp;ecirc;ncia tecnol&amp;oacute;gica. &amp;ldquo;A microprograma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es personalizadas, &amp;eacute; uma tend&amp;ecirc;ncia e apostamos nisso&amp;rdquo;, diz.&amp;nbsp; &amp;ldquo;Vamos ter mais conte&amp;uacute;do profissional, como filmes, document&amp;aacute;rios ou programas.&amp;rdquo; A maior tacada do YouTube no campo de conte&amp;uacute;do premium, como se diz no jarg&amp;atilde;o do mercado, foi lan&amp;ccedil;ada h&amp;aacute; pouco mais de uma semana e contou com investimento de US$ 100 milh&amp;otilde;es por parte do Google, segundo o Wall Street Journal. O portal apresentou nos EUA um projeto pelo qual ter&amp;aacute; cem canais de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o original e exclusiva feita por parceiros, como o pr&amp;oacute;prio Wall Street Journal, a cantora Madonna e o ator Ashton Kutcher.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do YouTube &amp;eacute; vender publicidade nesses canais, o que significa disputar verba de ag&amp;ecirc;ncias e anunciantes com as emissoras americanas de televis&amp;atilde;o. &amp;ldquo;A tev&amp;ecirc; a cabo expandiu nossas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de programas para assistir de um punhado de canais para centenas&amp;rdquo;, escreveu no blog oficial da empresa Robert Kyncl, diretor global de parcerias de conte&amp;uacute;do do YouTube. &amp;ldquo;Agora, a internet traz um leque muito maior de conte&amp;uacute;do de entretenimento feito por produtores talentosos.&amp;rdquo; Todo esse conte&amp;uacute;do pode ser acessado do Brasil, mas ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre uma vers&amp;atilde;o similar desse projeto no Pa&amp;iacute;s . No mercado brasileiro, a empresa lan&amp;ccedil;ou em julho um canal destinado ao cinema nacional, o primeiro do YouTube Brasil a concentrar material espec&amp;iacute;fico sobre esse tema. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; realizar a cobertura de festivais cinematogr&amp;aacute;ficos, como o de Paul&amp;iacute;nia, em S&amp;atilde;o Paulo. O projeto foi motivado por uma pesquisa feita pela Comscore, empresa americana de medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de internet.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo o estudo, o h&amp;aacute;bito de buscas no YouTube indica que, em um &amp;uacute;nico m&amp;ecirc;s, mais de 12 milh&amp;otilde;es de internautas brasileiros navegaram na categoria Cinema.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Isso equivale a mais de 26% de usu&amp;aacute;rios ativos, ou seja, de cada quatro internautas que acessam o YouTube, um faz pesquisa sobre cinema. &amp;ldquo;Trata-se de um nicho com grande potencial de audi&amp;ecirc;ncia e publicidade&amp;rdquo;, diz Flavia. Na linha de shows, a principal cartada foi a transmiss&amp;atilde;o ao vivo do Rock in Rio, em setembro, para mais de 200 pa&amp;iacute;ses. A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da banda Metallica no evento quebrouo recorde de audi&amp;ecirc;ncia no YouTube. Mas um detalhe ilustra bem a concorr&amp;ecirc;ncia com a qual o YouTube tem de lidar ao investir nesse tipo de servi&amp;ccedil;o: embora tenha sido exibido em tempo real para duas centenas de pa&amp;iacute;ses, o Brasil ficou de fora porque a Rede Globo detinha os direitos de transmiss&amp;atilde;o no Pa&amp;iacute;s. Questionada sobre os motivos dessa exclus&amp;atilde;o, a Central Globo de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp; explicitou a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grupo, enfatizando as oportunidades abertas pelas novas ferramentas digitais. &amp;ldquo;Acreditamos que a internet cria para a televis&amp;atilde;o um enorme campo de possibilidades, fortalecendo seu papel de m&amp;iacute;dia preferencial do p&amp;uacute;blico&amp;rdquo;, diz o comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;ldquo;Mas nenhum ve&amp;iacute;culo al&amp;eacute;m da tev&amp;ecirc; aberta pode proporcionar o sentimento de comungar com outros milh&amp;otilde;es de pessoas, ao mesmo tempo, da mesma emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&amp;nbsp; A conferir. Todas essas ofensivas do YouTube, transformando-se numa tev&amp;ecirc; adaptada &amp;agrave; era da interatividade, s&amp;atilde;o reflexos de passos dados h&amp;aacute; algum tempo, observa Ana Lucia Fugulin, especialista em m&amp;iacute;dia e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing. &amp;ldquo;Esses novos projetos do portal ainda precisam ganhar mais corpo, assim como a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das smart tev&amp;ecirc;s no Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, diz Ana Lucia. Ela acredita, no entanto, que esse fen&amp;ocirc;meno v&amp;aacute; crescer e facilitar&amp;aacute; a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico rumo ao acesso &amp;agrave; internet pelo televisor. Assim, toda a ind&amp;uacute;stria de m&amp;iacute;dia deve se adaptar rapidamente ao novo contexto. &amp;ldquo;&amp;Eacute; uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; em curso.&amp;rdquo; Humberto Neiva, cineasta e professor do curso de Cinema na Faap, tamb&amp;eacute;m acredita que se trata de um processo inexor&amp;aacute;vel. A grande quest&amp;atilde;o, diz ele, &amp;eacute; o YouTube encontrar um modelo comercial que n&amp;atilde;o arrase a cadeia de neg&amp;oacute;cios de m&amp;iacute;dia, composta pelos est&amp;uacute;dios de cinema, emissoras de tev&amp;ecirc; e cineastas, entre outros. &amp;ldquo;O YouTube pode estimular a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas linguagens audiovisuais, mas o xis da quest&amp;atilde;o &amp;eacute; articular muito bem os formatos comerciais para n&amp;atilde;o afetar os demais envolvidos&amp;rdquo;, afirma Neiva.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 9/11/2011</description><author>Capa</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=U6xVk/dRrvGeoQGn2Brdyw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 09 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=U6xVk/dRrvGeoQGn2Brdyw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Google vai permitir bloqueio de publicidade</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Google anuncia implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistema que permite ao usu&amp;aacute;rio bloquear links patrocinados nos resultados de busca e no Gmail.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Google anunciou que ir&amp;aacute; implantar um sistema que permite ao usu&amp;aacute;rio bloquear os links patrocinados nos resultados de busca e no Gmail. Com o mecanismo, chamado de Ads Preferences Manager (Gerenciador de Prefer&amp;ecirc;ncias de An&amp;uacute;ncio, em tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o livre), o usu&amp;aacute;rio poder&amp;aacute; editar e bloquear pe&amp;ccedil;as de publicidade que n&amp;atilde;o o interessem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A companhia apresentou a novidade por meio de uma postagem em seu blog oficial, em que ressalta que o mecanismo &amp;eacute; um modo de "aumentar a transpar&amp;ecirc;ncia e a escolha" do usu&amp;aacute;rio em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s pe&amp;ccedil;as exibidas, para mostrar sempre links mais relevantes e relacionados ao que o internauta est&amp;aacute; procurando.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ao lado direito do link patrocinado ficar&amp;aacute; um bot&amp;atilde;o "Por que este an&amp;uacute;ncio?", que explicar&amp;aacute; o motivo daquele link ter aparecido e permitir&amp;aacute; ao usu&amp;aacute;rio bloque&amp;aacute;-lo. A ferramenta ainda poder&amp;aacute; impedir que o Google utilize as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pessoais do usu&amp;aacute;rio, como o termo buscado ou as palavras-chave de algum e-mail,&amp;nbsp; para selecionar quais publicidades mostrar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 3/11/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=D1tE+lAsi/4LEAu/hfrA9Q==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=D1tE+lAsi/4LEAu/hfrA9Q==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Na internet, usuário agora escolhe o comercial</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Servi&amp;ccedil;os de v&amp;iacute;deo como Hulu e YouTube permitem ao usu&amp;aacute;rio trocar a propaganda que est&amp;aacute; vendo ou at&amp;eacute; mesmo interromp&amp;ecirc;-la.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em um aparelho de televis&amp;atilde;o, a tr&amp;ecirc;s metros de dist&amp;acirc;ncia, comerciais s&amp;atilde;o com frequ&amp;ecirc;ncia irritantes. Em um monitor de computador, a poucos cent&amp;iacute;metros de dist&amp;acirc;ncia, eles s&amp;atilde;o com frequ&amp;ecirc;ncia outra coisa: absolutamente invasivos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Tanto o Hulu quanto o YouTube sabem que muitos de seus visitantes odeiam comerciais, mas seus modelos de neg&amp;oacute;cios dependem em grande parte da publicidade. De modo que ambos v&amp;ecirc;m tentando tornar os comerciais online mais atraentes. E ambos seguem na mesma dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o: oferecer aos espectadores online a chance de escolher quais comerciais assistir.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Neste m&amp;ecirc;s, o Hulu introduziu um formato que d&amp;aacute; aos usu&amp;aacute;rios a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de clicar em um bot&amp;atilde;o "ad swap" (troca de an&amp;uacute;ncio) ap&amp;oacute;s um comercial come&amp;ccedil;ar e optar por substitu&amp;iacute;-lo por uma de duas ou tr&amp;ecirc;s op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. N&amp;atilde;o quer esperar um comercial de companhia de petr&amp;oacute;leo? Ent&amp;atilde;o v&amp;aacute; para o de uma provedora de celular ou uma fabricante de barbeador.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O sistema n&amp;atilde;o &amp;eacute; perfeito. Quando os usu&amp;aacute;rios decidem ir para uma alternativa, eles j&amp;aacute; viram uma boa parte do primeiro an&amp;uacute;ncio. Come&amp;ccedil;ar um segundo significa um intervalo comercial mais longo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ent&amp;atilde;o, por que n&amp;atilde;o retardar o in&amp;iacute;cio de um an&amp;uacute;ncio para deixar o usu&amp;aacute;rio escolher primeiro? Comandado por Jason Kilar, o Hulu tentou precisamente isso com um formato mais antigo que ainda usa. Ele descobriu, contudo, que muitos usu&amp;aacute;rios ficaram incomodados com o processo de ter de escolher ou esperar por uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica. As pessoas tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o ficaram contentes com op&amp;ccedil;&amp;otilde;es que consistiam apenas de tr&amp;ecirc;s varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de um produto, como xampus apropriados para cabelos finos, grossos ou encaracolados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Quando apresentados ao mais novo formato de an&amp;uacute;ncio, usu&amp;aacute;rios do Hulu podem escolher n&amp;atilde;o clicar no bot&amp;atilde;o para trocar comerciais e continuar assistindo o que for mostrado automaticamente. "N&amp;atilde;o quer&amp;iacute;amos transformar o uso do Hulu numa trabalhadeira", diz Jean-Paul Colaco, seu vice-presidente s&amp;ecirc;nior para publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Hulu tamb&amp;eacute;m considera as sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es de an&amp;uacute;ncios pelos usu&amp;aacute;rios como um feedback para um comercial se eles responderem a uma pergunta que pode estar acima do quadro: "Esse an&amp;uacute;ncio &amp;eacute; relevante para voc&amp;ecirc;?" Ao gerar receita com anunciantes, o Hulu precisa aproveitar ao m&amp;aacute;ximo seus comerciais porque ele tipicamente mostra apenas a metade dos minutos de an&amp;uacute;ncios para um dado programa que seriam mostrados na televis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para um programa de "meia hora", que na verdade ocupa 22 minutos, ele mostra quatro minutos de comerciais em vez de oito. Mas esses quatro minutos podem parecer t&amp;atilde;o longos quando os oito porque incluem um comercial que passa antes mesmo de o programa come&amp;ccedil;ar, depois tr&amp;ecirc;s intervalos comerciais durante o programa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Hulu oferece outros formatos a anunciantes tamb&amp;eacute;m. Num deles, os espectadores t&amp;ecirc;m a seguinte op&amp;ccedil;&amp;atilde;o no in&amp;iacute;cio: encarar um comercial de 2,5 minutos no come&amp;ccedil;o e mais nenhum outro, ou assistir da maneira usual. Outro formato oferece a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jogar um teste de conhecimento ou um quebra-cabe&amp;ccedil;a patrocinado por um anunciante.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Alternativas. O YouTube tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; oferecendo formatos que d&amp;atilde;o a usu&amp;aacute;rios uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, incluindo um em teste final que oferece uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre tr&amp;ecirc;s comerciais. Ele est&amp;aacute; sendo testado somente em v&amp;iacute;deos de formato longo do YouTube, que demoram pelo menos 10 minutos. O formato ainda n&amp;atilde;o atraiu anunciantes suficientes para ser usado com um n&amp;uacute;mero significativo de v&amp;iacute;deos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para v&amp;iacute;deos mais curtos, o YouTube oferece um formato de an&amp;uacute;ncio "skippable" (que podem ser pulado). Isso permite que um usu&amp;aacute;rio encerre o an&amp;uacute;ncio ap&amp;oacute;s cinco segundos, sem haver nenhuma substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. / TRADU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE CELSO PACIORNIK&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 1/11/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5auwXi+l/XPR6QVVmKL50g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5auwXi+l/XPR6QVVmKL50g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Google faz nova tentativa para entrar no mercado de televisão</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Google faz esfor&amp;ccedil;o para entrar em um mercado vasto, apesar da fraca rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos consumidores.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Google est&amp;aacute; fazendo outro esfor&amp;ccedil;o para levar sua ast&amp;uacute;cia na internet para aparelhos de televis&amp;atilde;o, na esperan&amp;ccedil;a de entrar em um mercado vasto, apesar da fraca rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos consumidores &amp;agrave; primeira tentativa. A vers&amp;atilde;o 2.0 do Google TV fornece ferramentas para recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de filmes, programas de TV e v&amp;iacute;deos on-line, e torna mais f&amp;aacute;cil para desenvolvedores de software criar novas aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a TV.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brasil Econômico&lt;/em&gt; - 1/11/2011</description><author>Empresas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cZddAUttJgOcSOoy8+6wwQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cZddAUttJgOcSOoy8+6wwQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>IAB Brasil revela detalhes sobre uso do web analytics no Brasil</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Pesquisa da Millward Brown mostra que empresas est&amp;atilde;o amadurecendo na utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferramenta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil) aproveitou o evento "Meu site &amp;eacute; maior que o seu", realizado na &amp;uacute;ltima quinta-feira (27) em S&amp;atilde;o Paulo, para apresentar a primeira pesquisa sobre o uso de web analytics no Brasil. Desenvolvido pela Millward Brown, o estudo mostra como as companhias analisam os dados provenientes das ferramentas de web analytics e utilizam essas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para balizar suas estrat&amp;eacute;gias de marketing e investimento publicit&amp;aacute;rio. O levantamento tamb&amp;eacute;m tem como objetivo auxiliar as empresas a entenderem melhor como as ferramentas de monitoramento podem ser usadas como fonte de intelig&amp;ecirc;ncia dos neg&amp;oacute;cios, melhorando os resultados e aumentando os lucros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O estudo mostra que a ferramenta ainda &amp;eacute; pouco explorada no Brasil. De acordo com ele, 89% das empresas analisadas usam alguma ferramenta de web analytics, por&amp;eacute;m o uso n&amp;atilde;o &amp;eacute; feito de forma completa &amp;ndash; o que n&amp;atilde;o garante os bons resultados que o trabalho pode gerar; e 66% revelaram que a empresa n&amp;atilde;o considerou a ferramenta como prioridade no in&amp;iacute;cio dos sites, perdendo assim a an&amp;aacute;lise do impacto inicial. "&amp;Eacute; preciso mudar a cultura interna das empresas. Somente o instinto n&amp;atilde;o &amp;eacute; suficiente para os novos desafios que a internet apresenta. &amp;Eacute; fundamental estar balizado para acompanhar as mudan&amp;ccedil;as de mercado em tempos cada vez mais curtos", diz Ruy Carneiro, s&amp;oacute;cio da WA Consulting e membro do comit&amp;ecirc; de web analytics do IAB Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Foram realizadas 174 entrevistas, por telefone, entre agosto e setembro deste ano, com os profissionais respons&amp;aacute;veis pelo web analytics das maiores empresas do pa&amp;iacute;s, escolhidas a partir do ranking da revista Exame. O estudo possibilitou tra&amp;ccedil;ar um perfil do profissional da &amp;aacute;rea, as vantagens da ferramenta para as empresas e como est&amp;aacute; sendo usada na realidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para Carneiro, o dado que mais chama aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na pesquisa &amp;eacute; que 75% das empresas n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m certeza se est&amp;atilde;o coletando os dados com precis&amp;atilde;o, o que pode ocasionar erros na coleta de dados. "Dentro desse universo, 70% dizem que esses dados chegam ao n&amp;iacute;vel de ger&amp;ecirc;ncia e executivos para tomada de decis&amp;otilde;es t&amp;aacute;ticas e estrat&amp;eacute;gicas. A pergunta que fica no ar &amp;eacute;: Qual &amp;eacute; o risco que estamos correndo? A pesquisa &amp;eacute; justamente para diminuir os riscos", comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo Fabio Coelho, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Google no pa&amp;iacute;s, o uso de web analytics representa um diferencial competitivo para as empresas e uma ferramenta estrat&amp;eacute;gica para os neg&amp;oacute;cios, por isso &amp;eacute; importante que o mercado compreenda a sua utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Como &amp;eacute; a primeira vez que a pesquisa foi realizada, n&amp;atilde;o existem par&amp;acirc;metros de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por&amp;eacute;m, outro dado que chama aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Carneiro &amp;eacute; a falta de investimento na &amp;aacute;rea, como no treinamento de pessoal para opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos softwares. "O mercado est&amp;aacute; crescendo, mas, apesar de j&amp;aacute; ter 15 anos aqui no Brasil, est&amp;aacute; amadurecendo somente agora", opina. "As empresas come&amp;ccedil;am a ver que realmente precisam de web analytics e isso faz com que esse amadurecimento seja acelerado&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Carneiro refor&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m que a ferramenta &amp;eacute; somente uma parte da equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "Se n&amp;atilde;o tiver pessoal preparado para implementar e analisar os dados que foram gerados, n&amp;atilde;o adianta. &amp;Eacute; preciso ter profissionais treinados para isso, pois uma coisa &amp;eacute; ter o dado, outra &amp;eacute; t&amp;ecirc;-lo analisado para gerar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, posteriormente, intelig&amp;ecirc;ncia. &amp;Eacute; a intelig&amp;ecirc;ncia somada a experi&amp;ecirc;ncia que vai gerar resultados para empresa", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Al&amp;eacute;m de Carneiro e Coelho, realizaram apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es durante o evento os profissionais Gabrielle Ferreira (Globosat), Amanda Gasperini (iProspect), Andr&amp;eacute; Zimmermann (Havas).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 28/10/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=HVX+LJeNP6Yq5IKLrgl36Q==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=HVX+LJeNP6Yq5IKLrgl36Q==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>YouTube vai criar canais similares ao da TV</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Google pode atrair anunciantes que investem no mercado televiso, um dos mais caros do mundo da publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; o YouTube anunciou parcerias com diversos produtores de entretenimento nos Estados Unidos. O motivo: transformar o servi&amp;ccedil;o numa esp&amp;eacute;cie de canal de TV a cabo na web.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo comunicado, publicado no blog oficial do servi&amp;ccedil;o, o YouTube tamb&amp;eacute;m fechou acordos com personalidades e empresas que produzem not&amp;iacute;cias, filmes e cobrem o mundo esportivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Gente ligada ao mundo da m&amp;uacute;sica tamb&amp;eacute;m fechou parceria.Com a iniciativa, o Google ter&amp;aacute; todo tipo de conte&amp;uacute;do &amp;ndash; e, claro, com potencial para satisfazer v&amp;aacute;rios tipos de p&amp;uacute;blicos. Com isso, a empresa espera que uma parcela dos telespectadores troquem a consolidada TV a cabo pelo streaming do YouTube.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Se der certo, o Google pode atrair os anunciantes que investem no mercado televiso, um dos mais caros do mundo da publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Os primeiros canais no YouTube devem aparecer no pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s. E eles ficar&amp;atilde;o no ar por pelo menos um ano. Segundo o Google, eles ser&amp;atilde;o acess&amp;iacute;veis de qualquer gadget com suporte ao YouTube e que tenha conex&amp;atilde;o com a internet.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Aqui, a lista produtores que fecharam parcerias com o Google.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exame&lt;/em&gt; - 30/10/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5M0z61/fIwNTrsbGcnJuxg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sun, 30 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5M0z61/fIwNTrsbGcnJuxg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Mídias sociais vão a US$ 10 bi</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Consultoria Gartner estima que faturamento mundial de m&amp;iacute;dias sociais deva atingir US$ 10,3 bilh&amp;otilde;es em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A consultoria Gartner estima que o faturamento mundial de m&amp;iacute;dias sociais deva atingir US$ 10,3 bilh&amp;otilde;es em 2011, alta de 41,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos US$ 7,3 bilh&amp;otilde;es em 2010. O faturamento com propaganda continuar&amp;aacute; sendo destaque. A estimativa &amp;eacute; que as receitas com marketing cheguem a US$ 5,5 bilh&amp;otilde;es neste ano, podendo aumentar para US$ 8,2 bilh&amp;otilde;es em 2012.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;DCI&lt;/em&gt; - 31/10/2011</description><author>Serviços</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3f6+AW32wIznFuqUXDtheg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3f6+AW32wIznFuqUXDtheg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Só com maior controle, geração Facebook poderá ter liberdade</title><description>&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Profissionais de seguran&amp;ccedil;a na internet recorreram a confi&amp;aacute;veis sistemas de "firewall" para proteger computadores de ataques.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Nos &amp;uacute;ltimos 15 anos, profissionais de seguran&amp;ccedil;a na internet recorreram a confi&amp;aacute;veis sistemas de "firewall" [software para seguran&amp;ccedil;a do tr&amp;aacute;fego de dados na rede] e a outros equipamentos para impedir que sujeitos malintencionados derrubassem redes de computadores de empresas. Em sua maior parte, o trabalho consistia em bloquear e-mails infectados e manter os funcion&amp;aacute;rios afastados de sites nocivos. A mais nova onda de servi&amp;ccedil;os na internet - Skype, Google Docs, WebEx, Salesforce, etc. - trouxe outros problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Esses servi&amp;ccedil;os podem tornar os funcion&amp;aacute;rios mais produtivos, mas tamb&amp;eacute;m envolvem a transfer&amp;ecirc;ncia de arquivos, armazenamento de dados e acesso remoto a computadores de maneiras que n&amp;atilde;o podem ser facilmente patrulhadas pelas "sentinelas" comuns, a maioria desenvolvida antes da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas novas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O que se v&amp;ecirc; hoje &amp;eacute; muitas empresas bloqueando os servi&amp;ccedil;os que n&amp;atilde;o conseguem controlar ou simplesmente liberando-os e torcendo pelo melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Nir Zuk tem outra op&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Veterano do setor de seguran&amp;ccedil;a e de "firewalls", fundou sua pr&amp;oacute;pria empresa h&amp;aacute; seis anos para criar um produto para a internet atual. A empresa, Palo Alto Networks, vende "firewalls" de nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tornam os servi&amp;ccedil;os modernos de internet seguros de usar no local de trabalho e d&amp;atilde;o &amp;agrave;s empresas controle preciso sobre como seus funcion&amp;aacute;rios os usam. Em vez da abordagem do tudo ou nada, uma empresa com o sistema da Palo Alto Networks pode deixar os funcion&amp;aacute;rios acessarem, por exemplo, atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es em uma rede social, mas sem poder clicar em links ou compartilhar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es confidenciais. "Nossos clientes n&amp;atilde;o querem bloquear o Facebook", diz Zuk. "Eles querem us&amp;aacute;-lo, mas tamb&amp;eacute;m querem algum controle."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Nova onda de servi&amp;ccedil;os na internet, facilitados por redes sociais, vem acompanhada de problemas modernos&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;Agrave; medida que aumenta o interesse em programas com base na internet, tamb&amp;eacute;m aumentam as vendas da Palo Alto. A sede da empresa foi mudando para escrit&amp;oacute;rios cada vez maiores desde seu in&amp;iacute;cio, em 2005, na casa de Zuk, em Palo Alto. Em 2011, a empresa transferiu-se para uma nova sede, gigante, perto de Santa Clara. O pr&amp;eacute;dio inclui sala de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, onde exibe suas m&amp;aacute;quinas de processamento de dados, com pre&amp;ccedil;os de US$ 5 mil a US$ 140 mil. H&amp;aacute; um ano, a Palo Alto tinha mil clientes; hoje s&amp;atilde;o 4,5 mil, incluindo a Qualcomm, a prefeitura de Seattle e o eBay. As vendas passar&amp;atilde;o de US$ 200 milh&amp;otilde;es neste ano e a empresa se prepara para uma oferta p&amp;uacute;blica inicial de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em um futuro n&amp;atilde;o t&amp;atilde;o distante, de acordo com Zuk.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Com 40 anos, o empres&amp;aacute;rio diz que a Palo Alto deve muito de seu sucesso aos h&amp;aacute;bitos modernos de computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que exigem mais complexidade do que a oferecida pelos produtos de seguran&amp;ccedil;a tradicionais. Os "firewalls" antigos s&amp;atilde;o projetados para monitorar o tr&amp;aacute;fego de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em s&amp;oacute; uma via. E-mails e dados de sites v&amp;atilde;o chegando ao seu computador e os produtos de seguran&amp;ccedil;a buscam padr&amp;otilde;es suspeitos; em sua maioria, tratam todos os sites da mesma forma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;As amea&amp;ccedil;as, no entanto, podem encontrar de v&amp;aacute;rias formas seu caminho para entrar na rede da companhia. Um funcion&amp;aacute;rio pode entrar no Facebook, clicar em um link nocivo e baixar um v&amp;iacute;rus. Pouco tempo depois, ele pode usar um software da Salesforce.com, empresa de computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em nuvem [modelo pelo qual os dados ficam armazenados em centros de dados remotos em vez do computador do usu&amp;aacute;rio, e s&amp;atilde;o acessados via internet] e acabar carregando esses arquivos infectados e enviando-os a colegas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"A maioria das empresas de seguran&amp;ccedil;a costumava concentrar-se em bloquear aplicativos como o Skype ou GoToMyPC, mas agora muitas vezes lhes pedem para que seu uso seja permitido", diz John Pescatore, analista da empresa de pesquisas Gartner. "&amp;Eacute; por isso que os &amp;ldquo;firewalls&amp;rdquo; precisavam evoluir."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para investidores, grupos dominantes subestimaram ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e capacidade da empresa novata&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A Palo Alto Networks d&amp;aacute; a cada servi&amp;ccedil;o da internet sua pr&amp;oacute;pria assinatura. Isso significa que os sistemas da empresa "sabem" quando os funcion&amp;aacute;rios usam o Skype ou o Salesforce.com e t&amp;ecirc;m uma ideia geral do que eles fazem nesses sites. Os clientes podem definir pol&amp;iacute;ticas de como o aplicativo deve ser usado. Por exemplo, todos os funcion&amp;aacute;rios podem ver arquivos do Google Docs, mas apenas alguns podem cri&amp;aacute;-los.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Acompanhar todo o tr&amp;aacute;fego de dados de uma rede de empresa exige muita pot&amp;ecirc;ncia dos computadores, e parte do segredo da Palo Alto Networks &amp;eacute; um chip, de desenvolvimento pr&amp;oacute;prio, que processa os dados rapidamente. O sistema pode at&amp;eacute; processar dados codificados: tem velocidade suficiente para decodificar pacotes de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, verificar se s&amp;atilde;o seguros e, ent&amp;atilde;o, repass&amp;aacute;-los para o funcion&amp;aacute;rio que os solicitou, sem muita demora.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O diretor de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Qualcomm, Norm Fjeldheim, diz que os sistemas que ele comprou da Palo Alto Networks substitu&amp;iacute;ram n&amp;atilde;o apenas os "firewalls" anteriores, mas tamb&amp;eacute;m equipamentos de detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de invas&amp;otilde;es e outros tipos de sistemas de seguran&amp;ccedil;a. "Eles est&amp;atilde;o fazendo o trabalho que era feito por m&amp;uacute;ltiplos sistemas no passado", diz Fjeldheim. "Eles cuidam de tudo."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Agora, a Qualcomm permite que seus funcion&amp;aacute;rios acessem v&amp;aacute;rios servi&amp;ccedil;os da internet - algo que eles vinham pedindo -, mas controla como s&amp;atilde;o usados. "Detectamos muitos ataques que, de outra forma, n&amp;atilde;o ter&amp;iacute;amos conseguido ver", afirma o diretor da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Antes de fundar a Palo Alto Networks, Zuk passou anos trabalhando no setor de seguran&amp;ccedil;a em empresas como a Check Point Software Technologies e Juniper Networks. "Tentei solucionar esses problemas quando estava nos meus empregadores anteriores", diz Zuk. "Mas n&amp;atilde;o me deixaram." Ele decidiu ficar por conta pr&amp;oacute;pria e passou 18 meses escrevendo o c&amp;oacute;digo inicial dos sistemas da Palo Alto Networks. At&amp;eacute; hoje a empresa j&amp;aacute; levantou um total US$ 65 milh&amp;otilde;es em financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em agosto, a empresa atraiu Mark D. McLaughlin, que deixou o cargo de executivo-chefe da VeriSign para comandar a empresa e prepar&amp;aacute;-la para uma oferta inicial de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. "Acho que nunca vimos uma empresa de tecnologia crescer tanto", diz Jim Goetz, s&amp;oacute;cio na empresa de investimento em capital de risco Sequoia Capital, uma das investidoras na Palo Alto Networks.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Muitos concorrentes - e ex-funcion&amp;aacute;rios de Zuk - come&amp;ccedil;aram a vender produtos rivais. A Juniper d&amp;aacute; cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; Palo Alto Networks por ser pioneira no mercado desse tipo de produto, mas planeja usar seu peso e experi&amp;ecirc;ncia em engenharia para superar a empresa iniciante. A Juniper pretende conter amea&amp;ccedil;as reunindo "ainda mais dados sobre o tipo de aparelho que que uma pessoa estiver usando, sua localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e qualquer outra informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se possa extrair", diz Karim Toubba, vice-presidente de marketing de produtos e estrat&amp;eacute;gia de seguran&amp;ccedil;a da Juniper.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A Gartner estima que at&amp;eacute; o fim de 2014, cerca de 60% das compras de "firewalls" ou produtos similares ser&amp;aacute; de sistemas da nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Zuk diz que seus engenheiros fazem parte da elite dos profissionais em seguran&amp;ccedil;a e que ajudar&amp;atilde;o a levar a empresa para frente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Nir &amp;eacute; muito bomb&amp;aacute;stico de vez em quando e pode ser acusado de exagerar no palavreado e tudo o mais", diz Goetz, s&amp;oacute;cio da Sequoia Capital. "Mas acho que as empresas dominantes do mercado subestimaram sua ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e capacidade para montar uma equipe de colaboradores como esta."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 31/10/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=BHiMFHXz77YZOz8Lvzr1pQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=BHiMFHXz77YZOz8Lvzr1pQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>ANJ debate meios digitais na ESPM</title><description>&lt;p style="margin-top: 5pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;De que forma as redes sociais e a expans&amp;atilde;o das m&amp;iacute;dias afetam a &amp;eacute;tica jornal&amp;iacute;stica? Blogs e Twitter s&amp;atilde;o uma ruptura ou uma extens&amp;atilde;o do modo tradicional de informar? Quest&amp;otilde;es como essas, que trazem &amp;agrave; cena o impacto das tecnologias na vida da imprensa, re&amp;uacute;nem amanh&amp;atilde;, em S&amp;atilde;o Paulo, jornalistas e especialistas dessas &amp;aacute;reas no semin&amp;aacute;rio Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Digital: Desafios &amp;Eacute;ticos e Legais das Empresas Jornal&amp;iacute;sticas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 5pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Ser&amp;atilde;o quatro pain&amp;eacute;is, entre 9h30 e 17 horas, na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), organizados pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ) e pela ESPM. "Uma pesquisa exclusiva revelar&amp;aacute; como as reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es administram a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus jornalistas nas redes sociais", antecipa Marcelo Rech, diretor da ANJ.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 5pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;No primeiro painel, Eug&amp;ecirc;nio Bucci, diretor da ESPM, e Pedro D&amp;oacute;ria, de O Globo, debater&amp;atilde;o o tema "H&amp;aacute; uma &amp;eacute;tica digital e uma &amp;eacute;tica anal&amp;oacute;gica?". A coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; de Ricardo Gandour, diretor de Conte&amp;uacute;do de O Estado de S. Paulo. No painel seguinte, o tema ser&amp;aacute; "Blogs pessoais e twitters: como as empresas administram este conte&amp;uacute;do?", a cargo de Helder de Oliveira e Alexandre Jobim, ambos da ANJ.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 26/10/2011</description><author>Política</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=tX/hwo3Vrr06jJDpRUwgSw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 26 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=tX/hwo3Vrr06jJDpRUwgSw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Internet gratuita poderá salvar o ´Guardian´?</title><description>&lt;p&gt;Dificilmente se poderia acusar Alan Rusbridger de ser uma pessoa antiquada. O redator-chefe do Guardian adora a internet. O site do jornalismo brit&amp;acirc;nico &amp;eacute; considerado um dos melhores da sua &amp;aacute;rea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, Rusbridger, de 57 anos, optou por preservar seu maior triunfo jornal&amp;iacute;stico no bom e velho alum&amp;iacute;nio: na forma de uma chapa de impress&amp;atilde;o cinza com letras em azul claro, a primeira p&amp;aacute;gina da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5 de julho de 2011. O souvenir est&amp;aacute; na sua mesa da reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Londres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grande parte da p&amp;aacute;gina &amp;eacute; tomada pela fotografia de uma menina, Milly Dowler, de 13 anos, que foi sequestrada quando voltava para casa e, posteriormente, assassinada. No dia 5 em quest&amp;atilde;o, o Guardian revelou que um rep&amp;oacute;rter do tabloide News of the World de Rupert Murdoch grampeou o celular da menina morta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora esse tenha sido apenas um dos furos do Guardian no esc&amp;acirc;ndalo de escutas telef&amp;ocirc;nicas, o do jornal de Murdoch foi indubitavelmente o mais impressionante. A hist&amp;oacute;ria abalou o imp&amp;eacute;rio global do magnata australiano da m&amp;iacute;dia, escandalizou o p&amp;uacute;blico brit&amp;acirc;nico e levou o Parlamento brit&amp;acirc;nico a discutir abertamente a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; imprensa marrom. Murdoch fechou o News of he World e a pol&amp;iacute;cia promoveu uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra 16 rep&amp;oacute;rteres e diretores do jornal. Tudo por causa dos "guardi&amp;otilde;es" de Rusbridger.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fama do jornal vem de revela&amp;ccedil;&amp;otilde;es como essas. Na realidade, ele se tornou s&amp;iacute;mbolo do jornalismo independente. Mas, em termos meramente econ&amp;ocirc;micos, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um fracasso completo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como compensar as perdas. The Guardian registra preju&amp;iacute;zos a cada ano que passa desde 2004. Somente no ano passado, ele e seu jornal irm&amp;atilde;o, o Observer, perderam mais de 47 milh&amp;otilde;es. E foi somente gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; vis&amp;atilde;o e &amp;agrave; generosidade dos seus antigos propriet&amp;aacute;rios, a fam&amp;iacute;lia Scott, que o jornal n&amp;atilde;o faliu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O di&amp;aacute;rio foi fundado em 1936 pelo Scott Trust, uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tem um &amp;uacute;nico objetivo: "Garantir a independ&amp;ecirc;ncia editorial perp&amp;eacute;tua do Guardian".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos jornais gostariam de se ancorar nesse modelo de neg&amp;oacute;cios. O Scott Trust possui v&amp;aacute;rias empresas lucrativas, inclusive o portal e a revista sobre carros usados Auto Trader. Os lucros gerados nesses empreendimentos s&amp;atilde;o usados para compensar as pesadas perdas do Guardian.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Nossa miss&amp;atilde;o &amp;eacute; procurar benef&amp;iacute;cios e n&amp;atilde;o obter lucros", diz o vice-redator Ian Katz. O pr&amp;oacute;prio C. P. Scott, propriet&amp;aacute;rio do jornal no in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo 20, acreditava que era mais importante ser influente do que produzir lucros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, as perdas do Guardian tornaram-se grandes demais para a empresa conseguir absorv&amp;ecirc;-las - e, em 2007, o Scott Trust foi obrigado a vender alguns dos seus bens para repor o dinheiro em seus cofres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andrew Miller, ex-gerente de uma ind&amp;uacute;stria de bens de consumo, e que no ano passado foi diretor-gerente da companhia controladora do jornal, Guardian Media Group, recentemente advertiu que, se o Guardian continuasse a produzir preju&amp;iacute;zos t&amp;atilde;o pesados, no prazo de cinco anos a companhia ficaria totalmente sem dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tentando fortalecer as finan&amp;ccedil;as. O aperto financeiro do jornal se tornou crucial. Os planos atuais preveem que, assim como o Observer, at&amp;eacute; 2016 o jornal dever&amp;aacute; cortar o or&amp;ccedil;amento em 25 milh&amp;otilde;es de libras esterlinas ( 28,8 milh&amp;otilde;es ou US$ 39 milh&amp;otilde;es). Desde 2009, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o demitiu cerca de 300 funcion&amp;aacute;rios de um total de 1.800. No in&amp;iacute;cio de setembro, os editores anunciaram ainda que o pre&amp;ccedil;o da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa aumentaria 20% para 1,20 libra o exemplar, na tentativa de consolidar as finan&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"N&amp;atilde;o somos uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o assistencial", diz Rusbridger. "Podemos gastar muito dinheiro no jornalismo investigativo, mesmo que isso n&amp;atilde;o represente retorno imediato. Mas nossa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira &amp;eacute; insustent&amp;aacute;vel."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rusbridger se desculpou com os leitores pelo aumento do pre&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele diz que o neg&amp;oacute;cio do Guardian n&amp;atilde;o &amp;eacute; ganhar dinheiro. "N&amp;oacute;s somos uma companhia do setor de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que enfrenta alguns dos maiores monstros da selva - e consegue venc&amp;ecirc;-los", escreveu em seu pedido de apoio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, os editores agora abandonaram toda esperan&amp;ccedil;a de ganhar dinheiro algum dia com papel impresso. Embora a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria do jornal, fundado h&amp;aacute; 190 anos, tenha aumentado em 12 mil exemplares depois da hist&amp;oacute;ria de Milly Dowler, a tend&amp;ecirc;ncia geral continua de queda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rusbridger, portanto, procurou bravamente, e desesperadamente, o amparo da internet. Mesmo assim, ele ainda n&amp;atilde;o acha que os leitores online devam pagar pelo privil&amp;eacute;gio. O site do Guardian &amp;eacute; um dos mais populares, entretanto, seu conte&amp;uacute;do &amp;eacute; dispon&amp;iacute;vel gratuitamente - ao contr&amp;aacute;rio do conte&amp;uacute;do do site do New York Times, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nova filosofia do New York Times. O New York Times tamb&amp;eacute;m ficou v&amp;aacute;rias vezes no vermelho nos &amp;uacute;ltimos anos e foi obrigado a recorrer a novos acionistas e empr&amp;eacute;stimos de bilh&amp;otilde;es. O Times tamb&amp;eacute;m acreditou num futuro online e se perguntou como poderia ganhar dinheiro na internet. Entretanto, escolheu um caminho completamente diferente do adotado pelo Guardian: pediu aos seus usu&amp;aacute;rios que pagassem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De um dia para o outro, o n&amp;uacute;mero dos seus leitores despencou. Entretanto, surpreendentemente, alguns leitores voltaram, e agora pagam sem pestanejar pelo acesso ao conte&amp;uacute;do online do di&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Guardian e o New York Times s&amp;atilde;o dois gigantes que lutam no mesmo campo de batalha, mas com estrat&amp;eacute;gias diferentes. De um lado est&amp;atilde;o os americanos, que ousaram cobrar pelo conte&amp;uacute;do, do outro, os brit&amp;acirc;nicos que preferem depender das receitas da publicidade, temendo afugentar o p&amp;uacute;blico leitor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ambos travam uma batalha de princ&amp;iacute;pios em nome de toda a imprensa, que espera o resultado prendendo a respira&amp;ccedil;&amp;atilde;o. At&amp;eacute; o momento, n&amp;atilde;o est&amp;aacute; claro ainda qual das duas estrat&amp;eacute;gias vencer&amp;aacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gra&amp;ccedil;as ao apoio do Scott Trust, o Guardian pode se dar ao luxo de ser mais paciente do que o New York Times e a maioria dos outros jornais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com seus grandes &amp;oacute;culos de arma&amp;ccedil;&amp;atilde;o preta e o cabelo preto despenteado, o diretor de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Guardian parece uma vers&amp;atilde;o adulta de Harry Potter: um homem que gosta de causar problemas. Quando Rusbridger e seus editores se espalham num mar de sof&amp;aacute;s de cor amarelo vivo para a reuni&amp;atilde;o de pauta di&amp;aacute;ria das 10 horas da manh&amp;atilde;, a sala mergulha no sil&amp;ecirc;ncio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rusbridger ent&amp;atilde;o faz alguns elogios &amp;agrave; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dia anterior, numa voz t&amp;atilde;o baixa que parece que est&amp;aacute; falando para si mesmo. Por outro lado, ele mal participa das discuss&amp;otilde;es sobre a pauta do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma diferen&amp;ccedil;a filos&amp;oacute;fica. Rusbridger ocupa o cargo h&amp;aacute; 16 anos. Assim como os seus predecessores, a ordem que ele recebeu do Scott Trust &amp;eacute; "seguir em frente como tem sido at&amp;eacute; aqui". Talvez isso signifique, principalmente, do ponto de vista &amp;eacute;tico e moral do que do econ&amp;ocirc;mico, apenas seguir em frente ainda que isso implique se tornar cada vez menos sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Guardian vem caindo h&amp;aacute; muito tempo. Somente no ano passado, caiu 10% apesar do esc&amp;acirc;ndalo de Murdoch e das revela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do WikiLeaks sobre os telegramas sigilosos do Departamento de Estado que o Guardian publicou juntamente com o New York Times e Der Spiegel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O decl&amp;iacute;nio da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o destino sofrido por outros jornais brit&amp;acirc;nicos de qualidade, foi causado em grande parte pelos tabloides de Murdoch, que incluem tamb&amp;eacute;m o Sun. A imprensa tabloide brit&amp;acirc;nica &amp;eacute; a mais agressiva do mundo, notoriamente sensacionalista e absolutamente inescrupulosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse mar de tubar&amp;otilde;es, o Guardian h&amp;aacute; muito &amp;eacute; considerado um camar&amp;atilde;o estranho e arrogante. Em nada ajudou o fato de o jornal ter-se tornado famoso por seu estilo conciso, mas com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es seguras, uma esp&amp;eacute;cie de jornal a par de tudo para intelectuais, professores e adeptos de filosofias alternativas. Um jornal que pensa mais do que sabe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evidentemente, essa imagem est&amp;aacute; divorciada da realidade j&amp;aacute; h&amp;aacute; muitos anos. Poucos outros jornais se mostraram t&amp;atilde;o persistentes em cobrar as autoridades brit&amp;acirc;nicas como o Guardian sob a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Rusbridger. Ele conseguiu colocar um destacado pol&amp;iacute;tico conservador na cadeia e se envolveu em sensacionais batalhas legais com o gigante dos supermercados Tesco e a petrol&amp;iacute;fera Trafigura em nome da liberdade de imprensa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queda da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A pr&amp;oacute;pria batalha contra Murdoch angariou muitas simpatias. Um quadro de avisos coberto de peda&amp;ccedil;os de papel est&amp;aacute; pendurado no segundo andar da moderna sede do jornal, perto da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o King Cross em Londres. Os peda&amp;ccedil;os de papel s&amp;atilde;o todos fragmentos de cartas dos leitores: "Congratula&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo excelente trabalho", diz um deles. Outro, "Onde posso conseguir uma camiseta com os dizeres: Estou orgulhoso de ser um leitor do Guardian?". Mas, com a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa continuamente em queda, Rusbridger ordenou uma mudan&amp;ccedil;a radical de rumo no Guardian. Agora, cada libra deve ser investida nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es online, e a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa dever&amp;aacute; tornar-se menor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um novo Guardian mais fino, com menos p&amp;aacute;ginas, ser&amp;aacute; apresentado perto do fim do ano, proporcionando aos leitores uma an&amp;aacute;lise de fundo. Os editores n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m ilus&amp;otilde;es de que isso consiga frear a queda da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas pelo menos permitir&amp;aacute; reduzir os custos.Por outro lado, o Guardian online est&amp;aacute; se tornando uma for&amp;ccedil;a cada vez maior. Segundo a Comscore, que pesquisa o mercado, em agosto o site do Guardian foi o quinto maior do mundo entre os sites dos jornais mais populares do mundo, com quase 32 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios por m&amp;ecirc;s. Uma subsidi&amp;aacute;ria americana foi acusada de aumentar os n&amp;uacute;meros dos usu&amp;aacute;rios nos Estados Unidos, onde o Guardian j&amp;aacute; tem um f&amp;atilde; clube forte em raz&amp;atilde;o de sua tend&amp;ecirc;ncia liberal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas apesar de toda a sua vivacidade online, o Guardian n&amp;atilde;o est&amp;aacute; ganhando dinheiro nem na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da internet. Com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alguns servi&amp;ccedil;os afins e uma assinatura para celulares, o jornal distribui gratuitamente todo o seu conte&amp;uacute;do, porque est&amp;aacute; convencido de que esta &amp;eacute; a &amp;uacute;nica maneira de um dia tornar-se lucrativo. Sua esperan&amp;ccedil;a &amp;eacute; que quanto mais as pessoas usarem a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o online, maiores ser&amp;atilde;o as receitas da publicidade associada &amp;agrave; essa edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &amp;acute;cruz de Rusbridger&amp;acute;. At&amp;eacute; o momento, n&amp;atilde;o passa disso mesmo, uma esperan&amp;ccedil;a, embora Rusbridger mostre um gr&amp;aacute;fico de duas linhas que, segundo ele, prova o que ele diz. Uma linha mostra a renda proveniente da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa, que se desloca persistentemente para baixo. A outra mostra a receita da internet que se desloca na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o contr&amp;aacute;ria. Seus rep&amp;oacute;rteres chamam, brincando, o ponto em que as duas linhas v&amp;atilde;o se cruzar de "cruz de Rusbridger", o momento em que a aposta do seu chefe teoricamente deveria come&amp;ccedil;ar a dar certo, embora o Guardian impresso continue perdendo dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &amp;uacute;nica quest&amp;atilde;o agora &amp;eacute; quando e em que patamar as duas linhas se cruzar&amp;atilde;o. "&amp;Eacute; muito cedo ainda para dizer que isso n&amp;atilde;o vai funcionar", afirma Rusbridger. "Teremos de esperar uma mudan&amp;ccedil;a da mentalidade da publicidade."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O New York Times provou que uma estrat&amp;eacute;gia mais corajosa ou mais arriscada - dependendo da perspectiva de quem a adota - tamb&amp;eacute;m pode dar frutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em mar&amp;ccedil;o, o editor Arthur Ochs Sulzberger Jr. anunciou que o jornal, j&amp;aacute; sem dinheiro, come&amp;ccedil;aria a oferecer acesso &amp;agrave;s informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es apenas ao p&amp;uacute;blico pagante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde ent&amp;atilde;o, cobra dos leitores que procuram mais de 20 vezes por m&amp;ecirc;s os seus artigos no nytimes.com US$ 15 e US$ 35, dependendo se eles leem o jornal na internet apenas ou tamb&amp;eacute;m num smartphone ou tablet, como o iPad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A demanda (pelo jornalismo do Times) &amp;eacute; enorme", garantiu o ent&amp;atilde;o redator-chefe, Bill Keller, &amp;agrave; preocupada equipe da reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "E, fiquem sabendo, sempre que a oferta &amp;eacute; escassa e a demanda enorme, acaba surgindo um modelo de neg&amp;oacute;cio.".