<?xml version="1.0"?><rss version="2.0"><channel><title>RSS Oficina de Clipping - Jornais e revistas</title><link>http://www.oficinadeclipping.com.br</link><description>Oficina Brasileira de Clipping</description><language>pt-BR</language><ttl>5</ttl><item><title>Zero Hora é quinto no ranking dos jornais mais admirados</title><description>&lt;p&gt;Zero Hora &amp;eacute; o quinto jornal mais admirado do Pa&amp;iacute;s, segundo o resultado da 12&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estudo Ve&amp;iacute;culos Mais Admirados, organizado pelo Grupo Troiano de Branding para o jornal Meio &amp;amp; Mensagem. TV Globo em televis&amp;atilde;o, Veja em revista e CBN em r&amp;aacute;dio ocupam o primeiro posto desde a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, realizada em 2000. Os demais l&amp;iacute;deres s&amp;atilde;o O Estado de S. Paulo em jornal, Google em portais e GNT em canal de TV por assinatura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo calcula o &amp;iacute;ndice de prest&amp;iacute;gio da Marca dos principais ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Pa&amp;iacute;s a partir dos dados de uma pesquisa feita pela Qualibest junto aos assinantes de Meio &amp;amp; Mensagem. Na an&amp;aacute;lise do desempenho de Zero Hora, M&amp;amp;M registra uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diretor-geral de Jornais do Grupo RS, Chistiano Nygaard, para quem ZH est&amp;aacute; entre os mais admirados &amp;ldquo;por sua vitalidade para atrair leitores em todas as suas vers&amp;otilde;es, sem fazer concess&amp;otilde;es a pre&amp;ccedil;o, gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; qualidade dos servi&amp;ccedil;os e &amp;agrave; relev&amp;acirc;ncia de seus conte&amp;uacute;dos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O di&amp;aacute;rio &amp;eacute; o &amp;uacute;nico ve&amp;iacute;culo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Rio Grande do Sul a figurar no ranking, que avalia o &amp;Iacute;ndice de Prest&amp;iacute;gio de Marca. Nele Zero Hora obteve uma m&amp;eacute;dia de 41,6 (o l&amp;iacute;der, Estad&amp;atilde;o, obteve 73,1), assim distribu&amp;iacute;dos: atendimento comercial, 47,7; &amp;eacute;tica, 47,7; compet&amp;ecirc;ncia dos profissionais, 46,0; efic&amp;aacute;cia, 46,0; independ&amp;ecirc;ncia editorial, 40.6; credibilidade, 39,5 (&amp;iacute;ndice em que o Estad&amp;atilde;o obteve seu melhor desempenho, com 93.4); criatividade, 37,3; conte&amp;uacute;do editorial, 35,1; e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 32,4.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 31/1/2012</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=LdHmX2QViZqnvcSlKr3veg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=LdHmX2QViZqnvcSlKr3veg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Globo compra fatia de minoritários na Infopar</title><description>&lt;p&gt;As Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo informaram ontem que compraram a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos acionistas minorit&amp;aacute;rios da Infopar, empresa holding que det&amp;eacute;m as propriedades da Infoglobo e de participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no jornal &amp;ldquo;Valor Econ&amp;ocirc;mico&amp;rdquo; (em sociedade com a Folha da Manh&amp;atilde;) e no portal Zap (em sociedade com o Grupo Estado). A Infoglobo publica os jornais O GLOBO, &amp;ldquo;Extra&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Expresso&amp;rdquo; e &amp;eacute; dona da Ag&amp;ecirc;ncia O Globo e do site O Globo On Line.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os acionistas minorit&amp;aacute;rios detinham 40% de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do capital da Infopar. O motivo dessa aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita pelas Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo foi propiciar um maior alinhamento da gest&amp;atilde;o entre as diversas empresas do grupo. Com a compra das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos minorit&amp;aacute;rios, a Infopar passar&amp;aacute; a ser gerida pelo Conselho de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o haver&amp;aacute; mudan&amp;ccedil;as na opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Infopar, assim como nos seus produtos. A empresa continua comprometida com seus planos de neg&amp;oacute;cios aprovados. Tampouco haver&amp;aacute; efeito financeiro, pois a Infopar n&amp;atilde;o assume d&amp;iacute;vidas nem encargos de nenhum tipo. &amp;Eacute; uma transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre s&amp;oacute;cios, que n&amp;atilde;o afeta o dia a dia da empresa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 1/2/2012</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=6fGETmiuOTI4+2AJWgFGvQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=6fGETmiuOTI4+2AJWgFGvQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais eslovacos encontram modelo de cobrança online</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Enquanto jornais no mundo todo buscam um modelo para ganhar dinheiro com o digital, a pequena Eslov&amp;aacute;quia, na Europa Central, encontrou uma f&amp;oacute;rmula que vem agradando publishers e leitores. Inspirado em modelo da TV a cabo, em maio de 2011 a companhia Piano Media inaugurou um sistema de cobran&amp;ccedil;a por conte&amp;uacute;do online (paywall), reunindo nove dos maiores publishers daquele pa&amp;iacute;s, respons&amp;aacute;veis por 44 sites. Para acessar o conte&amp;uacute;do, o leitor pode optar por assinaturas semanais (&amp;euro; 0,99), mensais (&amp;euro; 2.90) ou anuais (&amp;euro; 29).&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Piano Media fica com 30% do valor das assinaturas. O ve&amp;iacute;culo pelo qual o usu&amp;aacute;rio registra-se fica com outros 40% (o leitor s&amp;oacute; precisa cadastrar e logar-se uma vez). O restante &amp;eacute; dividido entre todos os participantes. S&amp;oacute; no primeiro m&amp;ecirc;s, o neg&amp;oacute;cio gerou receita de &amp;euro; 40 mil. &amp;ldquo;As empresas entenderam que compartilhar a mesma estrutura online faz sentido, assim como criar produtos que os leitores, na verdade, preferem, mesmo que isso signifique algum n&amp;iacute;vel de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com concorrentes&amp;rdquo;, afirmou Tomas Bella, ceo da companhia, em entrevista ao propmark.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A empresa j&amp;aacute; come&amp;ccedil;ou sua expans&amp;atilde;o. O mesmo modelo acaba de ser inaugurado na Eslov&amp;ecirc;nia, no Leste Europeu. O pa&amp;iacute;s tem 1,3 milh&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios na internet, o equivalente a 65% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O objetivo da Piano Media &amp;eacute; atingir, no primeiro ano de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 1% de todos os que acessam conte&amp;uacute;do digital.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Alguns cr&amp;iacute;ticos, no entanto, acreditam que a cobran&amp;ccedil;a pelo acesso pode gerar um efeito contr&amp;aacute;rio: cobrar por conte&amp;uacute;do na internet geraria queda no n&amp;uacute;mero de leitores, o que afastaria anunciantes e perda na receita com publicidade. Bella diz que n&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Algumas pessoas nos perguntam por que nossas metas s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o conservadoras. &amp;Eacute; porque realmente pretendemos construir um modelo que n&amp;atilde;o tenha absolutamente nenhum impacto em qualquer outra &amp;aacute;rea&amp;rdquo;, diz. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o &amp;eacute; como aderir e perder 5% em receita de publicidade. Essa ser&amp;aacute; uma nova fonte de renda para os ve&amp;iacute;culos, sem nenhuma perda em faturamento ou tr&amp;aacute;fego&amp;rdquo;, garante o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Nove dos maiores publishers da Eslov&amp;ecirc;nia, donos de 12 diferentes marcas e websites, j&amp;aacute; aderiram ao projeto, incluindo a maioria dos principais jornais daquele pa&amp;iacute;s, segundo a empresa. Os ve&amp;iacute;culos, que antes disponibilizavam 3% do conte&amp;uacute;do online na &amp;aacute;rea restrita para assinantes, ir&amp;atilde;o elevar esse n&amp;uacute;mero para 10%.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Expans&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;No momento, a Piano Media discute com outros 11 pa&amp;iacute;ses do continente europeu a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema, e deve inaugurar projeto semelhante em outros tr&amp;ecirc;s at&amp;eacute; o final de 2012. O executivo descarta, por ora, levar o modelo para a Europa Ocidental, j&amp;aacute; que o mercado em pa&amp;iacute;ses maiores, como Inglaterra, Fran&amp;ccedil;a e Espanha, &amp;ldquo;&amp;eacute; muito fragmentado&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Nosso foco neste ano ser&amp;aacute; principalmente os pa&amp;iacute;ses de pequeno ou m&amp;eacute;dio porte&amp;rdquo;, ressaltou. Ele tamb&amp;eacute;m acredita que, nos pr&amp;oacute;ximos mercados onde a companhia pretende atuar, n&amp;atilde;o haver&amp;aacute; concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o grande de ve&amp;iacute;culos sob o sistema paywall. &amp;ldquo;Na maioria dos outros mercados, entre tr&amp;ecirc;s e seis publishers participantes seriam suficientes para a Piano atuar&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Questionado se a cobran&amp;ccedil;a por conte&amp;uacute;do online &amp;eacute; uma tend&amp;ecirc;ncia irrevers&amp;iacute;vel, o executivo &amp;eacute; reticente. &amp;ldquo;Eu n&amp;atilde;o acredito que algu&amp;eacute;m possa prever o que acontecer&amp;aacute; na ind&amp;uacute;stria de jornais, se cobrar por conte&amp;uacute;do realmente veio para ficar ou n&amp;atilde;o. O que sabemos &amp;eacute; que os pa&amp;iacute;ses que hoje utilizam nossos servi&amp;ccedil;os est&amp;atilde;o em meio a uma crise e necessitam fortemente de um novo canal de receita&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="AUTOR"&gt;Keila Guimar&amp;atilde;es&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 17/1/2012</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=WmAmvlvmcCMwmT0BQRwtCQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=WmAmvlvmcCMwmT0BQRwtCQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Abril reestrutura direção e ressalta digital</title><description>&lt;p&gt;A Editora Abril anunciou nesta ter&amp;ccedil;a-feira, 17, a reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rias de suas chamadas Unidades de Neg&amp;oacute;cios (UNs) e n&amp;uacute;cleos, al&amp;eacute;m da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do posto de CDO &amp;ndash; Chief Digital Officer &amp;ndash; ocupado por Manoel Lemos, atual diretor Geral de Tecnologia Digital na Abril e ex-BlogBlogs. A nova diretoria incorpora a &amp;aacute;rea de e-commerce da Abril, sob responsabilidade de Fernando Cirne.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do departamento comercial, saiu o diretor geral de publicidade adjunto Rog&amp;eacute;rio Gabriel Comprido. Os departamentos a ele vinculados passam a responder para Thais Chede, diretora geral de publicidade, Sandra Sampaio, diretora de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e Jacques Ricardo, diretor de desenvolvimento comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Equipes editoriais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram afetadas as Unidades de Neg&amp;oacute;cios Segmentadas I e II, que obedecem a nova configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, organograma e dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A fus&amp;atilde;o de n&amp;uacute;cleos permitiu a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu n&amp;uacute;mero total de 12 para nove. O atual configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica assim desenhada: N&amp;uacute;cleo Infanto-juvenil (resultado da fus&amp;atilde;o dos n&amp;uacute;cleos infantil e jovem edirigida por Dimas Mietto); N&amp;uacute;cleo Moda e Beleza (resultado da incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos n&amp;uacute;cleos Moda e Bem Estar, dirigido interinamente por Marcia Neder); N&amp;uacute;cleo Motor, Esporte e Turismo (fruto da fus&amp;atilde;o dos t&amp;iacute;tulos dos n&amp;uacute;cleos Motor Esporte e do Turismo, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o da National Geographic, que se transfere para os projetos de sustentabilidade).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m foram afetadas as reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es da revista Claudia (agora sob comando de Paula Mageste, ex-Editora Globo), al&amp;eacute;m das revistas Gloss, Capricho, Women&amp;acute;s Health, Sou + Eu, Viva Mais e o Portal M de Mulher. Sa&amp;iacute;ram da Abril Cynthia Greiner (Claudia), Ana C&amp;eacute;lia Aschenbach (Women&amp;acute;s Health) Felipe Zobaran (N&amp;uacute;cleo Homem) e Alda Palma (diretora do N&amp;uacute;cleo Jovem). As mudan&amp;ccedil;as de t&amp;iacute;tulos envolveram o reposicionamento de mais de dez profissionais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 17/1/2012</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0lNOwDkGmwtJ7tOFbLaRpQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0lNOwDkGmwtJ7tOFbLaRpQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revista para tablet é a novidade do Grupo RBS</title><description>&lt;p&gt;A novidade do Grupo RBS quer auxiliar na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das festas de casamento. A revista digital Di&amp;aacute;rio da Noiva, dispon&amp;iacute;vel para download na App Store e na Android Market, com o custo de $1,99, apresenta reportagens, v&amp;iacute;deos e fotos sobre o tema. A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, produzida pela equipe do caderno Donna, de Zero Hora, se prop&amp;otilde;e a ser um guia aos noivos, com cronograma de tarefas, dicas para calcular a quantidade de comida e bebida para a festa e sugest&amp;otilde;es para montar a lista de presentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Di&amp;aacute;rio da Noiva tamb&amp;eacute;m apresenta um editorial com fotos de vestidos para identificar o melhor modelo para cada biotipo. Para os homens, uma mat&amp;eacute;ria explica cada tipo de traje e aponta o que usar conforme o estilo do casamento. As madrinhas tamb&amp;eacute;m ganham aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o com Os quatro mandamentos referentes ao traje. Uma linha do tempo, desenhada por C&amp;eacute;lia Ribeiro, conta a hist&amp;oacute;ria do vestido de noiva e como ele evoluiu com o passar dos anos. Al&amp;eacute;m disso, a maquiadora Alice Salazar explica, em v&amp;iacute;deo, como criar &amp;ldquo;um look perfeito para o grande dia&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A revista explora a tecnologia dos tablets para mostrar festas atrav&amp;eacute;s de imagens detalhadas. Em galerias, podem ser encontradas sugest&amp;otilde;es para a decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dicas de como adequar a festa &amp;agrave; esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano e a ferramenta oferece, ainda, um passeio online em 360&amp;ordm; com sugest&amp;atilde;o de decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Al&amp;eacute;m da cerim&amp;ocirc;nia e festa, o aplicativo tamb&amp;eacute;m abre espa&amp;ccedil;o para sugest&amp;otilde;es de destinos de lua de mel com 37 dicas, separadas por continente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 9/1/2012</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Qwt5hPUse69CsqqUbTomtQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Qwt5hPUse69CsqqUbTomtQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>R7 investe em serviço de educação</title><description>&lt;p&gt;Com o objetivo de ampliar o seu leque de servi&amp;ccedil;os, o R7 associou-se &amp;agrave; empresa Melhore na Escola para fornecer apoio educacional aos seus internautas. Com o nome de R7 Melhore na Escola, o novo servi&amp;ccedil;o oferece aulas particulares online, al&amp;eacute;m do apoio e orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores (tamb&amp;eacute;m via web) de diversas disciplinas escolares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para usufruir do servi&amp;ccedil;o &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio pagar uma mensalidade (que pode ser de R$ 8,25 se o usu&amp;aacute;rio aderir ao plano anual), que tamb&amp;eacute;m inclui o acesso a todo o conte&amp;uacute;do educativo multim&amp;iacute;dia do portal. Segundo o R7, o servi&amp;ccedil;o do Melhore na Escola &amp;eacute; voltado para os alunos de todas as faixas escolares, desde a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o infantil, at&amp;eacute; a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o vestibular.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 6/12/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=48GhM94uhudmidnXe7CQYQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=48GhM94uhudmidnXe7CQYQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Fórum discute integração dos jornais do interior</title><description>&lt;p&gt;A primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Congresso dos Di&amp;aacute;rios do Interior do Brasil, que ser&amp;aacute; realizada nesta ter&amp;ccedil;a e quarta-feira em Bras&amp;iacute;lia, tem como objetivo debater a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial dos 380 jornais di&amp;aacute;rios publicados fora das capitais estaduais &amp;ndash; que juntos t&amp;ecirc;m circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 4 milh&amp;otilde;es de exemplares por dia, somando aproximadamente 20 milh&amp;otilde;es de leitores. Os organizadores esperam receber mais de 200 inscritos no evento &amp;ndash; gestores, diretores, editores e profissionais do trade nacional de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que se reunir&amp;atilde;o nestes dois dias em prol de consolidar a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o por meio do conte&amp;uacute;do e tamb&amp;eacute;m da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um selo de qualidade que poder&amp;aacute; identificado em qualquer regi&amp;atilde;o do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Est&amp;atilde;o confirmadas as presen&amp;ccedil;as das ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Ideli Salvatti (Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Institucionais) e Helena Chagas (SECOM) na abertura do evento, ter&amp;ccedil;a &amp;agrave; noite, no teatro do Hotel Royal Tupi, na capital federal. Na ocasi&amp;atilde;o, o deputado Andr&amp;eacute; Vargas (PT-PR) tomar&amp;aacute; posse para mais um mandato na presid&amp;ecirc;ncia da Frente Parlamentar em Apoio e Fortalecimento da M&amp;iacute;dia Regional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; realizada uma sess&amp;atilde;o de homenagens a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e personalidades que contribu&amp;iacute;ram para o fortalecimento dos jornais regionais. A maior parte das palestras do congresso ser&amp;aacute; dedicada ao tema da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial, mas tamb&amp;eacute;m haver&amp;aacute; discuss&amp;otilde;es sobre temas como auditagem de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, jornalismo na web, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O evento contar&amp;aacute; ainda com uma exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 14 estandes de fornecedores de jornais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 6/12/2011</description><author>Opinião</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xxWDCwbIVx4EMDb3YEckAQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 06 Dec 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xxWDCwbIVx4EMDb3YEckAQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revistas têm nos tablets nova fonte de receita</title><description>&lt;p&gt;A not&amp;iacute;cia soou como uma nota de al&amp;iacute;vio em meio ao esfor&amp;ccedil;o dos grupos de m&amp;iacute;dia para encontrar uma maneira lucrativa de levar seus produtos tradicionais para a internet. No fim de outubro, o grupo americano Cond&amp;eacute; Nast - respons&amp;aacute;vel por revistas prestigiadas como "Vogue", "The New Yorker" e "Vanity Fair" - revelou que suas vendas de assinaturas aumentaram 268% por semana, em m&amp;eacute;dia, depois de a Apple lan&amp;ccedil;ar, no in&amp;iacute;cio daquele m&amp;ecirc;s, o aplicativo "Newsstand", uma banca de jornais eletr&amp;ocirc;nica para iPad. As vendas de exemplares avulsos cresceram espantosos 142%, informou a companhia de revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o relevantes por si s&amp;oacute;, mas o ponto importante &amp;eacute; que indicam uma poss&amp;iacute;vel revers&amp;atilde;o da expectativa dos grupos de m&amp;iacute;dia em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos meios eletr&amp;ocirc;nicos. A internet provocou a desconfian&amp;ccedil;a das empresas jornal&amp;iacute;sticas ao disseminar a ideia de que as pessoas podiam ter tudo o que quisessem na rede sem pagar nada por isso. Com o tablet, parece haver a chance de um recome&amp;ccedil;o, sob um modelo de servi&amp;ccedil;os pagos, como mostra a experi&amp;ecirc;ncia da Cond&amp;eacute; Nast.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Valor ouviu executivos das maiores empresas de revistas do Brasil para saber como elas t&amp;ecirc;m usado os tablets para refor&amp;ccedil;ar seus neg&amp;oacute;cios. As estrat&amp;eacute;gias variam, mas todas t&amp;ecirc;m levado a s&amp;eacute;rio esses dispositivos, que se tornaram sonho de consumo da classe m&amp;eacute;dia, o p&amp;uacute;blico t&amp;iacute;pico das revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Companhias est&amp;atilde;o conseguindo atrair p&amp;uacute;blico que n&amp;atilde;o era assinante dos t&amp;iacute;tulos em papel&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Editora Abril, que come&amp;ccedil;ou a investir em aplicativos para tablets em 2009, j&amp;aacute; obt&amp;eacute;m lucro com a venda dessas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais, afirma Fernando Costa, diretor de assinaturas da empresa. Em 2009, a Abril lan&amp;ccedil;ou o aplicativo da revista "Veja". At&amp;eacute; o fim de outubro, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o havia sido baixada em aproximadamente 250 mil aparelhos. "O volume de assinaturas ainda &amp;eacute; pequeno, mas deve crescer &amp;agrave; medida que aumenta a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tablets no pa&amp;iacute;s", afirma Costa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano passado, a Abril lan&amp;ccedil;ou quatro t&amp;iacute;tulos para tablet. O processo foi acelerado neste ano, com 18 revistas, totalizando 23 t&amp;iacute;tulos atualmente. Juntos, eles registraram 500 mil downloads. A editora prev&amp;ecirc; lan&amp;ccedil;ar outros t&amp;iacute;tulos at&amp;eacute; o fim do ano. Segundo Costa, uma das vantagens da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o da plataforma digital &amp;eacute; a atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos leitores. Do total de assinantes das vers&amp;otilde;es para tablets, 10% n&amp;atilde;o eram assinantes das revistas impressas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Abril vende assinaturas exclusivas para tablets sob o mesmo pre&amp;ccedil;o da revista impressa. A exclus&amp;atilde;o &amp;eacute; a "Veja", que tem pre&amp;ccedil;o 2,5% inferior. "A editora preferiu atribuir &amp;agrave; vers&amp;atilde;o digital o mesmo pre&amp;ccedil;o que a impressa e o mercado tem aceitado essa proposta", afirma Manoel Lemos, diretor de tecnologia digital da Editora Abril.