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi uma medida determinante, como dar um salto no escuro sem saber onde se vai cair. Jill Abramson, que assumiu o cargo de Keller no in&amp;iacute;cio de setembro, defende o pagamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jornalismo tem um pre&amp;ccedil;o. Embora n&amp;atilde;o haja nenhuma certeza de que a estrat&amp;eacute;gia compensar&amp;aacute; a longo prazo, os resultados iniciais t&amp;ecirc;m sido inesperadamente encorajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apenas tr&amp;ecirc;s meses depois de sua introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 224 mil usu&amp;aacute;rios pagavam pelo acesso ao site. Essa &amp;eacute; aproximadamente a cifra que a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o esperava at&amp;eacute; o final do primeiro ano. N&amp;atilde;o obstante, o jornal n&amp;atilde;o divulgou n&amp;uacute;meros mais recentes, nem apresentou ao p&amp;uacute;blico detalhes financeiros at&amp;eacute; o presente momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso pago pode ter reduzido o n&amp;uacute;mero de leitores do New York Times, mas com um p&amp;uacute;blico global de 47 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios ao m&amp;ecirc;s, ainda &amp;eacute; o site mais procurado. A temida queda da receita online n&amp;atilde;o se materializou, em parte porque os editores conseguiram aumentar os pre&amp;ccedil;os, e o ligeiro decl&amp;iacute;nio da renda dos an&amp;uacute;ncios nas &amp;uacute;ltimas semanas aparentemente se deve mais &amp;agrave; crise econ&amp;ocirc;mica do que &amp;agrave; introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso pago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os defensores da nova estrat&amp;eacute;gia afirmam que o bom jornalismo tem um pre&amp;ccedil;o. Mas Rusbridger do Guardian acha que isso "soa mais &amp;oacute;bvio do que &amp;eacute;". Ele n&amp;atilde;o est&amp;aacute; interessado apenas num modelo de neg&amp;oacute;cio. "Essa hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; muito maior, ela diz respeito ao pr&amp;oacute;prio conceito de jornalismo."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o basta para sobreviver. Segundo ele, a ideia de cobrar os leitores online &amp;eacute; como tentar aplicar tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ultrapassadas ao novo mundo digital. "O novo mundo digital &amp;eacute; um mundo aberto que envolve leitores." Ele acha que as pessoas que exigem dinheiro dele pretendem que os rep&amp;oacute;rteres sejam os &amp;uacute;nicos especialistas. "Talvez nosso melhor cr&amp;iacute;tico de teatro consiga nove pontos de dez. A sabedoria global dos nossos leitores pode obter seis. Portanto, a margem para cobrar n&amp;atilde;o &amp;eacute; de zero a nove, mas essa linha divis&amp;oacute;ria de tr&amp;ecirc;s pontos."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, h&amp;aacute; um sinal promissor de que os esfor&amp;ccedil;os do Guardian acabar&amp;atilde;o compensando. Desde o esc&amp;acirc;ndalo do News of the World, as pessoas recorrem mais frequentemente ao site do Guardian do que ao dos seus concorrentes para se informarem sobre os principais acontecimentos, como os recentes tumultos em Londres e em outras partes do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"As pessoas nos consideram uma fonte de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es confi&amp;aacute;vel", diz o vice-editor Katz. "Elas nos levam a s&amp;eacute;rio." Entretanto, isso n&amp;atilde;o basta para sobreviver. / TRADU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE ANNA CAPOVILLA&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 9/10/2011</description><author>Economia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cfA9w006R2n9IMe/m/dfTg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sun, 09 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cfA9w006R2n9IMe/m/dfTg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Até 2015 Internet chega a 59% dos brasileiros</title><description>&lt;p&gt;A conex&amp;atilde;o &amp;agrave; Internet via banda larga no Brasil ainda est&amp;aacute; aqu&amp;eacute;m da realidade presenciada em pa&amp;iacute;ses desenvolvidos, mas esse cen&amp;aacute;rio deve come&amp;ccedil;ar a mudar nos pr&amp;oacute;ximos anos. De acordo com estudo realizado pela consultoria Europraxis, investimentos privados e do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) devem levar o Brasil a 131 milh&amp;otilde;es de acessos via banda larga at&amp;eacute; 2015. Atualmente, o alcance da banda larga fixa por domic&amp;iacute;lios no Brasil &amp;eacute; de 25%, mas deve chegar a 59% em 4 anos, segundo a pesquisa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;DCI&lt;/em&gt; - 30/9/2011</description><author>Política econômica</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=bEYvZzJid38z5Zgckx0YXA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 30 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=bEYvZzJid38z5Zgckx0YXA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Blogs preferem diversão, carros, música e moda</title><description>&lt;p&gt;A mais antiga das redes sociais no universo digital &amp;eacute; o blog. Hoje ele vem sendo mais utilizado por grandes portais e ve&amp;iacute;culos e consolida sua identidade como gerador de conte&amp;uacute;do. Na esteira disso, uma pesquisa da Boo Box, especializada em tecnologia em publicidade e m&amp;iacute;dias sociais, revela quais s&amp;atilde;o os temas mais publicados e as marcas mais citadas nos blogs do Pa&amp;iacute;s. &amp;Eacute; a segunda realizada pela empresa com esse foco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram analisados 20 mil blogs. Eles passaram por uma esp&amp;eacute;cie de varredura atrav&amp;eacute;s da tecnologia Meaning Tool, uma ferramenta inteligente criada pela empresa argentina Popego. Esse recurso tem a capacidade de buscar conte&amp;uacute;do por meio de feeds RSS e estudar a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de texto na internet. Os conte&amp;uacute;dos foram divididos em categorias (temas) e subcategorias (assuntos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As categorias que se sobressa&amp;iacute;ram foram entretenimento (24%), tecnologia (20%) e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (15%). Os dados se referem &amp;agrave; atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos blogueiros no primeiro semestre deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O que mais chama aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o no estudo &amp;eacute; o quanto o brasileiro consome entretenimento", avalia Edney Souza, vice-presidente de publishers da Boo Box. Dos que produzem conte&amp;uacute;do nessa &amp;aacute;rea, 67% falam de divers&amp;atilde;o (humor e atualidades), seguido por carros, m&amp;uacute;sica e moda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pessoa mais citada na categoria entretenimento foi Casey Heynes, o estudante australiano que virou hit na internet ap&amp;oacute;s exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um v&amp;iacute;deo postado em mar&amp;ccedil;o em que o adolescente, v&amp;iacute;tima de bullying, agride o colega que debochava do seu excesso de peso. A rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o violenta de Heynes superou nomes como os do personagem Harry Potter e at&amp;eacute; mesmo Jesus Cristo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O principal objetivo do levantamento &amp;eacute; mostrar ao mercado publicit&amp;aacute;rio onde e como atuar dentro do espa&amp;ccedil;o blog. &amp;ldquo;As marcas nem sempre se d&amp;atilde;o conta de que existe uma composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o paralela de seu nome, de seu produto&amp;rdquo;, afirma Souza. Al&amp;eacute;m disso, acrescenta, o estudo &amp;eacute; relevante para que os pr&amp;oacute;prios publishers tornem sua atividade mais rent&amp;aacute;vel no mundo digital. &amp;ldquo;A ideia &amp;eacute; que os blogs sejam mais atraentes para os anunciantes&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcas mais &amp;ldquo;blogadas&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; quase imposs&amp;iacute;vel pensar em internet sem fazer uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com o Google. No mundo dos blogs n&amp;atilde;o podia ser diferente. A empresa surge em primeiro lugar entre as marcas mais comentadas pelos blogueiros brasileiros, com 17%. A sul-coreana Samsung (11%) e a tamb&amp;eacute;m norte-americana Apple (7%) completam a lista das tr&amp;ecirc;s mais lembradas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;N&amp;oacute;s nos sentimos orgulhosos por esse resultado, afinal somos uma empresa online. Essa repercuss&amp;atilde;o, portanto, j&amp;aacute; &amp;eacute; esperada&amp;rdquo;, diz F&amp;eacute;lix Ximenes, diretor de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Google Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele ressalta, entretanto, os riscos que a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das marcas sofre com a pulveriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interlocutores. &amp;ldquo;Hoje o trabalho &amp;eacute; ainda mais complexo, pois existem diversos interlocutores, diretos e indiretos, desde as m&amp;iacute;dias tradicionais, como r&amp;aacute;dio e TV, &amp;agrave;s sociais, como blogs e Twitter. S&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias a&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferenciadas que atendam cada meio de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Google, Samsung e Apple totalizam 35% dos coment&amp;aacute;rios feitos nos blogs pesquisados. Os outros 65% de men&amp;ccedil;&amp;otilde;es se referem &amp;agrave;s marcas Adidas, Disney, Intel, Microsoft, Sony, Nokia, Amazon, Adobe, Blackberry e Motorola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Marcelo Fernandes, gerente de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Intel no Brasil, as redes sociais, de um modo geral, j&amp;aacute; influenciam na escolha do consumidor na hora da compra. &amp;ldquo;Cada vez mais os blogs e as diversas m&amp;iacute;dias sociais s&amp;atilde;o determinantes para a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto e da marca no mercado. Eles formam opini&amp;atilde;o&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa, l&amp;iacute;der no mercado de processadores, trabalha com o conceito de influenciadores online. &amp;ldquo;Fortalecemos uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com os produtores online justamente na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nosso conte&amp;uacute;do&amp;rdquo;, diz Fernandes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A marca Intel foi mencionada por 3% dos blogs pesquisados, mesmo percentual de Adobe, Amazon e Disney. No segmento vestu&amp;aacute;rio, a grande campe&amp;atilde; foi a Nike que teve 50% das cita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, bem &amp;agrave; frente de Puma e Adidas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 29/9/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xdwsgg5BFUrCKk335xmd+w==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xdwsgg5BFUrCKk335xmd+w==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Em crise nos EUA, Yahoo mantém expansão no Brasil</title><description>&lt;p&gt;Se na sede do Yahoo, em Sunnyvale, Calif&amp;oacute;rnia, o clima &amp;eacute; de ansiedade para definir o executivo-chefe que suceder&amp;aacute; Carol Bartz, demitida no dia 6, a tranquilidade parece reinar na subsidi&amp;aacute;ria brasileira, que re&amp;uacute;ne 160 pessoas. "Continuamos fazendo o que &amp;eacute; nosso foco: buscar aumentar a audi&amp;ecirc;ncia e as fontes de receita", resumiu Andr&amp;eacute; Izay, diretor-geral do Yahoo Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rec&amp;eacute;m-chegado de uma viagem feita a Sunnyvale, Izay afirma que os resultados da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil agradaram &amp;agrave; matriz da companhia americana. Em audi&amp;ecirc;ncia, o Yahoo Brasil registrou um crescimento de 35% no acumulado de 12 meses at&amp;eacute; julho, de acordo com dados da consultoria comScore. A audi&amp;ecirc;ncia da internet no Brasil no mesmo per&amp;iacute;odo cresceu 17%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em receita com publicidade digital, o Yahoo Brasil cresceu acima da m&amp;eacute;dia do mercado, que no primeiro semestre apresentou incremento de 16%, de acordo com dados do Projeto Inter-Meios. O Yahoo n&amp;atilde;o divulga dados de receita por pa&amp;iacute;s. Izay diz que a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira responde por pouco mais de 50% do faturamento do Yahoo na Am&amp;eacute;rica Latina e tem contribu&amp;iacute;do para reduzir as perdas da companhia globalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No primeiro semestre do ano fiscal de 2011, a companhia registrou queda na receita global de 23,6%, para US$ 2,44 bilh&amp;otilde;es. O lucro l&amp;iacute;quido teve redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 12,3% no per&amp;iacute;odo, para US$ 463,33 milh&amp;otilde;es. "A combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrat&amp;eacute;gia global com projetos locais t&amp;ecirc;m sido rent&amp;aacute;vel para a companhia no Brasil", afirma Izay. Para ele, isso tem proporcionado bons resultados para o Yahoo no pa&amp;iacute;s h&amp;aacute; dois anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2009, o Yahoo decidiu adotar um &amp;uacute;nico conjunto de softwares para seus sites em todo o mundo, substituindo aproximadamente 15 plataformas diferentes adotadas nas subsidi&amp;aacute;rias at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o. A padroniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos softwares, segundo Izay, contribuiu para reduzir custos da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Associada a essa padroniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas, o Yahoo Brasil tamb&amp;eacute;m desenvolveu conte&amp;uacute;dos locais que, segundo o executivo, proporcionaram um crescimento mais significativo da audi&amp;ecirc;ncia e da receita com publicidade digital no pa&amp;iacute;s. A subsidi&amp;aacute;ria lan&amp;ccedil;ou um conjunto de sites nos segmentos de not&amp;iacute;cias, entretenimento, not&amp;iacute;cias sobre celebridades, esportes, cinema, conte&amp;uacute;dos para mulheres, entre outros. Izay cita o caso do Yahoo Mulher, que foi lan&amp;ccedil;ado h&amp;aacute; um m&amp;ecirc;s e contabiliza 2,3 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios &amp;uacute;nicos. "Atualmente, todos os sites do [grupo] Yahoo s&amp;atilde;o acessados no Brasil por 68 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, ou quatro a cada cinco internautas", disse Izay, o que foi confirmado pela comScore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro projeto local que o executivo considera exitoso &amp;eacute; a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de parcerias com operadoras de telefonia m&amp;oacute;vel para uso do servi&amp;ccedil;o de buscas do Yahoo em celulares, em troca do compartilhamento de receita com publicidade. No Brasil, a companhia mant&amp;eacute;m parceria com Claro, Vivo e TIM, abrangendo 10,3 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Yahoo tamb&amp;eacute;m desenvolve, h&amp;aacute; um ano, um sistema de parcerias com lan houses para tornar o seu site a porta de entrada dos usu&amp;aacute;rios em troca do compartilhamento de receita com publicidade. Hoje, 6,6 mil empresas participam do projeto. "Cerca de 7% do nosso crescimento de audi&amp;ecirc;ncia vem das lan houses", diz Izay.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Yahoo tamb&amp;eacute;m promoveu mudan&amp;ccedil;as na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de publicidade. A empresa usa um software de algoritmo semelhante ao adotado pela Amazon.com, que identifica os conte&amp;uacute;dos mais acessados pelo usu&amp;aacute;rio e publica na p&amp;aacute;gina inicial do Yahoo an&amp;uacute;ncios relacionados aos seus temas de interesse. "A entrega de conte&amp;uacute;dos noticiosos e publicit&amp;aacute;rios mais adequados a cada p&amp;uacute;blico t&amp;ecirc;m garantido a expans&amp;atilde;o do Yahoo no Brasil", afirma Izay.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pr&amp;oacute;xima aposta &amp;eacute; a busca de parceiros no Brasil para produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos especializados. Em 2010, o Yahoo comprou, por &amp;euro;100 milh&amp;otilde;es, a Associated Content, que fornece conte&amp;uacute;dos produzidos por freelancers e que s&amp;atilde;o oferecidos para sites parceiros em troca do compartilhamento de an&amp;uacute;ncios. No mundo, a empresa contrata 400 mil colaboradores. No Brasil, a triagem de freelancers come&amp;ccedil;a nesta semana. "Esses conte&amp;uacute;dos novos devem ajudar a atrair mais audi&amp;ecirc;ncia e an&amp;uacute;ncios", afirma.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 26/9/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=CmlYjAtwGP/GC1oYEtzpxg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=CmlYjAtwGP/GC1oYEtzpxg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>A Google é um negócio, não uma igreja</title><description>&lt;p&gt;Cr&amp;iacute;tico de m&amp;iacute;dia da revista "New Yorker" h&amp;aacute; mais de 30 anos, o jornalista Ken Auletta esmiu&amp;ccedil;ou durante dois anos a hist&amp;oacute;ria da Google, "um dos neg&amp;oacute;cios mais rent&amp;aacute;veis, poderosos e estranhos do mundo". O resultado &amp;eacute; o livro "Googled" (Agir, 508 p&amp;aacute;ginas,&amp;nbsp; por R$ 64,90), traduzido no Brasil por D&amp;eacute;bora Chaves, com posf&amp;aacute;cio de Pedro Doria. Investigando as origens da Google, Auletta leva o leitor aum passeio pela revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ainda em curso) digital. A hist&amp;oacute;ria da maior empresa virtual do planeta serve tamb&amp;eacute;m para compreender como seu sucesso e crescimento influenciam as chamadas "empresas do mundo real". Em entrevista ao GLOBO por e-mail, Auletta diz que a cultura de engenheiros &amp;mdash; fonte da ousadia das empresas "pontocom" &amp;mdash; &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m o seu maior defeito. Segundo o especialista, ao mesmo tempo em que esses jovens criam ferramentas capazes de reinventar a maneira como fazemos coisas b&amp;aacute;sicas, eles t&amp;ecirc;m dificuldade em construir relacionamentos de confian&amp;ccedil;a, e em antecipar o que querem os anunciantes ou lidar com o desejo de privacidade de pessoas e governos. Auletta recomenda &amp;agrave;s empresas de m&amp;iacute;dia tradicionais que, em vez de cruzar os bra&amp;ccedil;os e culpar a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital por seus preju&amp;iacute;zos, aprendam a fazer parcerias com empresas de tecnologia como Google, Amazon e Apple, e a ganhar dinheiro com isso. E cita um cl&amp;aacute;ssico da sabedoria popular: "Se n&amp;atilde;o pode venc&amp;ecirc;-los, junte-se a eles".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O GLOBO: O que faz a Google ser t&amp;atilde;o revolucion&amp;aacute;ria?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;KEN AULETTA: Antigamente voc&amp;ecirc; ia a uma biblioteca ou fazia uma chamada de telefone para obter informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Hoje, a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; a seu alcance em meio segundo com uma pesquisa no Google. Quer assistir a um v&amp;iacute;deo perdido h&amp;aacute; muito tempo, o YouTube da Google est&amp;aacute; a seu alcance. Telefones inteligentes, que est&amp;atilde;o substituindo os PCs? O Google Android tem a maior fatia de mercado. Est&amp;aacute; perdido e precisa de dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es? O Google Maps est&amp;aacute; l&amp;aacute;. E-mail? O Google Gmail est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel. E o que &amp;eacute; verdadeiramente revolucion&amp;aacute;rio &amp;eacute; que tudo &amp;eacute; gratuito. A Google faz dinheiro da mesma forma que a TV ou o r&amp;aacute;dio tradicional: com venda de publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;O que as empresas de m&amp;iacute;dia tradicionais podem aprender com a Google?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;AULETTA: Contratem grandes engenheiros e os deixem fazer perguntas desconfort&amp;aacute;veis, tais como: "Por que estamos fazendo as coisas dessa maneira? Por que n&amp;atilde;o podemos ser mais eficientes?" No mundo digital, o engenheiro pode ser um criador de conte&amp;uacute;do. Engenheiros criaram Google, Apple e Facebook. Enquanto passamos duas horas pesquisando no Google, explorando o iPad, ou no Facebook, n&amp;atilde;o estamos lendo um livro ou vendo TV.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a Google transforma as empresas do mundo real?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;AULETTA: A Google tem perturbado muitas ind&amp;uacute;strias tradicionais. Cobrando anunciantes s&amp;oacute; quando usu&amp;aacute;rios clicam na propaganda, ou sendo capaz de precisar a audi&amp;ecirc;ncia alvo de cada campanha publicit&amp;aacute;ria, a Google transformou a publicidade. Permitindo que os internautas localizem not&amp;iacute;cias que os interessam, a Google ajuda a enfraquecer os jornais. E a busca Google afugentou as pessoas das bibliotecas. S&amp;atilde;o apenas alguns exemplos de ind&amp;uacute;strias impactadas por essa gigante e pela revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como empresas tradicionais de m&amp;iacute;dia e companhias do mundo real podem competir com a Google? Que mudan&amp;ccedil;as devem fazer para enfrentar a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;AULETTA: Sentar, cruzar os bra&amp;ccedil;os e culpar o Google por seus problemas &amp;eacute; uma atitude conden&amp;aacute;vel. As empresas devem ser humildes e perceber que existem formas de parceria com as companhias digitais. Empresas de m&amp;iacute;dia produzem conte&amp;uacute;do &amp;mdash; m&amp;uacute;sicas, not&amp;iacute;cias, programas de TV, filmes, livros &amp;mdash; e a Google oferece plataformas para torn&amp;aacute;-los dispon&amp;iacute;veis. A Google j&amp;aacute; aprendeu que suas plataformas, como o YouTube, precisam de mais conte&amp;uacute;do do que filmes caseiros fornecidos pelos usu&amp;aacute;rios. &amp;Eacute; assim que a m&amp;iacute;dia tradicional e o mundo digital est&amp;atilde;o se aproximando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;bull; Quais as virtudes e os defeitos da Google?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;AULETTA: A for&amp;ccedil;a de uma empresa como a Google &amp;eacute; sua cultura de engenharia; sua fraqueza &amp;eacute; sua cultura de engenharia. Engenheiros s&amp;atilde;o h&amp;aacute;beis em coisas que podem medir, como algoritmos de busca. S&amp;atilde;o menos h&amp;aacute;beis com o que n&amp;atilde;o podem medir &amp;mdash; por exemplo, encontrar formas de construir rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de confian&amp;ccedil;a com outras companhias, antecipar o que anunciantes desejam como forma de construir rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de confian&amp;ccedil;a com outras empresas, entender por que pessoas e governos se preocupam com sua privacidade ou monop&amp;oacute;lios, ou compreender as raz&amp;otilde;es das autoridades chinesas ou iranianas para impedir que cidad&amp;atilde;os de seus pa&amp;iacute;ses tenham acesso a todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;bull; O que podemos esperar do futuro da Google? Quais desafios ela vai enfrentar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;AULETTA: A Google tem se sa&amp;iacute;do bastante bem na competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com empresas como a Microsoft. Tem se sa&amp;iacute;do pior em lidar com governos ao redor do mundo. Al&amp;eacute;m dos desafios governamentais, redes sociais como o Facebook s&amp;atilde;o outra pedra no caminho. O bot&amp;atilde;o "curtir" do Facebook &amp;eacute; uma amea&amp;ccedil;a mortal &amp;agrave; Google, porque receber indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de seus amigos sobre o que comprar, a qual filme assistir, &amp;eacute; mil vezes mais eficiente do que uma avalanche de centenas de links, resultado de uma busca no Google.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;bull; A Google realmente est&amp;aacute; mudan&amp;shy;do o mundo para melhor, como diziam desejar seus criadores?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;AULETTA:&amp;nbsp; Tanto para melhor, quanto para pior. Melhor porque todo tipo de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel, e de gra&amp;ccedil;a. Posso ler nas minhas telas digitais um jornal brasileiro ou o livrode um autor brasileiro traduzido. Mas se essas pesquisas significam que n&amp;atilde;o pagarei pelo jornal ou pelo livro, ou que vou me contentar com uma leitura r&amp;aacute;pida em vez de me aprofundar, estarei prejudicando o jornal, o escritor e a mim mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;bull; Voc&amp;ecirc; lembra no livro que o slogan informal da Google &amp;eacute; "n&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;a o mal". Ele &amp;eacute; seguido ao p&amp;eacute; da letra?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;AULETTA: N&amp;atilde;o, &amp;eacute; s&amp;oacute; um slogan. A Google &amp;eacute; um neg&amp;oacute;cio, n&amp;atilde;o uma igreja. &amp;Agrave;s vezes eles fazem coisas nobres, como resistir &amp;agrave; censura na China. Mas duvido que um jornal que sofrepreju&amp;iacute;zos por causa da busca Google v&amp;aacute; dizer que tudo que eles fazem &amp;eacute; nobre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;bull; Por que estamos h&amp;aacute; mais de dez anos tentando descobrir como ga&amp;shy;nhar dinheiro com a internet?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;AULETTA: Estamos fazendo progresso lentamente. No iTunes, da Apple, cidad&amp;atilde;os pagam n&amp;atilde;o apenas por m&amp;uacute;sica, mas por livros, programas de TV,filmes, jornais e revistas. Pagamos tamb&amp;eacute;m por v&amp;aacute;rios aplicativos para nossos celulares, incluindo jogos e toques. O YouTube come&amp;ccedil;ou acobrar pela exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de filmes. A m&amp;iacute;dia tradicional tem conseguido aumentar suas receitas com parcerias com empresas digitais como Google, Apple e Amazon. A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; se estas receitas s&amp;atilde;o capazes de compensar as perdas com os lucros perdidos com conte&amp;uacute;do impresso e anal&amp;oacute;gico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;bull; Como a Google transforma nosso comportamento, nossa forma de pensar e apreender o mundo? Voc&amp;ecirc; acredita que a humanidade est&amp;aacute; evoluindo gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital? Ou estamos piorando?&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;,AULETTA: &amp;Eacute; mais saud&amp;aacute;vel olharmos para a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital como uma oportunidade ou um desafio, n&amp;atilde;o como algo que devemos temer. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ea capacidade de compartilh&amp;aacute;-la alimentaram a Primavera &amp;Aacute;rabe. As pessoas t&amp;ecirc;m mui&amp;shy;to mais chances de se educar e se entreter. Mas, se preferirmos usar essa facilidade como um atalho &amp;mdash; fazendo uma busca no Google para um trabalho escolar, em vez de mergulhar nos livros &amp;mdash;estamos prejudicando a n&amp;oacute;s mesmos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 26/9/2011</description><author>Digital e Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=EQhE9+CF1yNx+QNHF02DWQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=EQhE9+CF1yNx+QNHF02DWQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Mudanças podem determinar o futuro do Facebook</title><description>&lt;p&gt;Zuckerberg bem que tentou, mas est&amp;aacute; longe - bem longe - de ser o novo Steve Jobs. Tentou criar expectativa, atrasou sua pr&amp;oacute;pria entrada, imitou trejeitos, tentou piadas - tudo em v&amp;atilde;o. Disposto a transformar "o maior an&amp;uacute;ncio da hist&amp;oacute;ria do Facebook" (como o site proclamava desde o in&amp;iacute;cio da semana) em um evento pop, ele queria aproveitar o fato de que Steve Jobs saiu de seu trono e se lan&amp;ccedil;ar como o popstar do mundo digital em 2011. Muni&amp;ccedil;&amp;atilde;o para isso n&amp;atilde;o faltava: al&amp;eacute;m de ter se tornado uma personalidade conhecida gra&amp;ccedil;as ao filme A Rede Social, do ano passado, ele tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; o bilion&amp;aacute;rio mais jovem do mundo e criou um site que j&amp;aacute; chegou a 800 milh&amp;otilde;es de cadastrados em todo o planeta. N&amp;atilde;o &amp;eacute; pouca coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o F8, evento que aconteceu na tarde de ontem, em San Francisco (mesmo palco das apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Jobs), n&amp;atilde;o foi o suficiente para transformar Mark em novo &amp;iacute;cone. A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ou com um clone de Zuckerberg subindo ao palco e brincando com o p&amp;uacute;blico - era Andy Samberg, humorista do programa de TV Saturday Night Live que encarna o criador do Facebook em alguns quadros. Enfileirou piadas sem gra&amp;ccedil;a e quando Mark subiu ao palco, o clima n&amp;atilde;o melhorou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com um pingo de eloqu&amp;ecirc;ncia - claramente treinada -, o criador da maior rede social do mundo &amp;eacute; um dos personagens menos soci&amp;aacute;veis no cen&amp;aacute;rio digital. Seus an&amp;uacute;ncios n&amp;atilde;o tinham convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ele ria das pr&amp;oacute;prias piadas, o que deixava o p&amp;uacute;blico - tanto quem estava no San Francisco Design Center quanto quem assistia &amp;agrave; transmiss&amp;atilde;o online - sem motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o para acompanh&amp;aacute;-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, os an&amp;uacute;ncios apenas confirmavam as especula&amp;ccedil;&amp;otilde;es do in&amp;iacute;cio da semana. Houve sim uma mudan&amp;ccedil;a de interface que resvala na megalomania, disposto a transformar o Facebook em uma vers&amp;atilde;o visual da biografia de seus usu&amp;aacute;rios. Mas o principal an&amp;uacute;ncio foi a s&amp;eacute;rie de parceiros que entram no site com a clara inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de deixar seu neg&amp;oacute;cio mais social e soci&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E assim sites de conte&amp;uacute;do multim&amp;iacute;dia - como o Hulu, Spotify, Netflix e Soundcloud - e canais de conte&amp;uacute;do - como o Washington Post, o Guardian, o Wall Street Journal e o Mashable, entram como parceiros da rede social e, portanto, prontos para serem utilizados dentro do site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; um trunfo consider&amp;aacute;vel nesse an&amp;uacute;ncio, que &amp;eacute; a possibilidade do p&amp;uacute;blico do Facebook come&amp;ccedil;ar a consumir m&amp;uacute;sica e v&amp;iacute;deo sem precisar alternar abas no navegador no YouTube ou em programas como Grooveshark. Mas a mudan&amp;ccedil;a da interface &amp;eacute; um risco consider&amp;aacute;vel. H&amp;aacute; quem abandone o uso de um site por n&amp;atilde;o ter gostado de sua nova vers&amp;atilde;o - e ela &amp;eacute; impositiva, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; como escolher ficar na vers&amp;atilde;o anterior. &amp;Eacute; uma hip&amp;oacute;tese remota, mas s&amp;oacute; o tempo dir&amp;aacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fato &amp;eacute; que a hist&amp;oacute;ria do Facebook pode ser reescrita a partir do an&amp;uacute;ncio de hoje. N&amp;atilde;o custa lembrar que, nesta semana, o Google liberou a API de sua rede social, o Google +. E foi isso que, por exemplo, fez o Twitter explodir. Vamos esperar os pr&amp;oacute;ximos cap&amp;iacute;tulos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/9/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/c7NtrqvsJp9FlSkfsXGkQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/c7NtrqvsJp9FlSkfsXGkQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook vai oferecer mais conteúdo</title><description>&lt;p&gt;O Facebook anunciou ontem mudan&amp;ccedil;as que pretendem alterar a forma como os usu&amp;aacute;rios compartilham conte&amp;uacute;dos como m&amp;uacute;sica, filme e not&amp;iacute;cias na rede social. A p&amp;aacute;gina principal dos perfis dos usu&amp;aacute;rios tamb&amp;eacute;m vai ganhar uma mudan&amp;ccedil;a completa para permitir publicar fotos, textos e marcar eventos de acordo com o ano ou o m&amp;ecirc;s que ocorreram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Facebook ainda confirmou que fez acordos com empresas de conte&amp;uacute;do (entre elas Hulu, Spotify, Washington Post, Wall Street Journal, Guardian, Nike, IMDB, Soundcloud, The Daily e Netflix) para lan&amp;ccedil;ar uma nova forma de compartilhar conte&amp;uacute;do na rede social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As mudan&amp;ccedil;as foram anunciadas pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, durante a confer&amp;ecirc;ncia de desenvolvedores da rede social, chamada F8. O encontro aconteceu em San Francisco, na Calif&amp;oacute;rnia, pr&amp;oacute;ximo &amp;agrave; sede da empresa, em Palo Alto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Zuckerberg, agora os usu&amp;aacute;rios v&amp;atilde;o conseguir "n&amp;atilde;o apenas &amp;acute;curtir&amp;acute; um filme, elas poder&amp;atilde;o &amp;acute;ver&amp;acute; um filme". As atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na plataforma de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do de outros sites v&amp;atilde;o incluir verbos diferentes, como &amp;acute;assistir&amp;acute;, &amp;acute;ouvir&amp;acute;, &amp;acute;ler&amp;acute;, &amp;acute;caminhar&amp;acute;, etc., a maioria relacionados ao conte&amp;uacute;do de empresas de m&amp;iacute;dia parceiras do Facebook no lan&amp;ccedil;amento da novidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usu&amp;aacute;rios que estiverem assistindo a um filme no Netflix, por exemplo, podem, se quiserem, usar o aplicativo da Netflix no Facebook para dizer aos amigos o que est&amp;atilde;o vendo, e eles poder&amp;atilde;o assistir o filme juntos. Outro parceiro citado foi o Spotify, site de m&amp;uacute;sica que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel no Brasil. No aplicativo, usu&amp;aacute;rios poder&amp;atilde;o escutar as mesmas m&amp;uacute;sicas que seus amigos estiverem ouvindo, ao mesmo tempo. As atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos aplicativos v&amp;atilde;o aparecer em uma nova barra lateral batizada de "ticker".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Zuckerberg, a novidade vai permitir que um aplicativo publique uma atividade automaticamente, sem que o usu&amp;aacute;rio tenha de clicar sempre em "aceitar". "O Spotify n&amp;atilde;o vai precisar me avisar toda vez que quiser adicionar uma coisa nova", disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Zuckerberg afirmou esperar que um dia, todos os aplicativos sejam sociais, embora reconhe&amp;ccedil;a que alguns sejam mais que os outros, como os games que fazem sucesso no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Com essa atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, vamos expandir (a caracter&amp;iacute;stica social) para tudo que tem a ver com m&amp;iacute;dia: m&amp;uacute;sica, filmes, TV, not&amp;iacute;cias, livros. E aplicativos de estilo de vida, para expressar todo tipo de coisa nas nossas vidas", disse o fundador, de 27 anos. Para ele, o recurso social deve facilitar a descoberta por novas m&amp;uacute;sicas e filmes por meio dos amigos. Ele ainda espera, com isso, aumentar o tempo que as pessoas passam na rede.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Linha do tempo. A nova "Timeline" (linha do tempo) tamb&amp;eacute;m faz parte de uma atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na plataforma de compartilhamento Open Graph. Zuckerberg repetiu diversas vezes que a timeline &amp;eacute; "uma nova forma para se expressar". Com ela, o usu&amp;aacute;rio vai poder, por exemplo, associar uma foto de inf&amp;acirc;ncia ao ano em que ela foi tirada. Na timeline tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel marcar eventos importantes durante a vida de uma pessoa. O usu&amp;aacute;rio pode real&amp;ccedil;ar fotos marcantes, lugares que visitou, entre outras atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz parte de uma grande mudan&amp;ccedil;a no visual dos perfis dos usu&amp;aacute;rios, que agora poder&amp;atilde;o adicionar uma foto de abertura, al&amp;eacute;m da imagem do perfil, que ocupa toda a largura da p&amp;aacute;gina. "&amp;Eacute; um bom jeito de saber quem &amp;eacute; a pessoa sem precisar ler nada do perfil dela", disse Zuckerberg.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais de 50 mil pessoas assistiam &amp;agrave; transmiss&amp;atilde;o online quando Andy Samberg, comediante que imita o fundador do Facebook, iniciou a palestra de abertura, &amp;agrave;s 14h16 (hor&amp;aacute;rio de Bras&amp;iacute;lia), se passando por Zuckerberg e fazendo piadas sobre a rede social. O hor&amp;aacute;rio programado para o in&amp;iacute;cio do evento era 14h.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em poucos minutos, o n&amp;uacute;mero j&amp;aacute; estava em mais de 61 mil espectadores, quando Mark Zuckerberg entrou no palco fazendo cena com o comediante. No momento em que ele falou sobre a nova forma de compartilhar conte&amp;uacute;do, eram mais de 104 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assinatura. O Facebook j&amp;aacute; vinha fazendo mudan&amp;ccedil;as desde a semana passada, quando anunciou o novo bot&amp;atilde;o &amp;acute;Assinar&amp;acute; e mudou a forma de organizar amigos em listas. Na ter&amp;ccedil;a-feira, a empresa ainda anunciou mudan&amp;ccedil;as no "feed de not&amp;iacute;cias", o mural em que s&amp;atilde;o exibidas as atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de amigos no perfil dos usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O feed vai dar prioridade &amp;agrave;s atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos amigos de acordo com a frequ&amp;ecirc;ncia que acessam o Facebook. Quanto mais entram na rede social, mais seus updates v&amp;atilde;o aparecer nas p&amp;aacute;ginas dos amigos. O Facebook informou que, para o Brasil, h&amp;aacute; a necessidade de aguardar que empresas locais fa&amp;ccedil;am acordos com a rede social, e que as sediadas nos demais locais garantam a expans&amp;atilde;o para o Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/9/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=SicRBbweA00P8mBXfeDzfw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=SicRBbweA00P8mBXfeDzfw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Google tenta não repetir erros de Gates no Senado</title><description>&lt;p&gt;Na esperan&amp;ccedil;a de evitar qualquer a&amp;ccedil;&amp;atilde;o antitruste, a Google contratou pelo menos 13 grupos de lobby e empresas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde maio, quando a Comiss&amp;atilde;o de Com&amp;eacute;rcio Federal ampliou a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do gigante da Internet. Firmas lideradas por figuras proeminentes tanto do Partido Democrata, que apoia o governo, quanto do Republicano, de oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o - incluindo o ex-l&amp;iacute;der democrata do Congresso Richard Gephardt e o filho do senador republicano Richard Lugar - v&amp;atilde;o ajudar a defender a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pairando sobre a sabatina no Congresso estar&amp;aacute; a sombra da rival Microsoft Corp., cujo ex-diretor-presidente, Bill Gates, teve de enfrentar uma comiss&amp;atilde;o do semelhante no dia 3 de mar&amp;ccedil;o de 1998. Dois meses ap&amp;oacute;s o desempenho inst&amp;aacute;vel de Gates durante a audi&amp;ecirc;ncia, o governo dos EUA golpeou a Microsoft com uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o antitruste em que a acusou de abusar de sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dominante no mercado de sistemas operacionais para PCs. Embora a Microsoft, que muitas vezes optou por confrontar o governo, no final conseguiu evitar uma cis&amp;atilde;o de seus neg&amp;oacute;cios, o processo jur&amp;iacute;dico a afetou durante anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;eacute;poca, Schmidt era um executivo de software que criticava o dom&amp;iacute;nio do sistema operacional da Microsoft e a Google ainda n&amp;atilde;o havia sido fundada. Agora, Schmidt representa uma empresa cuja situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o notavelmente se assemelha &amp;agrave; da Microsoft de 13 anos atr&amp;aacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a Microsoft daquela &amp;eacute;poca, a Google depende predominantemente de seu principal produto, o motor de buscas na Internet, e domina o mercado para esse produto. Ele &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel por cerca de dois ter&amp;ccedil;os das buscas da Internet nos EUA e mais de 80% em muitos pa&amp;iacute;ses europeus, segundo a comScore Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Microsoft agora lidera o coro de cr&amp;iacute;ticos que diz que a Google utiliza seu dom&amp;iacute;nio no setor de buscas para ganhar vantagem em outros servi&amp;ccedil;os, tais como a listagens de empresas, mapas e sites de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Google diz que tem o interesse dos usu&amp;aacute;rios em mente e acrescenta que se as pessoas n&amp;atilde;o gostam de suas ofertas, os concorrentes est&amp;atilde;o a apenas um clique de dist&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma li&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Google aprendeu com a experi&amp;ecirc;ncia de Gates: n&amp;atilde;o parecer arrogante. "Entendemos que com o sucesso v&amp;ecirc;m as investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es e estamos felizes em participar da audi&amp;ecirc;ncia e responder a quaisquer perguntas que os senadores possam ter sobre os nossos neg&amp;oacute;cios", disse uma porta-voz da Google.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt fez tr&amp;ecirc;s rodadas de visitas aos senadores do Comit&amp;ecirc; Judici&amp;aacute;rio nas &amp;uacute;ltimas semanas para responder a suas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, disse um porta-voz do Google. Um dos seus principais engenheiros de busca, Matt Cutts, tamb&amp;eacute;m visitou o Capit&amp;oacute;lio para rebater acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que o Google muda a sua f&amp;oacute;rmula de busca para que os concorrentes apare&amp;ccedil;am com menos relev&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os cofundadores da Google, Larry Page e Sergey Brin, se reuniram com alguns pol&amp;iacute;ticos proeminentes em Washington ao longo do ano passado, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. Page foi substitu&amp;iacute;do por Schmidt como diretor-presidente em abril.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com suas novos contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a Google conta agora com pelo menos 25 grupos de lobby e empresas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, muitos deles ligados ao Partido Republicano, trabalhando em sua defesa em quest&amp;otilde;es como a privacidade on-line e as amea&amp;ccedil;as &amp;agrave; concorr&amp;ecirc;ncia. Isso ajuda a acabar com qualquer percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a empresa, que recebeu o ent&amp;atilde;o candidato presidencial Barack Obama em sua sede em 2007, tenha inclina&amp;ccedil;&amp;otilde;es democratas. Diversos funcion&amp;aacute;rios do Google passaram a trabalhar na Casa Branca depois que Obama foi eleito, e este nomeou Schmidt para seu Conselho de Assessores em Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Temos uma hist&amp;oacute;ria forte para contar sobre o nosso neg&amp;oacute;cio, e temos procurado os melhores talentos que podemos encontrar para ajudar-nos a cont&amp;aacute;-la", disse uma porta-voz do Google.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de muito tempo gastando menos que a Microsoft com lobby, a Google alcan&amp;ccedil;ou a rival no primeiro semestre deste ano. Documentos p&amp;uacute;blicos mostram que ambas as empresas gastaram cerca de US$ 3,5 milh&amp;otilde;es no mesmo per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Google n&amp;atilde;o enfrenta a mesma oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ferrenha no Vale do Sil&amp;iacute;cio que perseguiu a Microsoft no final dos anos 90. Para minimizar as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de monop&amp;oacute;lio, ela tamb&amp;eacute;m pode apontar para poderosos rivais, como a Facebook Inc., que atraiu a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios da Internet. Ainda assim, a audi&amp;ecirc;ncia de hoje poderia focar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos trope&amp;ccedil;os recentes da Google. No m&amp;ecirc;s passado, a empresa pagou US$ 500 milh&amp;otilde;es para encerrar uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o criminal envolvendo an&amp;uacute;ncios ilegais de farm&amp;aacute;cias on-line no seu site de busca. Schmidt tamb&amp;eacute;m buscar&amp;aacute; evitar gafes, como o seu coment&amp;aacute;rio no ano passado que a pol&amp;iacute;tica da Google "&amp;eacute; ir at&amp;eacute; o limite e n&amp;atilde;o o cruzar."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Google lan&amp;ccedil;ou uma campanha publicit&amp;aacute;ria para se conectar a quest&amp;otilde;es politicamente importantes, como a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos e a ajuda a pequenas empresas. Alguns dos an&amp;uacute;ncios destacam empresas localizadas em Estados de senadores da comiss&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica que realiza a audi&amp;ecirc;ncia de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Google tamb&amp;eacute;m tem se esfor&amp;ccedil;ado para ter algum controle sobre a forma como a audi&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; realizada. De acordo com pessoas a par do assunto, a empresa conseguiu que Schmidt apare&amp;ccedil;a sozinho durante a audi&amp;ecirc;ncia, em vez de ter que dividir os holofotes com outras testemunhas, algo que foi considerado um dos pontos fracos da apari&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Gates.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 20/9/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5uXazRM90zA/SHlXNz7pAA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5uXazRM90zA/SHlXNz7pAA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook terá compartilhamento de música</title><description>&lt;p&gt;Para servi&amp;ccedil;os de m&amp;uacute;sica digital baseados em um modelo de computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em nuvem, como Spotify e Rhapsody, que oferecem milh&amp;otilde;es de m&amp;uacute;sicas via streaming, mas que tiveram dificuldade para atrair um grande n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios pagantes, o fato de receber solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de amizade pelo Facebook pode acabar sendo uma faca de dois gumes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta semana, segundo numerosos executivos de m&amp;iacute;dia e da &amp;aacute;rea de tecnologia, o Facebook apresentar&amp;aacute; uma plataforma de m&amp;iacute;dia que permitir&amp;aacute; que as pessoas compartilhem sem grandes problemas suas m&amp;uacute;sicas, programas de TV e filmes favoritos, tornando efetivamente a p&amp;aacute;gina b&amp;aacute;sica do perfil uma esp&amp;eacute;cie de centro de entretenimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Facebook, que tem mais de 750 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, n&amp;atilde;o revelou seus planos, mas acredita-se que a companhia anunciar&amp;aacute; o servi&amp;ccedil;o em sua confer&amp;ecirc;ncia de desenvolvedores de F8 em San Francisco, na quinta-feira.Colocando os desenvolvedores diante de milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, a nova plataforma do Facebook poder&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ar os servi&amp;ccedil;os de m&amp;uacute;sica para novas e enormes audi&amp;ecirc;ncias. "Se isso funcionar, como se pretende, ser&amp;aacute; finalmente o nirvana da possibilidade de intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre v&amp;aacute;rias plataformas", disse Ted Cohen, consultor e ex-executivo digital de um importante selo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o novo plano aumentar&amp;aacute; a press&amp;atilde;o da concorr&amp;ecirc;ncia para esses servi&amp;ccedil;os rec&amp;eacute;m-criados, obrigando-os a oferecer mais m&amp;uacute;sica gratuita como chamariz para novos usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os executivos de m&amp;iacute;dia e da &amp;aacute;rea de tecnologia, que n&amp;atilde;o quiseram ser identificados porque se trata de neg&amp;oacute;cios sigilosos, o Facebook fez acordos com uma s&amp;eacute;rie de empresas de m&amp;iacute;dia a fim de desenvolver uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que a p&amp;aacute;gina do perfil do usu&amp;aacute;rio mostre todo o tipo de entretenimento que ele consome por meio desses servi&amp;ccedil;os externos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os links que aparecem num widget ou aba, ou como parte de um novo feed do usu&amp;aacute;rio, encaminhar&amp;atilde;o um amigo curioso diretamente para o conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Spotify e o Rhapsody, juntamente com seus concorrentes menores Rdio e MOG e a companhia francesa Deezer, estariam entre os cerca de 10 servi&amp;ccedil;os que far&amp;atilde;o parte do pacote em seu lan&amp;ccedil;amento; o Vevo, um site de v&amp;iacute;deo de m&amp;uacute;sica, &amp;eacute; outro servi&amp;ccedil;o. Um porta-voz do Facebook n&amp;atilde;o quis fazer coment&amp;aacute;rios, e executivos do setor aconselharam cautela porque os detalhes do plano poder&amp;atilde;o mudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O Spotify &amp;eacute; o maior desses servi&amp;ccedil;os, com mais de 10 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, segundo seus relat&amp;oacute;rios mais recentes. O servi&amp;ccedil;o come&amp;ccedil;ou na Europa em 2008 e chegou aos Estados Unidos em julho, depois de prolongadas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os principais selos a respeito de sua estrutura "freemium", um servi&amp;ccedil;o que permite que as pessoas ou&amp;ccedil;am m&amp;uacute;sica gratuitamente, com publicidade, mas que poder&amp;aacute; ser pago para quem desejar mais recursos, a uma taxa de US$ 5 ou US$ 10 mensais para uma vers&amp;atilde;o isenta de an&amp;uacute;ncios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Rdio e o MOG, que cobram US$ 5 e US$ 10 por m&amp;ecirc;s de assinatura, anunciaram vers&amp;otilde;es gratuitas na semana passada, na tentativa de concorrer com o Spotify. E o Rhapsody, cujo servi&amp;ccedil;o custa US$ 10 e US$ 15 por m&amp;ecirc;s, acaba de lan&amp;ccedil;ar uma s&amp;eacute;rie de novos recursos baseados no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As companhias n&amp;atilde;o quiseram responder a perguntas sobre a plataforma de m&amp;iacute;dia do Facebook. E David Hyman, fundador e principal executivo do MOG, afirmou que o desenvolvimento do servi&amp;ccedil;o gratuito de sua companhia &amp;eacute; muito anterior ao ingresso do Spotify nos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas acrescentou que est&amp;aacute; havendo uma mudan&amp;ccedil;a para reduzir o "inc&amp;ocirc;modo" que um n&amp;atilde;o assinante experimenta ao acessar um link postado por um usu&amp;aacute;rio pago. Em vez de ouvir a m&amp;uacute;sica, o n&amp;atilde;o assinante se depara com uma p&amp;aacute;gina que pede para ele se cadastrar com um cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito - um aborrecimento para muitos poss&amp;iacute;veis clientes. "No mundo da internet, qualquer &amp;acute;inc&amp;ocirc;modo&amp;acute; m&amp;iacute;nimo &amp;eacute; uma dor de cabe&amp;ccedil;a para as pessoas", disse.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O MOG oferece aos novos usu&amp;aacute;rios uma quantidade enorme de m&amp;uacute;sicas gratuitas - financiada pela publicidade -, que aumenta com a atividade social do usu&amp;aacute;rio no site. A m&amp;uacute;sica gratuita do Rdio vir&amp;aacute; sem publicidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 20/9/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=se4ofkWtDlK6YCfKeMDS4A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=se4ofkWtDlK6YCfKeMDS4A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo! pode ter sido procurado por compradores dos EUA</title><description>&lt;p&gt;A empresa de Internet norte-americana Yahoo! foi procurada por potenciais interessados em comprar grande parte ou toda a companhia. De acordo com a imprensa interncional, representantes do fundo de investimentos dos EUA Silver Lake telefonaram para conselheiros da Yahoo! para tratar de um poss&amp;iacute;vel acordo, mas n&amp;atilde;o houve nenhuma reuni&amp;atilde;o entre eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, a empresa se concentra em estabilizar seu corpo de executivos e aumentar seus neg&amp;oacute;cios de an&amp;uacute;ncios on-line. N&amp;atilde;o se sabe ao certo o que foi proposto pelos representantes da Silver Lake aos conselheiros da Yahoo! nos telefonemas. Aos potenciais interessados, a Yahoo! tem sinalizado que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; sofrendo nenhuma esp&amp;eacute;cie de press&amp;atilde;o para selar rapidamente algum acordo de venda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa reuni&amp;atilde;o regular de conselho ocorrida nesta semana, conselheiros do Yahoo! discutiram as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es internas da empresa sob o comando do executivo-chefe Tim Morse, prosseguiram as fontes. Morse substituiu Carol Bartz depois de ela ter sido demitida por conselheiros independentes. Nenhuma decis&amp;atilde;o importante foi tomada sobre o futuro da empresa durante a reuni&amp;atilde;o, assegurou uma dessas fontes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pouco depois das 15h de ontem, os pap&amp;eacute;is da Yahoo! eram negociados em alta de 4,85% em Nova York, a US$ 15,26.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;DCI&lt;/em&gt; - 16/9/2011</description><author>Serviços</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0U0EUDrqN3EfFOaHDxdmtw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 16 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0U0EUDrqN3EfFOaHDxdmtw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>40% dos usuários do Twitter só lêem</title><description>&lt;p&gt;Em um encontro informal com a imprensa americana, Dick Costolo, CEO do Twitter, revelou que o microblog possui 100 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios ativos mensais, sendo que 40% s&amp;oacute; leem, sendo que n&amp;atilde;o publicaram nenhum tweet no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s. Ainda do total mensal, 55% acessam o site por meio da interface m&amp;oacute;vel ou de aplicativos para smartphones, um aumento de 40% desde o &amp;uacute;ltimo trimestre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Costolo afirmou que segundo dados do Google Analytics, o endere&amp;ccedil;o twitter.com recebe mais de 400 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos por m&amp;ecirc;s, um aumento de 150 milh&amp;otilde;es desde janeiro desse ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O CEO tamb&amp;eacute;m confirmou que sua equipe de produtos est&amp;aacute; focada em tr&amp;ecirc;s itens: a unifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da interface em todas as plataformas, a melhoria do feedback ao usu&amp;aacute;rio quando um tweet &amp;eacute; favoritado, por exemplo, e fazer com que o conte&amp;uacute;do relevante que j&amp;aacute; apare&amp;ccedil;a para o usu&amp;aacute;rio receba mais destaque ainda.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Proxxima&lt;/em&gt; - 9/9/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Tp0D0gECAC8zzh4j+SIZ1g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Tp0D0gECAC8zzh4j+SIZ1g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Banda larga deve superar outras plataformas de distribuição</title><description>&lt;p&gt;Os canais tradicionais de televis&amp;atilde;o, seja aberta ou fechada, ser&amp;atilde;o fortemente impactados pela distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos online, mas devem continuar existindo. Em um debate no IBC 2011 no s&amp;aacute;bado, dia 10, Daniel Sjorberg, da Level 3, empresa que vende tr&amp;aacute;fego na Internet a grandes grupos, afirmou a Internet acaba o monop&amp;oacute;lio da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos broadcasters. "H&amp;aacute; mais op&amp;ccedil;&amp;otilde;es hoje. Tudo o que pode ser digitalizado, acabar&amp;aacute; na Internet, o que for&amp;ccedil;ar&amp;aacute; transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es em diversos mercado", disse. Para manter sua relev&amp;acirc;ncia, os canais ter&amp;atilde;o que se concetrar em sues conte&amp;uacute;dos, mas sem deixar de acompanhar as mudan&amp;ccedil;as tecnol&amp;oacute;gicas de perto. "H&amp;aacute; muito valor em conte&amp;uacute;do ao vivo", diz Simon Orme, diretor estrat&amp;eacute;gico de servi&amp;ccedil;os e conte&amp;uacute;do da BT Wholesale, bra&amp;ccedil;o da BT Company que oferece distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em plataformas IP com QoS. Contudo, aponta o executivo, a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do que n&amp;atilde;o seja gerado ao vivo em plataformas lineares deve perder valor, enfrentando dificuldades em encontrar a audi&amp;ecirc;ncia, j&amp;aacute; habituada ao conte&amp;uacute;do por demanda. Por isso, o executivo questiona a pr&amp;oacute;pria exist&amp;ecirc;ncia da transmiss&amp;atilde;o aberta no futuro. "A banda larga deve superar as outras plataformas de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do em v&amp;iacute;deo. &amp;Eacute; uma quest&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica", disse Orme. A argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que n&amp;atilde;o faz sentido manter o custo de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o broadcast, e o uso do espectro, se a audi&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais concentrada em poucos canais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No debate, Sjorberg, da Level 3, concordou, mas apontando que em grandes eventos ao vivo a plataforma pode n&amp;atilde;o dar conta. "Nestes casos, outras plataformas podem ser mais eficientes", disse. "Em Copas do Mundo e Olimp&amp;iacute;adas sempre h&amp;aacute; problemas com a infraestrutura de internet", lembrou. Para Orme, no entanto, mesmo em casos de eventos ao vivo as redes IP podem ser usadas, desde que haja uma distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em redes controladas, sem passar pela nuvem.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;PayTV Online&lt;/em&gt; - 9/9/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=o12TC3BfuLU+nnScWxI8zA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=o12TC3BfuLU+nnScWxI8zA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Internet, uma aliada do impresso</title><description>&lt;p&gt;Em mercados maduros, como o norte--americano, pesquisas confirmam a t&amp;atilde;o vaticinada migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da audi&amp;ecirc;ncia de not&amp;iacute;cias das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es impressas para o ambiente online. No Brasil do s&amp;eacute;culo 21, de economia aquecida, de amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado interno impulsionado por uma classe m&amp;eacute;dia emergente sedenta por informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, essa migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o est&amp;aacute; tirando o sono dos publishers - que continuam mais preocupados, como os de todo o mundo, em transformar audi&amp;ecirc;ncia online em dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;Eacute; ineg&amp;aacute;vel que as vers&amp;otilde;es online da m&amp;iacute;dia brasileira atraem exponencialmente mais leitores que as de papel, mas a internet e as redes sociais s&amp;atilde;o vistas como aliadas para alavancar a audi&amp;ecirc;ncia impressa das marcas de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e agregar novos p&amp;uacute;blicos consumidores de not&amp;iacute;cia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Em alguns mercados como Estados Unidos e Europa, h&amp;aacute; realmente uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o na leitura dos jornais impressos e uma migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do papel para o online" observa a diretora de internet do Grupo RBS, Marta Gleich. "No Brasil e em outros mercados como &amp;iacute;ndia e China, a leitura em jornais impressos cresce" acrescenta. E tamb&amp;eacute;m das revistas. "O Brasil, diferentemente dos EUA, &amp;eacute; um mercado emergente, onde o consumo &amp;eacute; crescente e isso faz toda a diferen&amp;ccedil;a" avalia Alexandre Caldini, diretor superintendente do n&amp;uacute;cleo de neg&amp;oacute;cios e tecnologia da Abril M&amp;iacute;dia, respons&amp;aacute;vel pelas revistas e sites de Exame, Exame PME, Info e Voc&amp;ecirc; S/A. Ele considera natural que a audi&amp;ecirc;ncia na web seja at&amp;eacute; maior e apresente franco crescimento. "&amp;Eacute; uma plataforma que permite atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a todo instante. Mas a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o inexiste porque sites e revistas t&amp;ecirc;m p&amp;uacute;blicos diferentes - o que acontece por n&amp;atilde;o termos sobreposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do. Ali&amp;aacute;s, o timing, servi&amp;ccedil;os, equipes e investimentos s&amp;atilde;o distintos entre uma plataforma e outra" explica.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os jornais sacam n&amp;uacute;meros do IVC para mostrar que a internet n&amp;atilde;o &amp;eacute; nenhum bicho-pap&amp;atilde;o. No primeiro semestre deste&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ano, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais no Brasil cresceu 4,2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2010, com m&amp;eacute;dia de 4.435.581 exemplares di&amp;aacute;rios, o maior n&amp;uacute;mero j&amp;aacute; registrado pelo Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC) em 50 anos. Esse crescimento, impulsionado pelos t&amp;iacute;tulos populares (12,9%), &amp;eacute; superior ao do primeiro semestre de 2010, que s&amp;oacute; variou 2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2009 por causa do efeito Copa do Mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Por falar em t&amp;iacute;tulos populares e mercado emergente, o site do jornall Extra, da Infoglobo, &amp;eacute; um caso exemplar. "O site do Extra mirou uma flecha certeira no tar-get voltado &amp;agrave; classe C. Tanto na internet como no papel tivemos um crescimento espetacular nos &amp;uacute;ltimos 18 meses: 63 milh&amp;otilde;es de page views, 11,8 milh&amp;otilde;es de unique visitors. No impresso, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; na casa de 1,5 milh&amp;atilde;o de exemplares" observa Jo&amp;atilde;o Torres, gerente de web do IVC, que tamb&amp;eacute;m audita sites da m&amp;iacute;dia impressa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Al&amp;eacute;m disso, a marca consegue ter um alcance mais nacional por causa do conte&amp;uacute;do, com grande audi&amp;ecirc;ncia no Nordeste. Todo esse crescimento est&amp;aacute; em linha com o crescimento da classe C e com outros incentivos do governo, como baixar al&amp;iacute;quota para computador e mais oferta de cr&amp;eacute;dito para um p&amp;uacute;blico sedento de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o" acrescenta Torres.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Murilo Bussab, diretor de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e marketing do Grupo Folha, n&amp;atilde;o tem d&amp;uacute;vidas de que, no caso da Folha, a audi&amp;ecirc;ncia da vers&amp;atilde;o impressa ainda &amp;eacute; maior que a do online para a leitura de not&amp;iacute;cias. No caso brasileiro, aproximadamente 50% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o adulta l&amp;ecirc; jornal (&amp;iacute;ndice que aumenta nas classes A e B) e um ter&amp;ccedil;o l&amp;ecirc; not&amp;iacute;cias na internet. Segundo ele, 40% dos leitores da Folha.com "de alguma forma" consomem o jornal impresso.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"O leitor do impresso n&amp;atilde;o deixa de ler em papel porque tem o digital. E o online agrega outros leitores que n&amp;atilde;o liam o impresso" acrescenta Bussab. "N&amp;atilde;o existe migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas ades&amp;atilde;o, complementaridade" garante. Al&amp;eacute;m disso, a not&amp;iacute;cia &amp;eacute; consumida de formas diferentes. "O leitor do online l&amp;ecirc; com outra cabe&amp;ccedil;a. A internet &amp;eacute; mais r&amp;aacute;pida. Mas o tempo gasto na internet &amp;eacute; menor que a leitura de not&amp;iacute;cias no jornal" salienta, referindo-se &amp;agrave; busca de not&amp;iacute;cias instant&amp;acirc;neas na web e de material mais reflexivo no jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Marta Gleich vai na mesma linha. "Estima-se que em quatro d&amp;eacute;cadas, entre 1980 e 2020, o n&amp;uacute;mero de horas de consumo de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es por semana da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial dobre. As pessoas n&amp;atilde;o deixaram, no Brasil, de ler jornais impressos para consumirem not&amp;iacute;cias na web. Elas est&amp;atilde;o fazendo ambas as coisas" salienta a executiva. Segundo ela, a audi&amp;ecirc;ncia dos jornais do Grupo RBS tem crescido ano a ano, o que se deve n&amp;atilde;o s&amp;oacute; ao "desenvolvimento do pa&amp;iacute;s e ao aumento do poder aquisitivo de grandes grupos sociais que precisam se informar e se qualificar para melhor se inserir na sociedade e no trabalho, mas tamb&amp;eacute;m a um constante trabalho de adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meio jornal &amp;agrave;s necessidades do p&amp;uacute;blico."&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Pulveriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"O site estadao.com tem audi&amp;ecirc;ncias muito maiores que o jornal h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos" refor&amp;ccedil;a Jo&amp;atilde;o Rosas, diretor executivo de marketing e mercado leitor do Grupo Estado. Ressalvadas as diferen&amp;ccedil;as metodol&amp;oacute;gicas na medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de audi&amp;ecirc;ncia de impressos e online, o diretor lembra que o jornal tem 1,2 milh&amp;atilde;o de leitores/m&amp;ecirc;s (Marplan) na Grande S&amp;atilde;o Paulo, enquanto o site registra entre 7 e 8 milh&amp;otilde;es de unique visitors/m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O executivo afirma que o online n&amp;atilde;o tem roubado leitores da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa. "Isso foi um terror do passado" comenta Rosas. Outros fatores, segundo ele, amea&amp;ccedil;am mais a audi&amp;ecirc;ncia offline, como a correria do dia a dia, falta de tempo das pessoas e mais op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para se informar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Adriana Morrone, diretora de m&amp;iacute;dias digitais da Editora Tr&amp;ecirc;s, tamb&amp;eacute;m enxerga uma pulveriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da audi&amp;ecirc;ncia. "Novas plataformas s&amp;atilde;o criadas e essa audi&amp;ecirc;ncia, dependendo de onde est&amp;aacute; e do momento que quer consumir algum conte&amp;uacute;do, acessa a plataforma dispon&amp;iacute;vel" observa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Torres enumera outros fatores que explicam a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o exponencial da audi&amp;ecirc;ncia online em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s plataformas impressas dos ve&amp;iacute;culos auditados. "O jornal demora para chegar em todas as pra&amp;ccedil;as do Brasil. A internet possibilita o acesso a essas marcas de credibilidade e tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que caracterizam nossa imprensa" observa. Al&amp;eacute;m disso, n&amp;atilde;o existe a barreira de custo, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alguns sites mais especializados que cobram pelo conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Audi&amp;ecirc;ncias explodem na internet, mas em termos de faturamento publicit&amp;aacute;rio a conta &amp;eacute; outra. De janeiro a junho deste ano, a internet foi a que mais cresceu dentre todos os meios, com 16% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2010, seguido pela m&amp;iacute;dia exterior (14,4%) e pela TV por assinatura (9,9%). No entanto, o faturamento online somou R$ 625,4 milh&amp;otilde;es, menos da metade do meio jornal (R$ 1,6 bilh&amp;atilde;o) e mais pr&amp;oacute;ximo do meio revista (R$ 885,7 milh&amp;otilde;es). A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no bolo publicit&amp;aacute;rio segue pequena: 4,9%, menor que o meio revista (6,9%), jornal (12,4%) e televis&amp;atilde;o aberta (63,4%);&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Nossa audi&amp;ecirc;ncia mais que triplicou com a internet"&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para o diretor-geral da Infoglobo, as plataformas online e as redes sociais t&amp;ecirc;m trazido mais oportunidades de neg&amp;oacute;cios e mais audi&amp;ecirc;ncia para os jornais 0 Globo e Extra. "Estamos no mundo do &amp;acute;e&amp;acute;", destaca Marcello Moraes nesta entrevista ao Meio &amp;amp; Mensagem Especial:&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Meio &amp;amp; Mensagem Especial-A Infoglobo detecta migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da audi&amp;ecirc;ncia do papel para o online?&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Marcello Moraes - A migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; muito pequena. Nossa audi&amp;ecirc;ncia no impresso vem crescendo desde 1998, quando lan&amp;ccedil;amos o jornal Extra. Com a internet, nossa audi&amp;ecirc;ncia mais que triplicou. O Brasil est&amp;aacute; na contram&amp;atilde;o do mundo. A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais vem crescendo, a publicidade tamb&amp;eacute;m, apesar do segmento estar perdendo share. Os classificados impressos crescem e a classe C entra fortemente no mercado. Claro que existe uma audi&amp;ecirc;ncia grande e crescendo bastante no online. Mas n&amp;atilde;o sentimos migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Globo online tem 15 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios &amp;uacute;nicos e o Extra online, 13 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios &amp;uacute;nicos, somando quase 30 milh&amp;otilde;es. &amp;Eacute; muito mais uma mudan&amp;ccedil;a nos h&amp;aacute;bitos do consumidor que passa a ler informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no site. S&amp;atilde;o p&amp;uacute;blicos que consomem a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em momentos diferentes do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;M&amp;amp;M Especial - Como empresas como a Infoglobo, que re&amp;uacute;ne plataformas impressas e digitais, est&amp;atilde;o respondendo a esse movimento da audi&amp;ecirc;ncia online?&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Moraes - Estamos nos fortalecendo dentro das unidades de neg&amp;oacute;cios, atrav&amp;eacute;s da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o cada vez maior das redes sociais, mobile e iPad, e desenvolvendo novos neg&amp;oacute;cios verticais que sejam independentes e segmentados, que possam criar valor atrav&amp;eacute;s de conte&amp;uacute;do e servi&amp;ccedil;os relevantes para os inter-nautas. O mobile &amp;eacute; uma tend&amp;ecirc;ncia que consideramos importante. Acreditamos que o servi&amp;ccedil;o acoplado a um dispositivo que voc&amp;ecirc; leva para a rua pode ajudar o consumidor de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Estamos trabalhando na segunda vers&amp;atilde;o do iPad e buscamos atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante. O Globo tem crescido muito pelo Facebook e Twitter, que s&amp;atilde;o instrumentos de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nosso conte&amp;uacute;do. No Twitter do Globo s&amp;atilde;o 323 mil seguidores, 110 mil no Facebook. S&amp;atilde;o n&amp;uacute;meros relevantes porque come&amp;ccedil;amos h&amp;aacute; pouco tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;M&amp;amp;M Especial - Qual &amp;eacute; o futuro da m&amp;iacute;dia impressa no Brasil?&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Moraes - O jornal impresso vai continuar existindo, vai crescer em relev&amp;acirc;ncia, se reposicionar e se adaptar ao novo consumidor de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nosso classificado est&amp;aacute; crescendo quase 11% este ano em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2010. Diziam que ia acabar. Estamos no mundo do "e" N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma coisa ou outra. O jornal impresso continuar&amp;aacute; tendo a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informar e aprofundar temas, a internet com sua instantaneidade e o celular com a mobilidade e conveni&amp;ecirc;ncia. O cuidado &amp;eacute; garantir um conte&amp;uacute;do de qualidade, com marcas fortes e grandes jornalistas e editores.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Perfil da audi&amp;ecirc;ncia verde-amarela na web&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As amostras, as metodologias e os percentuais variam, mas diferentes pesquisas confirmam a paix&amp;atilde;o nacional pelas redes sociais. No Brasil mais da metade da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o metropolitana (56%) tem acesso &amp;agrave; internet, segundo o Ibope Nielsen, que registrou em 2010 um crescimento de 9,6% no n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios, somando em dezembro daquele ano 73,9 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios. Entre os internautas, 67% t&amp;ecirc;m acesso &amp;agrave; internet em casa (contra 61% em 2009), 26% em Ian house, 21% no trabalho e 15% na casa de amigos e parentes. 0 Ibope Nielsen detectou ainda que 87% dos internautas entram em sites de redes sociais; de fato, o Brasil est&amp;aacute; em primeiro lugar no uso desses sites.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Segundo o Ibope Nielsen, o brasileiro est&amp;aacute; entre os povos que passam mais tempo navegando na internet. Em julho, o tempo de uso m&amp;eacute;dio do computador (incluindo aplicativos) somou 64 horas, 53 minutos e seis segundos, um aumento de 5,9% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a junho. Outro levantamento da mesma fonte,&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;divulgado em maio de 2011,apontou que 76% dos internautas adultos navegam na internet enquanto assistem TV. Entre eles, 54% publicam coment&amp;aacute;rios na internet, 30% enviam torpedos e 67% trocam mensagens instant&amp;acirc;neas. Jornais e notici&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o os principais programas que assistem enquanto navegam.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;F&amp;aacute;bia Juliasz, diretora de parcerias, desenvolvimento e novos neg&amp;oacute;cios do Ibope Nielsen, observa que, com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumo digital, as p&amp;aacute;ginas mais acessadas s&amp;atilde;o os portais, os buscadores e as redes sociais, e isso tem a ver mais com faixa et&amp;aacute;ria (os jovens s&amp;atilde;o maioria) do que com classe social.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O twitter &amp;eacute; a plataforma que mais cresce, como reverbera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do. Mas, apesar do alto volume de mensagens, a relev&amp;acirc;ncia &amp;eacute; pequena, se analisadas as mensagens postadas, limitadas a 140 caracteres. "Ali se faz mais retuitar o conte&amp;uacute;do, sem acrescentar nada, enquanto em outras plataformas como Facebook as pessoas est&amp;atilde;o de fato conversando sobre o assunto", pondera F&amp;aacute;bia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Mais recentemente, lembra a diretora do Ibope Nielsen, quem responde por grande volume de acessos s&amp;atilde;o os sites de compartilhamento de v&amp;iacute;deos dom&amp;eacute;sticos, como o YouTube, e os de v&amp;iacute;deos profissionais, como o da Globo, onde o internauta entra para ver a novela. O download de m&amp;uacute;sica tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; uma atividade intensa entre os jovens. "ELes baixam e fazem o pr&amp;oacute;prio conte&amp;uacute;do, independentemente da classe social. 0 mais relevante &amp;eacute; mesmo a idade e o quanto est&amp;atilde;o propensos &amp;agrave; tecnologia", refor&amp;ccedil;a F&amp;aacute;bia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A pesquisa TIC Domic&amp;iacute;lios de 2010, divulgada pelo Comit&amp;ecirc; Gestor de Internet do Brasil (CGI.br), informa que em 2010, pelo menos 50% dos internautas brasileiros usavam sites de relacionamento e o uso de redes sociais como o Twitter, blogs e listas de discuss&amp;atilde;o estava concentrado em jovens da classe A, com n&amp;iacute;vel superior. A pesquisa confirma tamb&amp;eacute;m o destaque da Regi&amp;atilde;o Nordeste no acesso &amp;agrave;s redes sociais: 75% dos internautas da regi&amp;atilde;o fazem uso de redes sociais, seguido das regi&amp;otilde;es Sul e Centro-Oeste, com 70%,Norte, com 68%, e Sudeste, com 67%.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; faixa et&amp;aacute;ria, 82% dos internautas mais jovens, na faixa de 16 a 24 anos, participam de alguma rede social. Esse &amp;iacute;ndice cai para 70% entre os internautas com idade entre 25 e 34 anos, e para 45% entre os maiores de 65 anos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 12/9/2011</description><author>Especial Internet e Mídias Digitais</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=YvkeeMtkIHDHzhp8ANOlAw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=YvkeeMtkIHDHzhp8ANOlAw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Google acrescenta resenhas a buscas</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Google Inc. fechou acordo para comprar a empresa de resenhas de restaurantes Zagat Survey LLC, um neg&amp;oacute;cio que salienta as recentes movimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da gigante de internet para abocanhar uma fatia da receita de empresas de car&amp;aacute;ter local.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Google afirmou num blog ontem que a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Zagat seria uma "pedra angular de nossas ofertas locais - deleitando as pessoas com um impressionante leque de resenhas, avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Zagat - conhecida por seus guias de bolso vermelhos carmim - faz resenhas de acomoda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, restaurantes, bares e lojas em mais de cem cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Google planeja integrar a Zagat, sediada em Nova York, a seus produtos de busca e mapas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostra como o mercado m&amp;oacute;vel continua a atrair aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas e consumidores de tecnologia. A Zagat tem um app de US$ 9,99 que pode ser usado no iPhone, da Apple Inc., assim como op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o BlackBerry, da Research In Motion Ltd. e outros smartphones.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Google n&amp;atilde;o quis discutir os termos do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os fundadores, Nina e Tim Zagat, disseram que continuariam na empresa de 32 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os Zagats tentaram vender sua companhia em 2008, quando a economia americana estava trope&amp;ccedil;ando com a crise financeira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Zagat contratou a Goldman Sachs Group Inc. na &amp;eacute;poca.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O neg&amp;oacute;cio chega depois de a Google, sediada em Mountain View, Calif&amp;oacute;rnia, ter entrado recentemente num acordo de dois anos com a Local.com Corp. para implementar "certos servi&amp;ccedil;os de publicidade e busca". A Local.com opera uma das maiores redes de busca de sites locais dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em julho, a Google lan&amp;ccedil;ou uma nova maneira, mais r&amp;aacute;pida e f&amp;aacute;cil, para anunciantes comprarem an&amp;uacute;ncios ligados a buscas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 9/9/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fJyJJgW003RVFkHqPdj3jA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fJyJJgW003RVFkHqPdj3jA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo enfrenta o desafio de recuperar o brilho</title><description>&lt;p&gt;Em cinco anos, o Yahoo passou por tr&amp;ecirc;s presidentes diferentes. O pr&amp;oacute;ximo que assumir a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa enfrentar&amp;aacute; o mesmo desafio de solucionar um dos mais desconcertantes enigmas da internet: por que uma empresa que det&amp;eacute;m alguns dos servi&amp;ccedil;os online mais usados no mundo n&amp;atilde;o consegue se impor entre os usu&amp;aacute;rios, publicit&amp;aacute;rios e investidores na internet?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa companhia que comandou o boom da internet vai conseguir estar novamente onde os jovens modernos v&amp;atilde;o? A menos que a pr&amp;oacute;xima da dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Yahoo consiga pensar nisso, a companhia est&amp;aacute; correndo o risco de se tornar um anacronismo da internet que precisar&amp;aacute; ser desmembrado para se salvar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse desafio perturbou a veterana do Vale do Sil&amp;iacute;cio, Carol Bartz, que passou mais de dois anos e meio reestruturando a empresa antes de ser demitida por telefone, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira. E tamb&amp;eacute;m deixou desconcertado o chairman Roy Bostock, que considerava Carol "a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o exata" de experi&amp;ecirc;ncia e conhecimento que a companhia necessitava, quando ela foi contratada, em janeiro de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Yahoo nomeou seu diretor financeiro, Tim Morse, para conduzir interinamente a empresa at&amp;eacute; a diretoria contratar um substituto. Morse, 42 anos, reuniu-se com os funcion&amp;aacute;rios na sede da companhia em Sunnyvale, Calif&amp;oacute;rnia, na quarta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diretoria ainda n&amp;atilde;o estabeleceu um prazo para encontrar um novo presidente. Ela demorou dois meses para contratar Carol Bartz depois da sa&amp;iacute;da, em 2008, do cofundador Jerry Yang, depois de um ano e meio no cargo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bolha. O Yahoo abriu caminho para a explos&amp;atilde;o da internet nos anos 1990 e sofreu com o estouro da bolha que ocorreu em seguida. Na d&amp;eacute;cada passada, diz Shar VanBoskirk, da Forrester Research, a companhia passou um tempo excessivo agarrada aos seus sucessos nos anos 90, em vez de se adaptar &amp;agrave;s novas tend&amp;ecirc;ncias que reformularam a internet. Duas companhias que contribu&amp;iacute;ram para essas mudan&amp;ccedil;as, Google e Facebook, hoje s&amp;atilde;o os lugares onde os jovens est&amp;atilde;o conectados e, mais importante para os investidores, onde os anunciantes aplicam cada vez mais o seu dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O Yahoo tornou-se uma empresa presa aos seus dias de gl&amp;oacute;ria", diz VanBoskirk. "Eles se concentraram tanto no que estavam habituados a fazer que perderam o foco daquilo que deveriam se tornar. Simplesmente procuraram aperfei&amp;ccedil;oar tudo o vinham fazendo desde os anos 90". Seus servi&amp;ccedil;os ainda atraem uma multid&amp;atilde;o. O e-mail do Yahoo e tamb&amp;eacute;m as se&amp;ccedil;&amp;otilde;es devotadas a not&amp;iacute;cias gerais, esportes, finan&amp;ccedil;as e entretenimento atraem a maior parte do tr&amp;aacute;fego na internet, nos Estados Unidos, em cada uma dessas categorias, de acordo com dados da empresa de pesquisa ComScore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas as pessoas que usam esses servi&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o ficam ligadas tanto tempo na p&amp;aacute;gina como outrora, padr&amp;atilde;o que levou os anunciantes a buscarem outras alternativas de marketing. O resultado &amp;eacute; que as receitas do Yahoo estagnaram mesmo quando o mercado de publicidade na internet, de um modo geral, vinha crescendo mais de 20% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em consequ&amp;ecirc;ncia disso, muitos investidores conclu&amp;iacute;ram que n&amp;atilde;o valia mais a pena manter a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da companhia - embora a marca ainda seja uma das mais conhecidas no mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No per&amp;iacute;odo entre a admiss&amp;atilde;o e a demiss&amp;atilde;o de Carol Bartz, o valor das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Yahoo subiu apenas US$ 0,81, enquanto que as do Google se valorizaram mais de US$ 200. No mesmo per&amp;iacute;odo, o tempo m&amp;eacute;dio que os consumidores americanos se detinham a cada m&amp;ecirc;s no site do Yahoo caiu 33%, enquanto dobrou no Facebook, ainda de acordo com a ComScore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Yahoo se distanciou tanto do Google no campo dos links patrocinados, o mercado mais lucrativo da internet, que Carol Bartz juntou for&amp;ccedil;as com a Microsoft para economizar dinheiro e liberar seus engenheiros para trabalhar em outros projetos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa parceria, com base na qual o Yahoo passou a depender da tecnologia de busca da Microsoft, teve in&amp;iacute;cio no ano passado e n&amp;atilde;o tem gerado a receita esperada pelas companhias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o mais preocupante &amp;eacute; que o Yahoo est&amp;aacute; perdendo for&amp;ccedil;a no seu reduto - as campanhas de marketing visual conhecidas como "display ads", ou publicidade gr&amp;aacute;fica, por meio de banners e anima&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O site do Yahoo foi considerado o melhor local para esse tipo de publicidade na d&amp;eacute;cada passada, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim deste ano, o Facebook dever&amp;aacute; contabilizar quase 18% desse mercado de publicidade gr&amp;aacute;fica da internet nos EUA, seguido do Yahoo, com 13%, e Google, com 9%, segundo a empresa de pesquisa eMarketer. H&amp;aacute; dois anos, o Yahoo tinha 16% do mercado, o Facebook, 7%, e o Google, menos de 5%.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Paralisia. Carol Bartz, 63 anos, tentou reviver a empresa por meio do corte de gastos, medida que incluiu o fechamento ou venda de alguns servi&amp;ccedil;os que vinham sugando os recursos da companhia. Mas n&amp;atilde;o foi suficiente para tirar a empresa da sua paralisia, segundo alguns analistas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 9/9/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ibwi46fQ/X1lMMTE3KM9BQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ibwi46fQ/X1lMMTE3KM9BQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Twitter: 100 milhões de usuários ativos</title><description>&lt;p&gt;O diretor-executivo do Twitter, Dick Costolo, disse ontem numa entrevista &amp;agrave; ag&amp;ecirc;ncia Reuters que mais de cem milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios da rede de microblogs s&amp;atilde;o ativos e alimentam a rede social diariamente, e que 40% dos novos usu&amp;aacute;rios por trimestre utilizam aplicativos atrav&amp;eacute;s de gadgets m&amp;oacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; Queremos continuar sendo independentes, fazer crescer o neg&amp;oacute;cio do jeito que n&amp;oacute;s achamos melhor, e n&amp;atilde;o deix&amp;aacute;-lo ser preso por grandes mercados antes de sentirmos que &amp;eacute; isso o que queremos &amp;mdash; afirmou o diretor-executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Costolo, a rede de microblogs recebe atualmente cerca de 400 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos por m&amp;ecirc;s &amp;mdash; o dobro do resultado de 200 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos reportado no in&amp;iacute;cio do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rede vai aumentar os an&amp;uacute;ncios entre os tweets&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos esses usu&amp;aacute;rios do Twitter v&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ar a ver mais an&amp;uacute;ncios ao longo do fluxo de tweets em seus perfis nos pr&amp;oacute;ximos meses. &amp;Eacute; que o site decidiu expandir a publicidade interna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os an&amp;uacute;ncios v&amp;atilde;o aparecer mesmo que sejam de uma empresa que o usu&amp;aacute;rio optou por n&amp;atilde;o seguir. At&amp;eacute; agora, o Twitter s&amp;oacute; mostrava an&amp;uacute;ncios de companhias j&amp;aacute; seguidas pelo usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do mesmo modo que num post comum, os an&amp;uacute;ncios dever&amp;atilde;o obedecer &amp;agrave; lei n&amp;uacute;mero um da rede de microblogs: ter no m&amp;aacute;ximo 140 caracteres de texto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expans&amp;atilde;o dos an&amp;uacute;ncios &amp;eacute; um grande passo na estrat&amp;eacute;gia do Twitter para ganhar mais dinheiro a partir de sua base ativa de usu&amp;aacute;rios &amp;mdash; afinal, os tuiteiros postam na rede, todos os dias, aproximadamente 230 milh&amp;otilde;es de tweets, segundo o site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto isso, uma oferta p&amp;uacute;blica de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em bolsa (IPO, na sigla em ingl&amp;ecirc;s) ainda est&amp;aacute; longe no futuro. Segundo Costolo, ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um prazo definido para isso, embora a empresa tenha completado em mar&amp;ccedil;o cinco anos de exist&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 9/9/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=P9Nrsh4CTSpTjSMZCJPCiA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=P9Nrsh4CTSpTjSMZCJPCiA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Agências digitais crescem - 55%</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As ag&amp;ecirc;ncias digitais brasileiras que criam campanhas para Internet, e-mail marketing e celulares, faturaram mais de R$ 1,5 bilh&amp;atilde;o no primeiro semestre de 2011, um crescimento de 55% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano passado. De acordo com a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Ag&amp;ecirc;ncias Digitais (Abradi), o n&amp;uacute;mero de escrit&amp;oacute;rios cresceu 10% no primeiro semestre: 2.787 empresas prestam esse servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;DCI&lt;/em&gt; - 24/8/2011</description><author>Serviços</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ex0rjH0BYQ7FpbJ0wk7oNg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ex0rjH0BYQ7FpbJ0wk7oNg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>iPads produzidos no Brasil, agora só em 2012</title><description>&lt;p&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tablets da Apple pela Foxconn no&amp;nbsp; Brasil, prevista para come&amp;ccedil;ar em julho e depois adiada para setembro, s&amp;oacute; deve ter in&amp;iacute;cio em 2012. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; do Sindicato dos Metal&amp;uacute;rgicos de Jundia&amp;iacute;, cidade onde est&amp;aacute; localizada uma das cinco unidade da empresa taiwanesa no pa&amp;iacute;s, e escolhida para abrigar a nova linha de produtos. A entidade est&amp;aacute; monitorando a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 800 funcion&amp;aacute;rios que dever&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ar a produzir o celular iPhone e&amp;nbsp; o iPod (tocador de m&amp;uacute;sica) a partir do pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s. Sobre os rumores de que a Foxconn estaria revendo seus investimentos no Brasil, o vice-presidente do sindicato, Evandro de Oliveira Santos, disse que a empresa negou mudan&amp;ccedil;a nos planos. &amp;mdash; Na conversa que tivemos com eles (dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa em Jundia&amp;iacute;), ficou claro que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tablets s&amp;oacute; come&amp;ccedil;ar&amp;aacute; no ano que vem. Mas, agora em setembro, est&amp;aacute; tudo pronto para o in&amp;iacute;cio da fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos smartphones (iPhone) e iPod &amp;mdash; contou o sindicalista. Oliveira disse ainda que a empresa n&amp;atilde;o explicou por que decidiu pelo adiamento da fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tablets para o pr&amp;oacute;ximo ano, uma vez que a expectativa era de come&amp;ccedil;ar as vendas no varejo dos equipamento da Apple neste Natal. A prefeitura de Jundia&amp;iacute; informou, por meio de sua assessoria, desconhecer o atraso na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e disse que j&amp;aacute; concedeu alvar&amp;aacute; de funcionamento para o galp&amp;atilde;o que est&amp;aacute; sendo preparado para abrigar as novas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Foxconn.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A prefeitura informou tamb&amp;eacute;m que as obras de acesso vi&amp;aacute;rio ao novo endere&amp;ccedil;o (pr&amp;oacute;ximo a unidade antiga), uma das exig&amp;ecirc;ncias da empresa para viablizar o investimento no munic&amp;iacute;pio, est&amp;atilde;o em andamento. Na cidade, o Posto de Aux&amp;iacute;lio ao Trabalhador (Pat) continua recrutando trabalhadores para as linhas de montagem da Apple. At&amp;eacute; ontem, cerca de 3 mil pessoas haviam secandidatado a um emprego na empresa taiwanesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foxconn ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; apta a ter benef&amp;iacute;cios fiscais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto da Foxconn de fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tablets no Brasil foi anunciado com alarde pela presidente Dilma Rousseff em viagem &amp;agrave; China, no m&amp;ecirc;s de abril. O investimento previsto de US$ 12 bilh&amp;otilde;es em cinco anos incluiria, al&amp;eacute;m dos tablets e celulares da Apple, uma unidade para fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de telas que seriam usadas&amp;nbsp; nesses equipamentos. A previs&amp;atilde;o &amp;eacute; de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seis mil empregos diretos nas duas unidades. Logo depois do an&amp;uacute;ncio, o governo brasileiro correu para enquadrar os tablets dentro das regras que oferecem isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 31% em impostos federais e outros benef&amp;iacute;cios estaduais e municipais, que devem resultar em uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 40% nos pre&amp;ccedil;os dos equipamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No total, 23 empresas se candidataram os benef&amp;iacute;cios para fabricar tablets, entre elas a Foxconn. At&amp;eacute; ontem, por&amp;eacute;m, apenas nove empresas tiveram seus programas&amp;nbsp; e produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o aprovados dentro das regras do Processo Produtivo B&amp;aacute;sico (PPB). A Foxconn, que gerou todo o movimento do governo para reduzir a carga de impostos incidente sobre os equipamentos, ainda n&amp;atilde;o obteve a licen&amp;ccedil;a para fabricar os tablets. Esse poderia ser um dos motivos para o adiamento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro motivo seria a demora na aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do financiamento dos projetos junto ao BNDES, que entraria como s&amp;oacute;cio. A assessoria do banco informou que o processo da Foxconn encontrase em an&amp;aacute;lise. Procurada, a Foxconn disse que nada muda nos planos da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 24/8/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=qo4lhQU4Gs5UBlKLVPwmQw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=qo4lhQU4Gs5UBlKLVPwmQw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>A publicidade digital virou pop</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Atolado em um lama&amp;ccedil;al com sua picape, um motorista grita inj&amp;uacute;rias contra um dos s&amp;iacute;mbolos da docilidade no mundo animal. &amp;ldquo;P&amp;ocirc;neis malditos&amp;rdquo;, afirma o condutor, pouco antes de verificar que, no lugar de cavalos potentes, seu motor possu&amp;iacute;a apenas p&amp;ocirc;neis em um carrossel. A brincadeira &amp;eacute;, na realidade, uma propaganda da montadora Nissan. Mais do que o tom jocoso, o que chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a iniciativa, no ar h&amp;aacute; cerca de duas semanas, &amp;eacute; que o filme exibido na tev&amp;ecirc; tem, na web, um complemento inusitado. No desfecho do filmete desenvolvido para o meio interativo, o pequeno p&amp;ocirc;nei vira uma criatura mal encarada, que amaldi&amp;ccedil;oa o internauta.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ou seja, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o era fazer barulho na rede. Deu certo. Em cerca de duas semanas, mais de nove milh&amp;otilde;es de pessoas acessaram o v&amp;iacute;deo.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Outro caso recente bem-sucedido se deu com a Vivo. Para aproveitar o Dia dos Namorados, a operadora lan&amp;ccedil;ou um clipe da m&amp;uacute;sica &amp;ldquo;Eduardo e M&amp;ocirc;nica&amp;rdquo;, da banda Legi&amp;atilde;o Urbana, sucesso h&amp;aacute; 25 anos. O v&amp;iacute;deo mostra o famoso casal da can&amp;ccedil;&amp;atilde;o trocando mensagens por SMS e conversando pelo celular. Foi um estouro: mais de dez milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios assistiram ao clipe na internet. O romance de Eduardo e M&amp;ocirc;nica e os p&amp;ocirc;neis da Nissan estiveram durante alguns dias entre os assuntos mais comentados no Twitter e se tornaram estrelas pops no mundo digital.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Longe de serem exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es, essas duas campanhas ilustram bem o atual est&amp;aacute;gio da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital no Brasil. Criadas com material espec&amp;iacute;fico para a rede, ambas t&amp;ecirc;m no YouTube um ponto central de seu plano digital e se utilizam de uma linguagem adequada ao p&amp;uacute;blico da web, mais jovem e altamente conectado. Elas sinalizam que, na era da conectividade, a f&amp;oacute;rmula do sucesso &amp;eacute; reunir,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;no mesmo card&amp;aacute;pio, ingredientes como o entretenimento, o bom humor e a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por meio das m&amp;iacute;dias sociais. &amp;ldquo;Quando a publicidade &amp;eacute; benfeita, ela se espalha por meio das redes sociais&amp;rdquo;, afirma Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan (leia mais aqui). Para Christian Gebara, diretor de estrat&amp;eacute;gia e novos neg&amp;oacute;cios da Vivo, &amp;agrave; possibilidade de intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o soma-se uma maior liberdade para criar conte&amp;uacute;do capaz de agradar aos consumidores. &amp;ldquo;A tend&amp;ecirc;ncia nos canais digitais &amp;eacute; associar as marcas ao entretenimento&amp;rdquo;, diz Gebara.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O clipe de Eduardo e M&amp;ocirc;nica n&amp;atilde;o &amp;eacute; a &amp;uacute;nica experi&amp;ecirc;ncia da Vivo com produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;oacute; para a web. Em 2010, ela investiu na megaprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um curta-metragem, com qualidade de cinema, com Pel&amp;eacute;. O material foi lan&amp;ccedil;ado no YouTube. O entretenimento tamb&amp;eacute;m norteou um projeto criado pela ag&amp;ecirc;ncia digital Wunderman para a Activia, da Danone. A campanha M&amp;uacute;sico no Pote foi realizada na p&amp;aacute;gina da marca no Facebook. Pelo projeto, os internautas podiam assistir a shows transmitidos em tempo real no perfil da empresa no site. Os m&amp;uacute;sicos tinham de criar, na hora, can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de improviso a partir de temas sugeridos pelos usu&amp;aacute;rios. Al&amp;eacute;m da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o das transmiss&amp;otilde;es ao vivo pelo Facebook, essa iniciativa apresenta outro dado importante para o mundo online: a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outras m&amp;iacute;dias.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O M&amp;uacute;sico no Pote fazia parte de uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o chamada Ritmo no Pote, que dava o recado de que o Activia faz o organismo funcionar melhor. A promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o contou com merchandising em tev&amp;ecirc; e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mil unidades de iPod Nano em embalagens do produto. &amp;ldquo;A integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do digital com outros meios &amp;eacute; fundamental&amp;rdquo;, diz Paulo Sanna, vice-presidente de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Wunderman. &amp;ldquo;Os meios tradicionais, como revistas, jornais e tev&amp;ecirc;, conferem credibilidade, enquanto o digital serve para engajar.&amp;rdquo; Em outras palavras: o universo digital est&amp;aacute; a cada dia mais sofisticado, e essa nova forma de fazer comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; se reflete nos n&amp;uacute;meros. A internet deve alcan&amp;ccedil;ar, no final de 2011, um faturamento de cerca de R$ 3 bilh&amp;otilde;es, o que representar&amp;aacute; cerca de 10% do bolo publicit&amp;aacute;rio no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; do Internet Advertising Bureau (IAB), que representa as empresas digitais. A associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegou a esse valor porque, a partir deste ano, a mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do faturamento do setor levar&amp;aacute; em conta os neg&amp;oacute;cios com a busca patrocinada oferecida por portais, principalmente o Google. S&amp;oacute; para dar uma ideia, em 2010, sem a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o faturamento obtido com as buscas, o faturamento oficial da internet no Brasil foi de R$ 1,2 bilh&amp;atilde;o. &amp;ldquo;A publicidade online est&amp;aacute; se expandindo acentuadamente em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do crescimento do acesso &amp;agrave; banda larga&amp;rdquo;, diz F&amp;aacute;bio Coelho, presidente do IAB e diretor-geral do Google no Brasil. A nova forma de mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m torna vis&amp;iacute;vel outro aspecto da transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela qual atravessa esse segmento: o investimento em estrat&amp;eacute;gias para servi&amp;ccedil;os de buscas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Esse tipo de atividade ganhou tanta import&amp;acirc;ncia que uma das maiores ag&amp;ecirc;ncias do Pa&amp;iacute;s, a DM9DDB, criou um departamento focado nisso. A fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa &amp;aacute;rea &amp;eacute; estudar as tend&amp;ecirc;ncias dos consumidores a partir de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de termos de buscas e postagens em redes sociais &amp;ldquo;Detectamos tend&amp;ecirc;ncias de comportamento que podem servir de base para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de campanhas&amp;rdquo;, afirma M&amp;ocirc;nica Carvalho, vice-presidente de m&amp;iacute;dia da DM9DDB. Ter os olhos voltados para as mudan&amp;ccedil;as de comportamento na sociedade sempre foi da natureza da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas, na era das redes sociais, isso &amp;eacute; determinante. &amp;ldquo;A forma de as pessoas se relacionarem com os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais a mesma&amp;rdquo;, afirma Fernando Chacon, diretor de marketing do Ita&amp;uacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O que n&amp;atilde;o muda &amp;eacute; a necessidade de produzir conte&amp;uacute;do relevante. &amp;Eacute; nesse aspecto que os canais digitais assumem um papel peculiar. &amp;ldquo;As pessoas agora querem uma comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais leve e l&amp;uacute;dica, menos invasiva e mais personalizada, algo que a internet facilita&amp;rdquo;, diz Chacon. Foi essa a premissa que norteou uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o na internet criada pelo banco com o comediante Marco Luque, do programa CQC, da Band. Em v&amp;iacute;deos exclusivos para a rede, os personagens de Luque contam piadas e, sutilmente, explicam as caracter&amp;iacute;sticas dos produtos do Ita&amp;uacute;. O canal do Ita&amp;uacute; no YouTube registra mais de 1,5 milh&amp;atilde;o de acessos. A internet tamb&amp;eacute;m traz para as empresas outro componente valioso: a resposta dos consumidores. &amp;ldquo;Antes, eram as marcas que causavam impacto nos consumidores. Hoje, tamb&amp;eacute;m acontece o contr&amp;aacute;rio: as pessoas interferem no rumo das marcas&amp;rdquo;, afirma Gal Barradas, presidente da ag&amp;ecirc;ncia digital F.Biz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 17/8/2011</description><author>Mercado Digital</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=DdzaUZgPX1dGOF+uCMolsw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=DdzaUZgPX1dGOF+uCMolsw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Mercado editorial busca alternativas à App Store</title><description>&lt;p&gt;Do ponto de vista tecnol&amp;oacute;gico, parece interessante para os provedores de m&amp;iacute;dia impressa a chegada da Newsstand, a funcionalidade programada para os aparelhos equipados com a nova vers&amp;atilde;o do sistema operacional m&amp;oacute;vel iOS, da Apple. O primeiro desses aparelhos deve ser o iPhone 5, com lan&amp;ccedil;amento previsto para setembro. Ela permitir&amp;aacute; aos usu&amp;aacute;rios centralizar, em um &amp;uacute;nico espa&amp;ccedil;o, todos os aplicativos relacionados a jornais e revistas, e facilitar&amp;aacute; o acesso a esse espa&amp;ccedil;o por meio de um comando espec&amp;iacute;fico (algo similar ao iBooks, j&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para conte&amp;uacute;dos relacionados a livros).