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Editora Globo decidiu vender assinaturas da vers&amp;atilde;o para tablet a pre&amp;ccedil;os mais baixos que as assinaturas impressas, com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que vai de 26,7% (no caso da "&amp;Eacute;poca Neg&amp;oacute;cios") a 83,5% ("&amp;Eacute;poca"). "O leitor espera que a vers&amp;atilde;o digital custe menos, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da economia com log&amp;iacute;stica e impress&amp;atilde;o. Mas o modelo de neg&amp;oacute;cios ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; definido, &amp;eacute; algo a ser trabalhado at&amp;eacute; 2012", diz Alexandre Maron, diretor de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital da Editora Globo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A companhia j&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ou vers&amp;otilde;es para tablet das revistas "&amp;Eacute;poca", "&amp;Eacute;poca Neg&amp;oacute;cios", "Galileu", "Autoesporte" e "Vogue" (em parceria com a Cond&amp;eacute; Nast). A "&amp;Eacute;poca", diz Maron, re&amp;uacute;ne a maior audi&amp;ecirc;ncia, com 200 mil downloads entre aplicativos para iPad, iPhone e iPod Touch, da Apple. De acordo com o executivo, esse n&amp;uacute;mero cresceu de sete a oito vezes em menos de dois anos. A editora tamb&amp;eacute;m oferece 16 aplicativos para iPhone de outras revistas, e prev&amp;ecirc; chegar a 500 mil usu&amp;aacute;rios desses aplicativos at&amp;eacute; dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Independentemente da pol&amp;iacute;tica de pre&amp;ccedil;os para assinaturas nos tablets, a maioria das companhias tem adotado modelos pagos, diz Youssef Mourad, executivo-chefe da Digital Pages, que desenvolve aplicativos para editoras. As possibilidades s&amp;atilde;o in&amp;uacute;meras e incluem, por exemplo, os combos (impresso mais digital). "Os tablets conseguiram reproduzir melhor o paradigma do impresso do que a internet. E as editoras est&amp;atilde;o gerando receita com a assinatura digital", afirma o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as maiores companhias do setor, a Editora Tr&amp;ecirc;s &amp;eacute;, por enquanto, a exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto ao modelo pago. A empresa decidiu oferecer acesso gratuito &amp;agrave;s vers&amp;otilde;es para tablet de suas revistas, mas apenas para testar o formato, diz Adriana Morrone, diretora de m&amp;iacute;dias digitais da companhia. A Tr&amp;ecirc;s contabiliza 140 mil downloads de aplicativos para iPad desde 2010. A empresa possui sete t&amp;iacute;tulos na vers&amp;atilde;o digital e planeja lan&amp;ccedil;ar mais revistas at&amp;eacute; janeiro. "Optamos por oferecer os t&amp;iacute;tulos gratuitamente neste ano, mas, em 2012, come&amp;ccedil;aremos a cobrar por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o avulsa e pacotes de assinaturas", afirma a executiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Editora Tr&amp;ecirc;s negocia com fabricantes de tablets a inclus&amp;atilde;o de seus aplicativos nos equipamentos j&amp;aacute; na f&amp;aacute;brica, como forma de estimular mais leitores a experimentar os produtos digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por enquanto n&amp;atilde;o h&amp;aacute; estat&amp;iacute;sticas oficiais sobre assinaturas para tablets, mas &amp;eacute; prov&amp;aacute;vel que esses produtos digitais estejam atraindo um p&amp;uacute;blico novo, diz Roberto Muylaert, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Editoras de Revistas (Aner). O mais recente relat&amp;oacute;rio do Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC) indica que de janeiro a agosto as vendas de assinaturas de revistas em geral ca&amp;iacute;ram 0,88%, para 2,9 milh&amp;otilde;es de exemplares. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; dados espec&amp;iacute;ficos para tablets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A ades&amp;atilde;o [das editoras] &amp;agrave;s novas m&amp;iacute;dias aumentou neste ano. J&amp;aacute; existem 196 mil usu&amp;aacute;rios de tablets no pa&amp;iacute;s e certamente esse n&amp;uacute;mero aumentar&amp;aacute; &amp;agrave; medida que os pre&amp;ccedil;os dos aparelhos baixarem", afirma Muylaert. Para a Aner, as revistas equivalem &amp;agrave; "alta-costura" da m&amp;iacute;dia impressa, devido &amp;agrave; qualidade das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Os tablets tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o avaliados como computadores que oferecem ao usu&amp;aacute;rio uma experi&amp;ecirc;ncia diferente de outros equipamentos. A uni&amp;atilde;o de ambos, diz Muylaert, &amp;eacute; percebida pelos leitores como um produto de alto valor agregado, o que justifica pagar uma assinatura.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 2/12/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=AY3d3IdNaVjYhabpF7pYHw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=AY3d3IdNaVjYhabpF7pYHw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>"The Guardian é uma organização digital"</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Meg Pickard, chefe de engajamento digital do grupo ingl&amp;ecirc;s, apresenta o conceito "mutualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o" e mostra que a m&amp;iacute;dia social deu novo impulso ao ciclo da not&amp;iacute;cia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Chefe de engajamento digital do Guardian, Meg Pickard debateu o atual ciclo da not&amp;iacute;cia com Silvio Meira, cientista-chefe do C.E.S.A.R., no segundo dia do Media On Cr&amp;eacute;dito: Ita&amp;uacute; Cultural/ Rubens Chiri&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ela &amp;eacute; antrop&amp;oacute;loga, mas sabe tanto de jornalismo que fica absolutamente confort&amp;aacute;vel entre rep&amp;oacute;rteres e editores de um dos grupos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais prest&amp;iacute;gio no mundo, o Guardian. Meg Pickard, chefe de engajamento digital do grupo, fez nesta quarta-feira, 23, uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no segundo dia do Media On, semin&amp;aacute;rio de jornalismo online realizado pelo Terra e Ita&amp;uacute; Cultural. Seu objetivo era discutir o novo ciclo da not&amp;iacute;cia, transformado pelo universo digital. Teve como moderador Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avan&amp;ccedil;ados do Recife, o C.E.S.A.R., no Porto Digital, na capital pernambucana.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Apresentando-se como uma pessoa que vive na interse&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;ecirc;s &amp;aacute;reas (&amp;ldquo;pessoas&amp;rdquo;, &amp;ldquo;produtos&amp;rdquo; e &amp;ldquo;posicionamento&amp;rdquo;), Meg tem uma miss&amp;atilde;o peculiar. Seu cargo &amp;eacute; algo fora do usual. Sua atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; pensar estrategicamente em funcionalidades, meios de aumentar a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as plataformas e, claro, engajar o p&amp;uacute;blico. E n&amp;atilde;o se trata de planejar para fazer a marca chegar a diversos destinos (Twitter, Facebook, iPad, Kindle, celulares). O prop&amp;oacute;sito &amp;eacute; encontrar a melhor forma de distribuir o conte&amp;uacute;do e torn&amp;aacute;-lo relevante. &amp;Eacute; estudar muito antes da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da not&amp;iacute;cia o que eles podem oferecer ao seu leitor e de que modo estimular esse p&amp;uacute;blico a participar do processo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O que &amp;eacute; comunidade?&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para isso, &amp;eacute; essencial levar em conta o conceito de comunidade. Meg utilizou a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Jake McKee (www.communityguy.org): &amp;ldquo;um grupo de pessoas que estabelecem rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao longo do tempo ao interagir regularmente em torno de contextos que s&amp;atilde;o de interesse a todas elas por v&amp;aacute;rias raz&amp;otilde;es individuais&amp;rdquo;. A fim de explicar melhor, ela recorreu a uma alegoria. Um ponto de &amp;ocirc;nibus &amp;eacute; uma comunidade? N&amp;atilde;o porque embora os homens e mulheres que estiverem l&amp;aacute; tenham um objetivo comum (seguir numa determinada dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o) eles normalmente n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m uma real intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Podem at&amp;eacute; trocar conversa, mas a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o que elas t&amp;ecirc;m &amp;eacute; com a empresa de &amp;ocirc;nibus, n&amp;atilde;o com as pessoas ao seu redor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Guardian n&amp;atilde;o quer ser esse &amp;ocirc;nibus. O desafio do grupo &amp;eacute; ampliar sua relev&amp;acirc;ncia &amp;agrave; comunidade que consome seu conte&amp;uacute;do. Meg observa que n&amp;atilde;o existe uma &amp;ldquo;comunidade de not&amp;iacute;cias&amp;rdquo;. As pessoas est&amp;atilde;o interessadas em diversos assuntos e produtos. O objetivo &amp;eacute; achar o melhor meio de fazer com que elas se engajem nesses t&amp;oacute;picos que despertam aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Meg apresentou o conceito "mutualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o", pelo qual leitores e comunidades acompanham e contribuem para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reportagem a ser feita pelo Guardian, em nome de "m&amp;uacute;tuos interesses" Cr&amp;eacute;dito: Ita&amp;uacute; Cultural/ Rubens Chiri&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Meg observou que, em m&amp;eacute;dia, jornais conseguem reter o interesse do leitor por 20 minutos. J&amp;aacute; o Facebook &amp;ldquo;rouba&amp;rdquo; a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma pessoa, em geral, por 63 minutos di&amp;aacute;rios. N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma leitura direta. Essa consulta &amp;agrave; rede &amp;eacute; feita em variados per&amp;iacute;odos do dia. Hoje, seguindo-se esse racioc&amp;iacute;nio, as empresas de m&amp;iacute;dia t&amp;ecirc;m de buscar maneiras de chamar o leitor e convid&amp;aacute;-lo a retornar mais vezes depois. Sim, ele pode sair. Mas que volte.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;ldquo;O conte&amp;uacute;do e seu consumo mudaram. A rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos leitores (a esse material) tamb&amp;eacute;m mudou. Hoje, as pessoas n&amp;atilde;o falam mais conosco, como faziam antes ao enviar uma carta. Elas falam sobre a gente, sobre nossas not&amp;iacute;cias. Temos de pensar como trabalhar com essas atividades: o compartilhamento e a recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Quando criamos uma reportagem, temos de planejar como faremos para que as pessoas reajam &amp;agrave; nossa produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interajam, criem mais conte&amp;uacute;do e compartilhem&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Monitore seu parlamentar&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Um exemplo desse pensamento voltado para a comunidade e para o digital foi a estrat&amp;eacute;gia desenvolvida para analisar um volume maci&amp;ccedil;o de documentos liberados pelo Parlamento ingl&amp;ecirc;s sobre as despesas de cada representante eleito. &amp;ldquo;Daria umas 500 mil p&amp;aacute;ginas em PDF&amp;rdquo;, contou Meg. Como utilizar esse material? A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi criar uma p&amp;aacute;gina e um sistema simples com as fichas dos parlamentares. Ao lado desses descritivos, foram colocadas perguntas como &amp;ldquo;&amp;eacute; interessante avaliar isto? Devemos investigar essas despesas?&amp;rdquo;. As pessoas eram estimuladas a conferir as despesas dos representantes que elegeram.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Cerca de 24 mil leitores participaram desse processo, ajudando a mapear os principais descalabros. &amp;ldquo;Alguns parlamentares chegaram a ir para a cadeia por causa de despesas fraudadas&amp;rdquo;, acrescentou a respons&amp;aacute;vel pelo engajamento digital do Guardian.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Meg teve o cuidado de explicar que n&amp;atilde;o se pode transferir para o p&amp;uacute;blico a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornalista. O conceito de crowdsourcing, esclareceu, &amp;eacute; para ajudar a empresa de m&amp;iacute;dia a entender o que &amp;eacute; importante para o leitor. &amp;ldquo;Esse trabalho nos permite aumentar a qualidade do conte&amp;uacute;do&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Uma nova proposta: mutualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Outra iniciativa do Guardian, at&amp;eacute; bastante surpreendente para jornalistas &amp;ldquo;tradicionais&amp;rdquo;, foi abrir um espa&amp;ccedil;o na web para que os leitores tenham acesso &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es da reuni&amp;atilde;o da pauta. Para quem n&amp;atilde;o sabe, &amp;eacute; praxe na imprensa di&amp;aacute;ria realizar um encontro de editores nos primeiros hor&amp;aacute;rios da manh&amp;atilde; para determinar o que ser&amp;aacute; apurado ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O que pode espantar alguns tem sua l&amp;oacute;gica. Com a pauta disponibilizada, o leitor pode acompanhar todo o processo de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reportagem e dar sugest&amp;otilde;es para o jornalista. Pode fornecer mais dados, fazer um alerta. Essa &amp;eacute; a ideia da &amp;ldquo;mutualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo Meg, a proposta &amp;eacute; ter a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de leitores e comunidades para discutir melhor t&amp;oacute;picos de m&amp;uacute;tuos interesses e trazer novas perspectivas para a hist&amp;oacute;ria que est&amp;aacute; sendo levantada (n&amp;atilde;o entram nesse espa&amp;ccedil;o os furos ou pautas muito exclusivas). &amp;ldquo;No passado, havia um grande trabalho antes do ponto de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reportagem. Depois que ela era impressa, o jornalista estava liberado para fazer outra coisa. Hoje, n&amp;atilde;o. O novo ciclo da not&amp;iacute;cia come&amp;ccedil;a bem antes, com conte&amp;uacute;do dispon&amp;iacute;vel e compartilhado com o leitor muito antes que o material final seja publicado no papel. No Guardian, dizemos n&amp;atilde;o acenda o fogo e sa&amp;iacute;a andando. Outro equivalente: n&amp;atilde;o basta parir a crian&amp;ccedil;a; &amp;eacute; preciso cuidar dela&amp;rdquo;, comentou Meg, que est&amp;aacute; gr&amp;aacute;vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Esse posicionamento adotado pelo jornal ingl&amp;ecirc;s, que foi lan&amp;ccedil;ado em 1821, j&amp;aacute; &amp;eacute;, por si, desafiador. Engajar os profissionais da casa tamb&amp;eacute;m foi mais um desafio. Hoje, eles assumem a responsabilidade de produzir o conte&amp;uacute;do e buscar a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o engajamento com os leitores. &amp;ldquo;Estamos trabalhando com as novas tend&amp;ecirc;ncias e trabalhando com nosso p&amp;uacute;blico. Nem todas as empresas de m&amp;iacute;dia v&amp;atilde;o conseguir se transformar (para estes novos tempos) como o Guardian. Consideramos que hoje alcan&amp;ccedil;amos uma marca. Temos um pedigree. Somos uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital. E n&amp;atilde;o uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o com uma &amp;aacute;rea digital. Tem de ser assim&amp;rdquo;, salientou Meg, emendando que o grupo ainda tem muito a explorar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 23/11/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=TrbEdy00ud02uq6TU/b3Eg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=TrbEdy00ud02uq6TU/b3Eg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Ainda há o que inovar no jornal impresso</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Segundo executivos dos principais jornais do Pa&amp;iacute;s, 90% da receita ainda vem do impresso.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O saldo do encontro de profissionais de jornais no semin&amp;aacute;rio promovido pela International Newsmedia Marketing Association (Inma), encerrado ontem em S&amp;atilde;o Paulo, &amp;eacute; um alerta: a tentativa de se achar a melhor maneira de incorporar as novas m&amp;iacute;dias digitais ao neg&amp;oacute;cio n&amp;atilde;o deve provocar o abandono da vers&amp;atilde;o impressa. A raz&amp;atilde;o &amp;eacute; simples: 90% do faturamento das empresas jornal&amp;iacute;sticas ainda v&amp;ecirc;m do papel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Tr&amp;ecirc;s dos quatro executivos dos maiores ve&amp;iacute;culos da &amp;aacute;rea - Ricardo Gandour, diretor de conte&amp;uacute;do do Grupo Estado, S&amp;eacute;rgio D&amp;Aacute;vila, editor executivo da Folha de S.Paulo e Paulo Motta, editor executivo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de O Globo - bateram na mesma tecla. Para eles, apesar do momento de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivido com o crescimento do n&amp;uacute;mero de leitores no canal online, n&amp;atilde;o se pode deixar de lado a relev&amp;acirc;ncia da vers&amp;atilde;o impressa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"H&amp;aacute; uma obviedade na qual todos n&amp;oacute;s desembocamos", disse Ricardo Gandour. "Conte&amp;uacute;do de qualidade &amp;eacute; o que faz os leitores buscarem o meio jornal para se informarem. Talvez, no futuro, o faturamento das empresas do setor n&amp;atilde;o seja t&amp;atilde;o robusto quanto nos tempos em que os servi&amp;ccedil;os anal&amp;oacute;gicos predominavam. Mas a rentabilidade pode at&amp;eacute; ser maior, porque as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o outras, com gastos menores de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O diretor do Grupo Estado recorreu &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das m&amp;iacute;dias para lembrar que, sempre que um novo meio surge, h&amp;aacute; um abalo nos canais existentes e um per&amp;iacute;odo natural de deslumbramento com a novidade que aporta no mercado. "Ainda n&amp;atilde;o encontramos uma plataforma de aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute;vel para amparar as necessidades de consumo e as de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no meio digital. Mas, quando esse novo canal se sedimentar, o que vai prevalecer &amp;eacute; o conte&amp;uacute;do", disse.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Por isso mesmo, Paulo Motta n&amp;atilde;o deixou por menos e brincou com as previs&amp;otilde;es catastr&amp;oacute;ficas dos consultores que anunciaram a morte do jornal impresso em dez anos. Lembrou que o per&amp;iacute;odo j&amp;aacute; passou e o papel continua relevante. "A receita que vem do site &amp;eacute; ainda 4% do faturamento do jornal impresso", ressaltou. "N&amp;atilde;o d&amp;aacute; para correr atr&amp;aacute;s do canto da sereia do digital, que &amp;eacute; muito forte, e, com isso, matar a galinha dos ovos de ouro desse neg&amp;oacute;cio. H&amp;aacute; muitas oportunidades no impresso e acho que n&amp;atilde;o estamos investindo nelas."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;S&amp;eacute;rgio D&amp;Aacute;vila refor&amp;ccedil;ou essas interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do atual momento da atividade ao apresentar uma ampla pesquisa de h&amp;aacute;bitos de consumo realizada em abril deste ano pelo instituto Datafolha. Entre os n&amp;uacute;meros relevantes, est&amp;aacute; o de que 52% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que consome not&amp;iacute;cias se informa lendo jornais. Um &amp;iacute;ndice que sobe ainda mais nas classes A, B e C, chegando a 66%. O meio jornal perde apenas para a TV, que &amp;eacute; onde 90% se informam.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O dado mais animador para os profissionais do setor &amp;eacute; a constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pesquisa que 73 milh&amp;otilde;es de pessoas dizem ler jornal impresso no Brasil, sendo que 21 milh&amp;otilde;es leem todos os dias. "O papel tem mais penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que a internet, que atinge 44 milh&amp;otilde;es de leitores de not&amp;iacute;cias", disse.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Laborat&amp;oacute;rio&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Marta Gleich, diretora de internet do grupo de m&amp;iacute;dia ga&amp;uacute;cho Zero Hora, fez parte desse painel de debate, que tinha a miss&amp;atilde;o de mostrar como vai a harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das estrat&amp;eacute;gias impressas e digitais. Logo de cara, n&amp;atilde;o escondeu que experimenta a vida digital h&amp;aacute; apenas quatro anos, mas que fez toda a sua carreira no impresso. Dito isso, salientou que "n&amp;atilde;o est&amp;aacute; no DNA das reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es de jornais ou nos departamentos comerciais saber lidar com demandas virtuais. Precisamos incorporar a tecnologia ao nosso cotidiano".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Diante dessa dificuldade em se desvendar o novo mundo, a executiva apresentou a experi&amp;ecirc;ncia do grupo ga&amp;uacute;cho de manter uma unidade de pesquisa tecnol&amp;oacute;gica dentro do centro universit&amp;aacute;rio da PUC, no parque tecnol&amp;oacute;gico denominado Tecnopuc, em Porto Alegre.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Ocupamos todo o 5.