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas editoras de jornais e revistas impressas encaram a novidade com menos entusiasmo. N&amp;atilde;o por quest&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas ou conceituais, e sim porque assinaturas realizadas via Newsstand significar&amp;atilde;o submiss&amp;atilde;o aos padr&amp;otilde;es normalmente utilizados pela Apple na comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos atrav&amp;eacute;s de suas plataformas; entre outros itens, isso inclui comiss&amp;atilde;o de 30% do valor pago pelo usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Produzir conte&amp;uacute;do de qualidade custa caro. N&amp;atilde;o faz sentido cobrar uma taxa t&amp;atilde;o elevada" argumenta Marta Gleich, diretora de internet da RBS (grupo que, entre outros ve&amp;iacute;culos, controla os jornais Zero Hora e Di&amp;aacute;rio Catarinense). "Tenho d&amp;uacute;vidas sobre a ades&amp;atilde;o das editoras ao Newsstand"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro questionamento &amp;eacute; que os dados referentes a assinantes obtidos via Newsstand tornam-se propriedade da Apple, e n&amp;atilde;o das empresas de m&amp;iacute;dia, que t&amp;ecirc;m nessas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es uma import&amp;acirc;ncia comercial, pois fundamentam tanto seus neg&amp;oacute;cios publicit&amp;aacute;rios quanto as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de relacionamento e fideliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Breno Masi, s&amp;oacute;cio-diretor da desenvolvedora de aplicativos Fingertips, a ferramenta tem um recurso de virada de p&amp;aacute;gina muito interessante, e permite aos usu&amp;aacute;rios compartilharem mais facilmente as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es referentes &amp;agrave; sua leitura, al&amp;eacute;m de organiz&amp;aacute;-las atrav&amp;eacute;s de bookmarks nativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple j&amp;aacute; disponibiliza aos usu&amp;aacute;rios, nas assinaturas realizadas por meio de sua plataforma, a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compartilhamento dessas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os provedores dos conte&amp;uacute;dos. Mas tal medida n&amp;atilde;o satisfaz Nicholas Serrano, diretor de plataformas digitais do Grupo Estado: "A tend&amp;ecirc;ncia do consumidor &amp;eacute; ignorar essa op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e n&amp;atilde;o ativ&amp;aacute;-la" ele justifica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bancas concorrentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Empresas de m&amp;iacute;dia impressa de todo o mundo buscam modelos capazes de mant&amp;ecirc;-las em destaque nos gadgets m&amp;oacute;veis da Apple, sem que delas seja exigida a contrapartida da aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras estabelecidas pela empresa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de Steve Jobs, que, em junho, tamb&amp;eacute;m proibiu aplicativos capazes de realizar a venda direta de conte&amp;uacute;dos, sem que tais vendas passem por sua plataforma de cobran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, o jornal brit&amp;acirc;nico Financial Times criou uma vers&amp;atilde;o que dispensa aplicativos e passou a divulgar em seu site essa alternativa "mais r&amp;aacute;pida e mais completa" de acesso a seus conte&amp;uacute;dos em iPad e iPhone.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, lembra Nicholas, do Grupo Estado, publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es francesas e espanholas uniram-se para lan&amp;ccedil;ar suas pr&amp;oacute;prias bancas virtuais conjuntas (denominadas, respectivamente, ePresse e KyoskoyM&amp;aacute;s). Na Fran&amp;ccedil;a, o projeto re&amp;uacute;ne oito t&amp;iacute;tulos; na Espanha, mais de 30 jornais e 60 revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E podem surgir projetos desse g&amp;ecirc;nero tamb&amp;eacute;m aqui: "Jornais filiados &amp;agrave; ANJ (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais) estudam o lan&amp;ccedil;amento de bancas virtuais conjuntas por jornais de outros pa&amp;iacute;ses &amp;mdash; especialmente europeus &amp;mdash;, e avaliam a viabilidade de iniciativa similar no Brasil" conta Nicholas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;ccedil;&amp;otilde;es como essa mostram que, embora questionados em aspectos comerciais, os gadgets desenvolvidos pela Apple consumem canais de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos aos quais a m&amp;iacute;dia impressa concede bastante aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o - os tablets, especialn i ente. Segundo Marta, do Grupo RBS, at&amp;eacute; setembro os jornais Zero Hora e Di&amp;aacute;rio Catarinense ter&amp;atilde;o assinaturas espec&amp;iacute;ficas para iPads. "Mas a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; n&amp;atilde;o entr&amp;iacute; rmos na Newsstand" ressalva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Editora Abril tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o h&amp;aacute; ainda essa decis&amp;atilde;o, afirma o diretor geral digital Manoel Lemos. Para ele, al&amp;eacute;m de facilitar o acesso aos conte&amp;uacute;dos de m&amp;iacute;dia impressa, a Newsstand tem features interessantes, como os &amp;iacute;cones din&amp;acirc;micos capazes de exibir as capas mais recentes das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es inseridas. Mas n&amp;atilde;c inova na quest&amp;atilde;o fundamental da descoberta do conte&amp;uacute;do pelo usu&amp;aacute;rio: "Esse processo ocorre todo dentro da App store, e ainda est&amp;aacute; longe do ideal" avalia Lemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"As revistas t&amp;ecirc;m se mostrado uma plataforma bastante flex&amp;iacute;vel e atraente para a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do de qualidade em qualquer plataforma. Nessa linha, quanto mais plataformas aparecerem, melhor para as editoras" completa o executivo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 1/8/2011</description><author>ProXXIma</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ZHOOhOHD9hH0GSEivSuOWA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 01 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ZHOOhOHD9hH0GSEivSuOWA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>HTML5 é alternativa para editoras, livrarias e jornais escaparem da App Store</title><description>&lt;p&gt;A Apple est&amp;aacute; travando uma queda de bra&amp;ccedil;o com produtores de conte&amp;uacute;do editorial, especialmente aqueles que vendem jornais, revistas e livros para iPad. Desde 30 de junho, a Apple pro&amp;iacute;be a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos por dentro dos aplicativos sem passar pela sua plataforma de billing. Ou seja, o aplicativo do Kindle para iPad, por exemplo, n&amp;atilde;o pode mais ter um bot&amp;atilde;o para venda direta de t&amp;iacute;tulos. O mesmo vale para aplicativos de jornais e revistas. A medida tem como objetivo obrigar os provedores de conte&amp;uacute;do a usar a plataforma de billing da App Store, deixando 30% da receita com a Apple. Quem se recusar at&amp;eacute; pode vender o conte&amp;uacute;do diretamente aos consumidores, mas usando um website, n&amp;atilde;o um bot&amp;atilde;o dentro do aplicativo. A Amazon, a Barnes and Noble e a Kobo j&amp;aacute; retiraram os bot&amp;otilde;es de venda de seus apps para iPad. A Google tomou uma decis&amp;atilde;o mais radical: excluiu seu aplicativo Google Books da App Store.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro caminho &amp;eacute; lan&amp;ccedil;ar vers&amp;otilde;es de seus aplicativos em HTML5, cuja distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o depende da loja de aplicativos da Apple e pode ser feita pelo website de jornais e revistas. Esse foi o caminho escolhido pelo jornal Financial Times, que ser&amp;aacute; acompanhado pelo Wall Street Journal, segundo informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com). A livraria digital Kobo pretende fazer o mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;An&amp;aacute;lise&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tentativa da Apple de fortalecer sua pr&amp;oacute;pria loja de livros, a iBookstore, pode ser um tiro no p&amp;eacute;. A compra de t&amp;iacute;tulos integrada aos aplicativos simplifica a experi&amp;ecirc;ncia dos consumidores. A conveni&amp;ecirc;ncia agora passa a ser uma vantagem para tablets concorrentes, especialmente aqueles com Android. Por sinal, a pr&amp;oacute;pria Amazon lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; em breve um tablet com o sistema operacional da Google.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;TI Inside Online&lt;/em&gt; - 27/7/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=O3+ROi2b6PhEKuFqaxqSKw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=O3+ROi2b6PhEKuFqaxqSKw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Redes de comunicação podem se tornar gargalo ao avanço dos tablets</title><description>&lt;p&gt;Pouco mais de um ano ap&amp;oacute;s ter chegado ao Pa&amp;iacute;s, o tablet parece ter enfim ca&amp;iacute;do no gosto dos consumidores brasileiros. Adotado por empresas e pelo setor educacional, a venda de aparelhos deve superar as expectativas em 2011. O IDC Brasil, empresa de consultoria em tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, reviu a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o das vendas de 300 mil para mais de 400 mil unidades no ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas h&amp;aacute; grande preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto aos investimentos em infraestrutura de rede, para permitir o acesso por centenas de pessoas ao mesmo tempo, como em um conjunto de salas de aula. Em 2010, quando o tablet chegou ao mercado brasileiro, foram vendidas 100 mil unidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O barulho em torno do lan&amp;ccedil;amento do aparelho atraiu a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos consumidores, que j&amp;aacute; est&amp;atilde;o conhecendo melhor a nova m&amp;iacute;dia, segundo Martim Juacida, analista de mercado de PC do IDC Brasil. "Embora tenhamos revisado o n&amp;uacute;mero, acreditamos que o tablet ainda n&amp;atilde;o vai se desenvolver tanto em 2011, mas sim em 2012", contou Juacida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os incentivos do governo, como redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos sobre o aparelho, e a chegada de novos fabricantes devem baratear o produto. Al&amp;eacute;m dos pre&amp;ccedil;os menores, a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo mundo corporativo tamb&amp;eacute;m aumenta a demanda. A tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; de que os tablets substituam os notebooks.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas &amp;eacute; o uso do aparelho no ensino que deve puxar as vendas j&amp;aacute; no segundo semestre. Em apenas uma universidade, ser&amp;atilde;o seis mil alunos de uma s&amp;oacute; vez a receber a ferramenta, a partir de agosto. Juacida ressalta que escolas e faculdades privadas ainda usam a m&amp;iacute;dia apenas em projetos pilotos. "At&amp;eacute; o governo vai acabar fazendo algumas licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es desse tipo", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (Fappes) j&amp;aacute; come&amp;ccedil;ou um projeto-piloto de oferecer tablets gratuitamente aos novos alunos do curso de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde que se comprometam a pagar pelo menos um ano de mensalidade. Oito aparelhos j&amp;aacute; foram distribu&amp;iacute;dos, mas a faculdade espera que o n&amp;uacute;mero aumente para 40 com o in&amp;iacute;cio das aulas do segundo semestre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"At&amp;eacute; agora o investimento n&amp;atilde;o foi t&amp;atilde;o grande. Estamos comprando sob demanda", explicou Bruno Berthielli, diretor de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inform&amp;aacute;tica da Fappes. Cada aparelho saiu por apenas R$ 340, mas, como a meta n&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;a tantos alunos, a faculdade optou por n&amp;atilde;o fechar um pacote com operadoras de telefonia para fornecimento de internet 3G.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infraestrutura. J&amp;aacute; a Universidade Est&amp;aacute;cio de S&amp;aacute;, que entregar&amp;aacute; seis mil tablets a alunos do segundo per&amp;iacute;odo dos cursos de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Gastronomia e Hotelaria em S&amp;atilde;o Paulo e Rio de Janeiro e Direito no Rio e no Esp&amp;iacute;rito Santo, apostou mais alto. Embora n&amp;atilde;o revele o custo dos tablets comprados da Semp Toshiba, a universidade desembolsou R$ 188 mil para refor&amp;ccedil;ar a infraestrutura de rede, com a compra de equipamentos como roteadores e switches, al&amp;eacute;m de pagar mensalmente R$ 27 mil pelo aluguel de links para suas 30 unidades. "Sem investimento na rede, com 400 alunos navegando ao mesmo tempo, certamente ter&amp;iacute;amos problemas", disse Pedro Gra&amp;ccedil;a, diretor de Mercado da Est&amp;aacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o fechou acordo com a Claro para garantir acesso a planos de dados mais baratos aos alunos. O investimento tem retorno em marketing, mas tamb&amp;eacute;m elimina custos com a impress&amp;atilde;o de apostilas e com o envio do material did&amp;aacute;tico pelo correio. A meta &amp;eacute; estender o uso de tablets aos alunos de todos os cursos em at&amp;eacute; 4 anos - cerca de 240 mil estudantes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 16/7/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=OWhCU3Fqy6UO1MjUAzF7fA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sat, 16 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=OWhCU3Fqy6UO1MjUAzF7fA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Tudo nas redes sociais</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Cada vez mais populares, as redes sociais est&amp;atilde;o formando uma malha planet&amp;aacute;ria apoiada na velha internet tradicional. Com o foco voltado &amp;agrave;s pessoas, esses sites se multiplicam, ganham adeptos e se sobrep&amp;otilde;em &amp;agrave; pr&amp;oacute;pria web, numa esp&amp;eacute;cie de eclipse virtual. Neste novo mundo on-line que se desenha, tudo (ou quase) acontece dentro das p&amp;aacute;ginas de Facebook, Twitter, Orkut, Google+ e similares. Games, chats, videoconfer&amp;ecirc;ncias, compras, aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;financeiras, curr&amp;iacute;culos e not&amp;iacute;cias migram e se adaptam aos ambientes das redes sociais &amp;mdash; sem falar na troca de mensagens e fotos entre os usu&amp;aacute;rios, o que faz com que o e-mail se assemelhe a uma pe&amp;ccedil;a de antiqu&amp;aacute;rio.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O mais forte exemplo da nova topologia constru&amp;iacute;da sobre a velha &amp;ldquo;grande rede&amp;rdquo; &amp;eacute; o FB (Facebook). Seu criador, Mark Zuckerberg, anunciou&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;recentemente parceria com o Skype, agora acess&amp;iacute;vel de dentro da rede social. O F-commerce, outro aplicativo&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;que cresce assustadoramente, j&amp;aacute; responde por 20% das vendas de ecommerce de grandes marcas nos Estados Unidos. Com a comodidade de poder comprar nas redes sociais, as proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de faturamento do mercado de social commerce no mundo s&amp;atilde;o de US$ 4 bilh&amp;otilde;es este ano e de US$ 30 bilh&amp;otilde;es em 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;De olho na tend&amp;ecirc;ncia, a Google n&amp;atilde;o quer perder o bonde e lan&amp;ccedil;ou seu Google+, com recursos que tentam &amp;ldquo;prender&amp;rdquo; o internauta em sua rede. Em outra frente que revela uma migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem volta, a revista &amp;ldquo;Economist&amp;rdquo; mostrou que as redes sociais funcionam como o &amp;ldquo;caf&amp;eacute;&amp;rdquo; de antigamente na dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da not&amp;iacute;cia de jornais impressos entre as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os internautas mais jovens chamam de &amp;ldquo;velhos&amp;rdquo; aqueles que continuam utilizando ferramentas hoje consideradas arcaicas da internet, como email, FTP e os mensageiros instant&amp;acirc;neos mais antigos, como IRC e ICQ. H&amp;aacute; quem acredite que, no futuro, a internet b&amp;aacute;sica ser&amp;aacute; coisa apenas para nerds e pessoas das &amp;aacute;reas t&amp;eacute;cnicas, enquanto a grande massa de internautas acabar&amp;aacute; em redes sociais que j&amp;aacute; existem ou que ainda est&amp;atilde;o por vir. Em paralelo, esses sites v&amp;atilde;o solidificar sua import&amp;acirc;ncia na rentabilidade dos neg&amp;oacute;cios virtuais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Redes absorvem tr&amp;aacute;fego de sites&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;oelig; Com o Face se tornando a maior ferramenta de relacionamento de marketing para marc&lt;/span&gt;as, aparentemente,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;em vez de aumentar o tr&amp;aacute;fego para o site oficial das companhias, a rede social est&amp;aacute; na verdade absorvendo esse tr&amp;aacute;fego. A consequ&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que diminuir&amp;aacute; a distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o funcional entre p&amp;aacute;ginas web convencionais e p&amp;aacute;ginas pessoais ou empresariais no FB.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash; A rigor, p&amp;aacute;ginas no FB s&amp;atilde;o websites. T&amp;ecirc;m abas com fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como as p&amp;aacute;ginas em um site estruturado t&amp;iacute;pico da web &amp;mdash; diz Ian Allan, consultor de redes sociais para pequenas e m&amp;eacute;dias empresas, indagado via &amp;ldquo;Quora&amp;rdquo;. &amp;mdash; Precisamos ficar atentos a ferramentas que possibilitem integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o FB e websites de modo complementar e poderoso. No entanto, pelo menos por ora, n&amp;atilde;o conv&amp;eacute;m p&amp;ocirc;r todos os ovos no mesmo cesto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;No setor das moedas virtuais, alguns especialistas vislumbram um cen&amp;aacute;rio futuro em que os Facebook Credits poder&amp;atilde;o um dia substituir o Pay- Pal como ve&amp;iacute;culo preferido para pagamentos on-line. Segundo Lee Hower, da East Coast Venture Capital e ex-analista do Pay-&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Pal, o FB tem a maioria dos pr&amp;eacute; requisitos para construir um s&amp;oacute;lido sistema de pagamentos on-line que poder&amp;aacute; um dia competir ou at&amp;eacute; superar o PayPal: acesso a uma infraestrutura j&amp;aacute; existente de pagamentos; acesso a vendedores de peso (por ora, mais produtores de games, mas com potencial para comerciantes menores); acesso a consumidores (seus propalados 750 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios); possibilidade e recursos para desenvolver um bom sistema de controle de fraudes e uma interface f&amp;aacute;cil para integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ambientes externos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Mas h&amp;aacute; quem discorde que o Pay-Pal, pioneiro nos pagamentos on-line, possa ser suplantado pela empresa de Mark Zuckerberg: &amp;mdash; &amp;Eacute; muito dif&amp;iacute;cil, no universo dos pagamentos on-line, o FB bater o Pay- Pal, que &amp;eacute; o grande provedor de baixo custo nesse setor. Cerca de metade dos pagamentos do PayPal &amp;eacute; lastreada por cr&amp;eacute;dito no pr&amp;oacute;prio sistema ou uma conta banc&amp;aacute;ria, em vez de por um cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito. Isso praticamente elimina os custos de financiamento dessas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;mdash; explica David O. Sacks, fundador do Yammer.com e do Geni.com, e ex-diretor de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do PayPal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Outro fen&amp;ocirc;meno sintom&amp;aacute;tico &amp;eacute; que alguns usu&amp;aacute;rios do FB est&amp;atilde;o usando suas p&amp;aacute;ginas p&amp;uacute;blicas no site como seus curr&amp;iacute;culos on-line, substituindo o consagrado LinkedIn. Mark Jacobson, recrutador de executivos, investidor e ca&amp;ccedil;ador de talentos, aponta o exemplo do aplicativo BranchOut para FB: &amp;mdash; O BranchOut levantou no fim de 2010 mais de US$ 6 milh&amp;otilde;es da Accel, da Norwest e de v&amp;aacute;rios outros investidores- anjos, basicamente para proporcionar a profissionais buscando recoloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o a oportunidade de encontrar emprego atrav&amp;eacute;s de suas redes no FB. N&amp;atilde;o acho que o LinkedIn ser&amp;aacute; substitu&amp;iacute;do a curto prazo, mas o BranchOut est&amp;aacute; crescendo bastante a cada dia &amp;mdash; analisa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Internet cada vez mais invis&amp;iacute;vel&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;oelig; At&amp;eacute; as tecnologias de ponta se voltam para testes nas redes sociais. Nu&lt;/span&gt;ma iniciativa quase premonit&amp;oacute;ria, Eric Vyncke, engenheiro em&amp;eacute;rito da Cisco Systems, desenvolveu um aplicativo&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;no Facebook que simula um roteador funcionando na futura Internet IPv6 (novo protocolo de rede, que substitui e amplia o atual IPv4, com endere&amp;ccedil;os quase esgotados), &amp;mdash; Uma vez configurado no Facebook, seu roteador pode estabelecer conex&amp;otilde;es ponto-a-ponto com todos os seus amigos e come&amp;ccedil;ar a rotear pacotes virtuais IPv6. &amp;Eacute; uma chance e tanto para aprender como funcionar&amp;aacute; a internet do futuro &amp;mdash; explica Vyncke, engenheiro civil formado pela Universidade de Li&amp;egrave;ge. N&amp;atilde;o &amp;eacute; a primeira vez que surge um movimento na rede que d&amp;aacute; a impress&amp;atilde;o que ir&amp;aacute; engolir a internet. Nos anos 90, foi a Usenet &amp;lt;pt.wikipedia. org/wiki/Usenet&amp;gt;, uma rede paralela que movimentou multid&amp;otilde;es e fervilhou durante bom tempo. A Usenet, por&amp;eacute;m, se estabilizou num patamar bem abaixo do da grande rede, sendo&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;absorvida pelo Google Groups. Desta forma, assim como o computador tende a se tornar &amp;ldquo;invis&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, funcionando escondido dentro de equipamentos e dispositivos de uso cotidiano, a velha internet deve em breve se tornar invis&amp;iacute;vel. N&amp;atilde;o daremos muita aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o a ela e nos concentraremos nos ambientes sociais online que frequentaremos. &amp;Eacute; assim quando entramos num carro: queremos apenas dirigir sem ligar para os detalhes de funcionamento do motor ou da parte el&amp;eacute;trica.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 18/7/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=QwZV+aA1skgaDkcd6Cu7EQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=QwZV+aA1skgaDkcd6Cu7EQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Grupo RBS prepara série de conteúdos exclusivos para tablets</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Grupo RBS, atrav&amp;eacute;s do N&amp;uacute;cleo de Conte&amp;uacute;dos Tablets, est&amp;aacute; preparando uma s&amp;eacute;rie de lan&amp;ccedil;amentos exclusivos para a tecnologia. Partindo de conte&amp;uacute;dos j&amp;aacute; existentes na rede de jornais da empresa, o Di&amp;aacute;rio da Noiva ser&amp;aacute; a primeira publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o a ser apresentada. O guia ser&amp;aacute; disponibilizado somente para iPad e com venda por meio da App Store. O conte&amp;uacute;do ir&amp;aacute; mesclar produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o in&amp;eacute;dita e aproveitamento de material criado pelo site Noiva.com, assinado pela rep&amp;oacute;rter Gabrieli Chanas, e por outras reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ve&amp;iacute;culos do grupo. A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital apresentar&amp;aacute; o passo a passo do per&amp;iacute;odo de preparativos do noivado at&amp;eacute; o casamento, com dicas para as mulheres que est&amp;atilde;o prestes a casar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;ldquo;H&amp;aacute; uma grande quantidade de conte&amp;uacute;dos multim&amp;iacute;dia produzidos pelos jornais da RBS que podem ser traduzidos para a linguagem dos tablets, de s&amp;eacute;ries de reportagens a servi&amp;ccedil;os especializados, al&amp;eacute;m de produtos com periodicidade regular, como revistas digitais&amp;rdquo;, disse o diretor-geral de Produto do Grupo RBS, Marcelo Rech.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Instalado na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ZH, o n&amp;uacute;cleo se prepara para lan&amp;ccedil;ar tamb&amp;eacute;m revistas digitais mensais de diferentes segmentos, de esportes a moda. A &amp;aacute;rea se soma ao lan&amp;ccedil;amento das vers&amp;otilde;es tablets dos jornais do grupo &amp;ndash; at&amp;eacute; o momento, a Zero Hora e o Di&amp;aacute;rio Catarinense j&amp;aacute; est&amp;atilde;o nas plataformas iPad e Android, de forma gratuita e por tempo limitado. &amp;ldquo;Apostar nesta nova m&amp;iacute;dia &amp;eacute; uma &amp;oacute;tima oportunidade para marcas que buscam sair na frente e alcan&amp;ccedil;ar um p&amp;uacute;blico seleto ligado nas mais recentes novidades em tecnologia&amp;rdquo;, afirmou o diretor comercial da Unidade Jornais RS do Grupo RBS, Renato Mesquita.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 4/7/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=u8IFjLSkumPsgfJgrgYT+A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=u8IFjLSkumPsgfJgrgYT+A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>E o Google declara guerra</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Desde a semana passada h&amp;aacute; uma nova rede social no ar. Chama-se Google+. N&amp;atilde;o &amp;eacute; a primeira tentativa do Google de entrar na internet social. O Orkut, lan&amp;ccedil;ado h&amp;aacute; sete anos, foi o primeiro. Exemplos recentes incluem Google Wave e Google Buzz. Pr&amp;oacute;ximo de algum sucesso, s&amp;oacute; o Orkut. Mas sucesso local no Brasil n&amp;atilde;o conta para uma empresa com ambi&amp;ccedil;&amp;otilde;es globais. N&amp;atilde;o desistem,&amp;nbsp; e com raz&amp;atilde;o: o Google precisa ser social. N&amp;atilde;o quer dizer que vai dar certo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A internet nos apresenta um problema. &amp;Eacute; um reposit&amp;oacute;rio de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em quantidade com n&amp;iacute;veis distintos de qualidade. Como encontrar o que precisamos? Na hist&amp;oacute;ria da rede, essa pergunta foi respondida de duas formas. No primeiro momento, a resposta foi dada por pessoas. &amp;Eacute; o modelo Yahoo! da web gr&amp;aacute;fica que nascia, por volta de 1995. O Yahoo! original era um grande &amp;iacute;ndice de sites selecionados por editores. A rede ficou muito grande, a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o na m&amp;atilde;o, invi&amp;aacute;vel. A&amp;iacute; vie ram os v&amp;aacute;rios sites de busca que selecionavam atrav&amp;eacute;s de um algoritmo, um programa, as melhores respostas. Nenhum era muito bom. At&amp;eacute; que o Google apareceu, na virada do s&amp;eacute;culo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel argumentar que o Google j&amp;aacute; n&amp;atilde;o representa mais a melhor maneira de encontrar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na rede. Por dois motivos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O primeiro &amp;eacute; que as redes sociais mudaram nosso comportamento. Ficou f&amp;aacute;cil perguntar para os amigos no Twitter, no Facebook. E, dependendo da pergunta, os amigos t&amp;ecirc;m respostas melhores do que o computador Or&amp;aacute;culo do Google. O segundo motivo &amp;eacute; mais sutil: ao mudar nosso comportamento, as redes sociais modificaram como a internet funciona.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O truque do Google, quando surgiu, era esperto. Para medir a qualidade de uma p&amp;aacute;gina, contava quantos sites punham links para ela. Se um blog sobre vinhos recebia links de muitos sites sobre vinhos, sua nota era alta neste assunto. Quanto maior a web, quanto mais sites publicando links uns para os outros, melhor o Google.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Numa rede em que os elos s&amp;atilde;o p&amp;aacute;ginas da web, a f&amp;oacute;rmula funciona. No mundo da internet social, a rede ganhou outros elos: pessoas. Quem mais indica que links valem seguir na internet, hoje, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o p&amp;aacute;ginas. S&amp;atilde;o pessoas nas redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A cada retu&amp;iacute;te, a cada &amp;ldquo;curtir&amp;rdquo; no Facebook, l&amp;aacute; est&amp;aacute; um voto para a qualidade de um site. E, na maioria dos casos, o Google t&amp;ecirc;m tido dificuldades de levar estes votos em conta.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Se quiser continuar sendo a principal refer&amp;ecirc;ncia para respostas online, nos pr&amp;oacute;ximos anos, o Google ter&amp;aacute; que se tornar mais social. A trupe que comanda a empresa sabe disso. N&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa que eles t&amp;ecirc;m se dedicado a uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos &amp;uacute;ltimos anos. O fato de que o Facebook fecha suas p&amp;aacute;ginas ao Google dificulta imensamente esse processo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Facebook n&amp;atilde;o &amp;eacute; simp&amp;aacute;tico perante os usu&amp;aacute;rios. For&amp;ccedil;a a barra da privacidade sempre que pode. Mas &amp;eacute; bom e f&amp;aacute;cil de usar. Apesar da imagem desgastada nos &amp;uacute;ltimos tempos, o Google ainda causa boa impress&amp;atilde;o no p&amp;uacute;blico geral. Google+, a rede social, traz uns truques novos. A habilidade de dividir os amigos em c&amp;iacute;rculos &amp;eacute; &amp;uacute;til. Assim, o usu&amp;aacute;rio pode publicar as fotos de uma festa, dividir com os amigos da faculdade e esconder da turma do escrit&amp;oacute;rio ou da fam&amp;iacute;lia. Do Twitter, pega outra boa ideia emprestada. No Google+, seguimos pessoas, n&amp;atilde;o fazemos amizade. Assim, um conhecido pode seguir suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem que voc&amp;ecirc; precise retribuir a amizade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;S&amp;oacute; que Google+ n&amp;atilde;o tem a maior qualidade do Facebook: &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil de usar. Neste primeiro momento, apenas um grupo pequeno de pessoas que conseguiram convite entrou. Jornalistas ligados a tecnologia e engenheiros do Vale do Sil&amp;iacute;cio s&amp;atilde;o maioria. Todos fazendo perguntas. Nem para estes &amp;eacute; trivial. Uma rede social d&amp;aacute; certo quando todos seus amigos se mudam para ela. Embora o Facebook seja muito melhor do que o Orkut, ele demorou a deslanchar no Brasil. Por isso: n&amp;atilde;o era onde os amigos estavam. Virar o jogo ser&amp;aacute; dif&amp;iacute;cil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="mso-bookmark: _Toc297622016;"&gt;Mas &amp;eacute; uma briga boa. N&amp;atilde;o &amp;eacute; a &amp;uacute;nica na qual o Google se encontra. Nos celulares, briga com a Apple. Nos aplicativos, com a Microsoft. Na propaganda, com toda a m&amp;iacute;dia. S&amp;atilde;o muitas frentes para um s&amp;oacute; general. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 5/7/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yZAHre9wEtNi8it8EL70Gg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yZAHre9wEtNi8it8EL70Gg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Diga-me onde clicas...</title><description>&lt;p&gt;O Yahoo vai disputar o mercado de compras coletivas brasileiro em parceria com um dos l&amp;iacute;deres no segmento - o Peixe Urbano &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel por toda a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Yahoo!Ofertas, no ar desde ontem. O diretor de e-commerce do Yahoo!Brasil, Leonardo Kh&amp;eacute;de, diz que a empresa que explorar a audi&amp;ecirc;ncia de seu site, que chega a 58% dos internautas, com ofertas bem direcionadas. "Sabendo o tipo de browser eles usam, em que sites navegam, o que buscam no Yahoo!Respostas conseguimos tra&amp;ccedil;ar um perfil de consumo", conta. O investimento e propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de divis&amp;atilde;o de lucros da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o foram divulgados.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 22/6/2011</description><author>Blue Chip</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=t2OfobzsdkgRgdBHk3q/kQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=t2OfobzsdkgRgdBHk3q/kQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo tenta superar dificuldades na China</title><description>&lt;p&gt;O Yahoo e o grupo japon&amp;ecirc;s Softbank, interessados em conquistar uma fatia dos lucros do setor de internet na China, consideraram que mesmo uma maneira aparentemente segura de contornar as restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es vigentes no pa&amp;iacute;s pode se tornar arriscada e amea&amp;ccedil;ar o valor de sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na maior provedora de com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Yahoo e o Softbank vinham contornando as restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es por meio da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os t&amp;eacute;cnicos de s&amp;oacute;cias chinesas, que os prestavam em troca de uma parte da receita. A t&amp;aacute;tica funcionou at&amp;eacute; que o servi&amp;ccedil;o de pagamento on-line Alipay, da provedora de com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico Alibaba, pedir uma licen&amp;ccedil;a operacional, de acordo com o previsto pelas novas normas chinesas para provedoras de servi&amp;ccedil;os de pagamento. As autoridades reguladoras recusaram e pediram &amp;agrave; Alipay que provasse que n&amp;atilde;o tinha qualquer v&amp;iacute;nculo contratual com investidores estrangeiros, segundo &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de imprensa como o Di&amp;aacute;rio do Povo e o Di&amp;aacute;rio Nanfang.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fato de os altos funcion&amp;aacute;rios do governo chin&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o terem questionado esses investimentos antes &amp;eacute; t&amp;iacute;pico de um ambiente regulat&amp;oacute;rio coalhado de incoer&amp;ecirc;ncia na &amp;aacute;rea de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, normas de sentido herm&amp;eacute;tico e falta de transpar&amp;ecirc;ncia, dizem advogados como Tom Shoesmith, diretor da filial chinesa do escrit&amp;oacute;rio de advocacia americano Pillsbury Winthrop Shaw Pittman.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"As empresas ocidentais entram na China e querem saber quais s&amp;atilde;o as normas", disse Shoesmith. "H&amp;aacute; a resposta tecnicamente correta, a resposta pr&amp;aacute;tica e a terceira &amp;eacute; &amp;ldquo;que import&amp;acirc;ncia tem, afinal?&amp;rdquo;", afirmou o advogado. "&amp;Agrave;s vezes, a resposta &amp;eacute; &amp;ldquo;Que import&amp;acirc;ncia tem, afinal?&amp;rdquo; at&amp;eacute; voc&amp;ecirc; ser preso."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um momento em que o fundador do Alibaba, Jack Ma, regateia com os acionistas, entre os quais o Yahoo, uma indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo investimento malsucedido, o pre&amp;ccedil;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Alibaba.com, a divis&amp;atilde;o da Alibaba com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es negociadas em bolsa, continua em seu recorde de baixa dos &amp;uacute;ltimos dois anos. Os pap&amp;eacute;is do Yahoo despencaram para seu menor patamar dos &amp;uacute;ltimos oito meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dana Lengkeek, porta-voz do Yahoo, preferiu n&amp;atilde;o comentar se as autoridades reguladoras pediram que a Alipay rompesse seus la&amp;ccedil;os com os investidores estrangeiros. O porta-voz do Softbank, Takeaki Nukii, n&amp;atilde;o quis informar sobre o emprego, pela empresa, das estruturas de investimento na China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A falta de clareza das normas &amp;eacute; um dos principais obst&amp;aacute;culos enfrentados pelos investidores americanos na China, que incluem tamb&amp;eacute;m infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de propriedade intelectual, segundo o Informe Oficial de 2011 da C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Americana na Rep&amp;uacute;blica Popular da China. Ted Dean, o presidente da c&amp;acirc;mara, disse que muitas vezes falta clareza regulat&amp;oacute;ria nas aprova&amp;ccedil;&amp;otilde;es do governo para produtos e licen&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"H&amp;aacute; casos em que, na realidade, o governo est&amp;aacute; trabalhando em diretrizes internas a que as empresas estrangeiras n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m acesso ou que elas descobrem depois do fato consumado", disse Dean. "Ou ent&amp;atilde;o a diretriz &amp;eacute; comunicada a elas oralmente no processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a gente se pergunta &amp;ldquo;Onde est&amp;aacute; isso na lei?&amp;rdquo;".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os investidores estrangeiros relutam em abrir processos na Justi&amp;ccedil;a, mesmo quando amparados na lei, porque isso &amp;eacute; muitas vezes encarado como uma medida contraproducente e prejudicial ao seu relacionamento com as autoridades reguladoras, disse Brendan Kelly, s&amp;oacute;cio do escrit&amp;oacute;rio de advocacia americano Baker &amp;amp; Mckenzie, que trabalha em Hong Kong. (Tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Rachel Warszawski)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 22/6/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=pE5z6eSnoTZYtXLgba7VRA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=pE5z6eSnoTZYtXLgba7VRA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Como o Google encara a nova guerra da Internet</title><description>&lt;p&gt;Eric Schmidt passou dez anos na presid&amp;ecirc;ncia executiva do Google Inc., tranformando uma ferramenta de pesquisa em r&amp;aacute;pida expans&amp;atilde;o numa gigante mundial que fornece sistemas operacionais para celulares e softwares baseados na web para as pessoas, al&amp;eacute;m de ser um sin&amp;ocirc;nimo de busca on-line. Schmidt, que recentemente transferiu o cargo de presidente-executivo do Google para o co-fundador Larry Page, &amp;eacute; agora presidente do conselho da empresa. No semin&amp;aacute;rio D: All Things Digital, promovido pelo Wall Street Journal na semana passada, ele conversou com Kara Swisher e Walter S. Mossberg, os dois organizadores da confer&amp;ecirc;ncia, sobre as novas guerras de plataformas, o sigilo de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e o uso da tecnologia para o bem e para o mal. Trechos editados da entrevista:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Walter S. Mossberg: H&amp;aacute; uma nova guerra de plataformas. Todo mundo conhece a guerra entre as plataformas Windows e Apple, que a Microsoft venceu de forma f&amp;aacute;cil na era do PC. Estamos na era p&amp;oacute;s-PC, e h&amp;aacute; outra guerra acontecendo. O sr. tem a ideia de uma "Gangue dos Quatro". Poderia falar um pouco sobre isso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eric Schmidt: Se voc&amp;ecirc; olhar para a ind&amp;uacute;stria como um todo, h&amp;aacute; quatro empresas que est&amp;atilde;o explorando as estrat&amp;eacute;gias de plataformas muito bem. Uma delas &amp;eacute; o Google; as outras tr&amp;ecirc;s s&amp;atilde;o a Apple, a Amazon e o Facebook. Nunca tivemos quatro empresas crescendo na escala que essas quatro t&amp;ecirc;m no agregado, em clientes, fluxo de caixa, alcance, parceiros e desenvolvimento de ferramentas de software, entre outras coisas. S&amp;atilde;o empresas globais com alcance e um poderio econ&amp;ocirc;mico que h&amp;aacute; 10 ou 20 anos s&amp;oacute; uma empresa tinha - tipicamente, a Microsoft, ou, antes dela, a IBM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mim, o mais interessante agora &amp;eacute; que cada uma est&amp;aacute; explorando de uma forma ou de outra uma plataforma para a criatividade que as pessoas est&amp;atilde;o aproveitando. Analisando o Facebook, agora existe uma s&amp;eacute;rie de competidores que v&amp;atilde;o explorar o modelo de relacionamento-identidade que o Facebook construiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Kara Swisher: Por que o sr. deixou a Microsoft fora desse grupo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: Porque a Microsoft n&amp;atilde;o est&amp;aacute; conduzindo a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo na mente dos consumidores. A Microsoft fez um trabalho muito bom de se garantir nas empresas e grande parte do lucro dela agora vem da uni&amp;atilde;o do servidor dos clientes Windows, que eles fazem muito bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: Se voltarmos aqui em alguns anos, o n&amp;uacute;mero cair&amp;aacute; para dois ou um, ou o sr. acredita que essa "Gangue dos Quatro" continuar&amp;aacute;?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: &amp;Eacute; improv&amp;aacute;vel que o n&amp;uacute;mero diminua devido a uma fus&amp;atilde;o entre elas, porque essas empresas s&amp;atilde;o muito grandes para passar pelas estruturas regulat&amp;oacute;rias globais. &amp;Eacute; mais prov&amp;aacute;vel que quando uma come&amp;ccedil;ar a perder espa&amp;ccedil;o, outra assuma o lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Swisher: Vamos falar sobre cada uma dessas empresas e o relacionamento do Google com elas. Com certeza tem sido dif&amp;iacute;cil com a Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: Come&amp;ccedil;ou como uma parceria. Agora com o sucesso do [sistema para celulares] Android, est&amp;aacute; mais dif&amp;iacute;cil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Swisher: E com o Facebook?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: Tentamos muito uma parceria com o Facebook. Eles fecharam acordos com a Microsoft de forma tradicional, acredito que basicamente porque a Microsoft estava disposta a dar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o est&amp;aacute;vamos dispostos. Mas talvez no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Facebook fez muitas coisas que admiro. O Facebook pode ser entendido como um &amp;oacute;timo site para passar tempo com amigos, colocar fotos, informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da vida social. Mas uma outra forma de entend&amp;ecirc;-lo &amp;eacute; que &amp;eacute; a primeira forma dispon&amp;iacute;vel a todos de tirar a ambiguidade da identidade. E a identidade &amp;eacute; extremamente &amp;uacute;til porque, no mundo on-line, &amp;eacute; preciso saber com quem voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; lidando. Historicamente, servi&amp;ccedil;os fundamentais como esse na internet n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o propriedade de uma &amp;uacute;nica empresa. Existem m&amp;uacute;ltiplas fontes. Acredito que a ind&amp;uacute;stria se beneficiaria em ter uma alternativa para isso. Da perspectiva do Google, se tal alternativa existir, poder&amp;iacute;amos usar isso para aperfei&amp;ccedil;oar nossa pesquisa, para dar recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es melhores para o YouTube, para fazer v&amp;aacute;rias coisas envolvendo amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: E sobre a n&amp;uacute;mero quatro - a Amazon?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: A Amazon fez um bom trabalho com as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na "nuvem" para montar uma s&amp;eacute;rie de servi&amp;ccedil;os geralmente conhecidos como S3. Eles tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m uma s&amp;eacute;rie de aplicativos e s&amp;atilde;o capazes de realmente integrar os sites de com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico. A Amazon tamb&amp;eacute;m fez um bom trabalho com sua plataforma f&amp;iacute;sica, a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadrias. E continuam crescendo muito r&amp;aacute;pido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Swisher: O sr. descreveu o Google como uma empresa primeiramente destinada &amp;agrave; pesquisa e an&amp;uacute;ncios. Mas voc&amp;ecirc;s continuam tentando fazer todas essas outras coisas. O Google acabou de anunciar um servi&amp;ccedil;o para arquivo de m&amp;uacute;sicas. E voc&amp;ecirc;s tiveram problemas em chegar a acordo com a ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica. Antes de tudo, por que voc&amp;ecirc;s querem entrar nesse neg&amp;oacute;cio? E segundo, por que a empresa n&amp;atilde;o conseguiu chegar a um acordo com o setor?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: A m&amp;uacute;sica &amp;eacute; fundamental do ponto de vista de entretenimento, de marca, de experi&amp;ecirc;ncia em todos esses aparelhos. E a nossa concorrente Apple tem uma estrutura antiga e bem-sucedida com o iTunes. Eles t&amp;ecirc;m acordos antigos. Temos tentado convencer a ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica a sustentar um modelo de assinatura baseado em servi&amp;ccedil;os na nuvem e n&amp;atilde;o conseguimos chegar a um acordo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Swisher: O sr. tentou durante muitos anos tentar estabelecer esse tipo de acordo com o YouTube e outras coisas. Qual tem sido o problema em lidar com a ind&amp;uacute;stria de entretenimento?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: O pessoal do lado da m&amp;iacute;dia tem alguns problemas de verdade. Voc&amp;ecirc; tem de sair de uma estrat&amp;eacute;gia na qual cobra muito por um n&amp;uacute;mero pequeno de c&amp;oacute;pias para cobrar um pouco de v&amp;aacute;rias formas por um n&amp;uacute;mero maior de c&amp;oacute;pias. N&amp;atilde;o acho que, como sociedade, realmente conseguimos entender as implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es disso. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; a desintermedia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que agora permite &amp;agrave;s pessoas driblar os est&amp;uacute;dios e ir direto para os direitos digitais. E h&amp;aacute; esse grande problema da pirataria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: D&amp;aacute; para as pessoas ficarem confort&amp;aacute;veis com o fato de que voc&amp;ecirc;s e as pessoas em torno de voc&amp;ecirc;s sabem tanto a nosso respeito? O sr. n&amp;atilde;o acha que sabe demais a nosso respeito?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: O Google vai se manter como um lugar no qual voc&amp;ecirc; pode fazer buscas an&amp;ocirc;nimas. Estamos comprometidos com a garantia de que voc&amp;ecirc;s tenham o controle sobre a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que temos sobre voc&amp;ecirc;s. Ent&amp;atilde;o, por exemplo, se voc&amp;ecirc; continuar a usar o Google e n&amp;atilde;o se logar, e n&amp;atilde;o nos disser quem &amp;eacute;, isso continuar&amp;aacute; a ser verdade para sempre. E se quiser usar nossos servi&amp;ccedil;os estando logado, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel usar nosso painel de privacidade, ver o que temos e nos dizer o que devemos esquecer. Dizemos &amp;agrave;s pessoas o que sabemos. E damos a elas a chance de apagar isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema aqui tem a ver com o tempo que mantemos a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Precisamos de um pouco dela para melhorar nossos algoritmos. Por isso chegamos a uma regra de algo entre 12 a 18 meses para a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses dados, que &amp;eacute; aproximadamente o que as autoridades tamb&amp;eacute;m querem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: O que o Android faz com as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: H&amp;aacute; uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o para aproveitar a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se voc&amp;ecirc; usa nossos v&amp;aacute;rios produtos relacionados a coisas sociais. &amp;Eacute; preciso escolher a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma expl&amp;iacute;cita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: E os aplicativos de terceiros na sua plataforma? H&amp;aacute; uma tela assustadora no Android Market que diz que vai usar sua agenda telef&amp;ocirc;nica, sua localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e todas essas outras coisas, mesmo se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; baixando um jogo ou algo parecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: O que mais poder&amp;iacute;amos fazer al&amp;eacute;m de apenas informar as pessoas sobre o que estamos fazendo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: Voc&amp;ecirc;s poderia controlar e dizer ao programador: "Isso &amp;eacute; apenas um jogo. Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o precisa usar a agenda telef&amp;ocirc;nica dessa pessoa."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: Jogos provavelmente precisam usar agendas telef&amp;ocirc;nicas porque &amp;eacute; como as pessoas usam games para v&amp;aacute;rios jogadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tomamos a decis&amp;atilde;o de n&amp;atilde;o controlar. O modelo da Apple produz lindos produtos de um tamanho de mercado espec&amp;iacute;fico com muitas ferramentas inteligentes, que s&amp;atilde;o altamente controladas pela Apple. O modelo do Google &amp;eacute; exatamente o inverso. Tudo bem. Deixe o mercado decidir. Isso se chama competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: O senhor tem pensado sobre o impacto do acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;oacute;vel e na nuvem e todas essas coisas sobre pol&amp;iacute;tica externa, sobre governos. Qual &amp;eacute; o impacto?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: Temos tentado entender - daqui a cinco anos e daqui a dez anos - como o mundo vai ser. As pessoas ter&amp;atilde;o mais poder de v&amp;aacute;rias novas maneiras, porque todo mundo ter&amp;aacute; o equivalente aos smartphones em seus bolsos. Em vez de uma vis&amp;atilde;o realista tradicional de pol&amp;iacute;tica externa, com Estados lutando contra Estados, uma forma mais moderna &amp;eacute; olhar do ponto de vista dos consumidores e a internet e a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas tecnologias por eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; imagina, por exemplo, o que um ditador faria com toda essa tecnologia, supervis&amp;atilde;o completa, completo rastreamento. E ent&amp;atilde;o imagina o que um dissidente naquela sociedade faria usando as mesmas ferramentas. Infelizmente, concluiria que exatamente as mesmas ferramentas seriam usadas por terroristas contra uma sociedade aberta. S&amp;atilde;o quest&amp;otilde;es para as quais n&amp;atilde;o acredito que as pessoas estejam realmente prontas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mossberg: Falando como um consumidor, acho que meus resultados no Google s&amp;atilde;o muito mais polu&amp;iacute;dos com lixo que n&amp;atilde;o gostaria ver ou que n&amp;atilde;o parece relevante. Sua estrat&amp;eacute;gia b&amp;aacute;sica de algoritmo, que foi t&amp;atilde;o bem sucedida e t&amp;atilde;o diferente das outras, ainda &amp;eacute; a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: O que voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; vendo &amp;eacute; resultado do papel do Google no mundo, muitas pessoas tentam interferir no resultado. No caso da mudan&amp;ccedil;a recente no algoritmo que anunciamos, atingimos na verdade 12% das respostas. Na ferramenta de pesquisa, fazemos centenas de melhorias por trimestre que voc&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o veem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra coisa que estamos fazendo que &amp;eacute; mais estrat&amp;eacute;gica &amp;eacute; tentar sair de respostas que s&amp;atilde;o baseadas em links para respostas que s&amp;atilde;o baseadas em algoritmos, em que podemos de fato dar a resposta certa. Agora temos tecnologia de intelig&amp;ecirc;ncia artificial suficiente e escala bastante para literalmente calcularmos a resposta certa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Swisher: Como o sr. definiria a era Google de Eric Schmidt? E o que o sr. considera a era Larry Page?