&amp;ordm; andar, onde 85 profissionais de diferentes perfis - temos engenheiros, matem&amp;aacute;ticos e designers, entre outros - trabalham num ambiente meio Google, em busca de ferramentas e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o jornal implantar no site, nas vers&amp;otilde;es para celulares, assim como aplicativos e at&amp;eacute; games.Reconhecendo sua dificuldades em lidar com a flexibilidade e informalidade desse novo ambiente, ela considera que "pesquisa e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o" viraram o centro do neg&amp;oacute;cio da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e precisam ser incorporadas &amp;agrave;s reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es. "N&amp;atilde;o basta as empresas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o parecerem digitais. Elas t&amp;ecirc;m de ser digitais."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/11/2011</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aHd0uwZDnELFfUxF7V0Fhg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aHd0uwZDnELFfUxF7V0Fhg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornal impresso ainda é o carro-chefe do setor</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Semin&amp;aacute;rio discute inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e editores de ve&amp;iacute;culos defendem investimentos na inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;iacute;dia tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Num momento em que as aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o voltadas para a m&amp;iacute;dia digital, um debate realizado ontem no Semin&amp;aacute;rio Internacional de Jornalismo defendeu investimentos tamb&amp;eacute;m na inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais impressos. A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz sentido: os jornais ainda s&amp;atilde;o o carro-chefe do setor em termos de receitas e, portanto, custeiam os investimentos das empresas nas novas plataformas, como internet, celular e tablet.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O alerta foi dado no painel que reuniu executivos dos maiores jornais brasileiros e que se propunha a debater a harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estrat&amp;eacute;gias para os jornais em papel e nas plataformas digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Em meio a esses investimentos em v&amp;aacute;rias plataformas, n&amp;atilde;o podemos esquecer do jornal impresso, que ainda &amp;eacute; a galinha dos ovos de ouro. Eu acho que a gente ainda tem que investir muito, pensar no que podemos fazer para melhorar mais o impresso, porque n&amp;atilde;o sabemos se eles v&amp;atilde;o acabar em 10,20 anos ou se v&amp;atilde;o acabar algum dia &amp;mdash; disse Paulo Motta, editor-executivo do GLOBO.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;S&amp;eacute;rgio D&amp;aacute;vila, editor-executivo da "Folha de S.Paulo", destacou o fator credibilidade que os jornais d&amp;atilde;o ao conte&amp;uacute;do veiculado nos meios digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; H&amp;aacute; uma &amp;acirc;ncora que nos norteia nesse momento e que ainda &amp;eacute; o papel. Por que h&amp;aacute; uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o obsessiva com o papel numa conversa com qualquer executivo de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil? Primeiro, porque o papel tem grande parte da credibilidade da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Uma manchete em seis colunas no jornal ainda tem mais peso que uma manchete on-line. O segundo motivo &amp;eacute; o dinheiro. De cada US$ 100 que entram numa empresa jornal&amp;iacute;stica, US$ 90 ainda v&amp;ecirc;m pelo papel &amp;mdash; afirmou o jornalista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O diretor de conte&amp;uacute;do do jornal "O Estado de S.Paulo", Ricardo Gandour, referiu-se ao jornal impresso como "o manto protetor de investimentos".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Por isso, temos que prolong&amp;aacute;-lo o m&amp;aacute;ximo poss&amp;iacute;vel &amp;mdash; defendeu.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O semin&amp;aacute;rio, organizado pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional de Jornais e Marketing (Inma, na sigla em ingl&amp;ecirc;s), encerrou ontem um ciclo de dois dias de debates sobre as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es no setor para se adaptar as novas plataformas digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Outro tema discutido ontem foi o desafio de aumentar a rentabilidade dos ve&amp;iacute;culos em um ambiente de receitas publicit&amp;aacute;rias e circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em queda, como ocorre atualmente nas economias desenvolvidas afetadas pela crise. Os esfor&amp;ccedil;os v&amp;atilde;o desde o fechamento do conte&amp;uacute;do antes aberto na internet, como fez o "New York Times" este ano, at&amp;eacute; o desenvolvimento de novas plataformas comerciais, como a proposta de uma banca para tablets, smartphones e computadores, criada pelas maiores editoras espanholas. A banca virtual "Kiosko y M&amp;aacute;s" foi lan&amp;ccedil;ada em julho deste ano na Espanha e conta com edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais de mais 30 jornais e 130 revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo V&amp;iacute;ctor Arb&amp;aacute;iar Gonz&amp;aacute;lez, diretor de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do "El Pa&amp;iacute;s", a plataforma j&amp;aacute; representa entre 80% e 85% do mercado espanhol. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Para conseguirmos juntar essas empresas concorrentes, tivemos de conquistar a sua confian&amp;ccedil;a. Garantimos que se pretendia apenas uma integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas e que a parte estrat&amp;eacute;gica continuaria com a empresa jornal&amp;iacute;stica &amp;mdash; explicou Gonz&amp;aacute;lez.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 23/11/2011</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2QHr6AoFohRT0SSKiO0o6Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2QHr6AoFohRT0SSKiO0o6Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Receita de jornais na internet deve migrar de anúncio para assinatura</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Stephen Engelberg, editor executivo do ProPublica, acredita que jornalismo online vai passar de um modelo de rentabilidade baseado em an&amp;uacute;ncios para o de modelo de assinaturas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O jornalismo online vai passar de um modelo de rentabilidade baseado em an&amp;uacute;ncios para o de modelo de assinaturas. Essa &amp;eacute; a expectativa de Stephen Engelberg, editor executivo do ProPublica, uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o independente que foi o primeiro portal a ganhar um pr&amp;ecirc;mio Pulitzer, o mais importante do jornalismo americano. Para ele, o jornalismo de qualidade deve ser cobrado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;ldquo;Tudo na internet que vale a pena deve ser pago. E n&amp;oacute;s temos de cobrar por conte&amp;uacute;do. Existem pessoas que todos os dias compram um copo de caf&amp;eacute; na Starbucks. Tenho certeza que elas podem pagar US$ 5 ao m&amp;ecirc;s para ler not&amp;iacute;cias de qualidade&amp;rdquo;, disse ontem Engelberg, em palestra no MediaOn - Semin&amp;aacute;rio Internacional de Jornalismo Online, promovido pelo Ita&amp;uacute; Cultural e pelo portal Terra, em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A ProPublica foi criada em 2007 para se dedicar ao jornalismo investigativo. Hoje, a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem uma reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Nova York com 35 jornalistas. Em 2010, eles publicaram mais de cem reportagens em quarenta ve&amp;iacute;culos de m&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Novo modelo. A pr&amp;oacute;pria institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; em busca de um modelo de rentabilidade. Logo que o projeto foi criado, a Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Sandler se disp&amp;ocirc;s a investir at&amp;eacute; US$ 10 milh&amp;otilde;es por ano na ProPublica. Em 2011, a entidade vai consumir um or&amp;ccedil;amento de US$ 9,5 milh&amp;otilde;es e cerca de metade desses recursos vir&amp;aacute; da funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;O nosso principal objetivo &amp;eacute; ter uma receita financeira constante e que n&amp;atilde;o dependa apenas de um doador&amp;rdquo;, disse Engelberg.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A meta da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; conseguir reduzir o volume de doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Sandler para 20% do seu or&amp;ccedil;amento. O editor executivo do ProPublica estima que isso ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel em cerca de tr&amp;ecirc;s anos. &amp;ldquo;Ainda vamos nos basear em filantropia, mas teremos mais doadores&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A escolha da internet como plataforma de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reportagens de impacto pela ProPublica se deve ao custo menor de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do. A estimativa da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que a cada US$ 1 de seu or&amp;ccedil;amento, apenas US$ 0,20 seja utilizado para financiar a infraestrutura da reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Parceria. Mas, para ganhar maior repercuss&amp;atilde;o em suas reportagens, a ProPublica desenhou um modelo de parceria com a imprensa tradicional. A institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o produz um conte&amp;uacute;do na sua reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas o oferece com exclusividade a ve&amp;iacute;culos tradicionais como o The New York Times, Washington Post, Fortune ou Financial Times. &amp;ldquo;Poder&amp;iacute;amos existir sozinhos, mas, com a imprensa tradicional, a nossa repercuss&amp;atilde;o &amp;eacute; muito maior&amp;rdquo;, disse Engelberg.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vantagem existe para os dois ve&amp;iacute;culos. Um rep&amp;oacute;rter da ProPublica escreve, em m&amp;eacute;dia, duas grandes reportagens por ano. &amp;ldquo;Eles t&amp;ecirc;m o tempo que precisarem&amp;rdquo;, disse. Sem dar mais detalhes, Engelberg disse que publicar&amp;aacute; no pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s a reportagem que consumiu mais tempo de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ProPublica. A mat&amp;eacute;ria trar&amp;aacute; um banco de dados sobre criminosos americanos e levou quatro anos para ser produzida.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/11/2011</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=NbOvuOINKXQcR9+3U5i38Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=NbOvuOINKXQcR9+3U5i38Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Mesmo com oferta digital, circulação de jornais cresce no país</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Com tend&amp;ecirc;ncia de crescimento, jornais brasileiros enfrentam cen&amp;aacute;rio diferente da queda de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada por publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos Estados Unidos e da Europa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Por Gustavo Brigatto&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Enquanto engatinham em suas estrat&amp;eacute;gias no segmento digital, os jornais brasileiros enfrentam um cen&amp;aacute;rio diferente da queda de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada por publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos Estados Unidos e da Europa: por aqui, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; de crescimento. S&amp;oacute; nos primeiros seis meses do ano, o volume de jornais cresceu mais de 4%, impulsionado pelos t&amp;iacute;tulos gratuitos, que tiveram uma expans&amp;atilde;o de 12%, segundo o Instituto de Verificador da Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC). Em algumas regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de peri&amp;oacute;dicos cresceu quase tr&amp;ecirc;s vezes nos &amp;uacute;ltimos quatro anos. "O papel ainda tem muitos anos pela frente", disse Luiz Alberto Albuquerque, diretor-executivo do "Correio da Bahia", que participou ontem do Semin&amp;aacute;rio Internacional de Jornais, organizado pela International Newsmedia Marketing Association (Inma).&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Com tiragem di&amp;aacute;ria de 61 mil exemplares, o "Correio da Bahia" tem registrado crescimento do n&amp;uacute;mero de leitores desde 2007, segundo Albuquerque. O executivo explica que a expans&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m aconteceu com os concorrentes: em quatro anos, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais na regi&amp;atilde;o metropolitana de Salvador passou de 49 mil para 133 mil. Com isso, o investimento no meio digital n&amp;atilde;o &amp;eacute; considerado priorit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Valor, que desde 2010 vem investindo a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o mundo digital, tamb&amp;eacute;m registrou crescimento. Nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, a tiragem aumentou 10%, afirmou Selma Souto, diretora de publicidade do jornal. "Precisamos estar no mundo digital porque nosso leitor pede isso. Mas acreditamos que o jornal impresso ainda vai existir por muito tempo", disse a executiva durante o evento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo pesquisa do Datafolha, 73 milh&amp;otilde;es de brasileiros afirmam ler jornais. Desses, 21 milh&amp;otilde;es dizem ver algum peri&amp;oacute;dico todos os dias. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de S&amp;eacute;rgio D&amp;aacute;vila, editor-executivo da "Folha de S. Paulo", as vendas de jornais representam 90% da receita dos grupos brasileiros, em m&amp;eacute;dia. Na Infoglobo, essa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de 96%, segundo Paulo Motta, editor-executivo da companhia. Para Ricardo Gandour, diretor de conte&amp;uacute;do de "O Estado de S. Paulo", &amp;eacute; preciso investir em inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o jornal em paralelo aos investimentos que s&amp;atilde;o feitos na &amp;aacute;rea digital. "Temos que aproveitar essa vantagem que o jornal impresso tem no Brasil e tirar o m&amp;aacute;ximo de proveito disso", disse o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado brasileiro &amp;eacute; totalmente contr&amp;aacute;ria ao que est&amp;aacute; acontecendo com o grupo espanhol "El Pa&amp;iacute;s". "O jornal impresso est&amp;aacute; morto. Ainda n&amp;atilde;o sabemos quando isso vai acontecer de fato, mas a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; essa", disse V&amp;iacute;ctor Arb&amp;aacute;izar Gonz&amp;aacute;lez, diretor de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do jornal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 23/11/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=BAOkarSOXvtXTOwSpeRhVA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=BAOkarSOXvtXTOwSpeRhVA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais enfrentam desafio multimídia</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;&lt;a name="_Toc309722618"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para presidente de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional, publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ir al&amp;eacute;m da discuss&amp;atilde;o de modelos de cobran&amp;ccedil;a por conte&amp;uacute;do via internet.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Algumas quest&amp;otilde;es essenciais sobre o futuro das empresas jornal&amp;iacute;sticas, que precisam ser revistas com urg&amp;ecirc;ncia, envolvem as pessoas e a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse neg&amp;oacute;cio, que n&amp;atilde;o se alterou em quase 400 anos de exist&amp;ecirc;ncia. Embora as discuss&amp;otilde;es, no momento, se concentrem em descobrir maneiras de "cobrar" pela vers&amp;atilde;o online dos jornais, o que deveria tamb&amp;eacute;m atrair os esfor&amp;ccedil;os dos executivos do meio &amp;eacute; a mudan&amp;ccedil;a de mentalidade de quem faz o produto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em s&amp;iacute;ntese, essa &amp;eacute; uma das principais mensagens da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Earl Wilkinson, diretor-executivo e CEO da International Newsmedia Marketing Association (INMA), na abertura do semin&amp;aacute;rio internacional de jornais. O evento da INMA re&amp;uacute;ne, desde ontem em S&amp;atilde;o Paulo, executivos de empresas da Am&amp;eacute;rica Latina para mais uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de debates sobre as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es que vive o setor a partir da entrada em cartaz da era digital.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A maior preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos executivos do setor tem sido achar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que recuperem a rentabilidade perdida desde que os jornais come&amp;ccedil;aram a assistir &amp;agrave; migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus leitores para canais online de not&amp;iacute;cias. As vers&amp;otilde;es impressas perdem assinantes e an&amp;uacute;ncios. Um ambiente que compromete a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipes de cobertura.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Nos &amp;uacute;ltimos meses, o assunto que domina as conversas do meio vem sendo o modelo adotado pelo di&amp;aacute;rio americano The New York Times, que oferece conte&amp;uacute;do gratuito (20 mat&amp;eacute;rias por m&amp;ecirc;s) e cobra para que os leitores tenham acesso a todo o conte&amp;uacute;do do jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Wilkinson lembra que poucos jornais se equiparam ao di&amp;aacute;rio americano em termos de tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitores fi&amp;eacute;is de longa data. "Os que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m um jornalismo pelo qual os leitores se disp&amp;otilde;em a pagar n&amp;atilde;o conseguem ter um n&amp;uacute;mero suficiente de assinantes online", explica ele. "Parece que estamos vivendo uma nova civil war (a guerra que dividiu o povo americano ao meio), h&amp;aacute; os que acham certo e os que acham errado o sistema do paywall (muro de cobran&amp;ccedil;a adotado pelo Times). Devemos mudar o debate. A chave desse neg&amp;oacute;cio est&amp;aacute; em difundirmos a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o jornal &amp;eacute; mais que um simples produto, &amp;eacute; uma inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Catedral. Para Wilkinson, o que chama de clima de "catedral do pensamento", que marcou gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de jornalistas, acabou e deve mudar. Os jornais s&amp;atilde;o agora empresas multim&amp;iacute;dia que t&amp;ecirc;m uma cultura diferente do ambiente das antigas reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Uma boa hist&amp;oacute;ria apurada pela equipe de jornalistas deve entrar primeiro no smartphones, depois no portal online, para chegar com outra vers&amp;atilde;o &amp;agrave; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tablet e, s&amp;oacute; ent&amp;atilde;o, receber um tratamento para a vers&amp;atilde;o impressa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Precisamos reconstruir a maneira de trabalhar nesse neg&amp;oacute;cio dentro das reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, onde ainda h&amp;aacute; muita resist&amp;ecirc;ncia por parte dos antigos jornalistas do impresso", enfatiza ele. "A Procter &amp;amp; Gamble n&amp;atilde;o vende xampu, mas um produto capaz de dar brilho aos cabelos e tornar as pessoas mais atraentes. N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o produzimos simplesmente not&amp;iacute;cias - at&amp;eacute; porque isso virou commodity no mundo online -, n&amp;oacute;s produzimos conte&amp;uacute;do que difundem ideias e inspiram a vida das pessoas. Por isso, os leitores se disp&amp;otilde;em a pagar."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O que traz valor para essa ind&amp;uacute;stria &amp;eacute; o que deveria permear a atitude do meio. Olhar mais para o marketing da empresa e promover eventos e semin&amp;aacute;rios com a marca do jornal est&amp;atilde;o entre as alternativas complementares que ele v&amp;ecirc; para o futuro do neg&amp;oacute;cio. "&amp;Eacute; preciso avaliar se a empresa tem outros ativos que possam ser mais lucrativos do que simplesmente implementar a cobran&amp;ccedil;a online", recomenda Wilkinson.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O encontro do INMA segue hoje no Hotel Renaissance com mais uma rodada de discuss&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 22/11/2011</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=O9QWB3xbUWyfPEVEWtwL4w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=O9QWB3xbUWyfPEVEWtwL4w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Carlos Slim compra fatia do jornal espanhol El País</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Carlos Slim compra 3,2% da editora espanhola Prisa. &amp;Eacute; o segundo investimento do bilion&amp;aacute;rio mexicano no setor de m&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O bilion&amp;aacute;rio mexicano Carlos Slim comprou 3,2% da editora espanhola Promotora de Informaciones AS (Prisa). A editora, a maior da Espanha, &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pela publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal El Pa&amp;iacute;s, um dos mais influentes do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;De acordo com a ag&amp;ecirc;ncia de not&amp;iacute;cias Bloomberg, a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi feita por interm&amp;eacute;dio de uma das empresas de Slim, a Carso, que concentra sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ramo imobili&amp;aacute;rio. A not&amp;iacute;cia fez com que as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Prisa subissem 12% na bolsa de Madri, para 84 centavos de euro. Com isso, o valor de mercado da Prisa cresceu para 752 milh&amp;otilde;es de euros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Contra a mar&amp;eacute;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O movimento surpreendeu parte dos analistas, j&amp;aacute; que a Espanha &amp;eacute; um dos pa&amp;iacute;ses mais afetados pela crise europeia. A pr&amp;oacute;pria Prisa n&amp;atilde;o se encontra em uma boa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Embora seus neg&amp;oacute;cios se estendam tamb&amp;eacute;m para outros ramos da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como r&amp;aacute;dio e TV, e esteja em 22 pa&amp;iacute;ses, a empresa acumula d&amp;iacute;vidas de 3 bilh&amp;otilde;es de euros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Este foi o segundo movimento de Slim no mercado de m&amp;iacute;dia. Em outubro, o homem mais rico do mundo estreou no setor ao adquirir 8,1% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es classe A do americano The New York Times.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exame&lt;/em&gt; - 18/11/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=x3+XIXSN54puSKAG3RA5gA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 18 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=x3+XIXSN54puSKAG3RA5gA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O GLOBO ganha Prêmio Esso</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Jornal vence Regional Sudeste mostrando a corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se seguiu &amp;agrave; trag&amp;eacute;dia de janeiro na Serra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A enxurrada que devastou munic&amp;iacute;pios da Regi&amp;atilde;o Serrana em janeiro, provocando a morte de mais de 900 pessoas, mostrou ainda um outro lado cruel: o desvio de recursos federais enviados &amp;agrave; prefeitura de Teres&amp;oacute;polis e &amp;agrave;s demais cidades. A revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o do esc&amp;acirc;ndalo culminou na cassa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do prefeito de Teres&amp;oacute;polis, Jorge M&amp;aacute;rio Sedlacek, e no afastamento, pela Justi&amp;ccedil;a Federal, do prefeito de Friburgo, Dermeval Barboza Moreira Neto. A s&amp;eacute;rie de reportagens do GLOBO "Depois da tempestade, vem a corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o", de Ant&amp;ocirc;nio Wemeck, Waleska Borges e a equipe da Editoria Rio, ganhou o Pr&amp;ecirc;mio Esso de 2011 na categoria Regional Sudeste&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;As reportagens mostraram que, enquanto equipes de busca tentavam encontrar sobreviventes, um grupo de servidores p&amp;uacute;blicos e empres&amp;aacute;rios se beneficiava da trag&amp;eacute;dia. Para aprovar contratos, sem licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para a reconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Teres&amp;oacute;polis, o grupo reajustou o valor das propinas de 10% para 50%. Em Nova Friburgo, uma empresa ganhou contrato de mais de R$ 900 mil para presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os, embora estivesse proibida de participar de licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em sua 56&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Pr&amp;ecirc;mio Esso teve um n&amp;uacute;mero recorde de trabalhos inscritos, de todo o pa&amp;iacute;s: 1272. Na categoria principal, o Esso de Jornalismo, a vencedora foi a "Folha de S. Paulo" pela s&amp;eacute;rie "O patrim&amp;ocirc;nio e as consultorias que derrubaram Palocci".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 17/11/2011</description><author>Rio</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=zjRkeLxX+Id2lPX671IWSw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=zjRkeLxX+Id2lPX671IWSw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Estado vence Esso em 3 categorias</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Econ&amp;ocirc;mica, Fotografia e Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o Gr&amp;aacute;fica foram as &amp;aacute;reas destacadas; jornal, com 8 finalistas, levou maior n&amp;uacute;mero de pr&amp;ecirc;mios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O Estado foi o jornal mais premiado do Pr&amp;ecirc;mio Esso de Jornalismo 2011, vencendo em tr&amp;ecirc;s categorias: Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Econ&amp;ocirc;mica, Fotografia e Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o Gr&amp;aacute;fica para jornal. O grande pr&amp;ecirc;mio foi concedido &amp;agrave; Folha de S. Paulo e o de melhor reportagem, ao Jornal do Commercio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O pr&amp;ecirc;mio de Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Econ&amp;ocirc;mica foi para a s&amp;eacute;rie de reportagens sobre as fraudes no Banco Panamericano, de S&amp;iacute;lvio Santos, de autoria de David Friedlander, Leandro Mod&amp;eacute;, Fausto Macedo e Sonia Racy.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Viol&amp;ecirc;ncia abortada, o trabalho do Estado premiado na categoria Fotografia, salvou uma vida. Gra&amp;ccedil;as a uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o registrada em flagrante pelo rep&amp;oacute;rter fotogr&amp;aacute;fico Epit&amp;aacute;cio Pessoa, um jovem de 19 anos, Adriano Carlos Gon&amp;ccedil;alves da Silva, coletor de material recicl&amp;aacute;vel, deixou de ser morto por dois outros rapazes, que o haviam amarrado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Segundo Silva, fotografado em agosto do ano passado no bairro Olaria da cidade paulista de Lorena, seu corpo seria jogado no Rio Para&amp;iacute;ba do Sul se o carro da reportagem n&amp;atilde;o tivesse chegado ao local e feito os agressores desistirem do homic&amp;iacute;dio (mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es nesta p&amp;aacute;g.).&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;E Dennis Fidalgo Doimo e Andr&amp;eacute; Graciotti foram premiados na categoria Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o Gr&amp;aacute;fica para jornal pelo trabalho Troca de olhares. O Estado tinha 8 trabalhos entre os 70 finalistas nas 12 categorias do Esso deste ano, que registrou n&amp;uacute;mero de recorde de inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Vencedores. Uma s&amp;eacute;rie de reportagens publicada pela Folha de S. Paulo que desencadeou a demiss&amp;atilde;o de Antonio Palocci do cargo de ministro da Casa Civil levou o pr&amp;ecirc;mio principal. Na s&amp;eacute;rie O patrim&amp;ocirc;nio e as consultorias que derrubaram Palocci, os jornalistas Andreza Matais, Jos&amp;eacute; Ernesto Credendio e Catia Seabra mostraram que o ministro havia montado uma empresa de consultoria e ficado milion&amp;aacute;rio durante o mandato como deputado federal e como coordenador de campanha presidencial.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O pr&amp;ecirc;mio de melhor reportagem foi para a s&amp;eacute;rie O nascimento de Joicy, assinada pela rep&amp;oacute;rter Fabiana Moraes, do Jornal do Commercio, do Recife, que acompanhou por cinco meses a mudan&amp;ccedil;a de sexo de um agricultor de 51 anos, morador do povoado Perp&amp;eacute;tuo Socorro.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 17/11/2011</description><author>Vida</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Zy8fS5VbapQYLrJmBaS7rA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Zy8fS5VbapQYLrJmBaS7rA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O fim da era do caderno Folhateen</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a name="_Toc309203477"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
Suplemento jovem Folhateen chega &amp;agrave; sua &amp;uacute;ltima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Projeto deve continuar somente na vers&amp;atilde;o de uma p&amp;aacute;gina, publicada dentro do caderno Ilustrada.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Os leitores da Folha de S.Paulo que estavam acostumados a receber o caderno Folhateen toda segunda-feira iniciaram essa semana com uma surpresa. Ap&amp;oacute;s longos anos de exist&amp;ecirc;ncia, o caderno semanal, cujo conte&amp;uacute;do era direcionado ao p&amp;uacute;blico adolescente &amp;ndash; com assuntos como sa&amp;uacute;de, comportamento, m&amp;uacute;sica, sexo, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e entretenimento - deixou de circular.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em seu lugar, de acordo com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do portal Comunique-se, a Folha dedicar&amp;aacute; uma p&amp;aacute;gina semanal para o Folhateen, dentro do caderno Ilustrada. N&amp;atilde;o houve, por parte do jornal, nenhuma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o fim do caderno, um dos canais mais tradicionais de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o jovem da imprensa . O suplemento foi lan&amp;ccedil;ado em 1991 e era publicado, inicialmente, em formato standard, passando por algumas reformula&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao longo de sua trajet&amp;oacute;ria. H&amp;aacute; alguns anos passou a ser publicado em formato tabloide.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A &amp;uacute;ltima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Folhateen circulou na segunda-feira da semana passada, dia 7 de novembro. Nele n&amp;atilde;o foi publicada nenhuma mensagem sobre o encerramento do suplemento. Al&amp;eacute;m de uma equipe pr&amp;oacute;pria de jornalistas e colaboradores, o Folhateen tamb&amp;eacute;m tinha um time de apoiadores, formado por jovens, que tinham a miss&amp;atilde;o de fornecer dados e descobrir temas para as reportagens do peri&amp;oacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ainda segundo informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Comunique-se, o encerramento do caderno pode estar associado a um corte na equipe da Folha. De acordo com o portal, 40 jornalistas, de diversos cadernos, foram demitidos na semana passada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 14/11/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=NRHxdgvwO19SqfKUV960YA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=NRHxdgvwO19SqfKUV960YA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Novo site do GLOBO reflete a alma do jornal</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a name="_Toc309037424"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
Assim como as p&amp;aacute;ginas do impresso, a internet privilegiar&amp;aacute; not&amp;iacute;cias em profundidade, an&amp;aacute;lise e contexto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;O site do GLOBO se tornar&amp;aacute; ainda mais O GLOBO a partir de hoje na internet. A nova p&amp;aacute;gina, ap&amp;oacute;s uma reforma gr&amp;aacute;fica e editorial, estreia privilegiando as caracter&amp;iacute;sticas que traduzem a alma do GLOBO, materializada, principalmente, na sua edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; a contextualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fato, a diferen&amp;ccedil;a na qualidade da apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o olhar do jornalista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;O desafio &amp;eacute; equilibrar a velocidade exigida pela internet com a necessidade de prover mais contexto e an&amp;aacute;lise aos internautas. Mesmo que, em alguns casos, isso signifique ousar e abdicar do t&amp;iacute;pico jornalismo on-line, ancorado prioritariamente na rapidez da atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da not&amp;iacute;cia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; Al&amp;eacute;m de mais moderno e de f&amp;aacute;cil navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o novo site do GLOBO est&amp;aacute; totalmente alinhado com nossa estrat&amp;eacute;gia de crescimento evis&amp;atilde;o de futuro. &amp;Eacute; um produto com a nossa alma, mais editado, com &amp;ecirc;nfase no Rio e no cotidiano dos cariocas, sem perder nossa vis&amp;atilde;o do Brasil e do mundo &amp;mdash; enfatiza o diretor-geral da Infoglobo, Marcello Moraes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;O que motivou a mudan&amp;ccedil;a foi a vontade de valorizar ainda mais o jornalismo, independentemente dos desafios que isso represente na web:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; O novo site sublinhar&amp;aacute; o que o jornal consolidou em sua trajet&amp;oacute;ria: a excel&amp;ecirc;ncia do jornalismo de qualidade. N&amp;atilde;o importa a velocidade da not&amp;iacute;cia, da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ela ser&amp;aacute; sempre bem apurada e checada para dar ao leitor a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais confi&amp;aacute;vel &amp;mdash;afirma o diretor de Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Asc&amp;acirc;nio Seleme.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;An&amp;aacute;lise como na primeira p&amp;aacute;gina&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Uma das novidades que mais espelham esse esfor&amp;ccedil;o de ocupar a web com a alma do impresso &amp;eacute; um canal, no alto da capa do site. Ali, em meio &amp;agrave; cobertura em tempo real e sem preju&amp;iacute;zo dela, a not&amp;iacute;cia encontrar&amp;aacute; um espa&amp;ccedil;o para ser tratada analiticamente, com aprofundamento &amp;mdash; e calma &amp;mdash;, como se estivesse na primeira p&amp;aacute;gina do jornal. Neste canal, tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel destacar assuntos que re&amp;uacute;nam vasta produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica, tal qual seria feito, no papel, por meio de um caderno especial.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; Editar &amp;eacute; o que O GLOBO faz de melhor. Entregamos as not&amp;iacute;cias na primeira p&amp;aacute;gina de forma contextualizada, organizada. &amp;Eacute; isto o que faremos na web &amp;mdash; diz o editor-executivo de Plataformas Digitais, Pedro Doria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Al&amp;eacute;m do princ&amp;iacute;pio de privilegiar acuradoria em meio &amp;agrave; abund&amp;acirc;ncia de not&amp;iacute;cias que trafegam na internet, dois outros pilares sustentam o projeto: o foco em servi&amp;ccedil;os e no Rio&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; com Zona Sul, Zona Norte, Barra, Niter&amp;oacute;i e Regi&amp;atilde;o Serrana adquirindo status de subeditorias. J&amp;aacute; o foco em servi&amp;ccedil;os perpassa toda a cobertura editorial. Uma reportagem sobre aumento da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por exemplo, vai explicar ao leitor o impacto em seu dia a dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; Assim como o "New York Times", principal jornal do mundo, dedica 25% de seu conte&amp;uacute;do a Nova York, n&amp;oacute;s somos o jornal do Rio, e n&amp;atilde;o apenas porque cobrimos bem a cidade, mas porque torcemos por ela &amp;mdash; afirma Doria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Quem se encarrega diariamente de traduzir a personalidade do GLOBO no jornal impresso tem nome e apelido: Luiz Novaes, o Mineiro. Na lideran&amp;ccedil;a do fechamento da primeira p&amp;aacute;gina do jornal, ele cunhou express&amp;otilde;es como a "Enquanto isso...", oferecendo uma dose de humor e perspic&amp;aacute;cia ao leitor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; &amp;Eacute; curioso que a nossa internet busque captar a alma do papel no momento em que ele tamb&amp;eacute;m busca uma nova alma. A melhora da qualidade do jornalismo on-line nos obriga, cada vez mais, a irmos al&amp;eacute;m da simples publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos fatos. Se, no jornalismo on-line, o h&amp;aacute;bito de editar &amp;eacute; uma ousadia, porque perde-se tempo fazendo isso, por outro lado ele representa um regresso positivo &amp;agrave; ess&amp;ecirc;ncia da profiss&amp;atilde;o &amp;mdash; diz Mineiro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Por tr&amp;aacute;s da p&amp;aacute;gina, h&amp;aacute; uma Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Concebido pelo escrit&amp;oacute;rio de design catal&amp;atilde;o Cases i Associats, site valoriza conte&amp;uacute;do pr&amp;oacute;prio&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Quem traduziu graficamente a alma do GLOBO para a internet foi o est&amp;uacute;dio de design Cases Associats. Criado em 1990 e atualmente com sede em Barcelona e escrit&amp;oacute;rios em Buenos Aires, Miami e S&amp;atilde;o Paulo, a empresa traz no curr&amp;iacute;culo a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a reforma de mais de cem publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es por toda a Europa e a Am&amp;eacute;rica Latina, incluindo ve&amp;iacute;culos importantes como "The Mirror" e "The Independent" (Inglaterra),"Corriere della Sera" (It&amp;aacute;lia)," El Peri&amp;oacute;dico" (Espanha),"Di&amp;aacute;rio de Not&amp;iacute;cias" (Portugal) e"Clar&amp;iacute;n" (Argentina). S&amp;atilde;o da Cases tamb&amp;eacute;m os projetos dos esportivos "La Gazzetta dello Sport", italiano, e "Ol&amp;eacute;", argentino.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;No redesenho da web, o desafio foi combinar os valores enraizados da marca O GLOBO com as caracter&amp;iacute;sticas do jornalismo on-line: interatividade, hipertextualidade, velocidade de atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e converg&amp;ecirc;ncia de m&amp;iacute;dias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; &amp;Eacute; muito dif&amp;iacute;cil diferenciar-se no mundo on-line. Por isso, mais do que renovar o visual ou funcionalidades, o que se buscou com este site foi uma renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presen&amp;ccedil;a do GLOBO na web, a partir, justamente, daquilo que o jornal faz melhor. A habilidade para editar not&amp;iacute;cias e a aposta em conte&amp;uacute;do pr&amp;oacute;prio foram dois dos aspectos onde mais trabalhamos, porque era fundamental que oi nternauta percebesse que, por tr&amp;aacute;s daquela p&amp;aacute;gina de internet, h&amp;aacute; uma Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com gente qualificada &amp;mdash; conta Chico Amaral, brasileiro radicado em Barcelona h&amp;aacute; dez anos e diretor da Cases.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Com essa premissa, Amaral desenhou diversos m&amp;oacute;dulos de conte&amp;uacute;do edit&amp;aacute;vel, todos chamados com destaque na capa do site e dentro da maioria das editorias. No alto da capa, h&amp;aacute; uma &amp;aacute;rea dedicada a transmitir o pulso do Rio. Ali, o internauta encontra as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais &amp;uacute;teis sobre a cidade ao longo do dia&amp;mdash; desde a movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tr&amp;acirc;nsito, pela manh&amp;atilde;, at&amp;eacute; uma dica de restaurante, &amp;agrave; noite. No meio da p&amp;aacute;gina, h&amp;aacute; a faixa Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o do GLOBO, que re&amp;uacute;ne o melhor da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o em texto, foto, v&amp;iacute;deo e infografia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Colunistas e blogueiros no Gente do Globo&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;J&amp;aacute; o G360&amp;deg; &amp;eacute; um bloco multim&amp;iacute;dia, no p&amp;eacute; das p&amp;aacute;ginas, que traz uma sequ&amp;ecirc;ncia com as melhores fotos do dia eos mais recentes v&amp;iacute;deos das editorias. A lateral das p&amp;aacute;ginas tamb&amp;eacute;m se tornou um espa&amp;ccedil;o nobre, com o Gente do GLOBO &amp;mdash; onde est&amp;atilde;o destacados colunistas e blogueiros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;&amp;mdash; Uma das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es era dar conta da diversidade de not&amp;iacute;cias que s&amp;atilde;o oferecidas ao mesmo tempo na tela. A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o passou por combinar os conte&amp;uacute;dos mais importantes com os mais interessantes, principalmente no primeiro scroll, que deve sintetizar a proposta do site &amp;mdash; conta Amaral.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric;"&gt;Todo o menu foi reorganizado, passando a trazer menos itens, por&amp;eacute;m apresentados de forma mais clara ao internauta. As subeditorias foram agrupadas no item Mais. A estrat&amp;eacute;gia de aprofundar a navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do internauta come&amp;ccedil;a pelas reportagens, muitas vezes o primeiro ponto de acesso ao site. Ali, s&amp;atilde;o apresentados conte&amp;uacute;dos relacionados, como os outros destaques da editoria, a lista de &amp;uacute;ltimas not&amp;iacute;cias e diversos links sobre aquele assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; O resultado &amp;eacute; um site de jornalismo que valoriza n&amp;atilde;o apenas a not&amp;iacute;cia, mas o jeito do GLOBO de noticiar, presente em cada mil&amp;iacute;metro do papel e, agora, em cada pixel da tela &amp;mdash;explica Amaral.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 13/11/2011</description><author>O País</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Q9fitd1sgZICpB4+3531Og==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sun, 13 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Q9fitd1sgZICpB4+3531Og==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O Globo apresenta seu novo site</title><description>&lt;p style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;Reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o entra no ar no domingo, 13 e ter&amp;aacute; campanha nas m&amp;iacute;dias digitais assinada pela F/Nazca.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Um novo site, totalmente reformulado, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado pelo O Globo neste domingo, 13. Ele vai oferecer ao leitor conte&amp;uacute;do ilimitado, com um espa&amp;ccedil;o &amp;uacute;nico para informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, independentemente da plataforma utilizada. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o pod&amp;iacute;amos fazer isso antes porque faltava concluir a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do site e do jornal, processo que durou dois anos. Hoje finalmente ele est&amp;aacute; completo e podemos falar que o site &amp;eacute; feito pelos mesmo jornalistas que fazem O Globo todos os dias&amp;rdquo;, explica Pedro D&amp;oacute;ria, editor executivo de plataformas digitais do Globo. Desde do lan&amp;ccedil;amento do site em 1998, esta &amp;eacute; a primeira grande reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela qual ele passa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para D&amp;oacute;ria, hoje na internet brasileira praticamente todos os sites s&amp;atilde;o uma lista com as coisas que aconteceram veiculadas de forma cronol&amp;oacute;gica. &amp;ldquo;N&amp;oacute;s vamos editar muito mais, atualizar como nenhum site de not&amp;iacute;cias no Brasil atualiza, mas como o New York Times e o Guardian fazem&amp;rdquo;, informa dizendo ainda que haver&amp;aacute; uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de not&amp;iacute;cias vindas de ag&amp;ecirc;ncias. &amp;ldquo;O leitor vai ter na internet o que o Globo &amp;eacute;&amp;rdquo;, explica. Uma das grandes novidades ser&amp;aacute; uma &amp;aacute;rea de v&amp;iacute;deos, chamada &amp;ldquo;Direto da Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Nela, quatro a seis vezes por dia teremos jornalistas comentando assuntos diversos&amp;rdquo;, fala.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O novo produto tamb&amp;eacute;m ter&amp;aacute; quatro formatos exclusivos para os anunciantes, que v&amp;atilde;o permitir mais interatividade, gerando um maior tempo de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da marca. Uma campanha da F/Nazca entra no ar este fim de semana divulgando as mudan&amp;ccedil;as. Com o slogan &amp;ldquo;O Globo ainda mais O Globo. Muito al&amp;eacute;m do papel de um jornal.&amp;rdquo;, vai incluir a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no facebook e no Instagram. Al&amp;eacute;m disso, haver&amp;aacute; um tutorial apresentando o novo formato do site, uma mat&amp;eacute;ria no jornal O Globo de domingo, 13, al&amp;eacute;m de tijolinhos em diversas editorias, com texto de acordo com cada uma delas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 10/11/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2WHXBnWo700iGHPgpHvjsA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2WHXBnWo700iGHPgpHvjsA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Pasta de Lupi vaza apuração de jornalistas</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a name="_Toc308771331"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