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: Tenho muito orgulho de ter feito parte da r&amp;aacute;pida expans&amp;atilde;o e de ter transformado o Google de um incr&amp;iacute;vel site numa for&amp;ccedil;a real em termos de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e neg&amp;oacute;cios. Larry vai adicionar mais revis&amp;otilde;es de produtos, mais escala e vai se movimentar muito mais r&amp;aacute;pido que fui capaz em termos de lideran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Swisher: O sr. ainda supervisiona as crian&amp;ccedil;as, como costuma brincar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Schmidt: N&amp;atilde;o. &amp;Eacute; engra&amp;ccedil;ado que Larry e Sergey [Brin, co-fundador do Google] tenham crescido com o tempo. E depois de uma d&amp;eacute;cada trabalhando juntos, eles viram tudo o que voc&amp;ecirc; poderia imaginar. Eles s&amp;atilde;o perfeitamente capazes de tocar esta empresa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 6/6/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=24Fr8IQm+pzLDr9pMEnZXg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 06 Jun 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=24Fr8IQm+pzLDr9pMEnZXg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Uso do Twitter é duplicado entre americanos adultos</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Twitter, site de rede social que permite que as pessoas troquem mensagens de 140 caracteres, &amp;eacute; atualmente usado por 13% dos adultos americanos conectados, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos 8% que o empregavam em novembro, com a ades&amp;atilde;o de americanos mais velhos ao servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;tre os usu&amp;aacute;rios do Twitter que t&amp;ecirc;m telefones celulares, 54% usaram os aparelhos m&amp;oacute;veis para acessar o servi&amp;ccedil;o de m&amp;iacute;dia social, segundo relat&amp;oacute;rio divulgado ontem pelo Pew Research Center. O uso do Twitter mais do que duplicou desde o fim de 2010 entre pessoas de 25 a 34 anos, para 19%, e elevou-se entre os adultos de 35 a 44 anos, para 14%. O acesso &amp;agrave; rede por pessoas de 55 a 64 anos duplicou, para 8%.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"[A rede] est&amp;aacute; mais presente na consci&amp;ecirc;ncia do p&amp;uacute;blico do que estava talvez seis meses atr&amp;aacute;s", disse Aaron Smith, analista da Pew de Washington. "As pessoas mais velhas est&amp;atilde;o entrando, dando uma olhada no que acontece. De modo geral, parece que o Twitter est&amp;aacute; menos confuso, por falta de palavra melhor, do que era, digamos, neste per&amp;iacute;odo do ano passado."&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Twitter, que concorre com o servi&amp;ccedil;o de rede social Facebook, est&amp;aacute; tentando que melhorar seus produtos em meio a mudan&amp;ccedil;as de sua dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinadas a atrair mais usu&amp;aacute;rios e anunciantes. Em mar&amp;ccedil;o, seu cofundador, Jack Dorsey, que deixou o cargo de principal executivo em 2008, se tornou presidente-executivo e diretor de desenvolvimento de produto. Dick Costolo, que ajudou a lan&amp;ccedil;ar um novo servi&amp;ccedil;o de an&amp;uacute;ncios para empresas no Twitter no ano passado, assumiu o cargo de principal executivo em outubro, em substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao cofundador Evan Williams.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Estamos crescendo de maneira espantosa", disse Costolo, ontem, na Confer&amp;ecirc;ncia AllThingsD&amp;acute;s D9, realizada em Rancho Palos Verdes, Calif&amp;oacute;rnia. "A beleza do Twitter &amp;eacute; que cada vez mais pessoas aderem, porque ele torna o mundo delas menor."&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As estimativas de usu&amp;aacute;rios do relat&amp;oacute;rio da Pew foram conservadoras, disse Costolo, observando que as empresas de pesquisa externas n&amp;atilde;o rastreiam com precis&amp;atilde;o o emprego do Twitter. Mesmo assim, ele preferiu n&amp;atilde;o fornecer n&amp;uacute;meros espec&amp;iacute;ficos de usu&amp;aacute;rios atuantes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O site do Twitter n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais o que a "vasta maioria" dos usu&amp;aacute;rios tem como refer&amp;ecirc;ncia, disse o executivo. Houve um dr&amp;aacute;stico crescimento do servi&amp;ccedil;o para aparelhos m&amp;oacute;veis, como o iPhone, da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para atrair mais usu&amp;aacute;rios, o Twitter lan&amp;ccedil;ou ontem um servi&amp;ccedil;o que possibilitar&amp;aacute; que as pessoas compartilhem fotos com facilidade, disse a empresa em seu blog. A rede social tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; modernizando seu servi&amp;ccedil;o de busca, que pretende gerar postagens mais relevantes e mostrar fotos e imagens referentes &amp;agrave;s mensagens.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Twitter conta com 600 a 650 anunciantes, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos 150 de 2010, disse Costolo. O grupo realizou mais de 6 mil campanhas publicit&amp;aacute;rias. As vendas de an&amp;uacute;ncios poder&amp;atilde;o mais do que triplicar, para cerca de US$ 150 milh&amp;otilde;es este ano, segundo a eMarketer.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 2/6/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yAQarPS4MHrecZVkGAQ9Kg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 02 Jun 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yAQarPS4MHrecZVkGAQ9Kg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Mais conteúdo nacional para os eletrônicos</title><description>&lt;p&gt;O ministro de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou ontem que o governo vai aumentar a exig&amp;ecirc;ncia de conte&amp;uacute;do local, ou seja, a parcela do produto formada exclusivamente por insumos e pe&amp;ccedil;as nacionais, de fabricantes de celulares, televisores e computadores port&amp;aacute;teis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo &amp;eacute; for&amp;ccedil;ar as ind&amp;uacute;strias a aumentarem a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dom&amp;eacute;stica e substitu&amp;iacute;rem as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Segundo Mercadante, o pa&amp;iacute;s n&amp;atilde;o pode mais assistir passivamente a um d&amp;eacute;ficit comercial de US$ 18,9 bilh&amp;otilde;es em ci&amp;ecirc;ncia e tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ele enfatizou que o Brasil nunca esteve t&amp;atilde;o forte como agora para impor esse tipo de condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o a ind&amp;uacute;strias que queiram se beneficiar de incentivos fiscais:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; Vamos usar o poder de compra para darmos um salto hist&amp;oacute;rico na cadeia produtiva. Segundo o ministro, al&amp;eacute;m de ser um dos principais mercados de televisores, computadores e celulares, o Brasil se prepara para um gigantesco processo de inclus&amp;atilde;o digital. Somente nas escolas p&amp;uacute;blicas, 69 milh&amp;otilde;es de estudantes ser&amp;atilde;o contemplados. &amp;mdash; N&amp;atilde;o podemos nos contentar em sermos simplesmente um montador de telefone celular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos produzir os componentes aqui e avan&amp;ccedil;ar na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de semicondutores e telas LCD &amp;mdash; disse. O governo j&amp;aacute; come&amp;ccedil;ou a usar esse caminho com os tablets. Foi publicada ontem, no Di&amp;aacute;rio Oficial, a portaria que regulamenta o Processo Produtivo B&amp;aacute;sico (PPB) para a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses equipamentos no pa&amp;iacute;s, estabelecendo graus de nacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto ao longo dos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De forma geral, os componentes precisam ter 20% de componentes&amp;nbsp; nacionais, &amp;iacute;ndice que deve chegar a 80% em 2014. A placa-m&amp;atilde;e &amp;eacute; a &amp;uacute;nica pe&amp;ccedil;a dos tablets que deve ter 50% de nacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; este ano, passando para 95% em 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Especialistas manifestam apoio &amp;agrave; iniciativa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia de ampliar os &amp;iacute;ndices de conte&amp;uacute;do local, que deve sair do papel ainda este ano, foi elogiada pelo economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rog&amp;eacute;rio C&amp;eacute;sar de Souza. &amp;mdash; Os investimentos que v&amp;ecirc;m ao Brasil s&amp;atilde;o sempre bem-vindos, mas &amp;eacute; interessante fazer com que as empresas nacionais possam se associar de alguma forma, ou ainda que haja algum tipo de transfer&amp;ecirc;ncia de tecnologia &amp;mdash; afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria Eletroeletr&amp;ocirc;nica (Abinee), Humberto Barbato, tamb&amp;eacute;m considerou positiva a ideia, mas recomendou cuidado com o risco de eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custos industriais na hora de exigir de empresas o uso de componentes nacionais. Ele lembrou que televisores s&amp;atilde;o produzidos na Zona Franca de Manaus sem qualquer exig&amp;ecirc;ncia de &amp;iacute;ndice de conte&amp;uacute;do local. Mais cedo, em uma conversa com funcion&amp;aacute;rios de sua pasta,&amp;nbsp; Mercadante disse que um dos grandes desafios do governo &amp;eacute; reverter d&amp;eacute;ficits comerciais n&amp;atilde;o apenas em tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas tamb&amp;eacute;m nas &amp;aacute;reas de qu&amp;iacute;micos, f&amp;aacute;rmacos e bens de capital, que registraram, cada um, saldos negativos superiores a US$ 12 bilh&amp;otilde;es em 2010. &lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 2/6/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=kT2iR/7RqH03wpiC0cvqkw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 02 Jun 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=kT2iR/7RqH03wpiC0cvqkw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Internet fatura US$ 7,3 bilhões em publicidade</title><description>&lt;p&gt;As receitas de publicidade da internet nos Estados Unidos chegaram a US$ 7,3 bilh&amp;otilde;es no primeiro trimestre deste ano, aumento de 23% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. Os dados s&amp;atilde;o do Interactive Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers (PwC). Esse resultado &amp;eacute; o maior n&amp;iacute;vel de receita obtido pelo segmento em um trimestre. O pr&amp;oacute;prio resultado do ano passado j&amp;aacute; foi recorde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros do IAB e da PwC s&amp;atilde;o considerados os mais precisos na medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas de publicidade interativa, j&amp;aacute; que s&amp;atilde;o compilados diretamente a partir das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es fornecidas pelas empresas de venda de publicidade na internet. O levantamento inclui receitas de publicidade online em sites da internet, e-commerce, provedores gratuitos de e-mail e todas as demais empresas de venda de publicidade online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 1999, quando a receita de publicidade online come&amp;ccedil;ou a ser medida, os n&amp;uacute;meros evolu&amp;iacute;ram de cerca de US$ 800 milh&amp;otilde;es para os atuais US$ 7,3 bilh&amp;otilde;es. Apenas entre 2009 e 2010 foi registrado um decr&amp;eacute;scimo de receitas em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da crise econ&amp;ocirc;mica mundial. No entanto, os atuais resultados confirmam que a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, retomada no in&amp;iacute;cio do ano passado, se mant&amp;eacute;m em expans&amp;atilde;o desde ent&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 27/5/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ev+eLv5VMbvDsZBLKcJ0hA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 27 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ev+eLv5VMbvDsZBLKcJ0hA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>China clona do MSN ao Google e lidera web</title><description>&lt;p&gt;PEQUIM - O mapa luminoso da presen&amp;ccedil;a global do Facebook mostra uma mancha negra sobre a China, onde a mais c&amp;eacute;lebre rede social da internet &amp;eacute; bloqueada, assim como YouTube e Twitter. Mas isso n&amp;atilde;o significa que a maior popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o online do planeta est&amp;aacute; fora do universo dos microblogs, games e redes virtuais de amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentro da invis&amp;iacute;vel Grande Muralha de Fogo levantada pela censura chinesa surgiram algumas das maiores empresas de internet do mundo, que come&amp;ccedil;am a rivalizar com os originais que clonaram, em valor de mercado e n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O servi&amp;ccedil;o de mensagens instant&amp;acirc;neas QQ tem apenas 5% de seus clientes fora da China, mas a audi&amp;ecirc;ncia dom&amp;eacute;stica &amp;eacute; suficiente para coloc&amp;aacute;-lo em 10.&amp;ordm; lugar no ranking dos sites mais visitados do mundo, elaborado pela consultoria Alexa - uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o acima do MSN da Microsoft.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na origem do sucesso do QQ est&amp;atilde;o os 477 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios da internet na China, quase o dobro dos 250 milh&amp;otilde;es existentes nos Estados Unidos. Em poucos anos, a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o online do pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico ser&amp;aacute; o triplo da norte-americana, estima Duncan Clark, da empresa de consultoria BDA China. "O centro de gravidade da internet est&amp;aacute; mudando", observa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;QQ &amp;eacute; a face mais popular da Tencent, a maior companhia de internet da China e a terceira do mundo em valor de mercado, com US$ 52 bilh&amp;otilde;es, abaixo apenas do Google (US$ 171,2 bilh&amp;otilde;es) e Amazon (US$ 89,9 bilh&amp;otilde;es). Se o Facebook tivesse a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Bolsa, certamente estaria &amp;agrave; frente da empresa chinesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O consultor Bill Bishop, editor do site Digichina, acredita que a internet representa o maior segmento da economia chinesa fora das m&amp;atilde;os do Estado. As l&amp;iacute;deres s&amp;atilde;o empresas de capital privado com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas Bolsas de Valores de Nova York ou Hong Kong - nenhuma tem papeis negociados na China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as 12 representantes chinesas que apareceram na lista BrandZ das 100 marcas mais valiosas do mundo divulgada no in&amp;iacute;cio de maio, s&amp;oacute; duas n&amp;atilde;o eram estatais: Baidu e Tencent, ambas do setor de internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elaborado pela ag&amp;ecirc;ncia Millward Brown Group, o ranking estimou o valor da marca Baidu em US$ 22,56 bilh&amp;otilde;es, alta de 141% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior, o que elevou a grife chinesa ao segundo lugar entre as de mais r&amp;aacute;pido crescimento do planeta, atr&amp;aacute;s apenas do Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vigor da internet tamb&amp;eacute;m se reflete na lista dos chineses mais ricos elaborada pela Forbes. O primeiro lugar de 2011 &amp;eacute; ocupado por Li Yanghong, de 42 anos, o fundador do Baidu. Tamb&amp;eacute;m conhecido como Robin Li, ele &amp;eacute; dono de uma fortuna de US$ 9,4 bilh&amp;otilde;es, o que o deixa na posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 95 no ranking global da revista. O criador da Tencent, Ma Huateng, 39 anos, aparece na 10.&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os chineses endinheirados, com US$ 5 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Idealizada para controlar a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e barrar o que &amp;eacute; considerado contr&amp;aacute;rio aos interesses do Partido Comunista, a censura acabou funcionando como uma reserva de mercado, que permitiu o desenvolvimento dos sites chineses sem a amea&amp;ccedil;a de concorr&amp;ecirc;ncia externa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; o &amp;uacute;nico fator que explica o sucesso de alguns deles. O Baidu j&amp;aacute; era l&amp;iacute;der do mercado de buscas antes de o Google decidir transferir seu site chin&amp;ecirc;s para Hong Kong, em mar&amp;ccedil;o de 2010, em raz&amp;atilde;o da intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da censura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer maneira, a sa&amp;iacute;da de campo de seu principal competir elevou a fatia de mercado do Baidu de pouco mais de 60% para cerca de 80%. Nesse mesmo, o pre&amp;ccedil;o de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Nasdaq teve alta de quase 150%, o que jogou o valor de mercado da empresa para US$ 47,4 bilh&amp;otilde;es, mais que o dobro do Yahoo!. O Baidu est&amp;aacute; em sexto lugar no ranking dos sites mais visitados do mundo, segundo a consultoria Alexa, atr&amp;aacute;s de Google, Facebook, YouTube, Yahoo! e Live.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os campe&amp;otilde;es da internet chinesa s&amp;oacute; conseguiram prosperar porque se sujeitaram aos limites impostos pelo Partido Comunista, que os transformam em agentes executores da censura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os sites s&amp;atilde;o respons&amp;aacute;veis por impedir que cheguem a seus portais todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es vetadas pelas autoridades de Pequim. A lista do que &amp;eacute; proibido tem temas permanentes, como independ&amp;ecirc;ncia do Tibete, e outros que mudam de acordo com as circunst&amp;acirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diariamente, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que est&amp;aacute; vetado &amp;eacute; distribu&amp;iacute;da pelos censores de Pequim. Jasmim, nome do ch&amp;aacute; mais popular da China, foi banido desde que foi vinculado &amp;agrave; Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Jasmim que derrubou o governo da Tun&amp;iacute;sia, em janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O agravamento da censura, a crescente dificuldade para atuar no pa&amp;iacute;s e o ataque de seu site por hackers foram os argumentos utilizados pelo Google para justificar a transfer&amp;ecirc;ncia de sua opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em chin&amp;ecirc;s para Hong Kong. Na China, o Google tinha de a praticar a autocensura, como os demais sites do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante da barreira &amp;agrave; entrada de empresas estrangeiras na China, a compra de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Bolsa ou a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta no capital das empresas chinesas se transformaram nos &amp;uacute;nicos caminhos pelos quais os investidores podem apostar no boom da internet no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; quem entre nesse mercado sem saber se ter&amp;atilde;o uma rede de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O site de relacionamento Renren, uma vers&amp;atilde;o chinesa do Facebook, levantou US$ 743,4 milh&amp;otilde;es na Bolsa de Nova York este m&amp;ecirc;s, dez vezes mais do que faturou em 2010. As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es perderam 24% desde ent&amp;atilde;o, mas est&amp;atilde;o em patamar que d&amp;aacute; &amp;agrave; companhia um valor de mercado de US$ 5,4 bilh&amp;otilde;es. "O Renren &amp;eacute; pequeno, e isso certamente &amp;eacute; uma bolha", afirma Clark, da BDA.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 22/5/2011</description><author>Economia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=FNOi/MBP2sQmtiu2zet/aQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sun, 22 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=FNOi/MBP2sQmtiu2zet/aQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Apesar do caixa cheio, Google capta US$ 3 bi no mercado</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Google Inc. vendeu US$ 3 bilh&amp;otilde;es em deb&amp;ecirc;ntures - em sua primeira emiss&amp;atilde;o do tipo - e se juntou a v&amp;aacute;rias outras empresas de tecnologia que decidiram tirar proveito dos baixos juros para captar recursos mesmo j&amp;aacute; tendo o caixa recheado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Foi boa a demanda ontem pelos t&amp;iacute;tulos da empresa de internet, mesmo com o rendimento pouco maior que o dos t&amp;iacute;tulos do Tesouro americano. Houve demanda para mais de US$ 10 bilh&amp;otilde;es e o Google poderia ter dobrado facilmente a emiss&amp;atilde;o, segundo uma pessoa a par da quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A emiss&amp;atilde;o do gigante da internet foi realizada apesar de ele ter divulgado em mar&amp;ccedil;o ter quase US$ 37 bilh&amp;otilde;es em caixa. A empresa n&amp;atilde;o deu nenhuma indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que pretende usar os recursos para uma grande aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou para recomprar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, algo que nunca fez.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Planejamos usar os recursos para quitar commercials papers a vencer e para prop&amp;oacute;sitos empresariais gerais", disse um porta-voz do Google. A empresa tem cerca de US$ 2 bilh&amp;otilde;es em commercial papers, ou notas promiss&amp;oacute;rias, no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Google est&amp;aacute; se juntando a uma s&amp;eacute;rie de outras empresas de tecnologia que j&amp;aacute; tomaram dinheiro emprestado este ano, apesar de contarem com reservas consider&amp;aacute;veis. A Microsoft Corp., que tinha mais de US$ 50 bilh&amp;otilde;es em caixa no fim do primeiro trimestre, tamb&amp;eacute;m emitiu US$ 2,25 bilh&amp;otilde;es em fevereiro. A empresa mostrou semana passada uma das maneiras pelas quais pretende gastar um pouco do caixa: anunciou um acordo de US$ 8,5 bilh&amp;otilde;es em dinheiro para comprar a empresa de telecomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela internet Skype, embora n&amp;atilde;o tenha usado recursos da emiss&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Antes da emiss&amp;atilde;o do Google, quase US$ 17 bilh&amp;otilde;es em d&amp;iacute;vida tinham sido emitidos em 17 opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor de tecnologia este ano, segundo a Thomson Reuters. A Cisco Systems Inc., a Dell Inc. e a International Business Machines Corp. foram algumas das empresas que emitiram deb&amp;ecirc;ntures este ano, em opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que variaram de US$ 1 bilh&amp;atilde;o a US$ 4 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As empresas de tecnologia est&amp;atilde;o aparentemente aproveitando o mercado de renda fixa agora, mesmo com suas reservas polpudas, porque os juros nos Estados Unidos est&amp;atilde;o t&amp;atilde;o baixos e elas est&amp;atilde;o seguindo o velho ditado de que &amp;eacute; bom tomar emprestado quando &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, n&amp;atilde;o quando &amp;eacute; preciso, dizem analistas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As emiss&amp;otilde;es propiciam a essas empresas mais uma ferramenta, e tamb&amp;eacute;m mais flexibilidade nos gastos. Bill Larkin, administrador de carteira da Cabot Money Management, de Boston, disse que, diante do custo da oferta das deb&amp;ecirc;ntures, o Google est&amp;aacute; na pr&amp;aacute;tica recebendo "dinheiro de gra&amp;ccedil;a".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Algumas empresas de tecnologia t&amp;ecirc;m emitido pap&amp;eacute;is nos Estados Unidos para evitar ter de recorrer ao caixa das subsidi&amp;aacute;rias no exterior e pagar impostos sobre esse dinheiro. Mas no caso do Google mais de metade do caixa e aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de curt&amp;iacute;ssimo prazo est&amp;aacute; nos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Google tem especificamente gastado mais para contratar funcion&amp;aacute;rios, abrir novos escrit&amp;oacute;rios e impulsionar novas linhas de neg&amp;oacute;cios. As despesas operacionais do Google - que financiam sal&amp;aacute;rios, equipamentos, marketing e pesquisas - subiram 54% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um ano antes e representam um ter&amp;ccedil;o do sua receita trimestral, a maior propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o em anos. Diante da alta recente no valor de mercado das empresas de tecnologia, o dinheiro extra do Google pode ser &amp;uacute;til para aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. No fim do ano passado, o Google estava pronto para pagar mais de US$ 5 bilh&amp;otilde;es para comprar o site de descontos Groupon Inc., disseram pessoas a par da quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A emiss&amp;atilde;o de US$ 3 bilh&amp;otilde;es inclui pap&amp;eacute;is com vencimentos em tr&amp;ecirc;s, cinco e dez anos. Realizaram a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o o Citigroup Inc., o J.P. Morgan Chase Co. e o Goldman Sachs Group Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Que o Google, que j&amp;aacute; tem quase 13 anos e s&amp;oacute; tenha come&amp;ccedil;ado a emitir t&amp;iacute;tulos agora &amp;eacute; um sinal de como a empresa est&amp;aacute; amadurecendo. As jovens firmas de tecnologia, em r&amp;aacute;pido crescimento, geralmente captam recursos em ofertas de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; ganhar tamanho suficiente e come&amp;ccedil;ar a tomar empr&amp;eacute;stimo no mercado de d&amp;iacute;vida. O crescimento do faturamento do Google desacelerou nos &amp;uacute;ltimos anos, com alta de 27% no primeiro trimestre, ante cerca de 40% no primeiro semestre de 2008.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 18/5/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fIxPPbWHlc3BYCuUgf4dPg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 18 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fIxPPbWHlc3BYCuUgf4dPg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook e Microsoft atacam Google nas buscas</title><description>&lt;p&gt;Facebook e Microsoft adotaram uma estrat&amp;eacute;gia em conjunto para combater o sistema de buscas mais popular do mundo. Desde segunda-feira, 16, o Bing passou a contar com uma ajudinha da rede social para tornar seus resultados mais eficientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tr&amp;ecirc;s ferramentas foram implantadas, o Trusted Friends (amigos confi&amp;aacute;veis), o Collective IQ (QI coletivo) e o Travel Features (recursos de viagem), cada um com caracter&amp;iacute;sticas que aproximam os dois servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O internauta precisa estar logado no Facebook quando acessar o Bing para que as mudan&amp;ccedil;as surtam efeito. Assim &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que o Trusted, por exemplo, coloque fotos dos amigos do usu&amp;aacute;rios que "curtiram" o assunto pesquisado junto aos resultados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; o Collective funciona assim: uma empresa que oferece descontos em an&amp;uacute;ncios no Facebook ver&amp;aacute; a mesma oferta aparecer no Bing. E, se um determinado an&amp;uacute;ncio tiver muitos "Likes", este aparecer&amp;aacute; nos resultados tamb&amp;eacute;m.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso do Travel, o internauta ver&amp;aacute; nos resultados, ao buscar por um local, quais amigos j&amp;aacute; estiveram ou moram ali. Se quem estiver fazendo a busca "curtir" o pre&amp;ccedil;o de uma passagem, as atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de valor ser&amp;atilde;o publicadas na news feed da pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Business Insider destaca que as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o chegam a intimidar o Google, mas mostram o qu&amp;atilde;o empenhados est&amp;atilde;o Facebook e Microsoft em pressionar a gigante de buscas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 17/5/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=bOJ6i2m3knmSeNtCB7lb6A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 17 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=bOJ6i2m3knmSeNtCB7lb6A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Tablets podem ficar até 36% mais baratos</title><description>&lt;p&gt;O ministro das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Paulo Bernardo, reafirmou ontem que a medida provis&amp;oacute;ria (MP) que trar&amp;aacute; desonera&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os tablets ser&amp;aacute; publicada esta semana. E disse ainda que as iniciativas do governo podem baratear os aparelhos em at&amp;eacute; 36% no pa&amp;iacute;s. Ou seja, um tablet que, hoje, sai em torno de R$ 1.800, pode vir a custar R$ 1.150. O mercado, no entanto, &amp;eacute; mais conservador e espera redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 30%. A MP vai enquadrar os tablets em uma nova categoria de produtos de inform&amp;aacute;tica, o que vai permitir que sejam beneficiados pela chamada Lei do Bem. Com a decis&amp;atilde;o, os equipamentos ter&amp;atilde;o isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de PIS/Cofins, o que significa que os impostos v&amp;atilde;o cair de 9,25% para zero, a exemplo do que j&amp;aacute; ocorre no pa&amp;iacute;s com os computadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentro da estrat&amp;eacute;gia de atrair para o Brasil n&amp;atilde;o apenas a montagem, mas toda a cadeia produtiva de tablets, o governo j&amp;aacute; estuda estender ao hardware os incentivos fiscais que hoje oferece &amp;agrave; fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de softwares por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnol&amp;oacute;gico da Ind&amp;uacute;stria de Semicondutores (Padis). Isso significa isentar de Imposto de Importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e PIS/Cofins a compra &amp;mdash; no exterior e no mercado dom&amp;eacute;stico &amp;mdash; de insumos e equipamentos para a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do maquinado e de programas para o funcionamento dos tablets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os benef&amp;iacute;cios reduziriam o custo de fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses produtos, tornando o pa&amp;iacute;s uma plataforma interessante para a cadeia produtiva. O plano &amp;eacute; defendido pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria El&amp;eacute;trica e Eletr&amp;ocirc;nica (Abinee). A pr&amp;oacute;pria entidade j&amp;aacute; apresentou ao governo uma ideia pela qual o Padis deveria passar a se chamar Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnol&amp;oacute;gico de Componentes (Padic).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abinee defende maior valor agregado &amp;agrave; industria&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Padic, argumenta a Abinee, seria importante para dar maior valor agregado &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria nacional e para universalizar o acesso da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira ao uso da inform&amp;aacute;tica e das telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Ineg&amp;aacute;vel foi o avan&amp;ccedil;o trazido pelo Padis, mas sabemos que ainda s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios esfor&amp;ccedil;os para garantir musculatura &amp;agrave;s empresas existentes e novos est&amp;iacute;mulos para as corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es que desejam se instalar no pa&amp;iacute;s. Os incentivos deveriam ser t&amp;atilde;o maiores quanto mais nos aproximarmos do investimento no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos componentes e quanto maior for o valor agregado ao processo", afirma a Abinee em seu plano estrat&amp;eacute;gico para o setor de eletroeletr&amp;ocirc;nicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra medida defendida pela Abinee e que o governo estuda adotar &amp;eacute; reduzir o percentual obrigat&amp;oacute;rio do faturamento que as empresas precisam investir em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;amp;D) para se enquadrar no Padis e na Lei de Inform&amp;aacute;tica. Esse valor &amp;eacute;, atualmente, de 5%, mas poderia cair para 1%. Parcelas adicionais do faturamento que fossem direcionadas a esse tipo de gasto poderiam gerar cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio para a ind&amp;uacute;stria, de forma que n&amp;atilde;o haveria redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no montante aplicado em P&amp;amp;D no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ser&amp;aacute; editada tamb&amp;eacute;m uma portaria interministerial fixando o Processo Produtivo B&amp;aacute;sico (PPB) para os tablets, para que esses aparelhos possam contar com uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IPI, que passar&amp;aacute; de 15% para 3%.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 18/5/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=AKqX8dNTJzS/Yeyz1rn8mA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 18 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=AKqX8dNTJzS/Yeyz1rn8mA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Primeiro jornal para iPad dá prejuízo milionário</title><description>&lt;p&gt;O "The Daily" nasceu em fevereiro com status de "salvador da m&amp;iacute;dia impressa", mas, pelo menos por enquanto, parece sofrer por seu pioneiro. Capitaneado pelo magnata Rupert Murdoch, dono da News Corp., o primeiro jornal feito exclusivamente para o iPad tem custado caro: no primeiro trimestre do ano fiscal, o preju&amp;iacute;zo &amp;eacute; de US$ 10 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s um per&amp;iacute;odo incial gratuito, o acesso ao "The Daily" come&amp;ccedil;ou a ser cobrado no final de mar&amp;ccedil;o com plano de assinatura anual a US$ 40 ou a US$ 1 pelo acesso semanal &amp;agrave; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no iPad. De acordo com o executivo da News Corp, Chase Carey, mais de 800 mil pessoas baixaram o aplicativo desde o lan&amp;ccedil;amento da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A empresa n&amp;atilde;o divulgou o n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios que, ap&amp;oacute;s o per&amp;iacute;odo inicial de testes, decidiu pagar pelo jornal eletr&amp;ocirc;nico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carey se diz conformado com as perdas neste per&amp;iacute;odo inicial, pois elas j&amp;aacute; eram esperadas por ele. "Estamos nos primeiros dias de um novo produto. &amp;Eacute; um trabalho em andamento, estamos testando a tecnologia e refinando o conte&amp;uacute;do, e o mercado de tablets ainda est&amp;aacute; na inf&amp;acirc;ncia", afirmou Carey.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O custo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o semanal do "Daily" &amp;eacute; de cerca de US$ 500 mil, a maior parte deste total paga em sal&amp;aacute;rios para jornalistas, diagramadores, programadores e outros profissionais contratados pela publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. At&amp;eacute; o fim de 2011, a News Corp. espera investir cerca de US$ 30 milh&amp;otilde;es na publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 5/5/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=QPzemvRT53Oc+V8YurXx9g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 05 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=QPzemvRT53Oc+V8YurXx9g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Opção aberta ao iPad</title><description>&lt;p&gt;O Xoom chegou ao mercado brasileiro com uma miss&amp;atilde;o: ser a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao iPad. Miss&amp;atilde;o cumprida em parte &amp;ndash; ele &amp;eacute; a melhor alternativa sim, mas s&amp;oacute; para quem tem birra da Apple e quer um sistema mais aberto. Ele inaugura a vers&amp;atilde;o 3.0 do Android, a Honeycomb, a primeira desenvolvida especialmente para tablets. A outra op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tablet no Pa&amp;iacute;s, o Samsung Galaxy Tab, roda a vers&amp;atilde;o 2.2 do Android, Froyo, feita para celulares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferen&amp;ccedil;a principal do Honeycomb para o Froyo &amp;eacute; que a navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o multitarefa &amp;eacute; facilitada e os apps s&amp;atilde;o otimizados. O YouTube, por exemplo, &amp;eacute; bonito e funcional. O Gmail e o Gtalk tamb&amp;eacute;m v&amp;atilde;o bem &amp;ndash; o videochat do Gtalk funciona que &amp;eacute; uma beleza na tela de 10,1 polegadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Motorola mostrou o Xoom na Consumer Eletronics Show (CES) em Las Vegas, no in&amp;iacute;cio do ano, e ele chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; nas demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es parecia que Android estava finalmente pronto para o duelo com o iPad (ent&amp;atilde;o em sua primeira vers&amp;atilde;o).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&amp;oacute; que, com o tablet nas m&amp;atilde;os, a realidade &amp;eacute; um pouco diferente. A primeira impress&amp;atilde;o &amp;eacute; o peso: 730 g (o iPad pesa 680 g). O Honeycomb liga razoavelmente r&amp;aacute;pido e exibe um visual um pouco moderno demais, com uma fonte e um n&amp;eacute;on que beiram a cafonice. Mas isso &amp;eacute; detalhe. O sistema para destravar a tela &amp;eacute; simp&amp;aacute;tico: &amp;eacute; preciso deslizar os dedos por um cadeado dentro de um c&amp;iacute;rculo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A bateria foi uma boa surpresa. Ela dura o que promete a fabricante: cerca de 10 horas ligado, mesmo que ele esteja executando diversas tarefas simult&amp;acirc;neas. Em standby, foram mais de dois dias sem recarga. A tela multitouch responde bem, mas n&amp;atilde;o iguala &amp;agrave;s da Apple. Ela falha e n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o sens&amp;iacute;vel assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vantagem do Xoom sobre o iPad &amp;eacute; o sistema operacional do Google, mais aberto. Transferir arquivos &amp;eacute; simples e n&amp;atilde;o exige softwares espec&amp;iacute;ficos: basta plugar o cabo USB. As sa&amp;iacute;das, ali&amp;aacute;s, s&amp;atilde;o uma grande vantagem do Xoom: al&amp;eacute;m de tr&amp;ecirc;s USBs, ele tem uma HDMI &amp;ndash; bastante &amp;uacute;til em um equipamento que permite fazer v&amp;iacute;deos em alta resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o (HD 720p).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Xoom, ali&amp;aacute;s, poderia ser bom para assistir a v&amp;iacute;deos. Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute;. O YouTube funciona bem, mas o tablet n&amp;atilde;o roda as extens&amp;otilde;es .AVI e .VOB (de DVDs). Al&amp;eacute;m disso, os alto-falantes ficam na parte de tr&amp;aacute;s do aparelho, o que obviamente compromete a qualidade do som para quem v&amp;ecirc; o tablet de frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no Chrome, &amp;eacute; facilitada pela rapidez do browser. O &amp;uacute;nico por&amp;eacute;m &amp;eacute; que muitos sites, como o Twitter, abrem a vers&amp;atilde;o mobile &amp;ndash; eles acham que a requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do navegador vem de um telefone celular. Mas isso &amp;eacute; quest&amp;atilde;o de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ali&amp;aacute;s, que precisa chegar aos apps. Uma das coisas mais legais do Xoom &amp;eacute; que ele roda o gigantesco acervo de apps do Marketplace. E alguns ficam especialmente bacanas, como o Google Sky Map, que projeta um mapa do c&amp;eacute;u e o Solo Lite, que simula uma guitarra. Games, de Angry Birds ao game de tiros Gun Bros, tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o favorecidos pela tela maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&amp;oacute; que a expans&amp;atilde;o nem sempre &amp;eacute; favor&amp;aacute;vel &amp;ndash; no caso do app do Facebook, o problema &amp;eacute; gritante. Ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; vers&amp;atilde;o do aplicativo para a tela maior e, enquanto isso, &amp;eacute; preciso usar a ferramenta deformada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o que atrapalha mesmo s&amp;atilde;o as falhas do Honeycomb. O sistema operacional falha bastante &amp;ndash; muito mais do que o toler&amp;aacute;vel. Em seis dias, n&amp;atilde;o houve um em que n&amp;atilde;o houvesse problema nos aplicativos. Acontece sempre e n&amp;atilde;o h&amp;aacute; o que fazer: &amp;eacute; preciso parar e reiniciar o app.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nem o processador Nvidia Tegra de n&amp;uacute;cleo duplo e o 1 GB de mem&amp;oacute;ria RAM salvam. Colocar muitos widgets na tela inicial emperra a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vertical para horizontal. E nem pense em colocar um fundo de tela animado, isso vai transformar o uso do aparelho em algo irritante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Xoom parecia um concorrente promissor. E tem vantagens consider&amp;aacute;veis sobre o iPad &amp;ndash; as sa&amp;iacute;das USB e HDMI e o suporte ao Flash. S&amp;oacute; que, em poucos dias, fica claro que o Honeycomb ainda precisa melhorar muito. Enquanto isso n&amp;atilde;o acontece, a Motorola vendeu 250 mil unidades do Xoom neste primeiro trimestre. A Apple vendeu 300 mil iPads 2 s&amp;oacute; no primeiro final de semana de vendas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 9/5/2011</description><author>Link</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=OTM8UTZbA7wEG8UhXCej3g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 09 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=OTM8UTZbA7wEG8UhXCej3g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Até novembro, produção de iPhone e iPad no país</title><description>&lt;p&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aparelhos iPhone e iPad, da Apple, no pa&amp;iacute;s deve come&amp;ccedil;ar entre setembro e novembro, anunciou ontem Luciano de Almeida, presidente da Investe S&amp;atilde;o Paulo, a ag&amp;ecirc;ncia estadual de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos, que negocia um pacote de benef&amp;iacute;cios fiscais com a taiwanesa Foxconn para garantir que os novos projetos anunciados pela empresa fiquem em territ&amp;oacute;rio paulista. Segundo Almeida, o acordo para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o local dos tablets e celulares foi fechado em fevereiro, em encontro entre representantes da Apple e o governador Geraldo Alckmin. Mas o protocolo de inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;oacute; foi assinado m&amp;ecirc;s passado, explicou ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto apresentado pela Foxconn ao governador, segundo Almeida, divide-se em tr&amp;ecirc;s etapas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira, que deve come&amp;ccedil;ar at&amp;eacute; novembro, &amp;eacute; a montagem dos aparelhos da Apple em uma das cinco cidades onde a empresa tem f&amp;aacute;bricas &amp;mdash; possivelmente Jundia&amp;iacute;, onde est&amp;aacute; localizada a maior unidade da Foxconn no pa&amp;iacute;s. Embora n&amp;atilde;o haja defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial at&amp;eacute; o momento, Almeida garante que ser&amp;aacute; no estado e que &amp;ldquo;cinco ou seis cidades disputam o investimento&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; O an&amp;uacute;ncio da cidade escolhida deve ser feito entre maio e junho, para que esteja tudo pronto para iniciar a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre setembro e novembro &amp;mdash; disse ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num segundo momento, a Foxconn pretende concentrar todas as suas linhas de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pa&amp;iacute;s em um s&amp;oacute; local. Hoje, a Foxconn tem tr&amp;ecirc;s f&amp;aacute;bricas em S&amp;atilde;o Paulo, uma em Minas Gerais (Santa Rita do Sapuca&amp;iacute;) e outra em Manaus (AM). A terceira e &amp;uacute;ltima fase, que completaria o investimento previsto de US$ 12 bilh&amp;otilde;es, seria a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma linha de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de telas de LCD (cristal l&amp;iacute;quido), que respondem hoje por boa parte dos custos dos aparelhos com telas acionadas por toques, caso dos tablets e smartphones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procuradas, tanto a Foxconn como a Apple n&amp;atilde;o quiseram se pronunciar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 4/5/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=opSUj28yDjGulZ8i+hND/A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 04 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=opSUj28yDjGulZ8i+hND/A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo! estuda oferta de compra, afirma site</title><description>&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s perder espa&amp;ccedil;o no mercado de ferramentas de busca para o Bing e anunciar mudan&amp;ccedil;as no servi&amp;ccedil;o para tentar retomar sua pequena fatia no setor, a Yahoo! finalmente considerou aceitar uma oferta de compra da maior parte de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, disse o site All Things Digital. Duas fontes que trabalharam na empresa &amp;mdash; o ex-presidente do Conselho de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Roy Bostock e o cofundador do portal Jerry&amp;nbsp; Yang &amp;mdash; apontam que um poss&amp;iacute;vel interessado em assumir o Yahoo! &amp;eacute; o ex-presidente da News Corp Peter Chernin. Os valores das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es ainda n&amp;atilde;o foram revelados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Oferta de US$ 44 bilh&amp;otilde;es pelo portal em 2008&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra interessada na aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a a Microsoft, que j&amp;aacute; ofereceu mais de US$ 44 bilh&amp;otilde;es para comprar a Yahoo! em 2008 e enfrentar o crescimento da Google. Na &amp;eacute;poca, a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Yahoo! rejeitou a proposta por acreditar ser baixa demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na atual negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Microsoft faria um acordo com investidores como Chernin e o fundo de investimentos Providence Capital para efetuar a compra de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no intuito de assumir o controle da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2010, quando os acionistas se uniram estudando lan&amp;ccedil;ar uma nova companhia de nome TrafficCo, envolvendo Myspace, Yahoo! e MSN, a proposta, se concretizada, teria representado a maior fus&amp;atilde;o da hist&amp;oacute;ria entre empresas de tecnologia. Entretanto, Peter Chernin, que mostrou um hist&amp;oacute;rico de interesse pela aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do portal &amp;eacute; hoje a &amp;uacute;nica d&amp;uacute;vida no processo de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Caso ele desista de comprar a empresa de internet, ap&amp;oacute;s ter obtido sucesso com produtos como Flipboard e Pandora e com seus neg&amp;oacute;cios em Hollywood,&amp;nbsp; a Yahoo! ter&amp;aacute; que esperar outro grupo de investidores. As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da companhia ca&amp;iacute;ram quase 50% nos &amp;uacute;ltimos cinco anos. Carol Bartz, presidente- executiva da Yahoo!, vem enfrentando cr&amp;iacute;ticas de acionistas, embora o lucro da companhia tenha superado as expectativas de Wall Street no primeiro trimestre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seu contrato expira no fim do ano, e j&amp;aacute; se especula sobre novos nomes de executivos para ocupar o posto&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 26/4/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gvSzC0lpocfNwsYoz4ucDQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gvSzC0lpocfNwsYoz4ucDQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Yahoo compra IntoNow para compartilhar vídeo</title><description>&lt;p&gt;O Yahoo anunciou ontem a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da IntoNow, uma empresa cujos servi&amp;ccedil;os permitem a usu&amp;aacute;rios compartilhar programas de televis&amp;atilde;o. Os valores do neg&amp;oacute;cio n&amp;atilde;o foram divulgados. A IntoNow &amp;eacute; dirigida por Adam Cahan, ex-executivo do Google e da MTV.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 26/4/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=LpdUhTvmvQzKqbgrRuzBHA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=LpdUhTvmvQzKqbgrRuzBHA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Ações da Google despencam 8,26%</title><description>&lt;p&gt;Num dia em que a bolsa eletr&amp;ocirc;nica Nasdaq subiu 0,16%, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Google ca&amp;iacute;ram 8,26% ontem, ap&amp;oacute;s a empresa divulgar alta nos gastos do primeiro trimestre, o que desagradou investidores e resultou em recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es adversas de analistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do lucro de US$ 2,3 bilh&amp;otilde;es no primeiro trimestre, a alta de 54% nos gastos da Google fez com que os investidores se preocupassem com a possibi&amp;shy;lidade de que o novo presidente-executivo &amp;mdash; um dos fundadores da empresa, Larry Page &amp;mdash; esteja desconsiderando o lucro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mark Mahaney, analista do Ci&amp;shy;tigroup, rebaixou a recomenda&amp;shy;&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Google para "neutro" e a estimativa do valor das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 750 para US$ 650.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As margens de lucro do mer&amp;shy;cado de busca est&amp;atilde;o sob press&amp;atilde;o de custos maiores este ano, o que prejudicou os resultados da empresa no primeiro trimestre, de acordo com Ross Sandler, analista da RBC Capital Markets, que reduziu sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da companhia&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de US$ 700 para US$ 680.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"O problema para a maioria dos investidores da Google con&amp;shy;tinua a ser a compress&amp;atilde;o das margens... e ela n&amp;atilde;o est&amp;aacute; mostrando sinais de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o", escreveu Sandler, em relat&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Sob o comando de Page, que assumiu h&amp;aacute; duas semanas, a Google est&amp;aacute; investindo pesadamente para promover crescimento futuro. A &amp;ecirc;nfase est&amp;aacute; em m&amp;iacute;dias sociais, escreveu o analista Clayton Moran, da Benchmark.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Analistas acreditam que Page continuar&amp;aacute; a gastar com novos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;produtos e comandar&amp;aacute; um avan&amp;ccedil;o agressivo em &amp;aacute;reas como redes sociais e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es m&amp;oacute;veis. Executivos da Google disseram anteontem que a alta consider&amp;aacute;vel nos gastos era parte dos planos da empresa para procurar novas oportunidades de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Com base no hist&amp;oacute;rico da companhia, damos para a Google o benef&amp;iacute;cio da d&amp;uacute;vida no sentido de que os investimentos apresentar&amp;atilde;o resultados e continuar&amp;atilde;o a crescer ao longo do tempo", disse &lt;span style="mso-ansi-language: PT;" lang="PT"&gt;Moran. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 16/4/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=kHmIVNr1iSQ0xoQWvzluVA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sat, 16 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=kHmIVNr1iSQ0xoQWvzluVA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Redes sociais são mais populares no fim da semana</title><description>&lt;p&gt;An&amp;aacute;lises sobre a frequ&amp;ecirc;ncia dos posts publicados durante a semana ajudou o site Mashable a reunir dados para alcan&amp;ccedil;ar uma conclus&amp;atilde;o sobre os frequentadores das redes sociais: eles est&amp;atilde;o mais presentes nesses sites nos &amp;uacute;ltimos dias &amp;uacute;teis da semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Facebook, de acordo com levantamento da Buddy Media sobre 200 p&amp;aacute;ginas de seus clientes, cresce em 18% a quantidade de posts durante a quinta e a sexta-feira, mas a alta principal acontece na quinta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; o dia mais tuitado &amp;eacute; a sexta-feira, conforme revelado por Adam Bain, respons&amp;aacute;vel pela &amp;aacute;rea de receitas da companhia, durante a Ad Age Digital Conference, nesta semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rick Liebling, s&amp;oacute;cio da Altimeter Group, disse ao Mashable que isso acontece porque as pessoas passam mais tempo na quinta e na sexta-feira falando sobre o que pretendem fazer durante o fim de semana.