Pr&amp;aacute;tica do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho revela apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornalistas antes de os jornais conclu&amp;iacute;rem as reportagens e publicarem as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. ANJ repudia &amp;ldquo;prop&amp;oacute;sito de constranger o livre exerc&amp;iacute;cio do jornalismo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;BRAS&amp;Iacute;LIA. A exemplo do que fez a Petrobras em 2009, o Minist&amp;eacute;rio do Trabalho est&amp;aacute; usando seu blog para responder a perguntas feitas por jornalistas e, assim, divulgar para toda a imprensa o que cada ve&amp;iacute;culo est&amp;aacute; apurando. A pr&amp;aacute;tica come&amp;ccedil;ou na quarta-feira, em meio ao esc&amp;acirc;ndalo que atinge a pasta e o ministro Carlos Lupi em torno de supostos desvios em conv&amp;ecirc;nios com ONGs. A justificativa do minist&amp;eacute;rio &amp;eacute; a mesma usada pela Petrobras: mais transpar&amp;ecirc;ncia. Na pr&amp;aacute;tica, revela a apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornalistas antes de os jornais conclu&amp;iacute;rem as reportagens e publicarem as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em 2009, o blog da Petrobras, ao adotar essa estrat&amp;eacute;gia, causou pol&amp;ecirc;mica. A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Jornais (ANJ) classificara a medida como uma "inaceit&amp;aacute;vel quebra da confidencialidade" e uma tentativa de intimidar os jornalistas que pediam informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre ind&amp;iacute;cios de irregularidades nos neg&amp;oacute;cios da estatal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Agora, o Minist&amp;eacute;rio do Trabalho diz, em seu site e no pr&amp;oacute;prio blog, que "todas as demandas encaminhadas &amp;agrave; assessoria de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social ser&amp;atilde;o disponibilizadas no Blog do Trabalho (http://blog.mte.gov.br), devidamente respondidas", e que "esta medida, decidida pelo ministro Carlos Lupi, tem o objetivo de levar mais transpar&amp;ecirc;ncia aos questionamentos feitos pela imprensa, e que muitas vezes sequer levam em considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es as respostas do MTE".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Desde ent&amp;atilde;o, o blog teve cinco postagens, das quais quatro s&amp;atilde;o respostas a meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A R&amp;aacute;dio CBN e os jornais "O GLOBO", "Correio Braziliense", "O Estado de S. Paulo" e "Folha de S.Paulo" tiveram expostos os pedidos de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o enviados &amp;agrave; pasta. As perguntas aparecem em preto e as respostas, grafadas em vermelho. Nos quatro casos, as perguntas abordam poss&amp;iacute;veis irregularidades, a maioria relacionada a conv&amp;ecirc;nios com entidades privadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A ANJ criticou a decis&amp;atilde;o do minist&amp;eacute;rio de divulgar em seu blog as perguntas feitas por jornalistas, antes da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das reportagens. Em nota, a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz que "repudia com veem&amp;ecirc;ncia" a iniciativa da pasta, tachando-a como lament&amp;aacute;vel. Informa ainda esperar que a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja revista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"&amp;Eacute; evidente o prop&amp;oacute;sito do minist&amp;eacute;rio de constranger o livre exerc&amp;iacute;cio do jornalismo, tornando p&amp;uacute;blico o conte&amp;uacute;do do trabalho que &amp;eacute; feito de forma individual e exclusiva pelos rep&amp;oacute;rteres, em sua permanente busca de produzir informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade e de interesse para os cidad&amp;atilde;os", diz trecho do texto.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 11/11/2011</description><author>O País</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ur8UarLwQv5+B2FnBmo6Bg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ur8UarLwQv5+B2FnBmo6Bg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Correio do Povo anuncia alterações em cadernos</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Rede Record RS divulga mudan&amp;ccedil;as iniciadas no jornal Correio do Povo. Novidades fazem parte de projeto de reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o iniciado pela editoria de Economia.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A assessoria de imprensa da Rede Record RS divulgou as mudan&amp;ccedil;as iniciadas no jornal Correio do Povo, al&amp;eacute;m da editoria de Economia, j&amp;aacute; anunciada na ter&amp;ccedil;a-feira, 1&amp;ordm;. O Guia de Turismo, com dicas de destinos e pacotes de viagens, volta reformulado. Quarta-feira ser&amp;aacute; o novo dia do caderno Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;amp; Mercado, que ser&amp;aacute; substitu&amp;iacute;do na sexta-feira pelo caderno Mais Preza.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;As mudan&amp;ccedil;as fazem parte do projeto de reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o iniciado pela editoria de Economia, que ganhou uma p&amp;aacute;gina para Indicadores Econ&amp;ocirc;micos. Segundo o comunicado, a jornalista Denise Nunes, que assinava uma coluna de notas econ&amp;ocirc;micas, &amp;ldquo;passa a produzir mat&amp;eacute;rias di&amp;aacute;rias sobre o setor. Os leitores aprovaram a mudan&amp;ccedil;a&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 3/11/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=OWgHQ/+VXcDP8cSyykXZxA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=OWgHQ/+VXcDP8cSyykXZxA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revista O GLOBO: novo papel a partir de domingo</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;A partir de domingo, revista O Globo vai circular com qualidade superior de impress&amp;atilde;o, com mais defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o em fotografias e ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A partir do pr&amp;oacute;ximo domingo, a Revista O GLOBO chegar&amp;aacute; ao leitor com um tom diferente, mais vibrante e colorido, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mudan&amp;ccedil;a do papel de suas p&amp;aacute;ginas. Algo que ser&amp;aacute; percebido de imediato nas fotos e ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es impressas, que v&amp;atilde;o ganhar mais defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o. No mercado editorial este tipo de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um sinal claro do &amp;ecirc;xito de uma publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Criada em agosto de 2004, a Revista O GLOBO conquistou r&amp;aacute;pido um p&amp;uacute;blico fiel e crescente. Segundo dados do Instituto Ipsos Marplan, atualmente, cada edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o atinge a marca de 741 mil leitores. E, para seguir em sua curva de crescimento, o suplemento dominical ganha ainda mais qualidade na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Desde o primeiro ano, a Revista se afirmou como um produto editorial de sucesso, sendo sempre citada com destaque por nossos assinantes nas pesquisas que realizamos &amp;mdash; afirma Sandra Sanches, diretora-executiva do GLOBO, que destacou a identidade conquistada pela publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;mdash; O mercado anunciante reconhece a Revista como um espa&amp;ccedil;o para marcas que querem falar com os cariocas. O novo papel &amp;eacute; mais um passo nesse sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Entretenimento continua sendo foco da Revista&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Muda o papel, mas a tarefa da equipe envolvida na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece a mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; A Revista nasceu para valorizar a leitura de domingo, com reportagens sobre a cidade e seus personagens, com pautas de comportamento, tend&amp;ecirc;ncias, moda, beleza e, claro, com nosso time de colunistas &amp;mdash; acrescenta Sandra Sanches.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A lista de colaboradores inclui a escritora Martha Medeiros, o chef Jos&amp;eacute; Hugo Celid&amp;ocirc;nio, o psicanalista Alberto Goldin e o jornalista Artur Xex&amp;eacute;o. Al&amp;eacute;m deles, em m&amp;eacute;dia, 12 profissionais est&amp;atilde;o envolvidos diretamente na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conte&amp;uacute;do semanal, em textos e fotos. A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;uacute;mero 380, que marca a nova fase da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apresenta na reportagem de capa &amp;acirc;ngulos surpreendentes das diversas obras que est&amp;atilde;o transformando a cara da cidade. Traz ainda um ensaio de lotos com as principais constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es erguidas pela fam&amp;iacute;lia Guinle no Rio. As &amp;uacute;ltimas p&amp;aacute;ginas da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram enviadas para a gr&amp;aacute;fica na noite de anteontem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Chegamos a 140 p&amp;aacute;ginas, um recorde registrado nestes sete anos de exist&amp;ecirc;ncia &amp;mdash; diz Marcelo Balbio, editor assistente da Revista O GLOBO.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diretor de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do GLOBO, Asc&amp;acirc;nio Seleme, a Revista traz mais equil&amp;iacute;brio &amp;agrave;s edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dominicais do jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Em meio ao notici&amp;aacute;rio pesado de Mundo, Pol&amp;iacute;tica, Economia e Rio, existe o espa&amp;ccedil;o da Revista, mostrando um lado mais positivo da sociedade, com reportagens de comportamento e variedades que tamb&amp;eacute;m despertam o interesse do nosso leitor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o semelhante &amp;eacute; compartilhada por M&amp;aacute;rio Rigon, diretor de Mercado Anunciante e Leitor da Info-globo (empresa respons&amp;aacute;vel pelos jornais O GLOBO e Extra). Ele indica uma das raz&amp;otilde;es para os bons resultados obtidos at&amp;eacute; o momento:&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&amp;mdash; Anunciantes n&amp;atilde;o tradicionais do jornal veem na Revista uma forma de levar suas mensagens &amp;agrave; audi&amp;ecirc;ncia do GLOBO, num ambiente leve e arejado, tocando o leitor num momento de mais entretenimento. Com a mudan&amp;ccedil;a do papel, damos sequ&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; constante evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto.&lt;span style="color: #333333; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 4/11/2011</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ONzK2b2CK70Oa8sgozUedA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ONzK2b2CK70Oa8sgozUedA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Ex-presidente da Bovespa compra 30% da Carta Capital</title><description>&lt;p style="MARGIN: 10pt 0cm 3pt"&gt;Mino Carta anuncia que Eduardo Rocha Azevedo, ex-presidente da Bovespa, comprou 30% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Editora Confian&amp;ccedil;a e da Carta Capital.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Durante a premia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das "Empresas mais admiradas do Brasil", realizada nesta segunda-feira (1&amp;ordm;), em S&amp;atilde;o Paulo, Mino Carta anunciou em seu discurso que o ex-presidente da Bovespa (Bolsa de Valores de S&amp;atilde;o Paulo), Eduardo Rocha Azevedo, comprou 30% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Editora Confian&amp;ccedil;a e da Carta Capital, revista que promoveu o evento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Durante sua fala, que precedeu a premia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Mino Carta lembrou de uma hist&amp;oacute;ria antiga de Azevedo, a quem chamou carinhosamente de "Coxa", antes de anunciar o acordo. O jornalista contou que, quando Lula era presidente do Sindicato dos Metal&amp;uacute;rgicos de S&amp;atilde;o Bernardo do Campo e Diadema, eles precisavam de um mime&amp;oacute;grafo para imprimir o jornal Jo&amp;atilde;o Ferrador. Na &amp;eacute;poca, Carta procurou Azevedo, ent&amp;atilde;o presidente da Bovespa, e pediu o financiamento, afirmando que o jornal seria uma "obra prima". "&amp;Eacute; uma aposta, porque ouviremos falar realmente desse senhor Lula", parafraseou Carta, lembrando que, devido ao mime&amp;oacute;grafo cedido por Eduardo Rocha Azevedo, os sindicalistas puderam fazer uma greve geral que lan&amp;ccedil;ou o Lu&amp;iacute;s In&amp;aacute;cio Lula da Silva para a carreira pol&amp;iacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;32 anos depois, segundo Mino Carta, Azevedo - hoje dono do fundo de investimentos Conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o - faz uma nova aposta comprando 30% da Editora Confian&amp;ccedil;a. O jornalista n&amp;atilde;o esclareceu detalhes sobre a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Novo site&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Durante a premia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Mino Carta tamb&amp;eacute;m anunciou que a Carta Capital reformulou totalmente seu site, em a&amp;ccedil;&amp;atilde;o patrocinada pelo banco Ita&amp;uacute;, &amp;uacute;nico anunciante do portal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 1/11/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=JgtpEhEdKxPAE4D7P6tW5Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=JgtpEhEdKxPAE4D7P6tW5Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais têm 20% mais leitores que a internet</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="MARGIN: 10pt 0cm 3pt"&gt;Pesquisa da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Jornais alerta para a queda da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o global de impressos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Apesar do crescimento do consumo de not&amp;iacute;cias por meios digitais, os jornais impressos ainda t&amp;ecirc;m um p&amp;uacute;blico leitor maior do que o da internet. Num dia t&amp;iacute;pico, os di&amp;aacute;rios impressos t&amp;ecirc;m 20% de leitores a mais do que o mundo virtual, constatou pesquisa feita pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Jornais e Editores de Not&amp;iacute;cias (Wan-Ifra, na sigla em ingl&amp;ecirc;s). Ainda assim, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; de tranquilidade no setor. O presidente da entidade, Christoph Riess, alerta para a queda de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o global dos impressos. Em 2010, foram 519 milh&amp;otilde;es de exemplares di&amp;aacute;rios, contra 540 milh&amp;otilde;es em 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;"H&amp;aacute; uma mudan&amp;ccedil;a estrutural, particularmente na &amp;aacute;rea de an&amp;uacute;ncios classificados e na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais impressos nos mercados maduros. Os jornais precisam adaptar seu modelo de neg&amp;oacute;cio e seus produtos para que reflitam o mundo moderno", disse Riess ao jornal Folha de S.Paulo. A publicidade na web &amp;eacute; a que mais cresceu em todos os mercados analisados pela entidade, dos pa&amp;iacute;ses mais desenvolvidos &amp;agrave;s na&amp;ccedil;&amp;otilde;es emergentes. Na Am&amp;eacute;rica do Sul, por exemplo, aumentou 31% de 2009 para 2010, ante 19% de aumento da publicidade na TV e 6% de crescimento da publicidade na imprensa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;O mundo digital, diz Riess, fez surgir novidades como as redes sociais, os servi&amp;ccedil;os de busca, as transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es on-line, o jornalismo cidad&amp;atilde;o. "A emerg&amp;ecirc;ncia de novos conceitos &amp;eacute; a regra agora. Os editores precisam entender que renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; essencial. As tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es [dos jornais impressos] s&amp;atilde;o uma &amp;oacute;tima base, mas os jornais precisam se desenvolver a partir delas."&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN: 6pt 0cm 0pt"&gt;Enquanto a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o cai em mercados considerados maduros, como Europa e EUA, cresce no Oriente e em pa&amp;iacute;ses emergentes da Am&amp;eacute;rica Latina. "No Brasil, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais impressos cresceu 2% em 2010, mas caiu 4,6% no Chile." Para ele, "no Brasil, a ind&amp;uacute;stria tem mostrado bons &amp;iacute;ndices de crescimento, o que reflete a melhoria dos n&amp;iacute;veis da economia e da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pa&amp;iacute;s, mas tamb&amp;eacute;m a energia da imprensa brasileira".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 28/10/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=kkh3T1r4t+HxjGox9JWEsg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=kkh3T1r4t+HxjGox9JWEsg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Conteúdo digital desafia imprensa</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Por Moacir Drska&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Os impactos das m&amp;iacute;dias digitais no mercado tradicional de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o inquestion&amp;aacute;veis. O surgimento de novas formas de produzir e distribuir conte&amp;uacute;do transformou os modelos de neg&amp;oacute;cios das companhias de m&amp;iacute;dia. E alguns princ&amp;iacute;pios que sempre nortearam a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica v&amp;ecirc;m sendo real&amp;ccedil;ados nessas novas plataformas de m&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Essa foi a principal quest&amp;atilde;o levantada pelos participantes do semin&amp;aacute;rio promovido ontem, em S&amp;atilde;o Paulo, pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ), reunindo representantes do setor. "N&amp;atilde;o h&amp;aacute; raz&amp;atilde;o para haver diferen&amp;ccedil;a entre a &amp;eacute;tica jornal&amp;iacute;stica no mundo anal&amp;oacute;gico e no mundo digital. &amp;Eacute;tica jornal&amp;iacute;stica &amp;eacute; &amp;eacute;tica jornal&amp;iacute;stica", afirmou Pedro Doria, editor-executivo do jornal "O Globo ".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Os palestrantes destacaram um aspecto que ganhou for&amp;ccedil;a com a expans&amp;atilde;o da internet e das novas m&amp;iacute;dias digitais: o dilema de escolher entre velocidade e qualidade da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para Ricardo Gandour, diretor de conte&amp;uacute;do do jornal "O Estado de S. Paulo", os ve&amp;iacute;culos devem se preservar como fontes confi&amp;aacute;veis. "Todo mundo est&amp;aacute; sujeito ao erro, mas a busca pela not&amp;iacute;cia bem apurada precisa sempre estar presente e deve ser o diferencial em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao volume de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es na internet".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Doria acrescentou que &amp;eacute; prefer&amp;iacute;vel esperar alguns minutos para publicar a not&amp;iacute;cia e perder um poss&amp;iacute;vel furo jornal&amp;iacute;stico, pois a pressa n&amp;atilde;o pode ser o principal crit&amp;eacute;rio de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "As press&amp;otilde;es s&amp;atilde;o novas, mas &amp;eacute; preciso seguir princ&amp;iacute;pios b&amp;aacute;sicos e checar a veracidade das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. No longo prazo, voc&amp;ecirc; ganha em credibilidade."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O semin&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m abordou o desafio para as empresas de lidar com a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus jornalistas na internet, especificamente nas redes sociais. O principal dilema &amp;eacute; encorajar o uso desses recursos sem afetar a credibilidade e a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ve&amp;iacute;culo. "O problema &amp;eacute; que ainda h&amp;aacute; muita ingenuidade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao potencial de dano que uma rede social possui", disse Barbara Nickel, editora de m&amp;iacute;dias sociais do Grupo RBS.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Uma pesquisa realizada pela ANJ com 80 editores e diretores de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais mostra que 40% desses ve&amp;iacute;culos tiveram problemas com o uso das redes sociais por funcion&amp;aacute;rios. Entre as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es citadas est&amp;atilde;o a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o inapropriada com leitores, vazamento de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e opini&amp;otilde;es compartilhadas em perfis profissionais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 27/10/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=sQ4BooAbiMWEQPQY9U2/0g==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 27 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=sQ4BooAbiMWEQPQY9U2/0g==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>NY Times cresce com as assinaturas digitais</title><description>&lt;p&gt;No trimestre, as 44 mil adi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao servi&amp;ccedil;o digital pago do jornal The New York Times elevaram a base online a 324 mil usu&amp;aacute;rios. Essa base, segundo balan&amp;ccedil;o divulgado pela empresa que edita o jornal, ajudou a melhorar os resultados - do preju&amp;iacute;zo de pouco mais de US$ 4 milh&amp;otilde;es no ano passado, a empresa registrou lucro de US$ 15,7 milh&amp;otilde;es. Por outro lado, o faturamento com publicidade caiu quase 9%, segundo a Times Co., controladora do ve&amp;iacute;culo. A empresa admite que a receita com as assinaturas digitais equilibram a queda da receita publicit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vers&amp;atilde;o digital do The New York Times foi lan&amp;ccedil;ada em mar&amp;ccedil;o deste ano e &amp;eacute; flex&amp;iacute;vel para acomodar v&amp;aacute;rios tipos de usu&amp;aacute;rios: a princ&amp;iacute;pio, qualquer usu&amp;aacute;rio tem acesso a 20 artigos gratuitos por m&amp;ecirc;s. Ultrapassado esse limite, os planos variam entre US$ 15 mensais (acesso ao site e por celular), US$ 20 (site e aplicativo iPad) e US$ 35 (acesso a todas as plataformas).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 25/10/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=zqs0sCay5t8IJrxY17wjWg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=zqs0sCay5t8IJrxY17wjWg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Mídia impressa prevê alta de um dígito em 2012</title><description>&lt;p&gt;Os jornais acumulam um crescimento de 1,71% nos primeiros sete meses do ano, com faturamento total de R$ 1,8 bilh&amp;atilde;o, enquanto as revistas registraram incremento de 4,02% no mesmo per&amp;iacute;odo, com mais de R$ 1 bilh&amp;atilde;o de faturamento, segundo dados do Projeto Inter-Meios. Levando-se em conta que a base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um ano de Copa do Mundo, que puxa para cima os investimentos publicit&amp;aacute;rios, o resultado &amp;eacute; considerado bom pelos ve&amp;iacute;culos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em meio &amp;agrave; expectativa pelo desenrolar da crise europeia, a m&amp;iacute;dia impressa projeta um 2012 tamb&amp;eacute;m positivo, principalmente pela realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Jogos Ol&amp;iacute;mpicos de Londres, outro grande evento esportivo que deve impulsionar o desempenho de jornais e revistas. &amp;ldquo;Talvez seja um ano que surpreenda. Com patamares relativamente baixos, talvez tenhamos um crescimento maior. Teremos a Olimp&amp;iacute;ada, o que estimula o investimento de empresas relacionadas e do mercado publicit&amp;aacute;rio em geral&amp;rdquo;, aponta Antonio Carlos de Moura, diretor-executivo comercial do Grupo Folha, que estima um crescimento entre 7% e 8% para o mercado em 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Thais Chede, diretora de publicidade corporativa da Abril, o cen&amp;aacute;rio &amp;eacute; positivo e o setor deve ter incremento entre 7% e 9%. &amp;ldquo;Segundo pesquisas de planejamento da Abril, todos os setores anunciantes apontaram crescimento para o ano que vem. Com cada vez mais alternativas para comunicar servi&amp;ccedil;os, marcas e produtos, a concorr&amp;ecirc;ncia entre as m&amp;iacute;dias vai continuar, mas temos certeza que a Abril e o meio revista, que tem &amp;iacute;ndice de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusiva de 85%, continuar&amp;atilde;o forte&amp;rdquo;, analisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos primeiros seis meses do ano, o meio jornal apresentou crescimento m&amp;eacute;dio de 4,2% na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, segundo dados do Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC). A m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegou a casa de 4.435.581 exemplares, recorde hist&amp;oacute;rico para a auditoria da entidade. O bom desempenho foi impulsionando, principalmente, pelo aumento da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos peri&amp;oacute;dicos com pre&amp;ccedil;o de capa inferior a R$ 1,00, que registraram avan&amp;ccedil;o de 12,9%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O crescimento em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, principalmente dos t&amp;iacute;tulos voltados &amp;agrave; classe C, que &amp;eacute; quem est&amp;aacute; consumindo, financia o investimento e desenvolvimento de produtos digitais. Estamos oferecendo pacotes multimeios. Estamos muito otimistas e esperamos surfar esta onda. Mas tudo depende muito do desenvolvimento da crise europeia. Se ela for superada, o Brasil ir&amp;aacute; muito bem com a expectativa de Copa e Olimp&amp;iacute;ada aqui&amp;rdquo;, pondera Oscar Mattos, diretor de desenvolvimento de neg&amp;oacute;cios do Grupo Estado. De acordo com o profissional, o mercado deve crescer entre 5% e 7% no ano.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 25/10/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=VFmvpzXyz/KAykW3H87ZKQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=VFmvpzXyz/KAykW3H87ZKQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>'Estado' ganha Vladimir Herzog e SIP</title><description>&lt;p&gt;O caderno Guerras desconhecidas do Brasil, publicado em dezembro pelo Estado, conquistou a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2011 do Pr&amp;ecirc;mio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, o mais tradicional concedido no Pa&amp;iacute;s a reportagens que denunciam viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos civis e pol&amp;iacute;ticos. O an&amp;uacute;ncio coincidiu com a entrega do Pr&amp;ecirc;mio de Excel&amp;ecirc;ncia Jornal&amp;iacute;stica da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), ontem, no Peru. A investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o revelou que 556 civis foram mortos em 32 revoltas populares no s&amp;eacute;culo 20.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Pr&amp;ecirc;mio Vladimir Herzog homenageia o jornalista que passou pelo Estado, pela BBC e pela TV Cultura e foi morto pela ditadura militar. Na passagem pelo Estado, em 1960, Herzog atuou na instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sucursal em Bras&amp;iacute;lia. &amp;Eacute; a primeira vez que o pr&amp;ecirc;mio que leva seu nome &amp;eacute; concedido a profissionais que trabalham no escrit&amp;oacute;rio que ajudou a criar: Guerras desconhecidas do Brasil foi elaborado por Leonencio Nossa (texto) e Celso Junior (fotografia), da sucursal de Bras&amp;iacute;lia, e Jos&amp;eacute; Eduardo Barella (edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o), F&amp;aacute;bio Sales (cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o gr&amp;aacute;fica) e Farrel (ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o). O jornal recebeu o Vladimir Herzog por melhor reportagem em 1981, com o caso Riocentro e, no ano seguinte, com reportagem sobre fraude em laudos m&amp;eacute;dicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Torturado e morto em 25 de outubro de 1975, aos 38 anos, no por&amp;atilde;o do DOI-Codi, em S&amp;atilde;o Paulo, Herzog tinha se apresentado espontaneamente &amp;agrave;s autoridades policiais, ap&amp;oacute;s pedido de esclarecimentos por suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o PCB. A morte repercutiu no exterior e impulsionou o movimento contra a ditadura. O II Ex&amp;eacute;rcito tentou emplacar a vers&amp;atilde;o de que Herzog cometeu suic&amp;iacute;dio. A Justi&amp;ccedil;a, em 1982, derrubou essa vers&amp;atilde;o e responsabilizou a Uni&amp;atilde;o pelo assassinato. A morte de Herzog causou indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o de intelectuais, artistas e lideran&amp;ccedil;as sindicais. Um culto ecum&amp;ecirc;nico na Catedral da S&amp;eacute; reuniu 8 mil pessoas, na maior manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra o regime desde as passeatas estudantis de 1968. Na &amp;eacute;poca, o Estado e o jornal Unidade publicaram manifesto de 1.004 jornalistas. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;ecirc;mio, em 1979, pela fam&amp;iacute;lia Herzog, pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de S&amp;atilde;o Paulo, pela Ordem dos Advogados do Brasil e pela Comiss&amp;atilde;o Justi&amp;ccedil;a e Paz da Arquidiocese de S&amp;atilde;o Paulo foi um instrumento pela volta da democracia. Depois do Esso, o Vladimir Herzog &amp;eacute; o pr&amp;ecirc;mio de jornalismo mais antigo no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A den&amp;uacute;ncia contra a repress&amp;atilde;o de tropas legais contra civis e os princ&amp;iacute;pios de defesa dos direitos do homem levaram o j&amp;uacute;ri a escolher Guerras desconhecidas do Brasil por unanimidade. A investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 17 meses emocionou o j&amp;uacute;ri, segundo fontes do concurso. Ao premiar o caderno, o j&amp;uacute;ri da SIP j&amp;aacute; disse que era a "melhor investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da d&amp;eacute;cada", ultrapassando "os crit&amp;eacute;rios de excel&amp;ecirc;ncia jornal&amp;iacute;stica".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho tamb&amp;eacute;m recebeu o Pr&amp;ecirc;mio de Jornalismo Investigativo do Instituto Prensa y Sociedad (IPYS) na vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular e o Pr&amp;ecirc;mio Jos&amp;eacute; Hamilton Ribeiro de Jornalismo, tamb&amp;eacute;m oferecido pelo Sindicato dos Jornalistas de S&amp;atilde;o Paulo. Especialistas do jornalismo tamb&amp;eacute;m elogiaram o caderno. "&amp;Eacute; um mergulho no Brasil profundo e melanc&amp;oacute;lico, com um olhar e sonoridades de Euclides da Cunha que a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal teve a ousadia de reviver e bancar", escreveu Alberto Dines, no site Observat&amp;oacute;rio da Imprensa. "&amp;Eacute; uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o que aciona sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que a imprensa h&amp;aacute; tempos trocou pelos estrondos sem resultados e pela banalidade inconsequente."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 18/10/2011</description><author>Brasil</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=GCaMs48JSq/U+8XJHNF35g==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 18 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=GCaMs48JSq/U+8XJHNF35g==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornal Metro começa a circular no final do mês</title><description>&lt;p&gt;Porto Alegre ser&amp;aacute;, em breve, a oitava capital brasileira a receber o Jornal Metro, conforme informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; adiantadas. Coletiva.net apurou que 26 de outubro &amp;eacute; a data prevista para o lan&amp;ccedil;amento da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita, que circular&amp;aacute; em 30 pontos da cidade com tiragem inicial de 40 mil exemplares. Coordenado pelo gerente executivo Lu&amp;iacute;s Gris&amp;oacute;lio, que atuava na Band News, o projeto estava em tratativas desde abril deste ano e &amp;eacute; voltado para o p&amp;uacute;blico A e B. &amp;ldquo;Apesar de alguns bairros n&amp;atilde;o serem contemplados, vamos procurar atender a todo um circuito&amp;rdquo;, garantiu Gris&amp;oacute;lio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; distribu&amp;iacute;da inicialmente por 90 promotores &amp;ndash; ap&amp;oacute;s duas semanas, o n&amp;uacute;mero baixar&amp;aacute; para 60. O editor-chefe ser&amp;aacute; Fl&amp;aacute;vio Ilha, ex-rep&amp;oacute;rter de economia de Zero Hora. A equipe de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que est&amp;aacute; se instalando no t&amp;eacute;rreo do pr&amp;eacute;dio da Band RS, na Rua Delfino Riet, ter&amp;aacute; como subeditor Maicon Bock, que tamb&amp;eacute;m atuava em ZH; a fot&amp;oacute;grafa Gabriela Di Bella, ex-Jornal do Com&amp;eacute;rcio; M&amp;ocirc;nica Kanitz, com passagem pelo JC, ser&amp;aacute; editora de Cultura; e mais um jornalista para a editoria de Esportes, cujo nome ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; definido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a &amp;aacute;rea comercial, j&amp;aacute; est&amp;atilde;o contratados Ana Almeida, que deixou a r&amp;aacute;dio Itapema; Miriam Radke, que atuava na Antena 1; Fernando Becker, ex-Correio do Povo; Sabrina Monteiro, que deixou a DCS; e Juliana Machado, que estava na Paim. O cargo de coordenador de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda est&amp;aacute; em aberto e o jornal tamb&amp;eacute;m contar&amp;aacute; com cerca de 65 terceirizados, entre promotores, supervisores e coordenadores de qualidade de impress&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vers&amp;atilde;o ga&amp;uacute;cha do Jornal Metro priorizar&amp;aacute; not&amp;iacute;cias locais, atendendo tamb&amp;eacute;m ao Interior do Estado. As edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es estar&amp;atilde;o divididas basicamente em Cidade, Cultura e Esportes e, no primeiro momento, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; colunistas &amp;ndash; Leonardo Meneghetti, diretor da Band RS, est&amp;aacute; em tratativas com executivos de S&amp;atilde;o Paulo para incluir a se&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Rio Grande do Sul, por entender que esta &amp;eacute; uma caracter&amp;iacute;stica dos jornais daqui. &amp;ldquo;Queremos a mesma qualidade das demais capitais. Partimos do conceito de que &amp;acute;podemos fazer tudo&amp;acute; e isso inclui a&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferenciadas&amp;rdquo;, adiantou Gris&amp;oacute;lio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O clube Leopoldina Juvenil ser&amp;aacute; o local do lan&amp;ccedil;amento, que ocorrer&amp;aacute; durante almo&amp;ccedil;o para 250 convidados, entre imprensa, autoridades e formadores de opini&amp;atilde;o. O jornalista Joelmir Beting far&amp;aacute; uma palestra durante o evento.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 13/10/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=oGylpcuXbNaZf6GH1LXmFg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=oGylpcuXbNaZf6GH1LXmFg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revelações podem levar a investigação no WSJ</title><description>&lt;p&gt;A ag&amp;ecirc;ncia de auditoria dos jornais brit&amp;acirc;nicos informou ontem que pode investigar os n&amp;uacute;meros de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o europeia do " Wall Street Journal ", ap&amp;oacute;s not&amp;iacute;cia do jornal "The Guardian" ter acusado a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de, na pr&amp;aacute;tica, elevar os n&amp;uacute;meros de assinaturas por meio da compra de seus pr&amp;oacute;prios exemplares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O "publisher" do "Wall Street Journal" na Europa, Andrew Langhoff, j&amp;aacute; renunciou pelo envolvimento do jornal com uma empresa holandesa de consultoria que, segundo o "The Guardian", recebia pagamentos e not&amp;iacute;cias favor&amp;aacute;veis em troca de comprar milhares de c&amp;oacute;pias de exemplares do "Journal".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Dow Jones, editora do "Journal", informou que seu acordo com a Executive Learning Partnerships (ELP), com sede na Holanda, havia sido aprovado pelo grupo setorial Ag&amp;ecirc;ncia de Auditoria de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ABC, na sigla em ingl&amp;ecirc;s), do Reino Unido. Por&amp;eacute;m, ontem, a ag&amp;ecirc;ncia informou que "agora parece haver novas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que podem dar base para mais investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ABC n&amp;atilde;o confirma quando h&amp;aacute; investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es em andamento. Apenas divulga quando est&amp;atilde;o conclu&amp;iacute;das e resultam em medidas corretivas. Bethany Sherman, porta-voz da Dow Jones, informou que a empresa vem mantendo discuss&amp;otilde;es sobre a quest&amp;atilde;o com a ABC do Reino Unido desde julho e que ontem voltou a entrar em contato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Sempre fomos transparentes com a ABC e eles certificaram o programa nos &amp;uacute;ltimos balan&amp;ccedil;os", afirmou. "Pretendemos nos reunir com eles em breve e rever todos os detalhes de novo."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao anunciar a sa&amp;iacute;da de Langhoff na ter&amp;ccedil;a-feira, a Dow Jones informou que as liga&amp;ccedil;&amp;otilde;es da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o europeia com a ELP "poderiam dar a impress&amp;atilde;o de que a cobertura de not&amp;iacute;cias pode ser influenciada por rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais" e que Langhoff renunciou por uma "aparente quebra de integridade editorial" - n&amp;atilde;o pela acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos n&amp;uacute;meros de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora aparentemente a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o europeia do "Journal" n&amp;atilde;o tenha enganado anunciantes sobre a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os n&amp;uacute;meros dependem de acordos de descontos. Segundo a ag&amp;ecirc;ncia ABC, no balan&amp;ccedil;o do primeiro semestre deste ano, pouco menos de 14% da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria do "Wall Street Journal Europe" foi vendida pelo pre&amp;ccedil;o integral nas bancas, ou pela taxa anual b&amp;aacute;sica de assinatura estabelecida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproximadamente 71% dos exemplares do jornal foram vendidos a 5% do pre&amp;ccedil;o de capa ou menos, incluindo 26 mil vendas em grandes lotes, em sua maioria para empresas a&amp;eacute;reas, 13 mil em acordos de permuta e 7,5 mil de exemplares gratuitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Os anunciantes mais espertos n&amp;atilde;o se enganam" pela circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal, de 74,8 mil exemplares di&amp;aacute;rios, afirmou Bill Nichols, professor de marketing e comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Buckingham New University. "Acho que todos no lado da compra de [espa&amp;ccedil;os de] m&amp;iacute;dia devem estar sabendo que esses n&amp;uacute;meros est&amp;atilde;o inflados."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O "Journal", citando pessoas familiarizadas com o assunto, informou que a ELP comprou 12 mil exemplares di&amp;aacute;rios por &amp;euro; 0,01 por exemplar. O pre&amp;ccedil;o de varejo da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Europa &amp;eacute; de 1,5 libra esterlina, ou &amp;euro;1,71. (Tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Sabino Ahumada)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 14/10/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/llzj511rN0sJD8GaVWycg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/llzj511rN0sJD8GaVWycg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais têm mais leitores que a internet</title><description>&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o total de jornais no mundo caiu no ano passado, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Am&amp;eacute;rica Latina e da &amp;Aacute;sia. Mas, ainda assim, esse meio de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;a mais pessoas do que a internet, de acordo com uma pesquisa da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Jornais e Editores de Not&amp;iacute;cias (WAN-IFRA, na sigla em ingl&amp;ecirc;s).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os jornais impressos di&amp;aacute;rios tiveram queda de 2% na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de 528 milh&amp;otilde;es em 2009 para 519 milh&amp;otilde;es em 2010. Esses ve&amp;iacute;culos, por&amp;eacute;m, s&amp;atilde;o lidos por 2,3 bilh&amp;otilde;es de pessoas no mundo, um n&amp;uacute;mero 20% maior do que o 1,9 bilh&amp;atilde;o de pessoas que a internet alcan&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mundo, os jornais gratuitos foram os que tiveram a maior queda na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, passando de 34 milh&amp;otilde;es em 2008 para 24 milh&amp;otilde;es em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; como o Sol. Est&amp;aacute; subindo no Oriente e caindo no Ocidente", disse o diretor executivo da WAN-IFRA, Christoph Riess. Ele apresentou a pesquisa anual no Congresso Mundial de Jornais e no F&amp;oacute;rum Mundial de Editores, realizado em Viena, na &amp;Aacute;ustria. A pesquisa foi realizada em 69 pa&amp;iacute;ses, que correspondem a 90% do mercado global de jornais em termos de receita de vendas e an&amp;uacute;ncios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre as conclus&amp;otilde;es do estudo, uma das principais &amp;eacute; a que aponta que os padr&amp;otilde;es de consumo de m&amp;iacute;dia variam amplamente no mundo. A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impressos &amp;eacute; cada vez maior na &amp;Aacute;sia, mas h&amp;aacute; queda em mercados maduros no Ocidente. Tamb&amp;eacute;m mostra que o n&amp;uacute;mero de t&amp;iacute;tulos de jornais est&amp;aacute; se consolidando globalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os anunciantes, ainda de acordo com a pesquisa, os jornais est&amp;atilde;o mais eficientes e eficazes do que outras m&amp;iacute;dias, em termos de tempo de an&amp;uacute;ncio, principalmente porque os jornais atingem mais pessoas do que a internet. Em um dia t&amp;iacute;pico, jornais alcan&amp;ccedil;am 20% mais pessoas em todo o mundo do que a internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa da WAN mostra ainda que as receitas da publicidade digital n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o compensando a receita de an&amp;uacute;ncios perdida na m&amp;iacute;dia impressa, e que as m&amp;iacute;dias sociais est&amp;atilde;o mudando o conceito e o processo de coleta e dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do. Mas o modelo de receita para as empresas de not&amp;iacute;cias, no segmento de m&amp;iacute;dias sociais, continua n&amp;atilde;o sendo encontrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, o estudo mostra que o neg&amp;oacute;cio de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de not&amp;iacute;cias exige constante atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, monitoramento, s&amp;iacute;ntese e edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e que o novo neg&amp;oacute;cio digital n&amp;atilde;o &amp;eacute; o foco tradicional do jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Am&amp;eacute;rica Latina. O estudo apontou que a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais aumentou na &amp;Aacute;sia (7%) e na Am&amp;eacute;rica Latina (2%), mas caiu na Europa (-2,5%) e nos Estados Unidos (-11%). O pa&amp;iacute;s em que os jornais t&amp;ecirc;m maior penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a Isl&amp;acirc;ndia, em que 96% das pessoas leem di&amp;aacute;rios impressos. Em seguida, aparecem o Jap&amp;atilde;o (92%), Noruega, Su&amp;eacute;cia e Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a (82%), Finl&amp;acirc;ndia e Hong Kong (80%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o estudo, a televis&amp;atilde;o &amp;eacute; o meio que mais obt&amp;eacute;m receita com an&amp;uacute;ncios publicit&amp;aacute;rios (US$ 180 bilh&amp;otilde;es no mundo). Em segundo lugar est&amp;atilde;o os jornais, com US$ 97 bilh&amp;otilde;es, a internet, com US$ 62 bilh&amp;otilde;es, as revistas (US$ 43 bilh&amp;otilde;es) e o r&amp;aacute;dio (US$ 32 bilh&amp;otilde;es).