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 8/4/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=8DGmOH2gkkx4iD9d9ti2EQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=8DGmOH2gkkx4iD9d9ti2EQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>A segunda revolução digital da televisão</title><description>&lt;p&gt;A primeira revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegou em dezembro de 2007, quando come&amp;ccedil;aram as transmiss&amp;otilde;es digitais da TV aberta em S&amp;atilde;o Paulo. Mas, nesse caso, a promessa de ruptura acabou se mostrando continuidade. Recursos avan&amp;ccedil;ados da tecnologia, como a multiprograma&amp;ccedil;&amp;atilde;o (com a transmiss&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios programas ao mesmo tempo em um s&amp;oacute; canal) e a interatividade (com a oferta de servi&amp;ccedil;os parecidos com a internet na tela de TV), acabaram ficando na promessa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta vez &amp;eacute; diferente. Discretamente, come&amp;ccedil;ou a segunda revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital da TV no Brasil. O televisor ligado &amp;agrave; banda larga permite assistir ao que quiser, na hora em que quiser. Ele acaba com a grade de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a locadora e com os discos de DVD e Blu-ray. Os principais fabricantes j&amp;aacute; colocaram no mercado brasileiro modelos de TV conectada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Semana passada, nos Estados Unidos, foi a leil&amp;atilde;o a Blockbuster, maior rede de locadoras do mundo, em processo de fal&amp;ecirc;ncia. Muitos analistas apontaram a Netflix - com seu modelo de loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permite assistir a filmes digitais da internet diretamente na TV - como a culpada pela morte da Blockbuster.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a Netflix n&amp;atilde;o chega ao Brasil, empresas como NetMovies, Saraiva e Terra operam servi&amp;ccedil;os semelhantes. A Telef&amp;ocirc;nica oferece v&amp;iacute;deo sob demanda para seus clientes de fibra &amp;oacute;ptica e a Net promete lan&amp;ccedil;ar essa op&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda este m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vigias. H&amp;aacute; duas semanas, o Terra fez um evento na Bahia, durante cinco dias, reunindo representantes da empresa de 18 pa&amp;iacute;ses. &amp;Agrave; noite, quatro seguran&amp;ccedil;as tomavam conta dos equipamentos do evento. Durante as cinco noites, os vigias gastaram, na locadora virtual, cerca de R$ 400 dos R$ 600 em cr&amp;eacute;ditos que haviam sido colocados nos televisores conectados. "Considerei um sinal de sucesso do produto", disse Pedro Rolla, diretor de m&amp;iacute;dia do Terra. "Nem tivemos de explicar como funcionava."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O servi&amp;ccedil;o Video Store do Terra est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel nas TVs conectadas da LG h&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s meses. A expectativa &amp;eacute; estar em mais duas marcas at&amp;eacute; junho. Apesar de o conte&amp;uacute;do vir pela internet, o espectador n&amp;atilde;o o v&amp;ecirc; num navegador. Ele precisa clicar em &amp;iacute;cones de aplicativos nas telas de TV para ter acesso aos servi&amp;ccedil;os. Os donos do conte&amp;uacute;do t&amp;ecirc;m de fechar acordos com cada fabricante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A loja virtual oferece tr&amp;ecirc;s op&amp;ccedil;&amp;otilde;es: os espectadores podem comprar filmes no formato digital, baixando-os para o televisor; alugar o conte&amp;uacute;do; ou participar de um videoclube, em que pagam uma mensalidade para ter acesso livre a uma biblioteca de v&amp;iacute;deos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A loja virtual tem pouco mais de 3 mil t&amp;iacute;tulos, incluindo epis&amp;oacute;dios de s&amp;eacute;ries. O objetivo &amp;eacute; chegar a 10 mil at&amp;eacute; o fim do ano. Os lan&amp;ccedil;amentos est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis somente para loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou venda. Toy Story 3, por exemplo, custa R$ 4,90 para a loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 48 horas ou R$ 19,90 para a compra. No videoclube, que tem mensalidade de R$ 19,90, d&amp;aacute; para assistir, quantas vezes quiser, aos anteriores, Toy Story e Toy Story 2, entre outros t&amp;iacute;tulos. O Terra tem acordos com a Disney e a Warner, e negocia com outros grandes est&amp;uacute;dios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mercado. A base de televisores conectados ainda &amp;eacute; pequena no Brasil. Segundo algumas estimativas, foram vendidas pouco mais de 100 mil unidades no Pa&amp;iacute;s at&amp;eacute; agora, incluindo todas as marcas. Al&amp;eacute;m dos televisores, os servi&amp;ccedil;os de TV conectada tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis em leitores de Blu-ray e em consoles de videogame.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como a Video Store do Terra, a Saraiva Digital est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel nos televisores da LG. Pelo servi&amp;ccedil;o, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel comprar ou alugar filmes. A NetMovies est&amp;aacute; nos aparelhos da LG e da Samsung e, at&amp;eacute; o fim do ano, espera ampliar sua presen&amp;ccedil;a para pelo menos cinco fabricantes. Por enquanto, o formato &amp;eacute; de assinatura, a R$ 9,90 mensais, mas o aluguel avulso de filmes digitais ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado ainda este m&amp;ecirc;s. "Estaremos em consoles de videogame tamb&amp;eacute;m", disse Daniel Topel, presidente da NetMovies.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve muitas tentativas anteriores de ligar a televis&amp;atilde;o &amp;agrave; internet. Lan&amp;ccedil;ada em 1995, a WebTV, que usava conex&amp;atilde;o discada, foi um fracasso. Outros modelos, em que o consumidor precisava comprar um equipamento especial para ligar &amp;agrave; TV, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o deram certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas agora, finalmente, a tecnologia est&amp;aacute; pronta. "A TV conectada est&amp;aacute; chegando com velocidade", afirmou Hugo Marques, consultor de engenharia da Cisco Brasil.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 11/4/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=lB/WPYMep5ss7u/+4Lx2dw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=lB/WPYMep5ss7u/+4Lx2dw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook faz amigos na publicidade</title><description>&lt;p&gt;Uma nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ag&amp;ecirc;ncias de publicidade quer desvendar os mist&amp;eacute;rios de colocar propaganda no Facebook, numa tentativa de atrair ao site anunciantes de grande porte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos Estados Unidos, mais de um ter&amp;ccedil;o dos an&amp;uacute;ncios de internet que n&amp;atilde;o sejam de busca em fevereiro apareceram no Facebook, segundo a comScore Inc. &amp;Eacute; mais de tr&amp;ecirc;s vezes o total do concorrente mais pr&amp;oacute;ximo, o Yahoo Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o Facebook nem chega perto de conquistar o terceiro lugar do or&amp;ccedil;amento de propaganda on-line de grandes anunciantes, em parte porque seus an&amp;uacute;ncios s&amp;atilde;o relativamente baratos e tamb&amp;eacute;m pela dificuldade de navegar seu sistema interno de compra de an&amp;uacute;ncios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para isso surgiu um novo tipo de ag&amp;ecirc;ncia especializada no Facebook, que tenta oferecer uma maneira mais f&amp;aacute;cil de comprar an&amp;uacute;ncios no site de relacionamento social. O surgimento de mais de uma dezena de ag&amp;ecirc;ncias, como a Blinq Media LLC, a Kenshoo Ltd. e a Webtrends Inc., se seguiu a uma decis&amp;atilde;o tomada pelo Facebook em 2009 de come&amp;ccedil;ar a permitir que algumas firmas externas ganhassem acesso a seu sistema pr&amp;oacute;prio de propaganda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas ag&amp;ecirc;ncias oferecem aos anunciantes um meio de administrar a compra de milhares de vers&amp;otilde;es diferentes dos an&amp;uacute;ncios, com textos e imagens variados, por exemplo. Eles tamb&amp;eacute;m facilitam que os anunciantes comprem an&amp;uacute;ncios com base em nichos de consumidores, como idade, localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interesses e outros fatores. As ag&amp;ecirc;ncias tamb&amp;eacute;m oferecem ferramentas que acompanham o desempenho da campanha, como o n&amp;uacute;mero de cliques no an&amp;uacute;ncio ou de usu&amp;aacute;rios que se tornam f&amp;atilde;s de uma marca no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor-presidente da Blinq Media, Dave Williams, criou a ag&amp;ecirc;ncia em 2008, j&amp;aacute; prevendo que surgiria um novo "ecossistema" na propaganda ligado ao Facebook, e os anunciantes precisariam de ajuda para comprar os an&amp;uacute;ncios, da mesma maneira que surgiram v&amp;aacute;rias h&amp;aacute; dez anos para ajudar anunciantes a comprar propaganda em sites de busca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Com a busca, os anunciantes podem ligar seus an&amp;uacute;ncios &amp;agrave;s inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos usu&amp;aacute;rios. Com o Facebook, os anunciantes podem ligar seus an&amp;uacute;ncios aos interesses das pessoas", disse Williams, que foi um dos fundadores da ag&amp;ecirc;ncia de marketing em sites de busca 360i, agora parte da Dentsu Inc. "&amp;Eacute; como sair pescando."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Facebook afirma que aceita de bom grado as ag&amp;ecirc;ncias especializadas, porque elas trazem novos clientes e podem cuidar de campanhas de larga escala. "O ecossistema que esses terceiros est&amp;atilde;o desenvolvendo e ampliando no Facebook &amp;eacute; sadio e beneficia a todos", disse David Fischer, diretor de propaganda e de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es mundiais do Facebook. Ele j&amp;aacute; tem visto sinais de que as ag&amp;ecirc;ncias est&amp;atilde;o incentivando grandes anunciantes a gastar mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora a pr&amp;oacute;pria equipe de vendas do Facebook j&amp;aacute; cuide da comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos an&amp;uacute;ncios premium no site para grandes anunciantes, boa parte do estoque &amp;eacute; vendida por uma ferramenta de autosservi&amp;ccedil;o criada pelo pr&amp;oacute;prio site. A ferramenta permite que os anunciantes criem uma propaganda inserindo manualmente textos e imagens e ent&amp;atilde;o escolhem o p&amp;uacute;blico alvo de acordo com crit&amp;eacute;rios como localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, idade e interesses das pessoas que eles querem alcan&amp;ccedil;ar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o sistema pr&amp;oacute;prio do Facebook &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil de usar, dizem executivos da propaganda, especialmente para grandes marcas, que geralmente querem veicular milhares de vers&amp;otilde;es de seus an&amp;uacute;ncios com textos e imagens diferentes, e direcion&amp;aacute;-los para p&amp;uacute;blicos diversos. "[O sistema] n&amp;atilde;o foi criado tendo em mente grandes anunciantes", diz Michael Brunick, vice-presidente de parcerias estrat&amp;eacute;gicas da filial de m&amp;iacute;dia da Interpublic Group of Cos., a Cadreon, que tem clientes como a Chrysler Group LLC. Brunick diz que sua ag&amp;ecirc;ncia no momento n&amp;atilde;o adquire campanhas no Facebook para clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A infraestrutura ainda est&amp;aacute; na inf&amp;acirc;ncia", diz Rob Griffin, vice-presidente s&amp;ecirc;nior da Havas Digital, parte do grupo franc&amp;ecirc;s de publicidade Havas SA. "E isso dificulta muito trabalhar com eles." A Havas Digital fechou um acordo recentemente para cooperar com a Blinq nesse segmento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O site de descontos Groupon Inc. informa que at&amp;eacute; quatro meses atr&amp;aacute;s inseria manualmente seus an&amp;uacute;ncios no Facebook, mas s&amp;oacute; podia veicular poucas dezenas de an&amp;uacute;ncios diferentes por dia com o sistema de autosservi&amp;ccedil;o do Facebook. Agora ela contratou a especialista AdParlor e passou a veicular milhares de an&amp;uacute;ncios por dia, direcionando-os a pequenos nichos como mulheres de 27 anos na Calif&amp;oacute;rnia que gostam de ioga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologia da Blinq Media ajudou a rede de restaurantes Buffalo Wild Wings a identificar grupos de poss&amp;iacute;veis clientes que reagiriam a sua campanha al&amp;eacute;m de seu principal p&amp;uacute;blico, que &amp;eacute; o de universit&amp;aacute;rios f&amp;atilde;s de futebol americano. Essa iniciativa triplicou o retorno do investimento na campanha, diz David Rollo, diretor de estrat&amp;eacute;gia social e digital da 22squared, ag&amp;ecirc;ncia que contratou a Blinq.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 5/4/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=XUMiqjYAQjWsejqGtftq2w==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=XUMiqjYAQjWsejqGtftq2w==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Page assume comando com desafio de renovar o Google</title><description>&lt;p&gt;Larry Page, de 38 anos, voltou ontem a comandar o Google, companhia que fundou, ao lado de Sergey Brin, h&amp;aacute; mais de uma d&amp;eacute;cada. Apesar de os investidores terem se mostrado um pouco preocupados com a sua experi&amp;ecirc;ncia corporativa, eles esperam que o executivo renove o gigante das buscas na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante uma d&amp;eacute;cada, os fundadores do Google ficaram sob o que Eric Schmidt, que ocupava a presid&amp;ecirc;ncia da empresa, chamou de "supervis&amp;atilde;o adulta". Page e Brin eram considerados jovens e inexperientes demais pelos investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mudan&amp;ccedil;a acontece num momento em que os aparelhos m&amp;oacute;veis redefinem a maneira com que as pessoas usam a internet, e o principal neg&amp;oacute;cio do Google, a venda de publicidade online, encontra-se amea&amp;ccedil;ado por empresas mais novas, de crescimento r&amp;aacute;pido, como o Facebook e o Groupon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Page e Brin criaram o algoritmo de buscas do Google quando eram estudantes de p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade Stanford. O novo presidente ainda n&amp;atilde;o divulgou qual &amp;eacute; o seu plano para revitalizar o Google, mas analistas esperam que ele procure proteger a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa em buscas e mobilidade, buscando ao mesmo tempo conquistar posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o importante em redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bolsa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cofundador do Google tem de, entre outros desafios, renovar o interesse de investidores pelas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do grupo e interromper a perda de talentos para companhias menores que preparam suas aberturas de capital. Os pap&amp;eacute;is do Google ca&amp;iacute;ram mais de 6% desde que Page foi anunciado CEO, em janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sob o comando de Schmidt, Page e Brin j&amp;aacute; eram os principais administradores do Google. Eric Jackson, s&amp;oacute;cio da Ironfire Capital Managing, afirmou que Page - cujo desd&amp;eacute;m por marketing e rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas foi detalhado no livro Googled, de Ken Auletta - pode ser mal recebido pelos investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Durante os primeiros grandes eventos p&amp;uacute;blicos em ele participar&amp;aacute;, seja uma divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de resultados ou uma confer&amp;ecirc;ncia com bancos de investimento, haver&amp;aacute; um interesse grande e imediato sobre sua performance, e acho que ser&amp;aacute; decepcionante", disse Jackson&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os executivos do Google esperam que Page analise de perto os projetos em andamento no Google, apostando alto naqueles que parecem promissores e cancelando outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Patentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A canadense Nortel Networks chegou a um acordo para vender seu portf&amp;oacute;lio de patentes de tecnologia para o Google por US$ 900 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 5/4/2011</description><author>Negócio</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0uXpY9qDC7LKQT8HsLewxw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0uXpY9qDC7LKQT8HsLewxw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook acirra disputa com o Orkut no Brasil</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Facebook ultrapassou pela primeira vez a metade dos visitantes &amp;uacute;nicos do Orkut no Brasil. A rede social criada em 2004 por &lt;span class="SpellE"&gt;Mark&lt;/span&gt; &lt;span class="SpellE"&gt;Zuckerberg&lt;/span&gt;, de 26 anos, atingiu 17,92 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos em fevereiro, enquanto o &lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; ficou com 32,41 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos. O n&amp;uacute;mero foi divulgado pela &lt;span class="SpellE"&gt;&lt;span class="GramE"&gt;ComScore&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; ao Link ontem, e adiantado no boletim do caderno na r&amp;aacute;dio &lt;span class="SpellE"&gt;Estad&amp;atilde;o/ESPN&lt;/span&gt; durante a tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; havia terminado &lt;span class="GramE"&gt;2010 com 12,3 milh&amp;otilde;es visitantes &amp;uacute;nicos, o&lt;/span&gt; que significa que houve um aumento de 45,5% da audi&amp;ecirc;ncia do &lt;span class="SpellE"&gt;site&lt;/span&gt; neste ano e de 21,95% apenas em janeiro. A &lt;span class="SpellE"&gt;&lt;span class="GramE"&gt;ComScore&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; mede a audi&amp;ecirc;ncia baseada em usu&amp;aacute;rios com mais de 6 anos que acessam a &lt;span class="SpellE"&gt;internet&lt;/span&gt; em casa ou no trabalho, um total de 46,23 milh&amp;otilde;es de pessoas em fevereiro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Comparada aos seis meses anteriores, a audi&amp;ecirc;ncia do &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; no Brasil cresceu 65,7%. Em setembro, o &lt;span class="SpellE"&gt;site&lt;/span&gt; teve 10,8 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O &lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; tamb&amp;eacute;m teve crescimento de audi&amp;ecirc;ncia nesse per&amp;iacute;odo, de acordo com a &lt;span class="SpellE"&gt;&lt;span class="GramE"&gt;ComScore&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, por&amp;eacute;m, bem menor. Em seis meses, a audi&amp;ecirc;ncia do &lt;span class="SpellE"&gt;site&lt;/span&gt; subiu 2,85%, passando de 31,5 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos em setembro para 32,4 milh&amp;otilde;es em fevereiro. Nesse per&amp;iacute;odo, o pico de audi&amp;ecirc;ncia do &lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; &lt;span class="GramE"&gt;foi em&lt;/span&gt; janeiro - m&amp;ecirc;s de f&amp;eacute;rias escolares - quando teve 33,11 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos e o &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; 15 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para o vice-presidente para Am&amp;eacute;rica Latina da &lt;span class="SpellE"&gt;&lt;span class="GramE"&gt;ComScore&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, Alex &lt;span class="SpellE"&gt;Banks&lt;/span&gt;, o alto crescimento do &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; nos &amp;uacute;ltimos meses "&amp;eacute; prova do (marketing) "boca a boca" do &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; durante as f&amp;eacute;rias de ver&amp;atilde;o", disse ao Link, por e-mail.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; &lt;span class="SpellE"&gt;vs&lt;/span&gt;. &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt;. De acordo com o analista Jos&amp;eacute; Calazans, do Ibope &lt;span class="SpellE"&gt;Nielsen&lt;/span&gt;, outro instituto que mede a audi&amp;ecirc;ncia da &lt;span class="SpellE"&gt;internet&lt;/span&gt; brasileira, o &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; continua crescendo muito - "no mesmo patamar do ano passado", disse. O instituto n&amp;atilde;o divulga dados de audi&amp;ecirc;ncia, mas Calazans afirma que ainda n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel identificar uma queda no uso do &lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; no Brasil, que continua com audi&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Em pa&amp;iacute;ses como Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e Alemanha, a rede social dominante antes do &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; s&amp;oacute; come&amp;ccedil;ou a cair quatro meses depois que o &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; atingiu a mesma audi&amp;ecirc;ncia deles", afirmou em entrevista por telefone.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"H&amp;aacute; duas possibilidades, ou o &lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; vai cair, como ocorreu em outros pa&amp;iacute;ses, ou o Brasil vai continuar convivendo com duas grandes redes sociais na &lt;span class="SpellE"&gt;internet&lt;/span&gt;, o que pode acontecer, j&amp;aacute; que o brasileiro &amp;eacute; pioneiro em rede social", disse Calazans.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;ALEX BANKS&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;VICE-PRESIDENTE PARA A AM&amp;Eacute;RICA LATINA DA COMSCORE&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O alto crescimento do &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; "&amp;eacute; prova do (marketing)&lt;span class="GramE"&gt; "&lt;/span&gt;boca a boca" do &lt;span class="SpellE"&gt;Facebook&lt;/span&gt; durante as f&amp;eacute;rias de ver&amp;atilde;o"&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;JOS&amp;Eacute; CALAZANS&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;ANALISTA DO IBOPE NIELSEN&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Ou o &lt;span class="SpellE"&gt;Orkut&lt;/span&gt; vai cair como ocorreu em outros pa&amp;iacute;ses, ou o Brasil vai continuar convivendo com duas grandes redes sociais na &lt;span class="SpellE"&gt;&lt;span class="GramE"&gt;internet&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="GramE"&gt;" &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 31/3/2011</description><author>Economia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2zo247qPC/BWIOTGa5ybZA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2zo247qPC/BWIOTGa5ybZA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Blogs e sites noticiosos dão o tom na França</title><description>&lt;p&gt;Nem s&amp;oacute; de EUA vive o mundo tecnol&amp;oacute;gico e midi&amp;aacute;tico. Na Fran&amp;ccedil;a, blogs noticiosos, especialmente de cunho pol&amp;iacute;tico, v&amp;ecirc;m crescendo e aparecendo, cortesia de dissidentes dos jorna-l&amp;otilde;es tradicionais como "Le Monde" e "Liberation".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, foi lan&amp;ccedil;ado por l&amp;aacute; o site de not&amp;iacute;cias Atl&amp;acirc;ntico, cuja meta &amp;eacute; alcan&amp;ccedil;ar 600 mil visitantes &amp;uacute;nicos. Ele apresenta links para reportagens de outros sites (como faz o Daily Beast). Al&amp;eacute;m de reportagens feitas por dez jornalistas, o site traz contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de especialistas e editorialistas. Seus fundadores &amp;mdash; Jean-S&amp;eacute;bastien Fer-jou, Pierre Guyot, Lo&amp;iacute;c Rouvin e Igor Daguier &amp;mdash; det&amp;ecirc;m 51% do capital do site. Os outros 49% pertencem &amp;agrave; Free Minds, uma holding de investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro exemplo &amp;eacute; o Rue 89, com 1,8 milh&amp;atilde;o de visitantes mensais, que foi lan&amp;ccedil;ado emmaio de 2007. Ele foi criado&amp;nbsp; pelos jornalistas Pierre Haski, Laurent Mauriac, Pascal Rich&amp;eacute;, Arnaud Aubron e Michel L&amp;eacute;vy-Proven&amp;ccedil;al, egressos de t&amp;iacute;tulos como "Lib&amp;eacute;ration" "Ouest-France" e "La Tribune de l'&amp;Eacute;conomie". O Rue 89 aceita colabora&amp;ccedil;&amp;otilde;es de internautas e pode at&amp;eacute; abrigar novos blogs, mas todas as colabora&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o sujeitas &amp;agrave; an&amp;aacute;lise da equipe. Os colaboradores n&amp;atilde;o recebem pagamento, como ocorre no Huffington Post. Para se financiar, al&amp;eacute;m da publicidade, o Rue 89 criou uma butique, na qual vende camisetas e canecas com temas ligados a acontecimentos contempor&amp;acirc;neos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Textos opinativos on-line refletem contexto hist&amp;oacute;rico&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o coordenador do curso de Jornalismo da PUC-Rio, Leonel Aguiar, a dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de blogs opinativos cala fundo no continente europeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; Se os blogs franceses chamam a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico, isso se deve ao contexto hist&amp;oacute;rico europeu, em que a opini&amp;atilde;o e a reflex&amp;atilde;o sempre prevaleceram &amp;mdash; pondera. &amp;mdash; Mais do que sites noticiosos, os blogs s&amp;atilde;o o lugar para o coment&amp;aacute;rio e a an&amp;aacute;lise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a professora Cristiane Costa, coordenadora do curso de Jornalismo da Escola de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da UFRJ, h&amp;aacute; um movimento da m&amp;iacute;dia em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o a blogs e redes sociais, que deve ser observado com aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; Os pr&amp;oacute;prios sites noticiosos at&amp;eacute; se parecem mais com&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;blogs hoje em dia. Procuram usar a agilidade visual dos blogs, enquanto estes, ao mesmo tempo, v&amp;ecirc;m migrando para dentro de Facebook e Twitter &amp;mdash; diz.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;H&amp;aacute; sites franceses da nova safra que cobram por conte&amp;uacute;do, a exemplo do "New York Times". O jornal digital Mediapart, no ar desde mar&amp;ccedil;o de 2008, cujo diretor, Fran&amp;ccedil;ois Bonnet, j&amp;aacute; foi do "Le Monde" e do "Liberation", n&amp;atilde;o tem an&amp;uacute;ncios e prop&amp;otilde;e aos leitores uma "ades&amp;atilde;o paga". Os criadores do jornal afirmam que o princ&amp;iacute;pio de gratuidade na internet est&amp;aacute; chegando ao limite. A assinatura custa &amp;euro; 9 por m&amp;ecirc;s ou &amp;euro; 90 por um ano. Pode-se ainda fazer um teste por 15 dias por &amp;euro; 1. O site tem 1 milh&amp;atilde;o de visitantes &amp;uacute;nicos ao m&amp;ecirc;s, sendo 50 mil pagantes. Ele teve um forte papel na revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o das "liga&amp;ccedil;&amp;otilde;es perigosas" da dona da LOr&amp;eacute;al, Liliane Bettencourt, com a campanha de Nicolas Sarkozy. &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 31/3/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aFwm8esVrUxgCThcXWA3ow==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aFwm8esVrUxgCThcXWA3ow==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Contra crise, USA Today investe em conteúdo para tablets e smartphones</title><description>&lt;p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Criado h&amp;aacute; quase 30 anos, o &amp;ldquo;USA Today&amp;rdquo; est&amp;aacute; revendo a sua f&amp;oacute;rmula para tentar se manter no mercado, vendendo edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais e atraindo o interesse do p&amp;uacute;blico na internet. Para isso, o segundo maior jornal dos Estados Unidos vai investir em conte&amp;uacute;do para smartphones e tablets e remodelar sua edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa. Em entrevista ao &amp;ldquo;Wall Street Journal&amp;rdquo;, o editor Dave Hunke afirmou que as mudan&amp;ccedil;as no conte&amp;uacute;do incluem mais dicas de viagens, opini&amp;atilde;o, assuntos esportivos, consultoria financeira e artigos sobre estilo de vida. O jornalismo investigativo tamb&amp;eacute;m receber&amp;aacute; mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tudo para conter a queda na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que atingiu a marca de20% nos &amp;uacute;ltimos&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;tr&amp;ecirc;s anos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Jornal usar&amp;aacute; c&amp;oacute;digos especiais para dispositivos&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Um novo layout para a primeira p&amp;aacute;gina do &amp;ldquo;USA Today&amp;rdquo; impresso foi implantado no fim de janeiro. O jornal receber&amp;aacute; ainda mais p&amp;aacute;ginas com gr&amp;aacute;ficos coloridos e com c&amp;oacute;digos especiais (QR Codes) para exibir conte&amp;uacute;do adicional em tablets e smartphones, como v&amp;iacute;deos, &amp;aacute;udios e galerias de fotos. Hunke est&amp;aacute; confiante nas mudan&amp;ccedil;as e espera que este ano o jornal aumente a receita e a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que &amp;eacute; de 1,8 milh&amp;atilde;o de exemplares di&amp;aacute;rios. Ele ocupa hoje o segundo lugar em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa nos EUA, perdendo apenas para o &amp;ldquo;Wall Street Journal&amp;rdquo;, que ultrapassa os dois milh&amp;otilde;es de exemplares di&amp;aacute;rios.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Al&amp;eacute;m da disputa pela audi&amp;ecirc;ncia on-line, os jornais impressos americanos tamb&amp;eacute;m enfrentam um acentuado decl&amp;iacute;nio na receita publicit&amp;aacute;ria. Os anunciantes est&amp;atilde;o migrando para o modelo virtual, onde podem direcionar a propaganda ao p&amp;uacute;blico-alvo com custos menores. Nos &amp;uacute;ltimos cinco anos, a receita por espa&amp;ccedil;o publicit&amp;aacute;rio no jornal caiu 50%. Entretanto, ainda h&amp;aacute; esperan&amp;ccedil;as em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; venda de espa&amp;ccedil;o comercial nas vers&amp;otilde;es para dispositivos m&amp;oacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Analistas consideram que empresa perdeu tempo&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Atualmente, h&amp;aacute; milhares de blogs e sites especializados no debate sobre a cobran&amp;ccedil;a em sites e aplicativos de jornais em todo o mundo. Analistas especulam que a ind&amp;uacute;stria encontrar&amp;aacute; dificuldades para se adaptar aos novos modelos de neg&amp;oacute;cio. Em especial o &amp;ldquo;USA Today&amp;rdquo;, que perdeu tempo. O jornal mant&amp;eacute;m um aplicativo gratuito no iTunes e acesso livre no site usatoday.com. J&amp;aacute; a vers&amp;atilde;o digital do impresso &amp;eacute; cobrada por pacotes de oito (US$ 9,95), 26 (US$ 59) e 52 semanas (US$ 99). Seus aplicativos j&amp;aacute; foram baixados mais de seis milh&amp;otilde;es de vezes, contra nove milh&amp;otilde;es do &amp;ldquo;New York Times&amp;rdquo;. &lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 24/3/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3ldtHCnc+W6UON4ONAzbaA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3ldtHCnc+W6UON4ONAzbaA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>De volta para o futuro</title><description>&lt;p&gt;Quando o iPad chegou ao mercado americano, no in&amp;iacute;cio do ano passado, os jornais e revistas ficaram empolgados: o tablet da Apple podia ser a salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma imprensa que. na era digital, passou a perder leitores e anunciantes num ritmo assustador. As editoras gastaram alguns milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares criando aplicativos para que suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es pudessem ser compradas e lidas no iPad, mas logo sentiram que podiam estar caindo na mesma armadilha da ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica &amp;mdash; que acabou entregando suas m&amp;uacute;sicas de bandeja &amp;agrave; Apple, que definiu o pre&amp;ccedil;o, estabeleceu uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com o consumidor e tirou os est&amp;uacute;dios da jogada. Com o iPad, a Apple, de faro, abria uma janela para as editoras, mas cobrava um ped&amp;aacute;gio pesado e vinha com a mesma fome dos monop&amp;oacute;lios. Impunha o pre&amp;ccedil;o e n&amp;atilde;o permitia que as editoras vendessem assinaturas de suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es no iPad, for&amp;ccedil;ando os leitores a comprar edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Apenas alguns privilegiados, como o Wall Street Journal e a revista The Economisi foram brindados com a exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A boa not&amp;iacute;cia para editoras e leitores &amp;eacute; que a m&amp;atilde;o invis&amp;iacute;vel do mercado come&amp;ccedil;ou a redesenhar esse quebra-cabe&amp;ccedil;a na semana passada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na ter&amp;ccedil;a-feira, a Apple lan&amp;ccedil;ou um plano novo, permitindo a venda de assinaturas no iPad. Era um movimento esperado desde que o jornal The Daily. o primeiro concebido exclusivamente para o universo dos tablets, chegou ao mercado com autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para vender assinatura no iPad. Mas no seu plano, a Apple cobra 30% da assinatura, taxa que o mercado considera extorsiva. Steve Jobs, o g&amp;ecirc;nio da Apple, explicou sua estrat&amp;eacute;gia em termos singelos: '"Quando a Apple traz um novo assinante, fica com 30%. Quando a editora traz um novo assinante, fica com 100% e a Apple n&amp;atilde;o ganha nada". S&amp;oacute; n&amp;atilde;o disse que a Apple n&amp;atilde;o permite descontos na assinatura fora da sua loja e n&amp;atilde;o divide os dados do assinante com as editoras, a menos que o assinante expresse desejo contr&amp;aacute;rio. No dia seguinte, o Google saltou &amp;agrave; frente. Em Berlim, Eric Schmidt anunciou um sistema de assinatura para tablets mais flex&amp;iacute;vel: ela pode ser feita pelo aplicativo (o Google cobra 30%) ou pela rede (nesse caso, cobra 10%, talvez menos). E os dados do assinante s&amp;atilde;o partilhados com a editora. "&amp;Eacute; uma diferen&amp;ccedil;a significativa"', diz Nina Link, representante das editoras de revistas nos Estados Unidos. "&amp;Eacute; &amp;oacute;timo que exista escolha e que haver&amp;aacute; ainda mais."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Haver&amp;aacute; ainda mais, mesmo. A disputa entre Google e Apple animou as editoras americanas porque se d&amp;aacute; num contexto favor&amp;aacute;vel para quem produz conte&amp;uacute;do digital. Os tablets, embora sejam uma novidade recente, j&amp;aacute; est&amp;atilde;o tendo um ano de gl&amp;oacute;ria. Na semana passada, na feira digital de Barcelona, eles foram a estrela da festa, com aplausos especiais para o do Google. J&amp;aacute; existem tablets com teclados virtuais de formatos diferentes, c&amp;acirc;mera fotogr&amp;aacute;fica com flash e uma enorme variedade de penduricalhos. &amp;Eacute; sinal de que vieram para ficar. Por tr&amp;aacute;s da febre dos tablets. Google e Apple disputam o que. num futuro pr&amp;oacute;ximo, dever&amp;aacute; ser a fatia do le&amp;atilde;o no mercado on-line: a venda de conte&amp;uacute;do digital em plataformas m&amp;oacute;veis. Traduzindo: a venda de jornais, livros, revistas, m&amp;uacute;sicas, filmes em aparelhos como smartphones, tablets, iPods, notebooks, em detrimento dos computadores de mesa. No mundo das assinaturas de jornais e revistas, a Apple est&amp;aacute; fazendo o que sempre fez: tenta manter-se sozinha no peda&amp;ccedil;o garantindo exclusividade no que puder. O Google, com seu tablet promissor mas ainda incipiente, tenta ser mais simp&amp;aacute;tico a editoras e leitores para atrair para si o fluxo de conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; uma briga das boas. Google e Apple s&amp;atilde;o as constela&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais brilhantes do Vale do Sil&amp;iacute;cio, o celeiro de tecnologia na Calif&amp;oacute;rnia. Steve Jobs e Eric Schmidt, ambos &amp;agrave;s v&amp;eacute;speras dos 56 anos. j&amp;aacute; trocaram palavras de admira&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;uacute;tua em p&amp;uacute;blico. Enquanto o Google se limitava a um site de buscas e a Apple ficava criando suas m&amp;aacute;quinas maravilhosas, tudo era um convescote digital elegante. Schmidt at&amp;eacute; integrou o conselho da Apple a convite de Jobs. De 2007 para c&amp;aacute;, o Google come&amp;ccedil;ou a bicar o mercado da Apple e as gentilezas abandonaram o Vale. O Google lan&amp;ccedil;ou um sistema operacional para smartphones, sinalizando que pretendia avan&amp;ccedil;ar sobre um mercado em que a Apple reinava absoluta. Em 2009. a Apple chegou a recusar aplicativos do Google para usu&amp;aacute;rios do iPhone. Schmidt abandonou sua cadeira no conselho da Apple e a briga s&amp;oacute; esquentou. Mesmo no de mercado de smartphones, em que a Apple parecia imbat&amp;iacute;vel com o seu iPhone, o Google deu uma resposta altamente eficaz com o seu Android. Hoje, os n&amp;uacute;meros do mercado s&amp;atilde;o apertados: 29% da Apple. 26% do Google.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a fartura de tablets e a disputa de dois gigantes, associadas &amp;agrave; recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda t&amp;iacute;mida mas s&amp;oacute;lida do mercado publicit&amp;aacute;rio, a imprensa americana come&amp;ccedil;a a sentir um vento a favor, coisa que n&amp;atilde;o acontecia desde o advento da era digital. E o vento sopra a favor do conte&amp;uacute;do de qualidade. &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel que os atores do mercado estejam finalmente percebendo que a funcionalidade tecnol&amp;oacute;gica n&amp;atilde;o se sustenta sozinha &amp;mdash; dentro dessas m&amp;aacute;quinas estupendas h&amp;aacute; de circular algo que valha a pena. Na internet, encontram-se algumas p&amp;eacute;rolas perdidas no meio do lixo. Pela pr&amp;oacute;pria natureza da rede. livre e democr&amp;aacute;tica, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; filtro nem garantia de qualidade. No mundo dos aplicativos, a realidade &amp;eacute; outra. O consumidor sabe o que est&amp;aacute; recebendo. Na semana passada, o Google anunciou que seu plano de assinatura j&amp;aacute; fez parceria com a &amp;Aacute;xel Springer, da Alemanha. A editora &amp;eacute; pouco conhecida fora da Europa, mas quem assinar suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais saber&amp;aacute; exatamente o que vai ter. Entre seus mais de 240 jornais e revistas, a &amp;Aacute;xel Springer edita o jornal de maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Europa. Bild, e um dos mais prestigiosos, Die Weli.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jogando pesado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google contrap&amp;ocirc;s ao plano da Apple uma receita mais apetitosa para editoras e leitores. Permite a venda de assinaturas pelo aplicativo no tablet ou pela internet. Nesse &amp;uacute;ltimo caso, fica com 10% do pre&amp;ccedil;o da assinatura. E divide os dados do assinante com a editora. O Google mant&amp;eacute;m o que sempre existiu: permite que as editoras conhe&amp;ccedil;am seus assinantes e transacionem diretamente com eles.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; - 23/2/2011</description><author>Imprensa</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=U5QqLxdWvUIdaN9hcfU7LA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 23 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=U5QqLxdWvUIdaN9hcfU7LA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>A Microsoft colou do Google?</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Colar as respostas na prova da escola &amp;eacute; feio. &amp;Eacute; exatamente disso que o Google acusa o sistema de buscas Bing, da Microsoft. O Google afirma que o concorrente instalou um rob&amp;ocirc; para espionar os resultados de suas buscas e copiar as respostas, de modo a melhorar a precis&amp;atilde;o das pesquisas no Bing. A acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Google deu in&amp;iacute;cio, na semana passada, a um embate in&amp;eacute;dito entre os dois gigantes do mundo digital.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A maior for&amp;ccedil;a do Google &amp;eacute; justamente a intelig&amp;ecirc;ncia que alimenta seu buscador. O programa classifica os sites mais relevantes para cada busca e tamb&amp;eacute;m aprende com o comportamento do usu&amp;aacute;rio. Os sites mais clicados ganham mais relev&amp;acirc;ncia. O Google desenvolveu at&amp;eacute; um sistema para corrigir erros de ortografia. Se voc&amp;ecirc; digitar &amp;ldquo;saprato&amp;rdquo;, ele sup&amp;otilde;e que o certo seria &amp;ldquo;sapato&amp;rdquo; e d&amp;aacute; respostas para a busca correta.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Google afirma que seus t&amp;eacute;cnicos desconfiaram quando viram que o concorrente, sem um corretor parecido, apresentava resultados semelhantes para buscas de palavras escritas com erro. Uma equipe do Google afirma ter feito v&amp;aacute;rias experi&amp;ecirc;ncias para tentar reproduzir buscas do Bing e colhido evid&amp;ecirc;ncias de que o concorrente mostrava os mesmos resultados. O Google diz que implementou v&amp;aacute;rias buscas falsas em seu pr&amp;oacute;prio site &amp;ndash; e que o Bing reproduziu-as semanas depois.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A suspeita foi divulgada no in&amp;iacute;cio da semana passada, no blog oficial do Google. Stefan Weitz, diretor do Bing, afirmou em nota oficial: &amp;ldquo;N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o copiamos os resultados de pesquisa do Google&amp;rdquo;. Yusuf Mehdi, vice-presidente da Microsoft, disse em seu blog que o experimento do Google foi montado para manipular os resultados do Bing e criar uma fraude.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Por enquanto, o Google n&amp;atilde;o tem como provar sua acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mesmo que pudesse, uma eventual &amp;ldquo;cola&amp;rdquo; do Bing n&amp;atilde;o poderia ser considerada ilegal na internet &amp;ndash; embora possa ser julgada como anti&amp;eacute;tica. Tecnicamente, trata-se de um procedimento id&amp;ecirc;ntico ao que o Google usa para indexar qualquer site em sua busca. Se a acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Google for verdadeira, talvez a pr&amp;aacute;tica de colar vire um recurso-padr&amp;atilde;o na rede.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Época&lt;/em&gt; - 7/2/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=SvOppka358EYvYajcwxIOQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=SvOppka358EYvYajcwxIOQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>A tábua da salvação?</title><description>&lt;p&gt;Murdoch com seu jornal para iPad. Ele diz que sua filha de 7 anos &amp;eacute; quem tem intimidade com o aparelhoO magnata australiano-americano Rupert Murdoch levou 58 dos 80 anos que completa no m&amp;ecirc;s que vem para construir o terceiro maior imp&amp;eacute;rio de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mundo, a News Corporation. A partir do jornal que herdou do pai, em 1952, ele reuniu uma fortuna estimada em US$ 6,3 bilh&amp;otilde;es &amp;ndash; a 117a do mundo, segundo a revista Forbes. Seu imp&amp;eacute;rio jornal&amp;iacute;stico inclui &amp;iacute;cones da grande imprensa mundial (como o nova-iorquino The Wall Street Journal ou o londrino The Times) e tabloides populares (como o New York Post ou o ingl&amp;ecirc;s The Sun). Murdoch controla ainda empresas de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e emissoras de TV (como a conservadora Fox, uma das mais influentes dos Estados Unidos). Nos &amp;uacute;ltimos anos, ele tem se dedicado a uma batalha pessoal: convencer o p&amp;uacute;blico a pagar por conte&amp;uacute;do na internet. Na quarta-feira passada, Murdoch deu mais um passo em sua cruzada digital &amp;ndash; lan&amp;ccedil;ou o The Daily, primeiro jornal criado especialmente para o iPad, o tablet da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o haver&amp;aacute; vers&amp;atilde;o em papel nem site do The Daily. Trata-se da primeira publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de porte planejada para dar lucro apenas com a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os an&amp;uacute;ncios no iPad. &amp;ldquo;Temos 15 milh&amp;otilde;es de leitores americanos que comprar&amp;atilde;o seus iPads no pr&amp;oacute;ximo ano. Novos tempos demandam um novo jornalismo&amp;rdquo;, disse Murdoch. &amp;ldquo;Nosso desafio &amp;eacute; adaptar o melhor do jornalismo convencional ao melhor das novas tecnologias.&amp;rdquo; Durante a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ele contou que n&amp;atilde;o tem muita intimidade com o iPad. &amp;ldquo;Brinco com alguns jogos, mas minha filha de 7 anos sempre me vence&amp;rdquo;, diz. A filha em quest&amp;atilde;o &amp;eacute; Chloe, fruto de seu casamento (o terceiro) com a sino-americana Wendi Deng.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais que apenas um produto inovador, o The Daily representa uma tentativa de abrir alguma perspectiva futura para o neg&amp;oacute;cio dos jornais. Com a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das not&amp;iacute;cias e dos classificados para a internet, eles t&amp;ecirc;m perdido circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, an&amp;uacute;ncios e receitas nos &amp;uacute;ltimos anos. E n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m conseguido compensar essa perda com o faturamento obtido na rede, pois apenas um p&amp;uacute;blico reduzido se disp&amp;otilde;e a pagar por informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica na internet. Disposto a mudar isso, Murdoch vislumbrou no iPad &amp;ndash; e nos tablets, de modo geral &amp;ndash; uma nova esperan&amp;ccedil;a para os produtores de conte&amp;uacute;do digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A esperan&amp;ccedil;a de Murdoch se origina no impacto que a Apple teve nos &amp;uacute;ltimos anos em outros neg&amp;oacute;cios que sofreram com a internet: m&amp;uacute;sica, celulares e software. Em cada um desses ramos, Steve Jobs soube enxergar oportunidades em que as empresas estabelecidas se sentiam amea&amp;ccedil;adas. Com o iPod e a loja iTunes, criou o mais bem-sucedido neg&amp;oacute;cio de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sica na internet. Com o iPhone e a App Store, soube transformar o celular num computador e inventou um novo modelo para a venda de programas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A grande novidade do The Daily tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; seu modelo de neg&amp;oacute;cios. Ele ser&amp;aacute; o primeiro jornal cuja assinatura ser&amp;aacute; vendida por meio da loja virtual da Apple, a iTunes Store. O pre&amp;ccedil;o ser&amp;aacute; US$ 1 por sete dias ou US$ 40 por ano. At&amp;eacute; agora, produtores de conte&amp;uacute;do t&amp;ecirc;m vendido apenas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es individuais &amp;ndash; &amp;eacute; o caso de &amp;Eacute;POCA, primeira revista brasileira a lan&amp;ccedil;ar um aplicativo no iPad &amp;ndash; ou ent&amp;atilde;o tentado se desviar da loja da Apple para usar seus pr&amp;oacute;prios sistemas de venda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Daily chegar&amp;aacute; toda manh&amp;atilde; ao iPad e ser&amp;aacute; atualizada ao longo do dia. Visualmente, o produto se assemelha mais a uma revista que a um jornal. Murdoch afirma ter investido US$ 30 milh&amp;otilde;es no projeto. Para produzir o conte&amp;uacute;do, montou uma reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com cerca de 100 pessoas &amp;ndash; algumas das quais tinham fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes em grandes publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ndash; a um custo estimado em meio milh&amp;atilde;o de d&amp;oacute;lares por semana. &amp;ldquo;Nossa ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; grande, mas nossos custos s&amp;atilde;o baixos&amp;rdquo;, disse Murdoch. O The Daily n&amp;atilde;o vai gastar com papel, tinta, impress&amp;atilde;o ou distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; atividades que somam mais da metade do custo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais. Mas ele ter&amp;aacute; de pagar 30% de comiss&amp;atilde;o &amp;agrave; Apple pela venda das assinaturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo que a Apple criou uma plataforma inovadora para quem produz conte&amp;uacute;do, seu modelo de venda de assinaturas ainda n&amp;atilde;o foi testado. N&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa que Murdoch planeja adaptar o Daily tamb&amp;eacute;m a tablets que usam o sistema Android, do Google. No lan&amp;ccedil;amento do Daily, feito em conjunto com a Apple em Nova York, uma aus&amp;ecirc;ncia se fez notar: Steve Jobs, de licen&amp;ccedil;a por problemas de sa&amp;uacute;de, foi representado pelo vice-presidente de internet da Apple, Eddy Cue.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser&amp;aacute; que o Daily representa um modelo capaz de reinventar o jornal? Suas primeiras edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es trouxeram inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas causaram algum desapontamento. Os cr&amp;iacute;ticos dizem que ele ficou no meio do caminho entre o notici&amp;aacute;rio r&amp;aacute;pido da internet e a profundidade da m&amp;iacute;dia impressa. Pode desagradar. Em 1982, quando foi lan&amp;ccedil;ado o inovador di&amp;aacute;rio USA Today, o primeiro de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional dos Estados Unidos, os cr&amp;iacute;ticos reagiram mal ao que percebiam como superficialidade, pois o jornal se baseava em textos telegr&amp;aacute;ficos e muitas imagens. Mas o USA Today, que circula at&amp;eacute; hoje, soube antecipar o modelo de leitura r&amp;aacute;pida da internet. Agora, os leitores podem decidir que gostam do modelo do Daily. Se Murdoch estiver errado, ser&amp;aacute; apenas mais um na longa lista de renovadores malsucedidos da imprensa tradicional. Se estiver certo, ser&amp;aacute; reconhecido como o inventor do jornalismo lucrativo na era digital.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Época&lt;/em&gt; - 7/2/2011</description><author>Plano</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Cfxc6CbgMJdVNL57aT0XtA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Cfxc6CbgMJdVNL57aT0XtA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Internet deve ter 6,5% da verba publicitária em 2011</title><description>&lt;p&gt;Embaladas pelo crescimento constante dos investimentos publicit&amp;aacute;rios na internet brasileira, as perspectivas do Interactive Advertising Bureau Bureau (IAB Brasil) para o decorrer de 2011 s&amp;atilde;o igualmente otimistas &amp;agrave;s vistas nos &amp;uacute;ltimos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de, segundo dados do Projeto Inter-Meios, o canal ter registrado crescimento de 28,1% nos primeiros onze meses de 2010, a expectativa da entidade &amp;eacute; que o ritmo se mantenha e que, durante esse ano, a verba publicit&amp;aacute;ria dirigida &amp;agrave; rede aumente cerca de 25%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Not&amp;iacute;cias Relacionadas Internet brasileira rompe a barreira do bilh&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilh&amp;atilde;o e a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meio &amp;ndash; que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no m&amp;iacute;nimo, 6,5% do bolo total. "Essa &amp;eacute; uma proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima se levarmos em conta o potencial ainda ser explorado. Claro, que se a esse n&amp;uacute;mero forem somados os investimentos feitos em outras m&amp;iacute;dias que n&amp;atilde;o a display, como, por exemplo, os links patrocinados, a internet j&amp;aacute; conta hoje com cerca de 10% da verba que circula pelo Pa&amp;iacute;s", comenta F&amp;aacute;bia Juliasz, CEO do Ibope/NetRatings e vice-presidente de fornecedores do IAB Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; no que diz respeito ao n&amp;uacute;mero de pessoas com acesso &amp;agrave; internet no Brasil, a entidade est&amp;aacute; prevendo a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de internautas chegue a pouco mais de 81 milh&amp;otilde;es frente aos 73,7 milh&amp;otilde;es do ano passado. "Esses n&amp;uacute;meros consideram os internautas com idade igual ou superior a 16 anos. Se colocarmos na conta as crian&amp;ccedil;as que t&amp;ecirc;m entre seis e 16 anos, a expectativa &amp;eacute; que fechemos 2011 com mais de 85 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios", diz F&amp;aacute;bio Coelho, presidente do IAB Brasil e do iG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dado curioso ressaltado durante o encontro que aconteceu na manh&amp;atilde; desta ter&amp;ccedil;a-feira, 1&amp;ordm;, &amp;eacute; o avan&amp;ccedil;o dos sites jornal&amp;iacute;sticos no ambiente online. De acordo com Coelho, eles comp&amp;otilde;em a quarta categoria mais acessada pelos internautas, perdendo apenas para as redes sociais, email e sites de buscas. "O fato de os pr&amp;oacute;prios jornais estarem olhando com mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a internet em raz&amp;atilde;o da perda de receita pelo impresso, fez com que a categoria saltasse da s&amp;eacute;tima coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 2009 para a quarta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ano passado", comentou Coelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o aumento do invent&amp;aacute;rio dispon&amp;iacute;vel e no n&amp;uacute;mero de anunciantes interessados em usar os telefones celulares como canal de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a entidade trabalha com a perspectiva de que o acesso &amp;agrave; internet pelos dispositivos m&amp;oacute;veis triplique nos pr&amp;oacute;ximos meses. Para o IAB ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel ainda ver crescer em 100% o n&amp;uacute;mero de pageviews mensais com origem no acesso m&amp;oacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 1/2/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=hzh/DglMCYYKjD3hByyp0g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 01 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=hzh/DglMCYYKjD3hByyp0g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Jornal para iPad será lançado em 2 semanas</title><description>&lt;p&gt;O jornal digital da News Corp projetado para o computador tablet iPad, da Apple, dever&amp;aacute; ser lan&amp;ccedil;ado nas pr&amp;oacute;ximas duas semanas e custar&amp;aacute; US$ 0,99 por semana, anunciou um executivo do conglomerado de m&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, chamada de The Daily, estar&amp;aacute; inicialmente dispon&amp;iacute;vel apenas nos Estados Unidos e representa a mais recente tentativa da News Corp para for&amp;ccedil;ar os leitores a pagarem por not&amp;iacute;cias online e pelo investimento em jornalismo, uma estrat&amp;eacute;gia que est&amp;aacute; sendo observada de perto pelo mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Dever&amp;aacute; ser lan&amp;ccedil;ado nas pr&amp;oacute;ximas duas semana, espero&amp;rdquo;, disse James Murdoch durante uma confer&amp;ecirc;ncia de m&amp;iacute;dia em Munique.