&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Na m&amp;eacute;dia dos pa&amp;iacute;ses analisados, as pessoas dedicam &amp;agrave; leitura de jornais 8% do tempo que elas destinam a meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em geral. Mesmo assim, a receita obtida pelos jornais equivale a 20% de toda a receita dos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 14/10/2011</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=XYocl3T3hswdXtz8lh2IsQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=XYocl3T3hswdXtz8lh2IsQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornal Destak passa a circular em Campinas nesta sexta-feira</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Depois de S&amp;atilde;o Paulo (2006), Rio de Janeiro (2008) e Bras&amp;iacute;lia (2010), o jornal Destak passa a circular a partir desta sexta-feira (30) em Campinas (SP). A tiragem di&amp;aacute;ria local ser&amp;aacute; de 30 mil e, com a nova opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o jornal passa a circular nacionalmente com 320 mil exemplares por dia, entre segundas e sextas-feiras.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 29/9/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ZFcE4pdlAaKPiSlcexEiEg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ZFcE4pdlAaKPiSlcexEiEg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>´Bancas de jornais´ vão para tablets e animam companhias de revistas</title><description>&lt;p&gt;Quando a Apple lan&amp;ccedil;ar seu aplicativo Newsstand, na semana que vem, muitas editoras de revistas esperam que o software marque um ponto de inflex&amp;atilde;o, em momento no qual tentam aumentar suas vendas digitais por meio da nova onda dos tablets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Newsstand vai reunir as revistas e jornais digitais do usu&amp;aacute;rio em um lugar em seu tablet e oferecer uma nova "vitrine" para navegar e comprar n&amp;uacute;meros avulsos ou assinaturas. As editoras veem esse esquema como um grande melhoria em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao modelo atual, que mant&amp;eacute;m os t&amp;iacute;tulos individuais vinculados, cada um, a seu pr&amp;oacute;prio aplicativo, ou na internet, na qual as empresas enfrentaram dificuldades para cobrar pelo conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Newsstand da Apple vai reproduzir, na forma e na fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o recurso de mesmo nome (que quer dizer "banca de jornal") inclu&amp;iacute;do no novo tablet da Amazon, o Kindle Fire, anunciado na quarta-feira. O aplicativo da Amazon, al&amp;eacute;m disso, vai organizar os jornais e revistas e permitir que os usu&amp;aacute;rios comprem novos t&amp;iacute;tulos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tomados em conjunto, os novos aplicativos Newsstand apontam para uma nova fase no relacionamento, muitas vezes conflituoso, entre as empresas de revistas e as companhias do setor de tecnologia. "Um ano atr&amp;aacute;s, esse era um experimento. Hoje, &amp;eacute; um neg&amp;oacute;cio", disse John Loughlin, vice-presidente executivo da Hearst Magazines.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Hearst, editora da "Cosmopolitan", "Popular Mechanics" e "Esquire", vende atualmente mais de 300 mil edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais por m&amp;ecirc;s em plataformas como o iTunes, da Apple, e o leitor eletr&amp;ocirc;nico Nook, da Barnes &amp;amp; Noble. Esse n&amp;uacute;mero mais do que duplicou desde o in&amp;iacute;cio do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Loughlin afirmou que o Kindle Fire, com seu baixo pre&amp;ccedil;o de US$ 199, abriu caminho para o lan&amp;ccedil;amento do mercado de massa dos tablets, e disse prever que o aparelho v&amp;aacute; desencadear novas vendas digitais dos t&amp;iacute;tulos da Hearst. "Acho que vamos ter um novo aquecimento [das vendas]", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A grande esperan&amp;ccedil;a &amp;eacute; que o Fire amplie o mercado. Monica Ray, vice-presidente executiva de marketing ao consumidor da Cond&amp;eacute; Nast, editora da "Vogue", "Vanity Fair" e "The New Yorker", disse prever que o Kindle Fire atrair&amp;aacute; as leitoras, por ser menor que o iPad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Acho que ele vai dar um grande impulso em nossos t&amp;iacute;tulos femininos", disse ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As editoras tamb&amp;eacute;m contrataram os servi&amp;ccedil;os de cobran&amp;ccedil;a da Apple e da Amazon, que permitem vender assinaturas digitais anuais da maioria dos t&amp;iacute;tulos por US$ 19,99 cada uma. Embora as editoras reclamem que a comiss&amp;atilde;o de 30% recebida pelas empresas de tecnologia &amp;eacute; alta demais, e que os dados do cliente n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o de f&amp;aacute;cil compartilhamento, empresas como a Hearst e a Cond&amp;eacute; Nast t&amp;ecirc;m poucas alternativas se quiserem alcan&amp;ccedil;ar os usu&amp;aacute;rios de tablets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As companhias de revistas ainda n&amp;atilde;o seguiram as poucas empresas que publicam jornais, como o "Financial Times", que lan&amp;ccedil;aram os aplicativos da internet HTML5 como forma de contornar a loja da Apple. "Entramos em uma nova conjuntura", disse Ray. "Quando come&amp;ccedil;amos, h&amp;aacute; 18 meses, consegu&amp;iacute;amos apenas vender edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es avulsas - n&amp;atilde;o assinaturas."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas nem todas as empresas de m&amp;iacute;dia est&amp;atilde;o se dando bem com o novo regime. A Time, maior editora mundial de revistas em termos de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o vai vender assinaturas por meio da Apple ou da Amazon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os analistas dizem que as empresas de m&amp;iacute;dia deveriam se concentrar em vender pacotes combinados de assinaturas da vers&amp;atilde;o impressa e da digital". "A verdadeira oportunidade est&amp;aacute; entre pessoas que t&amp;ecirc;m assinaturas da vers&amp;atilde;o impressa ou s&amp;atilde;o compradoras regulares", disse Bruce Benson, da FTI Consulting. Ray disse que essa estrat&amp;eacute;gia est&amp;aacute; se mostrando bem-sucedida no caso da Cond&amp;eacute; Nast.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As editoras tamb&amp;eacute;m observam que, at&amp;eacute; agora, os clientes n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o cancelando suas assinaturas da vers&amp;atilde;o impressa em favor da digital. "Daqui a dez anos, n&amp;atilde;o sei como vai ser", disse Ray. "Neste momento, n&amp;atilde;o vimos isso acontecer." (Tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Rachel Warszawski)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 30/9/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=+XFOWjBomKIntOvSvqDbDw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 30 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=+XFOWjBomKIntOvSvqDbDw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Outra ação judicial atinge News Corp</title><description>&lt;p&gt;O ex-editor de tabloide que foi assessor de m&amp;iacute;dia do primeiro-ministro brit&amp;acirc;nico est&amp;aacute; processando a News International devido &amp;agrave; recusa da empresa em pagar suas despesas legais, disseram seus advogados na sexta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O escrit&amp;oacute;rio de advocacia de Andy Coulson, o DLA Piper, informou que est&amp;aacute; tomando medidas judiciais contra a News International, de Rupert Murdoch, por descumprimento do acordo anterior, em que se comprometia a pagar as despesas legais. Coulson, ex-editor da "News of the World",&amp;nbsp; pediu demiss&amp;atilde;o do cargo de assessor de m&amp;iacute;dia do primeiro-ministro brit&amp;acirc;nico no auge do esc&amp;acirc;ndalo de escuta telef&amp;ocirc;nica ilegal, em janeiro. A News International n&amp;atilde;o comentou se pagaria as despesas legais de Coulson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fato ocorre num momento em que advogados dos Estados Unidos e do Reino Unido tentam verificar se os tribunais americanos poder&amp;atilde;o acolher um processo contra a News Corp, empresa mantenedora da News International. Um novo processo ampliar&amp;aacute; o &amp;acirc;mbito de um esc&amp;acirc;ndalo que sacudiu o imp&amp;eacute;rio do magnata da m&amp;iacute;dia e o expor&amp;aacute; potencialmente a penalidades financeiras mais vultosas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O advogado brit&amp;acirc;nico Mark Lewis sugeriu que as provid&amp;ecirc;ncias judiciais poder&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ar pela tomada de depoimentos de altos funcion&amp;aacute;rios da News Corp. Ele disse ter contratado o advogado americano Norman Siegel, que representa fam&amp;iacute;lias de v&amp;iacute;timas do atentado de 11 de Setembro de 2001, para assumir o caso.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 26/9/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=WiwpJeD45ub/CZKgYI62zg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=WiwpJeD45ub/CZKgYI62zg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>ZH bate recorde de circulação</title><description>&lt;p&gt;Jornal Zero Hora atingiu em agosto o n&amp;uacute;mero de 190 mil exemplares e bateu seu recorde hist&amp;oacute;rico de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o: segundo dados do Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC), a m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o paga foi de 190.761. Conforme o Grupo RBS, &amp;ldquo;o n&amp;uacute;mero indica que a estrat&amp;eacute;gia de crescimento do jornal vem se mostrando sustent&amp;aacute;vel&amp;rdquo;. A empresa tamb&amp;eacute;m ressalta que pelo 19&amp;ordm; m&amp;ecirc;s consecutivo a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ZH registrou crescimento na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No total, os oito jornais do grupo ampliaram sua base em 4,5% neste mesmo per&amp;iacute;odo, passando de uma m&amp;eacute;dia de 493.062 exemplares entre janeiro e agosto de 2010 para 515.247 neste ano. Al&amp;eacute;m da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Zero Hora &amp;eacute; l&amp;iacute;der tamb&amp;eacute;m em leitura, pois segundo dados do Ibope, o jornal tem 1,7 milh&amp;atilde;o de leitores. No Rio Grande do Sul, o segundo jornal de maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitura &amp;eacute; o Di&amp;aacute;rio Ga&amp;uacute;cho, tamb&amp;eacute;m do Grupo RBS. Em agosto, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o paga do DG foi de 179.474 exemplares, e o n&amp;uacute;mero de leitores &amp;eacute; de 1,5 milh&amp;atilde;o de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O m&amp;ecirc;s de agosto tamb&amp;eacute;m foi de recorde de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o para outros tr&amp;ecirc;s jornais do grupo: Hora de Santa Catarina, com 36.813 exemplares; Pioneiro, que registrou 27.404; e o Di&amp;aacute;rio de Santa Maria, com 19.502.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 23/9/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=+zpgT7znKCJpvQIMucyhVA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=+zpgT7znKCJpvQIMucyhVA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>News Corp faz acordo milionário</title><description>&lt;p&gt;A News Corp vai pagar uma indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 3 milh&amp;otilde;es de libras esterlinas (US$ 4,7 milh&amp;otilde;es) para p&amp;ocirc;r fim &amp;agrave;s acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que o tabloide "News of the World", pertencente ao grupo, acessou ilegalmente o correio de voz do celular da estudante assassinada Milly Dowler, informou uma fonte familiarizada com o acordo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acordo inclui o pagamento de 2 milh&amp;otilde;es de libras esterlinas &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia Dowler e uma doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1 milh&amp;atilde;o de libras esterlinas para a caridade. Procurada, a News Corp informou que estava em "negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es avan&amp;ccedil;adas" com a fam&amp;iacute;lia. Mark Lewis, advogado que representa a fam&amp;iacute;lia Dowler, se recusou a comentar o assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As not&amp;iacute;cias de que o correio de voz de Dowler foi acessado ilegalmente provocaram um clamor p&amp;uacute;blico, que for&amp;ccedil;ou a News Corp a fechar o tabloide de 168 anos. A News Corp tenta "ser vista como generosa, mais do que seria a indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o fixada por um tribunal", disse Niri Shan, principal executivo de direitos de m&amp;iacute;dia da Taylor Wessing, em Londres. "O lado negativo &amp;eacute; que o acordo potencialmente estabelece uma expectativa irrealista para outros casos."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O legislador brit&amp;acirc;nico Tom Watson, membro do Partido Trabalhista, afirmou que o acordo pode levar a News Corp a exceder o seu fundo de 20 milh&amp;otilde;es de libras esterlinas para p&amp;ocirc;r fim &amp;agrave;s disputas sobre as escutas telef&amp;ocirc;nicas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 20/9/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=hA1T2vxgb+mY7YvDRHmE/Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=hA1T2vxgb+mY7YvDRHmE/Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Whats News</title><description>&lt;p&gt;O Grupo Clar&amp;iacute;n, grupo argentina de m&amp;iacute;dia investiu US$ 35,7 milh&amp;otilde;es para lan&amp;ccedil;ar um servi&amp;ccedil;o veloz de internet residencial de banda larga. A empresa espera que 60.000 fam&amp;iacute;lias assinem o servi&amp;ccedil;o no pr&amp;oacute;ximo ano.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 16/9/2011</description><author>Whats News</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=R3AT86IA5GuUQVW3Ikz6+w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 16 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=R3AT86IA5GuUQVW3Ikz6+w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revista busca modelo de negócios no meio digital</title><description>&lt;p&gt;A perda de verba publicit&amp;aacute;ria nas revistas, que passou de 10% dos total de investimentos dos anunciantes para 7,5% na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, foi o assunto que permeou as discuss&amp;otilde;es no encontro dos executivos do setor ontem em S&amp;atilde;o Paulo. Reunidos no V F&amp;oacute;rum Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Editores de Revistas (Aner), eles debateram o tema "O melhor dos tempos, o pior dos tempos. Voc&amp;ecirc; faz a diferen&amp;ccedil;a".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento levantou a bandeira de que as revistas s&amp;atilde;o mais que simples edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es impressas. S&amp;atilde;o produtos com r&amp;oacute;tulos que pedem gest&amp;atilde;o de marca e oferecem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Hoje, em torno de t&amp;iacute;tulos de revistas se promovem semin&amp;aacute;rios e encontros de v&amp;aacute;rios portes para debates e reflex&amp;otilde;es. Com essas caracter&amp;iacute;sticas, as revistas n&amp;atilde;o s&amp;oacute; t&amp;ecirc;m futuro nas suas vers&amp;otilde;es digitais, como t&amp;ecirc;m boas perspectivas de obter receita para o neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das revistas quase voltou aos patamares atingidos em janeiro de 2000 - 27.924.221 exemplares, segundo o Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC). Em janeiro de 2011, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegou a 27.118.337 exemplares. E, mesmo que o mercado esteja estabilizado no n&amp;iacute;vel pr&amp;oacute;ximo a 30 milh&amp;otilde;es, as editoras n&amp;atilde;o perderam o &amp;acirc;nimo, j&amp;aacute; que somente este ano lan&amp;ccedil;aram 14 novos t&amp;iacute;tulos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rapidez. O presidente da Aner, Roberto Muylaert, disse que o grande desafio a ser enfrentado hoje &amp;eacute; as empresas que investem em conte&amp;uacute;do se manterem saud&amp;aacute;veis ao enveredarem pela &amp;aacute;rea digital, j&amp;aacute; que a tecnologia n&amp;atilde;o assusta mais as companhias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado e um dos palestrantes, fez um alerta refor&amp;ccedil;ando que o mais relevante no momento &amp;eacute; achar um modelo digital para rentabilizar o neg&amp;oacute;cio de m&amp;iacute;dia. Para ele, &amp;eacute; imposs&amp;iacute;vel n&amp;atilde;o comparar o cen&amp;aacute;rio atual da m&amp;iacute;dia com o decl&amp;iacute;nio vivido pela ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica por conta das ferramentas de compartilhamento de m&amp;uacute;sica na internet. "&amp;Eacute; fundamental que fa&amp;ccedil;amos sucesso de maneira casada com a m&amp;iacute;dia digital, algo que a ind&amp;uacute;stria da m&amp;uacute;sica n&amp;atilde;o conseguiu fazer."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No geral, os presentes ao evento enfatizaram que os ve&amp;iacute;culos impressos n&amp;atilde;o v&amp;atilde;o desaparecer, mesmo com o avan&amp;ccedil;o de plataformas port&amp;aacute;teis, como os tablets. Para reafirmar esse ponto, o jornalista Nirlando Beir&amp;atilde;o, diretor da Editora Tr&amp;ecirc;s, destacou a beleza das &amp;uacute;ltimas capas das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es Esquire, New York Times e The Economist que ilustravam os dez anos do tr&amp;aacute;gico ataque &amp;agrave;s torres g&amp;ecirc;meas, em Nova York. "A beleza, delicadeza e eleg&amp;acirc;ncia desse tratamento gr&amp;aacute;fico s&amp;oacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel na revista. Algo que as pessoas podem guardar."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que bem embalar uma revista, o pilar que garante a sobreviv&amp;ecirc;ncia desse neg&amp;oacute;cio, na opini&amp;atilde;o de Alexandre Cavalli, superintendente da Editora Abril, &amp;eacute; a gest&amp;atilde;o da marca da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o como solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o capaz de oferecer op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de consumo ao leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de anunciantes passa por harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ofertas no meio online, o que obriga a busca de receita nesse canal para produzir revistas. A Superinteressante, por exemplo, optou por caminho in&amp;eacute;dito ao contar a apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mat&amp;eacute;ria jornal&amp;iacute;stica em forma de games no seu site. Al&amp;eacute;m de aferir receita nova, dobrou seus acessos online.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 13/9/2011</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fGrK/ZPRmnr/FLIaMa+0zw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fGrK/ZPRmnr/FLIaMa+0zw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Tablets continuam a desafiar modelo de negócio de revistas</title><description>&lt;p&gt;O pote de ouro no fim do arco-&amp;iacute;ris existe, mas o caminho para chegar at&amp;eacute; ele ainda &amp;eacute; um mist&amp;eacute;rio. &amp;Eacute; assim que as companhias que publicam revistas no Brasil veem a busca por um modelo de neg&amp;oacute;cio que se mostre lucrativo com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus t&amp;iacute;tulos nos tablets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesses dispositivos, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel cobrar para que os leitores tenham acesso a revistas por meio de aplicativos, seja na forma de assinaturas ou n&amp;uacute;meros avulsos. Para as empresas, esse mecanismo representa um avan&amp;ccedil;o significativo frente &amp;agrave; web tradicional, acessada por meio de um programa de navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na qual prevalece o acesso gratuito ao conte&amp;uacute;do e a c&amp;oacute;pia de material sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A decis&amp;atilde;o recente tomada pelo "Financial Times", controlado pela Pearson, reacendeu as discuss&amp;otilde;es sobre a lucratividade das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para dispositivos m&amp;oacute;veis de revistas e jornais. O jornal brit&amp;acirc;nico removeu os aplicativos dispon&amp;iacute;veis para o iPad, da Apple, depois de a companhia americana insistir que todos os aplicativos destinados ao equipamento devem estar submetidos &amp;agrave;s suas regras, o significa o controle dos dados dos clientes e 30% da receita obtida com a venda das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"H&amp;aacute; um ano, as editoras pensavam que o iPad mataria o modelo de web gratuita. Depois, viram que n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o bom ficar nas m&amp;atilde;os de uma companhia de tecnologia", afirmou Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado e presidente da comiss&amp;atilde;o de estrat&amp;eacute;gias digitais da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ). De acordo com Genesini, outras editoras come&amp;ccedil;aram a buscar op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para fugir da depend&amp;ecirc;ncia da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, as editoras t&amp;ecirc;m procurado desenvolver mais aplicativos para dispositivos m&amp;oacute;veis que usam o sistema operacional Android, do Google. A Editora Globo possui 13 aplicativos para Android, contra seis para iPad e iPhone. A Abril tem 39 aplicativos para os dispositivos da Apple, e sete para outros aparelhos. O lan&amp;ccedil;amento de aplicativos para outros sistemas operacionais al&amp;eacute;m do iOS, da Apple, cresce no mercado internacional. Enquanto as lojas da Apple disp&amp;otilde;em de 91 t&amp;iacute;tulos para iPad, o Google oferece 20 mil revistas para o sistema Android.