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio deste m&amp;ecirc;s, a News Corp havia anunciado que a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria disponibilizada em 19 de janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano passado, a News Corp colocou as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es online do Times de Londres e do News of the World atr&amp;aacute;s de sistemas de cobran&amp;ccedil;a, impedindo o acesso por n&amp;atilde;o assinantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Murdoch afirmou que a resposta dos leitores tem sido positiva e que a companhia vai divulgar n&amp;uacute;meros de assinantes em cerca de seis semanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Claro, nossa audi&amp;ecirc;ncia caiu dramaticamente, mas o engajamento da audi&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; muito forte e nossos anunciantes est&amp;atilde;o satisfeitos&amp;rdquo;, disse o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A News Corp est&amp;aacute; tentando comprar os 61% que ainda n&amp;atilde;o possui da emissora brit&amp;acirc;nica via sat&amp;eacute;lite BSkyB por cerca de 8 bilh&amp;otilde;es de libras (US$ 13 bilh&amp;otilde;es), estrat&amp;eacute;gia que tem gerado preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;iacute;dia no Reino Unido.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 25/1/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=StfnunyvXezTw3RieRIojg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=StfnunyvXezTw3RieRIojg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Brasileiro do Facebook faz nova aposta na internet</title><description>&lt;p&gt;O primeiro cheque que ele assinou para um empreendedor transformou-o num bilion&amp;aacute;rio e num personagem importante num filme de sucesso de Hollywood. Agora, Eduardo Saverin, cofundador do Facebook e outrora amigo de Mark Zuckerberg, que foi o foco das aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos &amp;uacute;ltimos anos, est&amp;aacute; preenchendo um cheque de valor ainda maior, esperando plantar as sementes que ir&amp;atilde;o florescer numa outra maravilha da internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na quinta-feira, a Qwiki, nova empresa criada no Vale do Sil&amp;iacute;cio, anunciou que Eduardo Saverin (nascido no Brasil) tornou-se seu principal investidor numa rodada de financiamento de US$ 8 milh&amp;otilde;es. A companhia, cujo servi&amp;ccedil;o de internet responde a consultas de buscas com apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es multim&amp;iacute;dia interativas, em vez de links, recebeu recentemente um importante pr&amp;ecirc;mio numa confer&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em entrevista por telefone, esta semana, falando de Cingapura onde est&amp;aacute; morando, Eduardo Saverin falou do seu entusiasmo com a Qwiki. "Estou numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o hoje, em que posso fazer o que gosto, ou seja, ajudar outros empreendedores", disse ele. "O Facebook foi um grande sucesso e continuar&amp;aacute; sendo. A Qwiki est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando, mas j&amp;aacute; est&amp;aacute; no caminho de se tornar uma empresa inovadora que vai mudar as coisas."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o quis dizer quanto investiu na empresa, que tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o deu detalhes sobre o financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cofundador do Facebook fez parte de um grupo de estudantes de Harvard que se envolveu numa s&amp;eacute;rie de disputas sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do site social e cuja hist&amp;oacute;ria foi dramatizada no filme "A rede social", que conquistou o Globo de Ouro de melhor filme dram&amp;aacute;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contr&amp;aacute;rio de Tyler e Cameron Winklevoss, cuja briga com Zuckerberg chegou &amp;agrave;s manchetes dos jornais, Saverin foi discreto. E, enquanto a reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Winklevoss nunca foi reconhecida, Eduardo &amp;eacute; oficialmente um cofundador do Facebook e o seu primeiro gestor de neg&amp;oacute;cios. Mais tarde, afastou-se, mas ainda &amp;eacute; um dos primeiros acionistas da empresa, com uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5%, avaliada em cerca de US$ 2,5 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Investimentos. Saverin n&amp;atilde;o quis falar sobre o Facebook, nem sobre o filme que o tornou uma esp&amp;eacute;cie de celebridade, tampouco sobre sua vida atual. Afirmou que est&amp;aacute; fazendo v&amp;aacute;rios "angel investiments" (investimentos em novas empresas de internet), acrescentando que "adoraria" se concentrar na Qwiki. Disse ter ouvido falar pela primeira vez da empresa quando viu a Qwiki receber um pr&amp;ecirc;mio na confer&amp;ecirc;ncia de tecnologia TechCrunch, recentemente. Posteriormente, contatou seus fundadores, Doug Imbruce e Louis Monier e se envolveu com a companhia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologia b&amp;aacute;sica da Qwiki transforma um grupo de dados sobre um assunto em apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es multim&amp;iacute;dia interativas. A companhia aplicou a tecnologia a um servi&amp;ccedil;o que funciona como motor de busca. Se voc&amp;ecirc; digitar "San Francisco", ele vai responder com um curto audiovisual sobre a cidade, incluindo fatos e vistas da cidade. Louis Monier, que criou o AltaVista, e o seu s&amp;oacute;cio Doug Imbruce, pretendem diversificar o uso da tecnologia no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Incluindo uma rodada anterior de financiamento, a empresa j&amp;aacute; levantou US$ 9,5 milh&amp;otilde;es. Entre outros conhecidos investidores da empresa est&amp;atilde;o Jawed Karim, o terceiro e "menos conhecido" fundador do YouTube.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 22/1/2011</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=BhzbHqSyPiPPLDH/Lm9o5g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sat, 22 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=BhzbHqSyPiPPLDH/Lm9o5g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Nova aposta do Google</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Google informou que decidiu criar um servi&amp;ccedil;o pr&amp;oacute;prio de compras coletivas, o Google Offers, que est&amp;aacute; em fase inicial de testes nos Estados Unidos. O novo Offers deve ser integrado ao Google Places, ferramenta de recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estabelecimentos comerciais embutida no servi&amp;ccedil;o de mapas da empresa (Google Maps). "O Google est&amp;aacute; se comunicando com pequenas empresas para conseguir seu apoio e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um teste de compras pr&amp;eacute;-pagas e programa de vouchers", informou a empresa, em comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;nbsp;"Essa iniciativa faz parte de um esfor&amp;ccedil;o cont&amp;iacute;nuo do Google para criar novos produtos, como o recente beta do Offer Ads". As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es surgem cerca de um m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s o Google ter sido rejeitado pelo Groupon. O principal site de compras coletivas dos EUA recusou uma oferta estimada em US$ 6 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 24/1/2011</description><author>Destaques</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=vd9E+FpKA1jr+JzjnXlA0A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 24 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=vd9E+FpKA1jr+JzjnXlA0A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>O futuro da televisão e o que o celular tem a ver com isso</title><description>&lt;p&gt;Na coluna da semana passada, falei sobre como os tablets dominaram a Consumer Eletronics Show (CES), maior feira de tecnologia para o consumidor do mundo, que acontece sempre em janeiro, em Las Vegas, nos EUA. Dizia que, por mais que o sucesso do iPad abrisse uma nova linha de produtos tecnol&amp;oacute;gicos (lan&amp;ccedil;ados &amp;agrave;s pencas em Las Vegas), n&amp;atilde;o seria o substituto do computador - seja desktop ou notebook - como o conhecemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve quem discordasse com veem&amp;ecirc;ncia. F&amp;atilde;s da Apple t&amp;ecirc;m dessa mania: se foi feito por Steve Jobs &amp;eacute; o certo, correto e n&amp;atilde;o tem por que discutir. Discuto, pois acho o iPad muito grande para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital que hoje j&amp;aacute; se comunica mais com o celular do que com o computador. Mas um dos motivos que me fazem crer que o iPad &amp;eacute; s&amp;oacute; um aparelho intermedi&amp;aacute;rio e n&amp;atilde;o o computador do futuro parte de outras duas novidades que tamb&amp;eacute;m foram atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es na CES da primeira semana de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de quase todas as principais empresas de tecnologia lan&amp;ccedil;arem seus tablets, as outras duas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da feira foram novos modelos de smartphone e as chamadas "smart TVs". Os novos celulares foram apelidados de "super smartphones" devido a um novo tipo de processador interno, que permite que esses aparelhos tenham um desempenho que os deixa mais pr&amp;oacute;ximos dos computadores atuais do que dos smartphones que est&amp;atilde;o no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As TVs inteligentes levam esse adjetivo pois se conectam com a internet e permitem um tipo de intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria da rede na programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um recurso que n&amp;atilde;o s&amp;oacute; &amp;eacute; in&amp;eacute;dito como vai de encontro &amp;agrave; natureza da TV.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Explico: por d&amp;eacute;cadas, a televis&amp;atilde;o se firmou como um dos principais aparelhos na casa das pessoas. Come&amp;ccedil;ou a ser desafiada a partir dos anos 80, com a chegada do computador, mas s&amp;oacute; na d&amp;eacute;cada seguinte passou a disputar as aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es familiares. Com a internet, o computador deixou de ser uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o isolada de entretenimento e trabalho para assumir o papel de meio de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a&amp;iacute; a TV come&amp;ccedil;ou a ser vilanizada. Enquanto o computador era festejado por permitir a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o di&amp;aacute;logo, a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o televisor era tido como um aparelho que estimulava a passividade, o t&amp;eacute;dio e a apatia. At&amp;eacute; a postura das pessoas frente &amp;agrave;s duas m&amp;aacute;quinas foi usada como met&amp;aacute;fora para o que ambos faziam com seus usu&amp;aacute;rios: o computador fazia o sujeito se inclinar para frente, como se o puxasse para dentro do monitor; a TV o largava para tr&amp;aacute;s, deitado no sof&amp;aacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Isso come&amp;ccedil;a a mudar com essas TVs que se conectam &amp;agrave; internet, que ainda est&amp;atilde;o em sua inf&amp;acirc;ncia. Online, a televis&amp;atilde;o corre o risco de recuperar sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o central na casa - ou pelo menos de tirar esse trunfo do computador. &amp;Eacute; dif&amp;iacute;cil apostar que ela volte a se tornar o principal aparelho do lar justamente por causa da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos smartphones. S&amp;atilde;o eles que v&amp;atilde;o fazer a ponte entre o lar e a rua, a TV gigante na sala e o conte&amp;uacute;do que voc&amp;ecirc; quer levar no bolso - o celular funcionando como uma esp&amp;eacute;cie de vers&amp;atilde;o em miniatura e acess&amp;oacute;rio inteligente do aparelho principal. E &amp;eacute; a&amp;iacute; que o tablet - seja da Apple ou n&amp;atilde;o - fica sobrando.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 16/1/2011</description><author>Caderno 2</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xW7lsD5VRmQt0cZtL0BrXg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sun, 16 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xW7lsD5VRmQt0cZtL0BrXg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Sazonalidade na internet é comparável à da televisão</title><description>&lt;p&gt;Segundo a cultura chinesa, a vida humana, assim como a natureza, &amp;eacute; feita de ciclos. A internet, 'constru&amp;iacute;da' por pessoas, tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; sujeita &amp;agrave;s sazonalidades na audi&amp;ecirc;ncia. A procura sazonal por conte&amp;uacute;dos est&amp;aacute; diretamente ligada a eventos que mudam o cotidiano por determinado per&amp;iacute;odo. E, embora as redes sociais tenham se tornado o principal interesse dos brasileiros, os assuntos e o comportamento seguem rotina semelhante &amp;agrave; das emissoras de TV.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro, por exemplo, ganham mais audi&amp;ecirc;ncia as not&amp;iacute;cias de clima, os sites de autom&amp;oacute;veis e de finan&amp;ccedil;as pessoais, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em maio, o espa&amp;ccedil;o &amp;eacute; para as mensagens e cart&amp;otilde;es de Dia das M&amp;atilde;es. "Julho, por conta das f&amp;eacute;rias escolares, &amp;eacute; de longe o m&amp;ecirc;s com a maior m&amp;eacute;dia de audi&amp;ecirc;ncia", afirma o analista de m&amp;iacute;dia do Ibope Nielsen Online, Jos&amp;eacute; Calazans. Nesse caso, as p&amp;aacute;ginas mais acessadas s&amp;atilde;o as de jogos, v&amp;iacute;deos e, claro, as redes sociais. No fim do ano, ganham destaque as compras on-line, informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre vestibulares, as mensagens de boas festas e, nos &amp;uacute;ltimos dois anos, Mega Sena da Virada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Semelhante &amp;agrave; Copa do Mundo e &amp;agrave;s elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o "reality show" "Big Brother Brasil" est&amp;aacute; entre os eventos de maior procura sazonal na web, entre janeiro e mar&amp;ccedil;o. Segundo dados da Globo, o site do BBB11 registrou no primeiro dia do programa 1,3 milh&amp;atilde;o de acessos, 48% mais que no primeiro dia da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o passada. O n&amp;uacute;mero de p&amp;aacute;ginas vistas foi de 8,4 milh&amp;otilde;es, ante 3,1 milh&amp;otilde;es do BBB10.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa tamb&amp;eacute;m ficou entre quatro dos dez termos mais buscados pelo Google na semana passada. Nas redes sociais, o programa rendeu mais de 510 mil mensagens at&amp;eacute; o dia 11. "Eventos que geram uma como&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, como novelas e "reality shows", catalisam a audi&amp;ecirc;ncia", afirma o diretor de desenvolvimento editorial do iG, Ca&amp;iacute;que Severo. O portal &amp;eacute; o quarto em audi&amp;ecirc;ncia, com 23,2 milh&amp;otilde;es de visitantes ao m&amp;ecirc;s, depois de Google (33,6 milh&amp;otilde;es), MSN (32 milh&amp;otilde;es) e UOL (26,8 milh&amp;otilde;es).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Severo, a internet funciona como um canal de conversa paralela &amp;agrave; m&amp;iacute;dia convencional. Com a chegada de novos usu&amp;aacute;rios da classe C, que assistem mais TV que as classes A e B, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das grandes emissoras motive mais audi&amp;ecirc;ncia nos portais e redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No portal Terra, que conta com uma audi&amp;ecirc;ncia de 22,1 milh&amp;otilde;es de visitantes por m&amp;ecirc;s, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; semelhante, afirma o diretor de intelig&amp;ecirc;ncia de mercado do portal Terra e professor da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Get&amp;uacute;lio Vargas (FGV), Marcelo Coutinho. "A sazonalidade de conte&amp;uacute;do na internet tende a se tornar cada vez mais semelhante &amp;agrave; de outras m&amp;iacute;dias, por conta da populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso &amp;agrave; web", diz. No portal Terra, como no iG, os temas que despertam mais interesse dos usu&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o os sites de celebridades, informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre esportes e notici&amp;aacute;rio mundial e nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor de audi&amp;ecirc;ncia do Yahoo Brasil, Fabio Boucinhas, observa que al&amp;eacute;m do "reality show", tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m uma procura maior neste m&amp;ecirc;s as not&amp;iacute;cias sobre clima, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tr&amp;acirc;nsito e at&amp;eacute; sites sobre dieta. "Muita gente resolve trocar de carro ou emagrecer para cumprir a promessa de Ano Novo e isso tamb&amp;eacute;m influencia a audi&amp;ecirc;ncia", afirma. Para janeiro, a expectativa &amp;eacute; de que haja um aumento na audi&amp;ecirc;ncia de 10% a 15%, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o das f&amp;eacute;rias escolares e do BBB, diz Boucinhas. O portal n&amp;atilde;o divulga proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o ano, mas para o executivo, em um ano sem Copa do Mundo e nem elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Olimp&amp;iacute;ada no Brasil e o primeiro ano de governo Dilma Rousseff devem garantir boa parte da audi&amp;ecirc;ncia na internet. O portal tem uma m&amp;eacute;dia de 21,5 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos por m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor-executivo da consultoria ComScore, Alexander Banks, confirma que h&amp;aacute; mudan&amp;ccedil;as na procura por conte&amp;uacute;do ao longo do ano. E, de modo geral, h&amp;aacute; incremento no acesso nas principais categorias. At&amp;eacute; novembro de 2010, o acesso &amp;agrave; internet nos domic&amp;iacute;lios e empresas no Brasil, considerando o p&amp;uacute;blico com mais de 15 anos de idade, havia crescido 19,7%, alcan&amp;ccedil;ando 39,3 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo m&amp;eacute;dio de acesso por m&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o mudou muito. Em m&amp;eacute;dia, cada internauta ficou 26 horas e 54 minutos por m&amp;ecirc;s na web, 12 minutos a mais do que no ano anterior.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 17/1/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2SL6kLjpMpEYya30Q5bZjw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 17 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2SL6kLjpMpEYya30Q5bZjw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Redes sociais reforçam publicidade</title><description>&lt;p&gt;As redes sociais tornam-se o canal direto dos anunciantes com consumidores, estes cada vez mais &amp;aacute;vidos em colaborar com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos produtos e com a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das marcas que admiram. Segundo Kika Oncken, gerente de display do Google, o Brasil lidera mundialmente em n&amp;uacute;mero de usu&amp;aacute;rios do Orkut, ficando na frente da &amp;Iacute;ndia e dos Estados Unidos. No final do ano passado, a cantora Ivete Sangalo fez a primeira transmiss&amp;atilde;o ao vivo no Orkut. A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o consistia em responder as perguntas sobre o lan&amp;ccedil;amento de seu &amp;uacute;ltimo DVD, que foram feitas pelos pr&amp;oacute;prios usu&amp;aacute;rios, dentro da sua comunidade customizada. A transmiss&amp;atilde;o aconteceu dentro do pr&amp;oacute;prio banner, para todos os usu&amp;aacute;rios que entraram no Orkut durante a entrevista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de o Orkut continuar na lideran&amp;ccedil;a dos sites de relacionamento, o Twitter, e principalmente o Facebook, ganham cada vez mais espa&amp;ccedil;o na prefer&amp;ecirc;ncia do brasileiro.&amp;nbsp; Fundado em fevereiro de 2004, em um dormit&amp;oacute;rio da prestigiada Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, o Facebook re&amp;uacute;ne hoje 500 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios no mundo. Sua marca est&amp;aacute; avaliada em US$ 50 bilh&amp;otilde;es e tem um faturamento estimado em US$ 2 bilh&amp;otilde;es. No &amp;uacute;ltimo dia 3, o banco de investimentos Goldman Sachs Group Inc. e a russa Digital Sky Technologies investiram US$ 500 milh&amp;otilde;es no site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fen&amp;ocirc;meno da empresa fundada por Mark Zuckerberg, de 26 anos &amp;ndash; o mais jovem bilion&amp;aacute;rio do mundo &amp;ndash;,&amp;nbsp; foi parar nas telas do cinema com o filme &amp;ldquo;A rede social&amp;rdquo;, do diretor David Fincher, que relata toda a trajet&amp;oacute;ria da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse site de relacionamento, que come&amp;ccedil;ou sem querer. Ap&amp;oacute;s o rompimento de um namoro e de uma bebedeira, Zuckerberg resolve hackear os computadores de Harvard e coloca as fotos de todas as garotas do campus, uma ao lado da outra, para votarem na mais bonita. Ele batiza o site de Facemash, que logo adquire um car&amp;aacute;ter viral, derruba toda a rede de sistemas de Harvard e cria uma grande pol&amp;ecirc;mica no campus devido &amp;agrave; suposta misoginia da p&amp;aacute;gina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Facemash, Zuckerberg &amp;eacute; acusado de viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seguran&amp;ccedil;a, de direitos autorais e do direito &amp;agrave; privacidade. Mesmo assim, naquele momento, nasce a estrutura b&amp;aacute;sica do Facebook, que se expandiu do campus de Harvard para o mundo. Hoje, o Facebook emprega duas mil pessoas e a matriz est&amp;aacute; localizada em Palo Alto, na Calif&amp;oacute;rnia, e conta com outros dez escrit&amp;oacute;rios nos Estados Unidos e mais 11 no mundo: Irlanda, Alemanha, Inglaterra, Espanha, It&amp;aacute;lia, Fran&amp;ccedil;a, Su&amp;eacute;cia, Austr&amp;aacute;lia, Jap&amp;atilde;o, Canad&amp;aacute; e Mal&amp;aacute;sia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Twitter, criado por Biz Stone e Evan Williams em 2006, est&amp;aacute; avaliado em US$ 3,7 bilh&amp;otilde;es e j&amp;aacute; registra 175 milh&amp;otilde;es de adeptos no mundo. De acordo com um estudo realizado pela Boo-Box, de 100 a&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas por anunciantes no microblogging, houve 300 milh&amp;otilde;es de views. De olho no fil&amp;atilde;o dos anunciantes, o Twitter lan&amp;ccedil;ou no ano passado o Promoted, um novo formato de publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anunciantes aproveitam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &amp;uacute;ltimo ano, muitos anunciantes estenderam suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es publicit&amp;aacute;rias para as redes sociais com o objetivo de se aproximar mais dos consumidores e permitir uma maior intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com eles, mesmo sabendo que correm o risco de serem criticados. Afinal, a internet oferece um espa&amp;ccedil;o maior para o consumidor expressar livremente sua opini&amp;atilde;o sobre marcas, produtos e servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do ano passado, a iThink criou um aplicativo para o P&amp;atilde;o de A&amp;ccedil;&amp;uacute;car no Facebook que sorteia amigo secreto. Para acessar, basta o usu&amp;aacute;rio entrar na p&amp;aacute;gina do P&amp;atilde;o de A&amp;ccedil;&amp;uacute;car no Facebook e enviar convites para o amigo secreto, selecionando o dia do sorteio e da troca dos presentes. Depois de fechado o grupo, os participantes podem enviar mensagens an&amp;ocirc;nimas e dicas de presentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, o P&amp;atilde;o de A&amp;ccedil;&amp;uacute;car tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; presente no Linkedin, Twitter e Orkut, al&amp;eacute;m de ter um blog (www.paodeacucarverde.com.br). Em recente campanha do Kuat, a RMG criou o &amp;ldquo;Kuat Oh Yeah Experience&amp;rdquo;, protagonizado por Marcelo Adnet. A campanha n&amp;atilde;o tinha um site, apenas o brandchannel da marca. Para divulgar a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os internautas foram convidados a postar um v&amp;iacute;deo de um momento marcante no Twitter, com a hashtag #KuatOhYeah.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cada semana, blogueiros selecionavam o internauta que tivesse mandando o melhor v&amp;iacute;deo e juntos com o apresentador Marcelo Adnet, faziam brainstorms. Esses pensamentos tornaram-se roteiros que foram gravados nas ruas sob o comando de Adnet. &amp;ldquo;Quando o segundo brainstorm foi ao ar, o n&amp;uacute;mero de views no YouTube aumentou de 10 para 100 mil. Resultado surpreendente para uma campanha exclusiva na web&amp;rdquo;, comenta Patrice Lamiral, diretor de planejamento da RMG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; a LG permite, por meio do Facebook, que usu&amp;aacute;rios de toda a Am&amp;eacute;rica Latina enviem ideias de produtos que melhorem a vida das pessoas. Tamb&amp;eacute;m foi criado um v&amp;iacute;deo inspiracional que ultrapassou um milh&amp;atilde;o de views no YouTube, al&amp;eacute;m de um concurso de roteiros na plataforma, no qual o melhor roteiro ser&amp;aacute; produzido e veiculado na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a Smirnoff, por meio de sua p&amp;aacute;gina no Facebook, pedia a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos internautas para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Smirnoff Nightlife Exchange Project, que consistia em uma festa realizada na mesma hora em diferentes cidades do mundo com elementos culturais de outros pa&amp;iacute;ses. Os an&amp;uacute;ncios impressos tamb&amp;eacute;m conduziam&amp;nbsp; o consumidor ao perfil da marca no Facebook. No final da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Smirnoff conseguiu se relacionar com 65 mil pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 10/1/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ut+c4oK1FYj9gX0g99RYDw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 10 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ut+c4oK1FYj9gX0g99RYDw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Quase metade dos tweets sai de celulares</title><description>&lt;p&gt;Em entrevista concedida ao New Media Age durante a Consumer Electronics Show, em Las Vegas, o CEO do Twitter, Dick Costolo, disse que a cada cinco mensagens postadas no microblog, duas v&amp;ecirc;m de aparelhos m&amp;oacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso quer dizer que mais de 40% do que aparece no servi&amp;ccedil;o foi escrito em celulares, taxa 25% maior do que o registrado h&amp;aacute; 12 meses. Segundo Costolo, o cr&amp;eacute;dito &amp;eacute; dos aplicativos oficiais do Twitter para plataformas como iPhone, Android e BlackBerry &amp;ndash; lan&amp;ccedil;ados no ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto destacado pelo CEO &amp;eacute; como a quantidade de tweets acompanha a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o televisiva. Ele afirmou que quando come&amp;ccedil;a uma atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o como Glee, por exemplo, as pessoas tu&amp;iacute;tam constantemente por terem a impress&amp;atilde;o de estarem recebendo feedback; quando acaba, as mensagens diminuem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por causa dessa percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Twitter atualmente negocia com redes de televis&amp;atilde;o para desenvolver algum produto que siga essa tend&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 10/1/2011</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=GXDlew+q2gNXS3buVs5dGA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 10 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=GXDlew+q2gNXS3buVs5dGA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Incentivo aos tablets</title><description>&lt;p&gt;O governo federal quer tablets populares e deve conceder incentivos aos produtos. A ideia est&amp;aacute; em estudo pela equipe de Dilma Rousseff. O plano &amp;eacute; dar os mesmos benef&amp;iacute;cios fiscais que s&amp;atilde;o concedidos aos computadores fabricados no Brasil, como a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PIS/Cofins, que &amp;eacute; de 9,25%. O Samsung Tab, que &amp;eacute; fabricado no Brasil, atualmente custa R$ 2.299.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 12/1/2011</description><author>Mídia e Tecnologia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0npQnucmo3SQgWVEhnYIDw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0npQnucmo3SQgWVEhnYIDw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Facebook vale US$ 50 bilhões</title><description>&lt;p&gt;A rede social Facebook recebeu US$ 500 milh&amp;otilde;es do banco de investimento Goldman Sachs Groups e da Digital Sky Technologies, grupo russo que investe em empresas de internet. Com o aporte, a comunidade online foi avaliada em US$ 50 bilh&amp;otilde;es, mais do que a Time Warner e o Yahoo. O dinheiro &amp;eacute; um colch&amp;atilde;o para que a companhia, comandada por Mark Zuckerberg, n&amp;atilde;o abra o capital neste ano. O brasileiro Eduardo Saverin, que &amp;eacute; dono de 5% do Facebook, ficou ainda mais rico com o novo valor de mercado do site. Hoje, sua fortuna &amp;eacute; estimada em US$ 2,5 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 12/1/2011</description><author>Dinheiro &amp; Tecnologia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cGgpAA5NXgGNP88AMi9S3w==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cGgpAA5NXgGNP88AMi9S3w==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>EUA solicitam dados do WikiLeaks a Twitter</title><description>&lt;p&gt;A Justi&amp;ccedil;a americana, a pedido do Departamento de Estado, intimou o Twitter a fornecer informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre as contas do site WikiLeaks, do seu fundador, Julian Assange, e de membros do grupo. A ordem judicial solicita detalhes pessoais dos usu&amp;aacute;rios, como endere&amp;ccedil;os, nomes, hor&amp;aacute;rios de acesso e tipos de servi&amp;ccedil;os utilizados no Twitter de 1&amp;ordm; de novembro de 2009 at&amp;eacute; o presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi revelada pela parlamentar islandesa Birgitta Jonsdottir, ex-ativista do WikiLeaks, cuja conta no site da rede social ser&amp;aacute; examinada pela Justi&amp;ccedil;a americana junto com os dados do militar Bradley Manning &amp;mdash; maior suspeito de ter originado os vazamentos de milhares de documentos diplom&amp;aacute;ticos americanos ao site &amp;mdash; e outras seis pessoas. A decis&amp;atilde;o americana suscitou in&amp;uacute;meras cr&amp;iacute;ticas e acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de invas&amp;atilde;o de privacidade e atentado &amp;agrave; liberdade de express&amp;atilde;o, e promete desencadear atritos diplom&amp;aacute;ticos, j&amp;aacute; que as pessoas investigadas, em sua maior parte, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o americanas nem estavam nos EUA ao escreverem no microblog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Se o governo iraniano pedisse (esse tipo de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es) sobre ativistas iranianos, o Departamento de Estado j&amp;aacute; estaria movendo mundos e fundos contra a viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o da liberdade na internet&amp;rdquo; &amp;mdash; afirmou, em nota, Julian Assange, libertado sob fian&amp;ccedil;a da pris&amp;atilde;o no Reino Unido, mas que ainda corre o risco de ser extraditado para a Su&amp;eacute;cia, onde &amp;eacute; acusado de estupro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;A decis&amp;atilde;o revela, pela primeira vez, os esfor&amp;ccedil;os de Washington na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um processo criminal contra os respons&amp;aacute;veis pelo vazamento de documentos confidenciais. Obtida pelo site Salon.com, a c&amp;oacute;pia da intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostra que ela foi autorizada pela Promotoria em Alexandria, na Virg&amp;iacute;nia &amp;mdash; um escrit&amp;oacute;rio que tem sido utilizado com frequ&amp;ecirc;ncia pelo governo em inqu&amp;eacute;ritos criminais de grande sensibilidade. Al&amp;eacute;m disso, uma for&amp;ccedil;a-tarefa composta de dezenas de funcion&amp;aacute;rio do Pent&amp;aacute;gono e do Departamento de Justi&amp;ccedil;a est&amp;aacute; h&amp;aacute; meses investigando os danos causados pelos vazamentos na diplomacia americana e em suas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es militares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em entrevista &amp;agrave; BBC, o advogado de Assange Mark Stephens classificou a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o como uma tentativa desesperada dos EUA de incriminar o fundador do WikiLeaks.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; &amp;Eacute; uma tentativa de chacoalhar a &amp;aacute;rvore eletr&amp;ocirc;nica esperando que algum tipo de processo criminal caia do topo dela &amp;mdash; disse Stephens. &amp;mdash; O WikiLeaks condena com todas as for&amp;ccedil;as esse tipo de ass&amp;eacute;dio de indiv&amp;iacute;duos por parte do governo americano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de a intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o americana datar do dia 14 de dezembro, s&amp;oacute; ontem, quando o Twitter notificou a decis&amp;atilde;o aos interessados, ela foi tornada p&amp;uacute;blica pela parlamentar islandesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Os EUA querem saber sobre todos os meus tweets desde novembro de 2009&amp;rdquo;, escreveu Birgitta Jonsdottir no microblog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo WikiLeaks confirmou a decis&amp;atilde;o judicial, e sugeriu que o Google e o Facebook tamb&amp;eacute;m tenham recebido o mesmo tipo de intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Outro alvo das investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o programador Jacob Appelbaum, atualmente em viagem &amp;agrave; Isl&amp;acirc;ndia, pediu a seus contatos que n&amp;atilde;o lhe enviassem mensagens privadas, e afirmou temer retornar aos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Dados podem identifcar novos membros do grupo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Ainda que a maior parte das mensagens dos usu&amp;aacute;rios do Twitter sejam p&amp;uacute;blicas, o servi&amp;ccedil;o permite a troca de di&amp;aacute;logo privado com outros membros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;N&amp;atilde;o me enviem mensagens diretas. O conte&amp;uacute;do da minha conta do Twitter aparentemente foi convidado ao tribunal&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; claro como as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es exigidas ser&amp;atilde;o usadas pelos investigadores, mas o hist&amp;oacute;rico do Twitter pode revelar endere&amp;ccedil;os de internet usados por Assange e outros membros do WikiLeaks, o que poderia ajudar a rastrear suas localiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos &amp;uacute;ltimos meses. Os dados tamb&amp;eacute;m podem identificar novas pessoas com acesso oficial &amp;agrave; conta do grupo no Twitter.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 9/1/2011</description><author>O Mundo</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ocIhhQ7gn8SE/ElWVLht8A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sun, 09 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ocIhhQ7gn8SE/ElWVLht8A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Fabricantes de TVs declaram guerra contra Google e Apple</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os fabricantes de TVs aproveitar&amp;atilde;o a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Consumer Electronics Show (CES) de Las Vegas para lan&amp;ccedil;ar novos servi&amp;ccedil;os de internet e enfrentar os esfor&amp;ccedil;os do Googlee Applepara dominar o segmento de lazer dom&amp;eacute;stico.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;SamsungElectronics, LGElectronics e CiscoSystems, fabricante de decodificadores de TV, programaram lan&amp;ccedil;amentos de aplicativos, sinalizando que n&amp;atilde;o ceder&amp;atilde;o a lideran&amp;ccedil;a para o Google e a Apple ou outros novatos no setor que se esfor&amp;ccedil;am para levar os consumidores a ver programas via internet nos televisores.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Mais da metade das TVs vendida em 2014 oferecer&amp;atilde;o servi&amp;ccedil;os de internet, segundo previs&amp;otilde;es da DisplaySearch. Os fabricantes de bens eletr&amp;ocirc;nicos consideram os aparelhos de TV, que podem ser vendidos a altos pre&amp;ccedil;os e s&amp;atilde;o pe&amp;ccedil;a central na sala de estar de muitos consumidores, como chave para ampliar suas margens de lucro e manter os clientes fi&amp;eacute;is &amp;agrave;s suas marcas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Samsung, de Suwon, Coreia do Sul, come&amp;ccedil;ou a cortejar programadores no ano passado para que criem aplicativos a serem vendidos em sua loja virtual, a Samsung Apps, que pode ser acessada a partir de suas TVs, aparelhos de Blu-ray, computadores, tablets e smartphones Galaxy Tab.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A LG, de Seul, a Toshiba, de T&amp;oacute;quio, e outros fabricantes dever&amp;atilde;o seguir o mesmo caminho, com an&amp;uacute;ncios de lojas similares de aplicativos na feira. A Vizio, fabricante de TVs de Irvine, Calif&amp;oacute;rnia, exibir&amp;aacute; um tablet e um smartphone com conex&amp;otilde;es &amp;agrave; sua loja de aplicativos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Enquanto mais pessoas est&amp;atilde;o usando TVs com conex&amp;atilde;o, acreditamos que est&amp;atilde;o procurando novas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es", diz Tim Alessi, diretor de desenvolvimento de produto da LG.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Apple, de Cupertino, Calif&amp;oacute;rnia, fabricante do iPhone e iPad, vendeu milh&amp;otilde;es desses aparelhos ao oferecer centenas de milhares de aplicativos por meio de sua loja on-line, que permite aos consumidores personalizar seus produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Google, de Mountain View, Calif&amp;oacute;rnia, tenta atrair desenvolvedores de produtos para sua plataforma Google TV, com servi&amp;ccedil;os de internet.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em maio, o site lan&amp;ccedil;ou um sistema operacional para a Internet TV que funciona com o navegador Google Chrome. A Google TV aprimora a experi&amp;ecirc;ncia dos espectadores ao integrar servi&amp;ccedil;os de internet como o Netflix, ao facilitar a busca da programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de canais e ao permitir ver a recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Embora o Google tenha assinado acordo com a Sonye a Logitech International como parceiros iniciais do produto, a empresa foi proibida de oferecer programas dispon&amp;iacute;veis na TV.com, da CBS ; nos sites das grandes redes de TV; e no Hulu.com, que pertence &amp;agrave; NBC, da General Electric, News Corp.e ABC, da Walt Disney.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"H&amp;aacute; evid&amp;ecirc;ncias avassaladoras de que os consumidores querem transmiss&amp;atilde;o sob demanda e &amp;agrave; la carte", afirma Ryan McIntyre, diretor-gerente do Foundry Group, de Boulder Colorado, e ex-diretor da Sling Media, agora parte da EchoStar Corp. "Mas ainda h&amp;aacute; um longo caminho pela frente antes de podermos nos sentar em frente &amp;agrave; nossa TV ou computador e ter acesso a todo o universo de conte&amp;uacute;do em um s&amp;oacute; lugar", diz McIntyre.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Cisco, maior fabricante de equipamentos para redes de computador, tenta superar esse obst&amp;aacute;culo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Enquanto oXfinity,da Comcast, Hulu e Netflix tornam mais confusos os limites entre televis&amp;atilde;o paga, programas on-line e conte&amp;uacute;do sob demanda, a Cisco tenta aproveitar-se da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o oferecendo aos provedores de servi&amp;ccedil;o a capacidade para distribuir v&amp;iacute;deos em qualquer tipo de aparelho com conex&amp;atilde;o &amp;agrave; internet.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Cisco, empresa de San Jos&amp;eacute;, Calif&amp;oacute;rnia, j&amp;aacute; tem planos para ajudar os provedores de servi&amp;ccedil;o a cumprir essas tarefas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os fabricantes de TV cogitam ter seus pr&amp;oacute;prios navegadores de internet, embora a maioria dos consumidores provavelmente n&amp;atilde;o os usasse, segundo Alessi, da LG. "N&amp;atilde;o temos certeza se as pessoas realmente querem transformar suas TVs em computadores completos como a Google TV", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Nos EUA, 64% de todas as fam&amp;iacute;lias t&amp;ecirc;m servi&amp;ccedil;os de internet de alta velocidade, segundo a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es - parte do Departamento de Com&amp;eacute;rcio - divulgou em recente estudo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 6/1/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=AYF8hDVvWv31+kI8vIVwrA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=AYF8hDVvWv31+kI8vIVwrA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Google fará banca de revistas digital para combater Apple</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;O Google est&amp;aacute; tentando atrair o interesse das editoras com uma banca eletr&amp;ocirc;nica para usu&amp;aacute;rios de seu software para celulares e tablets Android. Com a iniciativa, a gigante da internet tenta alcan&amp;ccedil;ar a Apple, que j&amp;aacute; vende vers&amp;otilde;es digitais de v&amp;aacute;rias revistas e jornais importantes em sua loja iTunes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;A banca eletr&amp;ocirc;nica contaria com aplicativos de empresas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que oferecem vers&amp;otilde;es de suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para smartphones ou tablets que usam o Android, dizem pessoas a par da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Google espera lan&amp;ccedil;ar o servi&amp;ccedil;o, em parte, para fornecer uma experi&amp;ecirc;ncia mais consistente para as pessoas que querem ler peri&amp;oacute;dicos nos aparelhos com o Android, e tamb&amp;eacute;m para ajudar as editoras a faturar com seus aplicativos, disseram as pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Executivos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que j&amp;aacute; discutiram o assunto com o Google dizem que os detalhes da iniciativa e o cronograma ainda s&amp;atilde;o vagos. Eles acrescentam que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel at&amp;eacute; que a iniciativa n&amp;atilde;o vingue.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;O Google discutiu seus planos com v&amp;aacute;rias editoras, como a Time Inc., da Time WarnerInc., a Cond&amp;eacute; Naste a HearstCorp., segundo as pessoas a par do assunto. As editoras n&amp;atilde;o quiseram comentar ou confirmar negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Nas &amp;uacute;ltimas semanas, dizem as pessoas cientes das conversas, o Google informou &amp;agrave;s editoras que aceitaria uma fatia menor de qualquer venda que usar os aplicativos do Android, contra os 30% que a Apple geralmente cobra de cada venda no iTunes. O Google tamb&amp;eacute;m prop&amp;ocirc;s fornecer &amp;agrave;s editoras certos dados pessoais dos compradores de aplicativos, para ajud&amp;aacute;-las a oferecer produtos ou servi&amp;ccedil;os relacionados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;No Google, a iniciativa da banca eletr&amp;ocirc;nica &amp;eacute; encabe&amp;ccedil;ada por Stephanie Tilenius, vice-presidente de com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico, segundo pessoas a par da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;"J&amp;aacute; dissemos v&amp;aacute;rias vezes que estamos conversando com as editoras sobre maneiras de trabalharmos juntos, como meios de ajud&amp;aacute;-las com tecnologia para servi&amp;ccedil;os de assinatura. N&amp;atilde;o temos nenhum comunicado espec&amp;iacute;fico no momento", afirmou o Google.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Enquanto isso, a Apple prepara v&amp;aacute;rias mudan&amp;ccedil;as no iTunes para solucionar as frustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es das editoras com a loja digital, segundo pessoas familiarizadas com a quest&amp;atilde;o. Entre as mudan&amp;ccedil;as, a Apple vai facilitar que as editoras vendam assinaturas no iTunes, al&amp;eacute;m das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es individuais, mas continuar&amp;aacute; a ficar com 30% do pre&amp;ccedil;o. Isso permitiria que as editoras oferecessem descontos para assinaturas de longo prazo, como fazem com as vers&amp;otilde;es impressas. E, como cada nova edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria enviada automaticamente ao iPad ou outro tablet do assinante, a editora n&amp;atilde;o teria de depender tanto das visitas de poss&amp;iacute;veis compradores ao iTunes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;A Apple planeja compartilhar mais dados sobre quem baixa o aplicativo de uma editora, informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que as editoras podem usar para fazer marketing. Segundo uma pessoa a par da quest&amp;atilde;o, a Apple pediria ao assinante de uma vers&amp;atilde;o para o iPad de uma revista ou jornal permiss&amp;atilde;o para compartilhar com a editora dados pessoais como nome e e-mail.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Algumas editoras continuam insatisfeitas com esse acerto porque acham que poucas pessoas v&amp;atilde;o querer compartilhar os dados, segundo as pessoas a par da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;H&amp;aacute; v&amp;aacute;rios meses que a Apple discute as mudan&amp;ccedil;as com as editoras, e alguns ve&amp;iacute;culos devem come&amp;ccedil;ar a implement&amp;aacute;-las este ano, disseram as pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Por meio de um comunicado, uma porta-voz da Apple n&amp;atilde;o quis comentar, exceto para afirmar que a loja de aplicativos est&amp;aacute; "crescendo rapidamente e tem v&amp;aacute;rias publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es excelentes".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;O Google e a Apple n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os &amp;uacute;nicos que buscam novas maneiras de atrair editoras para os tablets e livros eletr&amp;ocirc;nicos. A Amazon.comInc. come&amp;ccedil;ou recentemente a permitir que as pessoas leiam edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de peri&amp;oacute;dicos dispon&amp;iacute;veis para seu livro eletr&amp;ocirc;nico Kindle em aplicativos do Kindle para aparelhos com Android. A rede americana de livrarias Barnes &amp;amp; NobleInc. come&amp;ccedil;ou a vender assinaturas eletr&amp;ocirc;nicas de revistas e jornais digitais para seu novo aparelho de e-books com tela colorida, o Nook Color.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;A News Corp., dona do Wall Street Journal, come&amp;ccedil;ou a tentar atrair editoras para uma banca eletr&amp;ocirc;nica em que as pessoas podem pagar para acessar vers&amp;otilde;es digitais das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de v&amp;aacute;rias editoras, mas engavetou o projeto no terceiro trimestre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;A competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que sobrou pode acelerar a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos peri&amp;oacute;dicos para os tablets, criando novas maneiras de as editoras comercializarem seus t&amp;iacute;tulos e propiciando mais controle sobre as vendas. Uma batalha parecida entre Google, Amazon, Apple e Barnes &amp;amp; Nobble j&amp;aacute; come&amp;ccedil;ou a transformar o mercado crescente de livros digitais, ajudando as editoras a ganhar mais flexibilidade de pre&amp;ccedil;o para seus t&amp;iacute;tulos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Embora muitas empresas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o tenham corrido para criar aplicativos de iPad e tablets com o Android, elas afirmam que a atual incapacidade de vender assinaturas no iTunes, a falta de dados sobre quem compra os aplicativos e termos desfavor&amp;aacute;veis est&amp;atilde;o impedindo que invistam mais na iniciativa. Algumas editoras afirmam que os dados pessoais s&amp;atilde;o essenciais porque permitem identificar os compradores como novos clientes antigos ou novos, para que elas possam vender acesso a outros t&amp;iacute;tulos impressos, na internet ou em outros aparelhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Enquanto algumas editoras pressionam a Apple a ajud&amp;aacute;-las a vender mais assinaturas, muitas ainda relutam em fazer isso nos termos da empresa de tecnologia. A Apple informou &amp;agrave;s editoras que vai continuar insistindo na venda de assinaturas s&amp;oacute; para o iPad na loja iTunes, segundo pessoas a par da quest&amp;atilde;o. O resultado disso &amp;eacute; que algumas editoras afirmam preferir n&amp;atilde;o oferecer uma assinatura s&amp;oacute; para o iPad, mas criar um pacote com um aplicativo da empresa para seus produtos, para que possam usar seu pr&amp;oacute;prio sistema de pagamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;Outras afirmam temer que a Apple dificulte encontrar aplicativos que n&amp;atilde;o usam seu sistema de pagamentos, segundo essas pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt;A Apple n&amp;atilde;o quis comentar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 4/1/2011</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=MdRyDrMir709ytM4RxjjnQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 04 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=MdRyDrMir709ytM4RxjjnQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Após investimento de US$ 500 milhões, valor do Facebook chega a US$ 50 bi</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O site de relacionamento Facebook recebeu um aporte de US$ 500 milh&amp;otilde;es do banco Goldman Sachs e de uma firma de investimentos russa, chegando assim a um valor de mercado de US$ 50 bilh&amp;otilde;es, segundo pessoas pr&amp;oacute;ximas &amp;agrave; opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Isso tamb&amp;eacute;m pode dobrar a fortuna do criador do site, Mark Zuckerberg, que havia sido estimada pela revista &amp;ldquo;Forbes&amp;rdquo; em US$ 6,9 bilh&amp;otilde;es. O Goldman entrou com US$ 450 milh&amp;otilde;es e a russa Digital Sky Technologies, com US$ 50 milh&amp;otilde;es. O Facebook , criado em 2004, agora ultrapassou o valor de mercado de empresas mais antigas, como eBay, Yahoo! e Time Warner. Mas ainda perde para Amazon (US$ 83 bilh&amp;otilde;es) e est&amp;aacute; longe da Google (US$ 193 bilh&amp;otilde;es).&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Esses recursos dar&amp;atilde;o ao Facebook mais poder de fogo para tirar empregados de concorrentes, desenvolver novos produtos e at&amp;eacute; ir &amp;agrave;s compras &amp;mdash; e isso continuando como uma empresa de capital fechado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Goldman pode comandar futuro lan&amp;ccedil;amento de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O aporte do Goldman Sachs, de US$ 450 milh&amp;otilde;es, deixa o banco de investimentos em uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o privilegiada para quando o Facebook decidir abrir seu capital: ser&amp;aacute; o candidato natural a coordenar a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Goldman usou essa estrat&amp;eacute;gia, por exemplo, com Ford, Ralph Lauren e eBay. Outra vantagem &amp;eacute; que os clientes da unidade de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fortunas do Goldman podem se gabar de ter uma fatia do Facebook antes mesmo de este abrir seu capital. O Goldman tem o direito de vender &amp;agrave; firma russa parte de&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;sua fatia no Facebook &amp;mdash; desde que essa venda n&amp;atilde;o ultrapasse&amp;nbsp; montante de US$ 75 milh&amp;otilde;es, disseram fontes pr&amp;oacute;ximas &amp;agrave; opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Digital Sky Technologies j&amp;aacute; tinha uma fatia de US$ 10 bilh&amp;otilde;es do Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;As empresas n&amp;atilde;o quiseram comentar a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Esta ocorre no momento em que a Securities and Exchange Commission (SEC, que regula o mercado de capitais americano) investiga o forte aquecimento do mercado privado (fora da Bolsa de Valores) de pap&amp;eacute;is de empresas da internet como Facebook, Twitter e LinkedIn. Em novembro, US$ 40 milh&amp;otilde;es em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Facebook trocaram de m&amp;atilde;os.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Mas o aporte do Goldman tamb&amp;eacute;m deve aumentar a press&amp;atilde;o para que o Facebook abra seu capital. Microsoft e Google passaram por processo semelhante. Zuckerberg nega, mas fontes pr&amp;oacute;ximas &amp;agrave; opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Goldman disseram que a diretoria do Facebook estaria disposta a abrir o capital da empresa em 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; A Google foi ignorada por Wall Street at&amp;eacute; abrir seu capital &amp;mdash; disse Chris Sacca, um investidor privado. &amp;mdash; Agora Wall Street est&amp;aacute; mais esperta. O Facebook se tornou um verdadeiro neg&amp;oacute;cio, e os investidores querem um peda&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;nbsp;CityVille bate recorde de usu&amp;aacute;rios no site&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Alheios &amp;agrave;s negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es milion&amp;aacute;rias de Zuckerberg, os usu&amp;aacute;rios continuam angariando recordes para o Facebook. Segundo o site Inside Social Games, o jogo CityVille, da Zynga, atraiu mais usu&amp;aacute;rios que qualquer outro no Facebook, com mais de 84 milh&amp;otilde;es de jogadores, apenas um m&amp;ecirc;s depois de lan&amp;ccedil;ado. O FarmVille, outro sucesso, levou nove meses para atingir 83,8 milh&amp;otilde;es de jogadores mensais.&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 4/1/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gCu5VD3bTliRd3JbU86hNA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 04 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gCu5VD3bTliRd3JbU86hNA==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Grupo Estado amplia sua presença digital</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;O Grupo Estado foi pioneiro no iPad, o tablet da Apple. O aplicativo foi lan&amp;ccedil;ado em abril deste ano e j&amp;aacute; est&amp;aacute; em sua terceira atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nas pr&amp;oacute;ximas semanas, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ada uma vers&amp;atilde;o desenhada pela Cases i Associats, de Barcelona, que tamb&amp;eacute;m fez o redesenho do jornal.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Crescemos significantemente, acima do mercado, em todos os indicadores digitais, tanto em audi&amp;ecirc;ncia quanto em receita", disse Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado. "Nossa estrat&amp;eacute;gia &amp;eacute; ter o melhor conte&amp;uacute;do com parcerias nas nossas propriedades e levar, como &amp;eacute; o caso do MSN, nosso conte&amp;uacute;do para outras propriedades, com a nossa marca." Em agosto, o Grupo Estado estreou um canal de not&amp;iacute;cias do grupo no MSN, da Microsoft.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O estad&amp;atilde;o.com.br conta com um aplicativo para o sistema operacional Android, do Google, presente em v&amp;aacute;rios smartphones e no Galaxy Tab, tablet da Samsung. Nas pr&amp;oacute;ximas semanas, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado um aplicativo do portal de Economia &amp;amp; Neg&amp;oacute;cios para o Android.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Grupo Estado lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m o site Divirta-se, com todo o conte&amp;uacute;do do caderno de lazer e cultura, e o Hiperlocal, que trar&amp;aacute; not&amp;iacute;cias e servi&amp;ccedil;os de bairros de S&amp;atilde;o Paulo. O piloto do Hiperlocal come&amp;ccedil;a com Higien&amp;oacute;polis. "O Grupo Estado est&amp;aacute; dando sucessivos passos na difus&amp;atilde;o do jornalismo e da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os em v&amp;aacute;rias plataformas", afirmou Ricardo Gandour, diretor de conte&amp;uacute;do do Grupo Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo o Ibope Netratings, o n&amp;uacute;mero de visitantes &amp;uacute;nicos dos sites de not&amp;iacute;cias cresceu 20% entre janeiro e outubro. No mesmo per&amp;iacute;odo, o estad&amp;atilde;o.com.br avan&amp;ccedil;ou 88%. O faturamento do estad&amp;atilde;o.com.br subiu 81% entre janeiro e agosto, comparado a um crescimento de 31% do mercado, segundo o projeto Inter-Meios.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/11/2010</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ZsmdVZ2Iju6l5gTq+0nK8g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 23 Nov 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ZsmdVZ2Iju6l5gTq+0nK8g==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Valor lança aplicativo para BlackBerry</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;O Valor lan&amp;ccedil;a hoje seu aplicativo para smartphones BlackBerry. Com ele, o leitor pode acompanhar not&amp;iacute;cias, cota&amp;ccedil;&amp;otilde;es de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e moedas, &amp;iacute;ndices econ&amp;ocirc;micos e as principais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre economia e neg&amp;oacute;cios no seu celular. O aplicativo permite o acesso e o compartilhamento de todo o conte&amp;uacute;do aberto do Valor Online.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Al&amp;eacute;m de acompanhar o conte&amp;uacute;do on-line, o usu&amp;aacute;rio pode fazer buscas de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e outros dados, armazenar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no &amp;iacute;cone "favoritos" e compartilhar not&amp;iacute;cias diretamente de sua caixa postal, entre outras facilidades. O aplicativo tem interface com o Twitter, permitindo postar not&amp;iacute;cias na rede social diretamente do celular. A vers&amp;atilde;o para iPhone foi lan&amp;ccedil;ada no in&amp;iacute;cio do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Com o aplicativo, o leitor monta sua pr&amp;oacute;pria carteira de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, faz buscas pelo nome ou sigla dos pap&amp;eacute;is negociados na BM&amp;amp;FBovespa e pode acompanhar os dados atualizados ao longo do dia, assim como as cota&amp;ccedil;&amp;otilde;es de moedas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;J&amp;aacute; integrado ao sistema e aos aplicativos nativos do BlackBerry, o aplicativo est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para download na loja virtual App World. Para quem j&amp;aacute; tem a loja instalada, basta baixar o aplicativo. Para quem n&amp;atilde;o tem, o primeiro passo &amp;eacute; instalar a App World no smartphone, a partir dos endere&amp;ccedil;os www.blackberry.com/appworld ou www.mobile.blackberry.com. Assim que a loja for instalada no smartphone, o aplicativo do Valor pode ser baixado na se&amp;ccedil;&amp;atilde;o "News". Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel fazer o download por meio da URL http:///valor.com.br/bb.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Na tela, todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es abertas publicadas no Valor Online est&amp;atilde;o organizadas em canais. Na "homepage", o leitor encontra em destaque as not&amp;iacute;cias mais relevantes do momento, al&amp;eacute;m de cota&amp;ccedil;&amp;otilde;es r&amp;aacute;pidas do d&amp;oacute;lar e do Ibovespa. Ao acessar o bot&amp;atilde;o "Not&amp;iacute;cias", o usu&amp;aacute;rio escolhe as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sua prefer&amp;ecirc;ncia. O recurso "Favoritos" permite organizar os conte&amp;uacute;dos selecionados de maneira pr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo o gerente s&amp;ecirc;nior de Alian&amp;ccedil;as da RIM para a Am&amp;eacute;rica Latina, Angel Aldana, a App World tem registrado mais de 1,5 milh&amp;atilde;o de downloads di&amp;aacute;rios dos diversos aplicativos na loja virtual do Blackberry. "O conte&amp;uacute;do do Valor vai ser muito apreciado por nosso p&amp;uacute;blico-alvo. &amp;Eacute; o primeiro aplicativo especializado em conte&amp;uacute;do econ&amp;ocirc;mico. S&amp;atilde;o informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relevantes para as classes A e B, para executivos e para quem quer acompanhar a bolsa e os indicadores econ&amp;ocirc;micos", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Al&amp;eacute;m do aplicativo para smartphones BlackBerry, o leitor conta com a vers&amp;atilde;o para iPhone e com as demais iniciativas da plataforma digital do Valor. O usu&amp;aacute;rio pode acompanhar as not&amp;iacute;cias pelo Twitter, em sua p&amp;aacute;gina personalizada iGoogle, em newsletters e em dois formatos na web: em texto e no jornal digital, uma c&amp;oacute;pia eletr&amp;ocirc;nica fiel das p&amp;aacute;ginas impressas, que podem ser "folheadas" como se faz com o papel. O leitor tem ainda a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o do site m&amp;oacute;vel do Valor, que se adapta ao formato da tela do celular, se acessado pelo browser do aparelho.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 10/11/2010</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3AdC53dEda9KjqdCbCgd6A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 10 Nov 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3AdC53dEda9KjqdCbCgd6A==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Franklin defende até 'enfrentamento' para regular mídia</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Em tom beligerante, o ministro da Secretaria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do governo federal, Franklin Martins, afirmou ontem que a regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor de m&amp;iacute;dias no Pa&amp;iacute;s vai ocorrer nem que para isso seja preciso enfrentar os advers&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Nenhum grupo tem o poder de interditar a discuss&amp;atilde;o. A discuss&amp;atilde;o est&amp;aacute; na mesa. Ter&amp;aacute; de ser feita. Pode ser num clima de enfrentamento ou de entendimento." A declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi feita na presen&amp;ccedil;a de autoridades estrangeiras da &amp;aacute;rea, na abertura do semin&amp;aacute;rio internacional Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es Eletr&amp;ocirc;nicas e Converg&amp;ecirc;ncia de M&amp;iacute;dias, organizado por ele. O ministro convidou autoridades de outros pa&amp;iacute;ses para debater o tema entre ontem e hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ele quer entregar at&amp;eacute; o fim do ano um anteprojeto de regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor &amp;agrave; presidente eleita, Dilma Rousseff. A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ministro tem sido vista por entidades da &amp;aacute;rea, entre elas a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Emissoras de R&amp;aacute;dio e Televis&amp;atilde;o (Abert), como um movimento do atual governo para regular o conte&amp;uacute;do produzido pelos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, embora ele negue isso enfaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em seu discurso, Franklin classificou de "fantasmas" as cr&amp;iacute;ticas que tem recebido. O maior "fantasma", segundo ele, &amp;eacute; a tese de que o governo quer amea&amp;ccedil;ar a liberdade de imprensa ao levantar o debate sobre o tema. "Essa hist&amp;oacute;ria de que a liberdade de imprensa est&amp;aacute; amea&amp;ccedil;ada &amp;eacute; bobagem, fantasma, &amp;eacute; um truque. Isso n&amp;atilde;o est&amp;aacute; em jogo."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O ministro subiu o tom e afirmou que as reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o fruto de "f&amp;uacute;rias mesquinhas". "Os fantasmas passeiam por a&amp;iacute; arrastando correntes", ressaltou. "Os fantasmas, quando dominam nossas vidas, nos impedem de olhar de frente a realidade. Os fantasmas n&amp;atilde;o podem comandar esse processo. Se comandarem, perderemos uma grande oportunidade."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo ele, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo &amp;eacute; dar uma aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial ao setor de radiodifus&amp;atilde;o em detrimento da telecomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "O governo federal tem consci&amp;ecirc;ncia de que nesse processo de converg&amp;ecirc;ncia de m&amp;iacute;dia &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio dar prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial &amp;agrave; radiodifus&amp;atilde;o", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Franklin aproveitou o evento para alfinetar a imprensa. "N&amp;atilde;o haver&amp;aacute; qualquer tipo de restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas vamos com calma. Isso n&amp;atilde;o significa que n&amp;atilde;o pode ter regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Liberdade de imprensa n&amp;atilde;o quer dizer que a imprensa n&amp;atilde;o pode ser criticada, observada", disse. "Liberdade de imprensa quer dizer que a imprensa &amp;eacute; livre, n&amp;atilde;o necessariamente boa. A imprensa erra."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Pol&amp;iacute;ticos. Em entrevista coletiva ap&amp;oacute;s o encerramento de seu discurso, Franklin defendeu um controle de conte&amp;uacute;do sobre temas ligados, segundo palavras dele, ao respeito &amp;agrave; privacidade, a campanhas discriminat&amp;oacute;rias, cultura regional, entre outras coisas. "No mundo inteiro isso &amp;eacute; feito", justificou. O ministro criticou ainda a propriedade de canais de televis&amp;atilde;o por pol&amp;iacute;ticos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Todos n&amp;oacute;s sabemos que deputados e senadores n&amp;atilde;o podem ter televis&amp;atilde;o", observou, baseado no dispositivo da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pro&amp;iacute;be que parlamentares mantenham concess&amp;otilde;es de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. De acordo com Franklin, o setor virou "terra de ningu&amp;eacute;m" e os parlamentares usam "subterf&amp;uacute;gios" para comandar emissoras. "A discuss&amp;atilde;o foi sendo evitada e agora &amp;eacute; oportunidade para que se discuta tudo isso", defendeu o ministro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O que ser&amp;aacute; discutido hoje&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;9h10 Palestra A Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Fran&amp;ccedil;a (Emanuel Gabla - Conselheiro da CSA)&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;9h50 Debate&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;10h20 Intervalo&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;10h50 Palestra A Experi&amp;ecirc;ncia da Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Reino Unido (Vincent Edward Affleck - Diretor Internacional da Ofcom) 11h30 Debate&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;12h Intervalo&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;1h Palestra A Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos EUA (Susan Ness - Pesquisadora da SAIS/John Hopkins University)&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;14h40 Debate&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;15h10 Palestra Os Desafios da Argentina para Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es (Gustavo Bulla - Diretor de Supervis&amp;atilde;o e Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AFSCA)&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;15h50 Debate&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;16h20 Encerramento&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 10/11/2010</description><author>Nacional</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ez8Jyg+PM4kgCJhsYSpeEQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 10 Nov 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Ez8Jyg+PM4kgCJhsYSpeEQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Governo garante que vem a nova regulação para mídia digital</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;O ministro Franklin Martins (Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social) abriu nesta ter&amp;ccedil;a-feira, 9, o semin&amp;aacute;rio internacional promovido pelo governo para discutir novas regras ao setor de m&amp;iacute;dia digital (r&amp;aacute;dio, TV e internet) com uma advert&amp;ecirc;ncia aos empres&amp;aacute;rios. Segundo ele, "nenhum grupo tem poder de interditar a discuss&amp;atilde;o" sobre um novo marco regulat&amp;oacute;rio e &amp;eacute; melhor que o debate se d&amp;ecirc; num clima de entendimento. A discuss&amp;atilde;o est&amp;aacute; na mesa, est&amp;aacute; na agenda, ela ter&amp;aacute; de ser feita. Pode ser feita num clima de entendimento ou de enfrentamento", afirmou, segundo o relato das rep&amp;oacute;rteres Elvira Lobato e Andreza Matais, da Folha de S.Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A Folha Online registra que, num tom professoral, o ministro disse a uma plateia formada por dirigentes de ag&amp;ecirc;ncias reguladoras em v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses, de entidades representantes dos ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da sociedade civil organizada que, "apesar de momentos de f&amp;uacute;rias mesquinhas, a nossa sociedade tem voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o entendimento" e, mais de uma vez, pediu que se afaste os "fantasmas" desta discuss&amp;atilde;o. Entidades como ANJ (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais), Abert (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de R&amp;aacute;dio e Televis&amp;atilde;o), entre outras, identificam na proposta do governo de criar novas regras para serem seguidas pelo setor de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e radiodifus&amp;atilde;o uma tentativa de impor censura &amp;agrave; liberdade de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e controlar os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em seu pronunciamento, o ministro classificou o temor de "truque", segundo ele, "porque todos sabem que isso n&amp;atilde;o est&amp;aacute; em jogo", desconsiderando que a Confecom (Confer&amp;ecirc;ncia Nacional de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o), realizada pelo governo no ano passado, aprovou v&amp;aacute;rias medidas restritivas &amp;agrave; liberdade de imprensa que Estados tentam viabilizar por meio da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conselhos de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O ministro afirmou que o pa&amp;iacute;s n&amp;atilde;o discute quest&amp;otilde;es como a propriedade de r&amp;aacute;dios e TVs por parlamentares porque n&amp;atilde;o quer fazer esse debate. "Todos sabemos que os deputados e senadores n&amp;atilde;o podem ter TV, mas todos sabemos que eles t&amp;ecirc;m, atrav&amp;eacute;s de subterf&amp;uacute;gios dos mais variados. Est&amp;aacute; certo? Evidentemente que n&amp;atilde;o. Por que n&amp;atilde;o se faz nada? Porque a discuss&amp;atilde;o foi evitada."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O ministro informou que o governo Lula prepara um anteprojeto de lei para entregar &amp;agrave; presidente eleita, Dilma Rousseff, que ser&amp;aacute; o "ponto de partida" para uma nova pol&amp;iacute;tica para o setor. Segundo ele, a expectativa &amp;eacute; que Dilma encaminhe o texto para consulta p&amp;uacute;blica ou discuss&amp;atilde;o do Congresso quando assumir e trate o assunto como priorit&amp;aacute;rios em seu governo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 9/11/2010</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=9n20Jalqhv/3vbeSzRA2Og==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 09 Nov 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=9n20Jalqhv/3vbeSzRA2Og==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>AOL sonda possível união com Yahoo</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A AOL Inc. contratou consultores financeiros para explorar v&amp;aacute;rios op&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas para a empresa, sendo que uma delas &amp;eacute; uma poss&amp;iacute;vel uni&amp;atilde;o com a concorrente maior Yahoo Inc., disseram pessoas a par da quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Nos &amp;uacute;ltimos dias, os consultores t&amp;ecirc;m apresentado cen&amp;aacute;rios diferentes para os executivos da AOL, ilustrando como as duas empresas podem combinar suas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e se a complexidade de qualquer transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como essa pode ser superada, disseram as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A AOL, que j&amp;aacute; negociou uma fus&amp;atilde;o com o Yahoo, n&amp;atilde;o chegou a abordar o poss&amp;iacute;vel s&amp;oacute;cio com uma proposta formal, acrescentaram as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Isso pode mudar se a AOL for convencida de que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel chegar a um acordo, disseram as pessoas. A AOL tem sido motivada a fazer isso pelo que percebe ser um conselho de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Yahoo mais aberto a discutir parcerias estrat&amp;eacute;gicas, disseram as pessoas. N&amp;atilde;o tinha ocorrido nenhuma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o formal entre as empresas at&amp;eacute; ontem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Unir-se ao Yahoo n&amp;atilde;o &amp;eacute; a &amp;uacute;nica op&amp;ccedil;&amp;atilde;o explorada pela AOL e a empresa pode optar por uma dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o diferente, disseram as pessoas a par da quest&amp;atilde;o. A empresa estuda v&amp;aacute;rios outros cen&amp;aacute;rios que podem colaborar mais para seu crescimento no futuro, acrescentaram.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Qualquer acordo entre a AOL e o Yahoo seria repleto de complexidade, principalmente por causa da dificuldade em vender os ativos asi&amp;aacute;ticos do Yahoo, disseram as pessoas. O Yahoo tem participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Yahoo Jap&amp;atilde;o e no chin&amp;ecirc;s Alibaba Group.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O diretor-presidente da AOL, Tim Armstrong, disse recentemente que as duas empresas podem se beneficiar de uma parceria porque t&amp;ecirc;m neg&amp;oacute;cios parecidos, mas n&amp;atilde;o comentou especificamente uma fus&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 9/11/2010</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=8vQCwy76hL9UTuPviZMrRg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 09 Nov 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=8vQCwy76hL9UTuPviZMrRg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Grandes redes dos EUA bloqueiam acesso via Google TV</title><description>&lt;p&gt;As redes americanas ABC, CBS e NBC bloquearam o acesso do Google TV, enquanto negociam com o gigante da internet os direitos de retransmiss&amp;atilde;o de sua programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o via internet. O Google est&amp;aacute; negociando ativamente com as tr&amp;ecirc;s grandes redes americanas, segundo fontes de mercado. O bloqueio prejudica os planos da gigante da internet de se expandir para al&amp;eacute;m dos computadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representantes da Walt Disney e da NBC Universal confirmaram na quinta-feira que suas empresas bloquearam o acesso via Google TV aos seus programas de TV aberta dispon&amp;iacute;veis online. A Disney controla a rede ABC e a rede de esportes ESPN na TV a cabo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fox, da News Corp, tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; considerando bloquear o acesso aos programas dispon&amp;iacute;veis em seu site, mas a decis&amp;atilde;o ainda n&amp;atilde;o foi tomada, de acordo com uma fonte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CBS bloqueou o acesso &amp;agrave;s vers&amp;otilde;es integrais de seus programas, entre os quais seriados populares como CSI: Crime Scene Investigation, de acordo com reportagem publicada na quinta-feira pelo Wall Street Journal. A CBS se recusou a comentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google TV, lan&amp;ccedil;ado este m&amp;ecirc;s nos Estados Unidos, permite que os usu&amp;aacute;rios tenham acesso &amp;agrave; internet na tela de seus televisores. O servi&amp;ccedil;o est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel em aparelhos da Sony e Logitech International, e pode abrir novas oportunidades publicit&amp;aacute;rias ao Google, que gera a maior parte de sua receita anual de cerca de US$ 24 bilh&amp;otilde;es com publicidade vinculada a buscas na web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os planos do Google TV podem ser vistos como amea&amp;ccedil;a pelas empresas de TV estabelecidas, disse Van Baker, analista do Gartner Group. "Todos conhecem o dom&amp;iacute;nio sobre o tr&amp;aacute;fego de internet que o Google conquistou em termos de publicidade. Se aquele modelo for estendido &amp;agrave; televis&amp;atilde;o, o poder do Google repentinamente se tornaria imenso no espa&amp;ccedil;o publicit&amp;aacute;rio, e as redes de TV aberta n&amp;atilde;o gostam da ideia", disse Baker.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google anunciou em comunicado que o Google TV "permite acesso ao conte&amp;uacute;do de internet que o consumidor j&amp;aacute; usa em seu celular e computador, mas os propriet&amp;aacute;rios do conte&amp;uacute;do t&amp;ecirc;m a escolha de impedir os usu&amp;aacute;rios de acess&amp;aacute;-lo nessa nova plataforma".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os executivos do Google t&amp;ecirc;m negociado com as grandes redes de TV desde meados deste ano, para conseguir a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Atualmente, o servi&amp;ccedil;o inclui programas da HBO, que pertence &amp;agrave; Time Warner, e da TBS. O conflito com o Google acontece num momento em que as grandes redes buscam compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas de televis&amp;atilde;o por assinatura pelo conte&amp;uacute;do que &amp;eacute; transmitido gratuitamente na TV aberta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Estamos nas fases iniciais do Google TV, e j&amp;aacute; temos parcerias fortes com a Best Buy, Logitech e Sony, entre outras", informou o Google, em comunicado. "Cabe ao dono do conte&amp;uacute;do a escolha de restringir o acesso dos usu&amp;aacute;rios ao seu conte&amp;uacute;do na plataforma."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/10/2010</description><author>Negócios</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ffZZ8Zwgb8qZYrqR8ornzw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sat, 23 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ffZZ8Zwgb8qZYrqR8ornzw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Brasil é o país mais ativo no Twitter</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Estudo publicado este m&amp;ecirc;s pela consultoria comScore indica que 23% dos internautas brasileiros, frente a 11,9% dos americanos, visitaram o Twitter em agosto. Essa &amp;eacute; a maior taxa de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no microblog registrada em todo o mundo. E devido a esse resultado, a revista americana &amp;ldquo;Time&amp;rdquo; tenta explicar o porqu&amp;ecirc; de o Brasil recorrer tanto ao site de mensagens curtas. O microblog, afirma, conquistou um nicho especial por aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;ldquo;Num pa&amp;iacute;s conhecido pelo abismo entre ricos e pobres, o Twitter conseguiu gerenciar essa dist&amp;acirc;ncia que separa as classes&amp;rdquo;, diz a reportagem.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os americanos ainda s&amp;atilde;o a nacionalidade mais bem representada &amp;mdash; em termos num&amp;eacute;ricos &amp;mdash; entre as 160 milh&amp;otilde;es de pessoas que usam o Twitter, diz a &amp;ldquo;Time&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Apesar disso, os usu&amp;aacute;rios internacionais j&amp;aacute; representam 65% dos acessos ao microblog, criado em 2006 por dois engenheiros de software nos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;ldquo;Os brasileiros t&amp;ecirc;m sido vorazes&amp;rdquo;, diz Katie Stanton, vicepresidente de Vendas e Marketing internacional do Twitter.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;James Green, professor de Estudos Brasileiros e Portugueses da Brown University, explica &amp;agrave; &amp;ldquo;Time&amp;rdquo; que o sucesso do Twitter no pa&amp;iacute;s est&amp;aacute; diretamente ligado &amp;agrave; liberta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sombra do autoritarismo e da descoberta do Brasil como uma nova fonte de poder global. &amp;ldquo;H&amp;aacute; uma crescente no&amp;ccedil;&amp;atilde;o da import&amp;acirc;ncia do poder do pa&amp;iacute;s e o fato de o Brasil estar longe do resto do mundo motiva os brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;H&amp;aacute; uma sede de descobrir as &amp;uacute;ltimas tend&amp;ecirc;ncias.&amp;rdquo; De acordo com Green, a&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e privadas ajudaram a popularizar a internet no pa&amp;iacute;s. Para ele, o Brasil foi um pioneiro em democratizar o acesso a computadores e o uso da internet pelos pobres, muito &amp;agrave; frente dos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Outros sucessos tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o ressaltados. Em agosto, segundo a comScore, o Orkut teve 36 milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos no Brasil. E o Facebook cresceu 479% no total de membros em um ano, para 9,5 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 23/10/2010</description><author>Economia</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Eg5Dq8Wib72r0KM+uZ94tw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Sat, 23 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Eg5Dq8Wib72r0KM+uZ94tw==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>New York Times: maior no Twitter do que no papel</title><description>&lt;p&gt;Enquanto ainda se discute a respeito do futuro dos jornais impressos em uma era de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, no caso de um dos maiores e mais famosos jornais do planeta &amp;ndash; o The New York Times &amp;ndash; as redes sociais j&amp;aacute; venceram o papel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com uma pesquisa feita com os principais t&amp;iacute;tulos norte-americanos, o n&amp;uacute;mero de seguidores do New York Times no Twitter j&amp;aacute; ultrapassou o n&amp;uacute;mero de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal impresso. Atualmente, mais de 2,6 milh&amp;otilde;es de internautas seguem o perfil do jornal no microblog, acompanhando as noticias e publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ali postadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O numero &amp;eacute; bastante expressivo se comparado com o segundo colocado da lista dos jornais com maiores seguidores do Twitter. Enquanto o NYT ultrapassa a marca de 2,6 milh&amp;otilde;es, o Wall Street Journal fica na segunda coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o com pouco mais de 464 mil seguidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O NYT foi um dos primeiros dos grandes jornais dos Estados Unidos a lan&amp;ccedil;ar um perfil no microblog. Confira a lista dos 10 jornais norte-americanos com mais seguidores no Twitter (e seus respectivos perfis).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1- New York Times (2,668 milh&amp;otilde;es de seguidores) - @nytimes&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;2- Wall Street Journal (464 mil) - @wsj&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;3- Washington Post (204 mil) - @washingtonpost&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;4- L.A Times (83 mil) - @latimes&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;5- USA Today (72 mil) - @usatoday&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;6- New York Post (57 mil) - @newyorkpost&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7- Cleveland dotcom (38 mil) - @clevelanddotcom&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8- Chicago Tribune (34 mil) - @chicagotribune&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;9- Denver Post (32 mil) - @denverpost&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;10- Dallas News (24 mil) - @dallas_news&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 20/10/2010</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=R31jFfKZJmwBl8SxvWXcYg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Wed, 20 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=R31jFfKZJmwBl8SxvWXcYg==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Aplicativos vazam informação do Facebook</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Muitos dos aplicativos, ou "apps", mais populares do site de relacionamento social Facebook Inc. t&amp;ecirc;m transmitido informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos usu&amp;aacute;rios - na pr&amp;aacute;tica fornecendo acesso aos nomes deles e, em alguns casos, os nomes dos amigos - a dezenas de empresas de marketing e de rastreamento de dados na internet, descobriu uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Wall Street Journal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A falha de seguran&amp;ccedil;a afeta dezenas de milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios do site, inclusive pessoas que configuraram seus perfis de acordo com as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de privacidade mais r&amp;iacute;gidas do Facebook. A pr&amp;aacute;tica desrespeita as regras do Facebook e renova questionamentos sobre a capacidade da empresa de manter as atividades de seus usu&amp;aacute;rios fora do alcance de profissionais de marketing e coletores de dados.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O problema tem la&amp;ccedil;os com o crescente campo de empresas que constroem bancos de dados detalhados sobre as pessoas para rastre&amp;aacute;-las on-line - uma pr&amp;aacute;tica que o WSJ vem examinando numa s&amp;eacute;rie de reportagens. N&amp;atilde;o est&amp;aacute; claro h&amp;aacute; quanto tempo a brecha existe. No domingo, um porta-voz do Facebook disse que a empresa est&amp;aacute; tomando medidas para "limitar dramaticamente" a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados pessoais dos usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"A identidade do usu&amp;aacute;rio do Facebook pode ser compartilhado inadvertidamente pelo navegador de internet de um usu&amp;aacute;rio ou por um aplicativo", disse o porta-voz. O conhecimento da identidade "n&amp;atilde;o d&amp;aacute; acesso a todas a informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas no Facebook", disse ele, explicando que a empresa vai passar a usar uma nova tecnologia para conter o problema identificado pelo WSJ.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Apps" s&amp;atilde;o programas que permitem aos 500 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios do Facebook jogar games ou compartilhar interesses comuns. O WSJ descobriu que todos os dez aplicativos mais populares do Facebook estavam transmitindo informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal dos usu&amp;aacute;rios para outras companhias.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Entre os apps, classificados pela empresa de pesquisa Inside Network Inc. (com base em usu&amp;aacute;rios mensais), est&amp;atilde;o Farmville, da Zynga Game Netowrk Inc., que tem 59 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, Texas HoldEm Poker e FrontierVille. Entre os dez apps mais populares, tr&amp;ecirc;s, inclusive Farmville, tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m transmitido informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal dos amigos do usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A maioria dos apps n&amp;atilde;o &amp;eacute; feita pelo Facebook, mas por empresas independentes de software. V&amp;aacute;rios aplicativos se tornaram indispon&amp;iacute;veis para os usu&amp;aacute;rios do Facebook depois que o WSJ informou a empresa de que eles estavam transmitindo informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal; a raz&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica da indisponibilidade n&amp;atilde;o est&amp;aacute; clara.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que estava sendo transmitida &amp;eacute; uma das pedras fundamentais do Facebook: o n&amp;uacute;mero "Facebook ID" atribu&amp;iacute;do a cada usu&amp;aacute;rio no site. Qualquer pessoa pode usar o n&amp;uacute;mero para procurar o nome do respectivo usu&amp;aacute;rio com um navegador comum de internet, mesmo se a pessoa configurou todas as suas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Facebook como privativas. Para outros usu&amp;aacute;rios, o Facebook ID revela informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que eles determinaram que poderiam ser compartilhadas com "todo mundo", incluindo idade, resid&amp;ecirc;ncia, ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fotos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os apps avaliados pelo WSJ estavam enviando os n&amp;uacute;meros de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Facebook para pelos menos 25 empresas de publicidade e de dados, muitas das quais montam perfis dos usu&amp;aacute;rios de internet seguindo a atividade on-line deles.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os defensores do rastreamento on-line alegam que esse tipo de acompanhamento &amp;eacute; benigno porque &amp;eacute; realizado anonimamente. Neste caso, entretanto, o WSJ descobriu que uma empresa de coleta de dados, a RapLeaf Inc., associou o n&amp;uacute;mero de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do usu&amp;aacute;rio do Facebook, obtido por meio dos aplicativos, ao seu pr&amp;oacute;prio banco de dados de usu&amp;aacute;rios da internet, que &amp;eacute; comercializado. A RapLeaf tamb&amp;eacute;m transmitiu os dados de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Facebook para dezenas de empresas, descobriu o WSJ.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A RapLeaf informou que a transmiss&amp;atilde;o foi involunt&amp;aacute;ria. "N&amp;atilde;o fizemos isso de prop&amp;oacute;sito", disse Joel Jewitt, vice-presidente de desenvolvimento de neg&amp;oacute;cios da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Facebook havia afirmado antes ter "adotado medidas (...) para limitar significativamente a capacidade da Rapleaf de usar qualquer dado relacionado ao Facebook".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Facebook pro&amp;iacute;be que os criadores de apps transfiram informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os usu&amp;aacute;rios para empresas de propaganda e rastreamento de dados externas, mesmo que um usu&amp;aacute;rio concorde com isso. As descobertas do WSJ ressaltaram os desafios de policiar essas regras para os 550.000 aplicativos do site.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As descobertas do WSJ representam o mais recente desafio do Facebook, que foi criticado por modificar as regras de privacidade para expor mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os usu&amp;aacute;rios. No segundo trimestre, o WSJ descobriu que o Facebook estava transmitindo os n&amp;uacute;meros de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para empresas de publicidade, em algumas circunst&amp;acirc;ncias, quando o usu&amp;aacute;rio clicava uma propaganda. O Facebook depois abandonou esta pr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Esse &amp;eacute; um desafio t&amp;eacute;cnico ainda mais complicado do que uma quest&amp;atilde;o semelhante que n&amp;oacute;s atacamos com sucesso no segundo trimestre no Facebook.com", disse um porta-voz da empresa, "mas &amp;eacute; um desafio que temos o compromisso de enfrentar."&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A quest&amp;atilde;o da privacidade se segue a esfor&amp;ccedil;os do Facebook, este m&amp;ecirc;s, para dar aos usu&amp;aacute;rios mais controle sobre seus aplicativos, que os defensores da privacidade citam como buracos potenciais dentro da capacidade dos usu&amp;aacute;rios de controlarem suas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em 6 de outubro, o Facebook criou um painel de controle que permite que os usu&amp;aacute;rios vejam quais apps est&amp;atilde;o acessando que categorias de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre eles. Ele indica, por exemplo, quando um aplicativo acessa "informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es b&amp;aacute;sicas" de um usu&amp;aacute;rio (incluindo ID e nome). Entretanto, ele n&amp;atilde;o detalha que informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es os aplicativos dos amigos acessaram sobre o usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os apps transformam o Facebook em um centro para todo o tipo de atividade, de jogos &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;rvores geneal&amp;oacute;gicas. Os apps s&amp;atilde;o considerados importantes para que o Facebook possa ampliar a utilidade de sua rede. A empresa afirma que 70% dos usu&amp;aacute;rios recorrem aos aplicativos todos os meses.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os aplicativos tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o uma fonte crescente de receita al&amp;eacute;m da propaganda para o pr&amp;oacute;prio Facebook, que vende a sua moeda virtual que pode ser usada para pagar pelos jogos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;N&amp;atilde;o est&amp;aacute; claro se os programadores respons&amp;aacute;veis por muitos desses aplicativos que est&amp;atilde;o transmitindo os n&amp;uacute;meros do Facebook ID sabem que seus apps estavam fazendo isso. Os apps estavam usando um padr&amp;atilde;o comum na internet, conhecido como "referer", que passa adiante o endere&amp;ccedil;o da &amp;uacute;ltima p&amp;aacute;gina vista quando o usu&amp;aacute;rio clica em um link. No Facebook e em outros sites de relacionamente social, isso pode expor a identidade do usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A empresa informou que desativou milhares de aplicativos em certos momentos porque eles violaram suas regras. N&amp;atilde;o est&amp;aacute; claro quantas, se alguma, dessas empresas repassaram a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do usu&amp;aacute;rio para empresas de marketing.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Parece tamb&amp;eacute;m que o Facebook encerrou alguns aplicativos que, conforme identificado pelo WSJ, estavam transmitindo os IDs dos usu&amp;aacute;rios, incluindo v&amp;aacute;rios criados pela LOLapps Media Inc., uma empresa de San Francisco. Entre os aplicativos da LOLapp est&amp;atilde;o Gift Creator, com 3,5 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios mensais ativos, e Quiz Creator, com 1,4 milh&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios mensais ativos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Desde sexta-feira, os usu&amp;aacute;rios que tentam acessar esses aplicativos recebem uma mensagem de erro ou s&amp;atilde;o mandados de volta para a p&amp;aacute;gina inicial do Facebook. "Agimos imediatamente para desativar todos os aplicativos que violam nossos termos", disse um porta-voz do Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Uma porta-voz da LOLapps Media Inc. se negou a comentar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os aplicativos que transmitem os IDs do Facebook podem ter violado suas pr&amp;oacute;prias regras de privacidade, assim como os padr&amp;otilde;es do setor, que determinam que os sites n&amp;atilde;o devem compartilhar e os anunciantes n&amp;atilde;o devem coletar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal identific&amp;aacute;vel sem a permiss&amp;atilde;o do usu&amp;aacute;rio. A Zynga, por exemplo, informa na sua regra de privacidade que "n&amp;atilde;o oferece nenhuma informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal que possa ser identificada para empresas de publicidade".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Uma porta-voz da Zynga disse: "A Zynga tem uma pol&amp;iacute;tica r&amp;iacute;gida de n&amp;atilde;o passar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pessoais identific&amp;aacute;veis a terceiros. N&amp;oacute;s queremos trabalhar com o Facebook para aprimorar como as tecnologias da web funcionam para manter as pessoas no cotrole de suas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O mais abrangente uso de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios do Facebook descoberto pelo WSJ envolve a RapLeaf. A empresa de San Francisco compila e vende perfis de pessoas em parte com base nas atividades on-line deles.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O WSJ descobriu que alguns aplicativos estavam transmitindo os n&amp;uacute;meros de identidade dos usu&amp;aacute;rios para a RapLeaf. A RapLeaf associava os n&amp;uacute;meros de ID aos dossi&amp;ecirc;s que tinha previamente criado para essas pessoas e colocava essa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um arquivo de rastreamento da internet conhecido como "cookie".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A RapLeaf afirma que retira os nomes dos usu&amp;aacute;rios quando inclui a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no cookie e a compartilha para publicidade dirigida. Entrentanto, o WSJ descobriu que o RapLeaf transmitiu os n&amp;uacute;meros de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios do Facebook para uma d&amp;uacute;zia de outros anunciantes e empresas de dados, como a Invite Media, do Google Inc.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As 12 empresas informaram que n&amp;atilde;o coletaram, armazenaram ou usaram a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 19/10/2010</description><author>The Wall Street Journal Americas</author><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5Yx2+vibNnn+8EFpv1fjTQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Tue, 19 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5Yx2+vibNnn+8EFpv1fjTQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Folha lança rádio integrada a rede sociais</title><description>&lt;p&gt;Os internautas que ouvem m&amp;uacute;sica enquanto navegam na internet ganham agora uma nova op&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Folha de S.Paulo lan&amp;ccedil;ou nesta segunda-feira a primeira vers&amp;atilde;o R&amp;aacute;dio Folha, criada em parceria com a empresa Aorta. A plataforma &amp;eacute; gratuita e est&amp;aacute; no ar de forma ininterrupta, dispon&amp;iacute;vel tanto para web quanto para iPhone. (Conhe&amp;ccedil;a)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A r&amp;aacute;dio online tamb&amp;eacute;m tem integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com redes sociais. O internauta pode compartilhar via Twitter, Facebook e Orkut o som que est&amp;aacute; ouvindo naquele momento. O projeto conta com cinco programa&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferentes. Est&amp;atilde;o l&amp;aacute; os estilos "Pop &amp;amp; Rock", dos anos 60 at&amp;eacute; atualmente, "M&amp;uacute;sica Cl&amp;aacute;ssica", "Jazz &amp;amp; Blues", "MPB", e "Tend&amp;ecirc;ncias", espa&amp;ccedil;o que promove grupos como Air e Gothan Project e nomes que despontam no cen&amp;aacute;rio nacional, como a cantora C&amp;eacute;u. O acervo conta com milhares de faixas, atualizadas semanalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A R&amp;aacute;dio Folha vai funcionar tamb&amp;eacute;m com as not&amp;iacute;cias do impresso. Mais de dez boletins com conte&amp;uacute;do entram nos intervalos musicais com not&amp;iacute;cias atualizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Folha.com&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 18/10/2010</description><author /><category>Novas mídias</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=iZoKchnrkN/DUwzum/WOjQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</link><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=iZoKchnrkN/DUwzum/WOjQ==&amp;c=TvveUiiaZZYvh1JfTgt04Q==</source></item><item><title>Potencial de publicidade no Twitter divide anunciantes</title><description>&lt;p&gt;A investida do Twitter Inc. na propaganda est&amp;aacute; motivando opini&amp;otilde;es diversas de alguns publicit&amp;aacute;rios, o que ressalta o desafio de transformar o popular site de microblogs num empreendimento altamente lucrativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A popularidade do Twitter alimentou expectativas de que os publicit&amp;aacute;rios poderiam usar o servi&amp;ccedil;o para distribuir propagandas relevantes a pessoas interessadas em informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em tempo real sobre os mais recentes acontecimentos e outros assuntos. Desde que lan&amp;ccedil;ou a aguardada op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propaganda no site, em abril, o Twitter j&amp;aacute; fechou acordo com mais de 30 marcas importantes, como Coca-Cola Co., Virgin America e Starbucks Corp., para test&amp;aacute;-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns publicit&amp;aacute;rios dizem que os primeiros resultados s&amp;atilde;o promissores, mas que a propaganda no Twitter ainda est&amp;aacute; no est&amp;aacute;gio experimental. Outros anunciantes que testaram a propaganda no Twitter, &amp;agrave;s vezes sem custo, como as marcas de bebidas da PepsiCo Inc. e a varejista de eletr&amp;ocirc;nicos Best Buy Co., n&amp;atilde;o compraram novos an&amp;uacute;ncios. Os publicit&amp;aacute;rios dizem que n&amp;atilde;o descartaram a possibilidade de anunciar futuramente no Twitter, mas que &amp;eacute; cedo e ainda est&amp;atilde;o descobrindo que tipo de propaganda funciona no servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Ainda n&amp;atilde;o saiu o veredicto" se o Twitter pode funcionar para os anunciantes, disse David Cohen, diretor executivo da Universal McCann, uma ag&amp;ecirc;ncia de m&amp;iacute;dia da Interpublic Group of Cos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Twitter oferece "Promoted Tweets" (tweets promovidos), em que os publicit&amp;aacute;rios pagam para que suas mensagens sejam apresentadas no topo da lista de resultados das buscas no Twitter.com; o site recebeu cerca de 130 milh&amp;otilde;es de pedidos de busca em agosto, segundo a comScore Inc. A empresa deve come&amp;ccedil;ar logo a testar an&amp;uacute;ncios ligados ao conte&amp;uacute;do dos tweets, ou mensagens dos usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os publicit&amp;aacute;rios que testaram o novo sistema de propaganda do Twitter na fase de lan&amp;ccedil;amento n&amp;atilde;o tiveram de pagar, segundo dois executivos de propaganda na internet. Agora o Twitter est&amp;aacute; oferecendo os Promoted Tweets por mais de US$ 100.000.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os publicit&amp;aacute;rios dizem que querem mais op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de personaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mais dados para acompanhar o impacto de suas campanhas. Eles tamb&amp;eacute;m questionam se as pessoas prestam aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o a an&amp;uacute;ncios pagos em sites de relacionamento social. Alguns acham melhor usar as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es gratuitas dos sites, como criar uma conta e interagir com os usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; um formato de propaganda totalmente novo e diferente. Ainda temos que aprender e pensar muito", diz Shiv Singh, diretor de propaganda digital da PepsiCo Beverages, que testou as propagandas do Twitter nos &amp;uacute;ltimos meses, mas ainda n&amp;atilde;o comprou mais an&amp;uacute;ncios no site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o Twitter, que foi fundado h&amp;aacute; quatro anos, muita coisa depende do sucesso em conquistar os publicit&amp;aacute;rios americanos com sua primeira tentativa s&amp;eacute;ria de gerar receita. A empresa de San Francisco foi avaliada em US$ 1 bilh&amp;atilde;o numa rodada recente de financiamentos, segundo pessoas a par da quest&amp;atilde;o. Os executivos do Twitter dizem que a iniciativa de propaganda apenas come&amp;ccedil;ou e eles