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Youssef Mourad, executivo-chefe da Digital Pages, as companhias t&amp;ecirc;m se ocupado mais em diversificar o conte&amp;uacute;do do que obter an&amp;uacute;ncios publicit&amp;aacute;rios com os novos produtos. Nos Estados Unidos, as editoras fazem a venda de um pacote publicit&amp;aacute;rio para todas as plataformas, ou a venda de an&amp;uacute;ncios por plataforma. Ele citou o caso do "New York Times", que vende espa&amp;ccedil;o publicit&amp;aacute;rio separadamente, para o site e para a vers&amp;atilde;o em tablets. A Digital Pages desenvolve aplicativos que facilitam a leitura de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na web e em dispositivos m&amp;oacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, disse Mourad, gerar receita com tablets &amp;eacute; mais complicado porque a publicidade na internet nunca foi muito valorizada no pa&amp;iacute;s. "Os an&amp;uacute;ncios de internet t&amp;ecirc;m baixo valor percebido. Fica dif&amp;iacute;cil vender an&amp;uacute;ncio a um valor mais alto para tablets, que t&amp;ecirc;m um p&amp;uacute;blico-alvo ainda menor."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Roberto Muylaert, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Editores de Revistas (Aner), as empresas brasileiras t&amp;ecirc;m como vantagem o valor cobrado pelas assinaturas nos tablets. "As editoras nunca reduziram demais o valor da assinatura, como foi feito nos Estados Unidos. Por isso, os aplicativos s&amp;atilde;o um pouco mais rent&amp;aacute;veis no pa&amp;iacute;s", diz. Os executivos participaram do V F&amp;oacute;rum Aner de Revistas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 13/9/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=efYx+U1uja6IKrkur7iNrg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=efYx+U1uja6IKrkur7iNrg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Circulação de revistas bate recorde</title><description>&lt;p&gt;O aumento das vendas das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es baratas (cujo pre&amp;ccedil;o &amp;eacute; inferior a R$ 5) e o incremento dos exemplares vendidos avulsos colaboraram para que a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de revistas no Brasil atingisse um marco recorde nos &amp;uacute;ltimos 12 meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com dados do Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC), entre julho de 2010 e junho de 2011, a m&amp;eacute;dia de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de revistas no Brasil foi de 13.735.919 exemplares, o que representa um recorde para o setor e um aumento de 5,1% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;aacute; m&amp;eacute;dia registrada entre julho de 2009 e junho de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o IVC, o crescimento foi puxado pelo aumento das vendas das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es com baixo pre&amp;ccedil;o de capa (inferior a R$ 5), cuja comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi 8,77 maior nos &amp;uacute;ltimos 12 meses e tamb&amp;eacute;m pelo crescimento das vendas avulsas de exemplares (em bancas de jornal e pontos de venda), que foi de 7,6% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o per&amp;iacute;odo anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estudo anual, o IVC utiliza dados de todas as publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es a ele afiliadas. Dessa vez, os n&amp;uacute;meros compreendem um conjunto de 172 t&amp;iacute;tulos, sendo 25 deles de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o semanal, 145 mensais e duas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es quinzenais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 9/9/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yUmkbi+1mehsmgJ3Yfd5rw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yUmkbi+1mehsmgJ3Yfd5rw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Primeiro jornal para iPad brasileiro lançará versão para Android</title><description>&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;Seis meses depois de ser anunciado como o primeiro jornal brasileiro para iPad, o Brasil 247 lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; a plataforma para Android, que vai disponibilizar o conte&amp;uacute;do jornal&amp;iacute;stico tamb&amp;eacute;m para outros tablets al&amp;eacute;m do da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;Seis meses depois de ser anunciado como o primeiro jornal brasileiro para iPad, o Brasil 247 lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; a plataforma para Android, que vai disponibilizar o conte&amp;uacute;do jornal&amp;iacute;stico tamb&amp;eacute;m para outros tablets al&amp;eacute;m do da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;Em entrevista ao Portal IMPRENSA, Leonardo Attuch, jornalista e idealizador do projeto, disse que o anivers&amp;aacute;rio que ser&amp;aacute; comemorado no pr&amp;oacute;ximo dia 15 de setembro marcar&amp;aacute; o novo passo do jornal. "Estamos fazendo algo grande para registrar o lan&amp;ccedil;amento do sistema android".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;Com investimento previsto de R$ 4 milh&amp;otilde;es para este ano, o Brasil 247 apostou, nos &amp;uacute;ltimos meses, em publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es segmentadas. O usu&amp;aacute;rio conta com subprodutos, como o "Motor 247", que cobre o mercado automobil&amp;iacute;stico, e o "Seu Dinheiro", voltado para finan&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Portal Imprensa&lt;/em&gt; - 8/9/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=QV+RGwWnxw/W9xQinAe8bg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=QV+RGwWnxw/W9xQinAe8bg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>News Corp reformula conselho após escândalo</title><description>&lt;p&gt;A News Corp realizou suas primeiras mudan&amp;ccedil;as no conselho de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde que o esc&amp;acirc;ndalo de escutas telef&amp;ocirc;nicas no "News of the World" direcionou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo ao grupo de m&amp;iacute;dia de Rupert Murdoch. A empresa anunciou a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o conselho de um investidor de risco com boas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Vale do Sil&amp;iacute;cio e a sa&amp;iacute;da de uma das vozes mais independentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nome de Jim Breyer, da Accel Partners, segunda maior acionista do Facebook, depois de Mark Zuckerberg, ser&amp;aacute; colocado em vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o na reuni&amp;atilde;o anual de 21 de outubro, enquanto Kenneth Cowley e Tom Perkins sair&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cowley atraiu cr&amp;iacute;ticas por ficar no conselho por 32 anos. Mas Perkins, da empresa de capital de risco Kleiner Perkins Claufield &amp;amp; Byers, era visto como o &amp;uacute;nico diretor com probabilidade de desafiar Murdoch, embora ele tenha saudado o executivo-chefe e presidente do conselho de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grupo como um g&amp;ecirc;nio, recentemente. Perkins disse &amp;agrave; "Reuters" que sua sa&amp;iacute;da n&amp;atilde;o est&amp;aacute; relacionada ao esc&amp;acirc;ndalo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Estou satisfeito que eles tenham ouvido os acionistas, embora suspeite que estejam ouvindo os advogados", disse Nell Minow, da GovernanceMetrics International, que h&amp;aacute; muito critica a governan&amp;ccedil;a da News Corp. "At&amp;eacute; se livrarem da influ&amp;ecirc;ncia de Murdoch no conselho, isso n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; suficiente."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jim Kristie, editor da "Directors &amp;amp; Boards", disse: "Eles precisavam fazer algo para sacudir o conselho, mas n&amp;atilde;o sei se as pessoas v&amp;atilde;o considerar isso uma sacudida."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O documento de procura&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a reuni&amp;atilde;o preparado pela News Corp tamb&amp;eacute;m defendeu a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pap&amp;eacute;is de presidente do conselho e de executivo-chefe por Murdoch, argumentando que isso permite que "uma voz &amp;uacute;nica determine o tom", e citou a experi&amp;ecirc;ncia dos filhos do executivo, Lachlan e James.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;James Murdoch disse que abrir&amp;aacute; m&amp;atilde;o de um b&amp;ocirc;nus de US$ 6 milh&amp;otilde;es que teria elevado sua remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o total de US$ 10,3 milh&amp;otilde;es para US$ 17,9 bilh&amp;otilde;es, mas deixou aberta a possibilidade de receb&amp;ecirc;-lo no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mudan&amp;ccedil;as na estrutura de b&amp;ocirc;nus em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es elevaram os pacotes de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o registrados por executivos, aumentando o total de Rupert Murdoch de US$ 22,7 milh&amp;otilde;es a US$ 33,3 milh&amp;otilde;es e o de Chase Carey, como diretor de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, de US$ 26 milh&amp;otilde;es para US$ 30,1 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comiss&amp;atilde;o de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o fez men&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s escutas telef&amp;ocirc;nicas, o fechamento do "News of the World", o fracasso da oferta pela British Sky Broadcasting (BSkyB) al&amp;eacute;m de outros contratempos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elisabeth Murdoch, segunda das quatro filhas de Murdoch, retirou, em agosto, sua indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um assento no conselho, mas isso n&amp;atilde;o impede que possa retom&amp;aacute;-la no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Breyer, de 50 anos, &amp;eacute; membro dos conselhos dos supermercados Walmart e do fabricante de PCs Dell, al&amp;eacute;m de tamb&amp;eacute;m ter ocupado assento no da Marvel Entertainment. Ele ficar&amp;aacute; de fora das discuss&amp;otilde;es sobre o est&amp;uacute;dio de filmes da Twentieth Century Fox, da News Corp, porque tamb&amp;eacute;m ocupa fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es no conselho da Legendary Pictures, de menor porte. O sucesso da Accel Partners no Facebook contrasta com as fortes perdas da News Corp com o MySpace.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Estou entusiasmado com a perspectiva de juntar-me ao not&amp;aacute;vel conselho da News Corp, neste momento excitante na hist&amp;oacute;ria da empresa", disse Breyer. Murdoch elogiou seu "hist&amp;oacute;rico not&amp;aacute;vel" em investimentos na &amp;aacute;rea de tecnologia. (Tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Sabino Ahumada)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 5/9/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=DG2O2DUyZJOf/7ZLidkm9A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=DG2O2DUyZJOf/7ZLidkm9A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Huffington Post quer ser plural no Brasil</title><description>&lt;p&gt;A criadora do Huffington Post, Arianna Huffington, anunciou nesta sexta-feira no Info@trends que Brasil e Fran&amp;ccedil;a receber&amp;atilde;o as primeiras vers&amp;otilde;es locais do portal e agregador de blogs. &amp;ldquo;Vamos adaptar ao portugu&amp;ecirc;s o conte&amp;uacute;do em ingl&amp;ecirc;s referente a temas mais universais, como cinema, m&amp;uacute;sica, bem-estar etc. Mas o site brasileiro ter&amp;aacute; foco muito forte na cobertura local&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Vamos prover o portal de blogueiros independentes. E n&amp;atilde;o restringiremos nossa base ao polo Rio-S&amp;atilde;o Paulo, pois queremos capturar todas as diferen&amp;ccedil;as entre as regi&amp;otilde;es. Sabemos que o Brasil n&amp;atilde;o &amp;eacute; um pa&amp;iacute;s homog&amp;ecirc;neo.&amp;rdquo; A previs&amp;atilde;o &amp;eacute; de que as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Brasil se iniciem em novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Arianna, que se auto-define como uma jornalista com &amp;ldquo;obsess&amp;atilde;o por pol&amp;iacute;tica&amp;rdquo;, explica o interesse pelo Brasil. &amp;ldquo;Todo mundo quer entender como o Brasil lida com suas quest&amp;otilde;es de infraestrutura e seus problemas de desigualdade. N&amp;atilde;o importa de que lado da pol&amp;iacute;tica voc&amp;ecirc; esteja, &amp;eacute; consenso de que existe uma agenda que prioriza a mobilidade social. O Brasil &amp;eacute; um pa&amp;iacute;s que vive o sonho americano, com a ascens&amp;atilde;o de milh&amp;otilde;es &amp;agrave; classe m&amp;eacute;dia&amp;rdquo;, diz, fazendo um paralelo com o ambiente pol&amp;iacute;tico norte-americano, ao qual dirigiu pesadas cr&amp;iacute;ticas. &amp;ldquo;Nos EUA estamos presos a uma dicotomia pol&amp;iacute;tica atrasada: se voc&amp;ecirc; quiser discutir como eliminar a pobreza, voc&amp;ecirc; &amp;eacute; um extremista de esquerda.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ela tamb&amp;eacute;m revela que procura um parceiro de m&amp;iacute;dia para o projeto. &amp;ldquo;Teremos um &amp;uacute;nico parceiro de m&amp;iacute;dia para lan&amp;ccedil;ar o portal. Nesse caso, praticamos monogamia&amp;rdquo;, brinca. Segundo ela, o portal n&amp;atilde;o opta por modelos de publicidade baseados em banners e pop-ups: &amp;ldquo;S&amp;atilde;o elementos que, al&amp;eacute;m de poluir a p&amp;aacute;gina, desviam a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nosso p&amp;uacute;blico. Nossos patrocinadores adquirem blogs com chamadas na home, com layout diferenciado para distingui-lo do conte&amp;uacute;do editorial.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 2/9/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5rU1A8T4UMWivAwKujtbag==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 02 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=5rU1A8T4UMWivAwKujtbag==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Um olho no papel, outro no digital</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A experi&amp;ecirc;ncia de leitura de um jornal continua sendo &amp;uacute;nica, apesar de j&amp;aacute; ter ganhado a vers&amp;atilde;o eletr&amp;ocirc;nica, na qual &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel at&amp;eacute; mesmo folhear as p&amp;aacute;ginas. Por um lado, nos &amp;uacute;ltimos dez anos a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria dos jornais brasileiros passou de 3,5 milh&amp;otilde;es de exemplares, em 2001, para cerca de 4,5 milh&amp;otilde;es, no primeiro semestre deste ano, o que prova que a era do papel est&amp;aacute; longe de acabar. Por outro, &amp;eacute; imposs&amp;iacute;vel ficar im&amp;oacute;vel diante do avan&amp;ccedil;o do mundo digital, o que, para os jornais, significa reinventar seu modelo de neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Diante deste cen&amp;aacute;rio complexo, a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANI) promoveu o VIII Semin&amp;aacute;rio Nacional de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cujo tema central foi "Caminhos para aumentar e rentabilizar a audi&amp;ecirc;ncia". O evento, realizado na semana passada, em S&amp;atilde;o Paulo, teve o apoio institucional da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Editores de Revistas (Aner) e patroc&amp;iacute;nio da Gol Mobile.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;No painel de abertura, intitulado "Os pr&amp;oacute;ximos cinco anos da ind&amp;uacute;stria de jornal no Brasil" os palestrantes destacaram que a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; um peso ainda maior na receita dos t&amp;iacute;tulos. "Do ponto de vista de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, temos uma perspectiva, embora n&amp;atilde;o grande, de crescimento, j&amp;aacute; que a penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil &amp;eacute; mais baixa em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a outros pa&amp;iacute;ses do mundo. O consumo de m&amp;iacute;dia se fragmentou e a publicidade tamb&amp;eacute;m. A conclus&amp;atilde;o principal &amp;eacute; que n&amp;atilde;o dar&amp;aacute; para viver de publicidade, porque ela n&amp;atilde;o cresce em ritmo excepcionalmente grande" opina Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A era do "E"&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O tempo do papel ainda n&amp;atilde;o passou. Por&amp;eacute;m a era digital j&amp;aacute; chegou. No entanto, o encontro dessas realidades n&amp;atilde;o deve representar um conflito. "Estamos vivendo a era do 'E' e n&amp;atilde;o a do 'Ou! Existe a tend&amp;ecirc;ncia de crescimento no digital, mas os jornais cresceram no papel. O modelo de apostas &amp;uacute;nicas no futuro deve mudar. Devemos trabalhar com cen&amp;aacute;rios distintos" projeta Marcello Moraes, diretor-geral da Infoglobo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Embora no discurso sejamos contra, na pr&amp;aacute;tica, oferecemos conte&amp;uacute;do gratuito. Uma vez que temos valor, que produzimos conte&amp;uacute;do relevante, n&amp;atilde;o podemos entregar de gra&amp;ccedil;a. Mesmo sites mais bonitos e com conte&amp;uacute;do de qualidade n&amp;atilde;o foram suficientes para atrair publicidade que tornasse a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o autossuficiente. Temos de refor&amp;ccedil;ar a ideia de que no mundo digital o conte&amp;uacute;do &amp;eacute; pago" diz Walter de Mattos J&amp;uacute;nior, diretor-presidente e editor do Grupo Lance.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Diante da aus&amp;ecirc;ncia de um modelo &amp;uacute;nico, cada grupo tem trilhado seu pr&amp;oacute;prio caminho e alguns, principalmente no exterior, t&amp;ecirc;m registrado resultados positivos. O jornal The New York Times, por exemplo, tem 224 mil assinantes na web, 57 mil em tablets e no Kindle, e cem mil na web patrocinados pela Ford, enquanto o econ&amp;ocirc;mico The Wall Street Journal tem 200 mil assinantes na vers&amp;atilde;o tablet e mais de um milh&amp;atilde;o de assinantes da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para Andr&amp;eacute; Luis Furlanetto, diretor de marketing e da unidade de neg&amp;oacute;cios digitais da Infoglobo, o desafio de encontrar o modelo certo carece de experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "O exerc&amp;iacute;cio de pay wall vai exigir experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Deveremos ter mais produtos e mais possibilidades de pre&amp;ccedil;o, o que aumenta a complexidade do neg&amp;oacute;cio" analisa. No caso da presen&amp;ccedil;a nos tablets, Afonso Cunha, diretor executivo de neg&amp;oacute;cios do Grupo Lance, acredita que os ve&amp;iacute;culos devem ser ecum&amp;ecirc;nicos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Em 2012, devem ser vendidos 55 milh&amp;otilde;es de tablets no mundo e o Brasil dever&amp;aacute; ter uma base entre 1,5 milh&amp;atilde;o e dois milh&amp;otilde;es de tablets. Podemos definir estrat&amp;eacute;gias para a plataforma com um certo grau de certeza. Com a perspectiva de divis&amp;atilde;o de mercado entre iPad e Android, as estrat&amp;eacute;gias para monetizar o conte&amp;uacute;do digital devem trabalhar com as vantagens e desvantagens de cada um" aponta.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 5/9/2011</description><author>Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1QzjxsigvGZ+p5IA4AcCAQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1QzjxsigvGZ+p5IA4AcCAQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais e revistas ampliam negócios</title><description>&lt;p&gt;Investimentos em novas tecnologias, disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos em multiplataformas e o desenvolvimento de projetos comerciais e editoriais customizados para atender &amp;agrave; demanda dos anunciantes e agradar aos leitores t&amp;ecirc;m propiciado &amp;agrave; m&amp;iacute;dia impressa no Esp&amp;iacute;rito Santo resultados financeiros positivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave;s v&amp;eacute;speras de completar 83 anos de exist&amp;ecirc;ncia, o jornal A Gazeta investiu US$ 1,4 milh&amp;atilde;o em estudos e pesquisas com os leitores durante 18 meses. Ap&amp;oacute;s esse per&amp;iacute;odo, a empresa optou pela reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o gr&amp;aacute;fica e a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos cadernos. Desde 17 de julho, o peri&amp;oacute;dico chega &amp;agrave;s bancas e aos assinantes em um formato compacto. De cara nova, o jornal ganhou textos mais curtos, mas nem por isso perdeu profundidade, argumenta o diretor executivo de m&amp;iacute;dia impressa da Rede Gazeta, Alvaro Moura. "A Gazeta est&amp;aacute; permeado por ilhas de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para satisfazer o leitor que tem pressa sem, no entanto, deix&amp;aacute;-lo pouco informado. A ideia &amp;eacute;, tamb&amp;eacute;m, oferecer textos mais anal&amp;iacute;ticos" Moura refor&amp;ccedil;a que o projeto n&amp;atilde;o se restringiu ao formato, mas inclui um novo conceito na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica, considerando todas as plataformas poss&amp;iacute;veis, com aplicativos para iPad e iPhone.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O executivo relata que as receitas de A Gazeta registraram alta de 5% no primeiro semestre de 2011 em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano anterior. "A tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial de qualidade, a independ&amp;ecirc;ncia e a credibilidade marcam a hist&amp;oacute;ria da Rede Gazeta e s&amp;atilde;o reconhecidas pelos capixabas" comemora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jornal popular Not&amp;iacute;cia Agora, destinado &amp;agrave;s classes C, D e E, igualmente editado pelo grupo Gazeta, tamb&amp;eacute;m migrou para o formato compacto, assim como o tradicional caderno Classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que circula em A Gazeta e Not&amp;iacute;cia Agora. O produto popular &amp;eacute; sucesso de vendas e publicidade. "O jornal Not&amp;iacute;cia Agora cresce significativamente em publicidade e circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os segmentos de destaque como anunciantes s&amp;atilde;o varejo e mercado imobili&amp;aacute;rio. Eles buscam maior aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o p&amp;uacute;blico" define o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial, ocorreu no modelo de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de publicidade, com o formato cent&amp;iacute;metro versus coluna dando lugar &amp;agrave; venda por m&amp;oacute;dulos predefinidos. "Nossos produtos ser&amp;atilde;o ofertados em multiplataformas para atender a todos os tipos de clientes: os que t&amp;ecirc;m pouco tempo para ler, mas precisam estar bem informados, os que t&amp;ecirc;m perfis mais tecnol&amp;oacute;gico e os que buscam mais praticidade para se informar" avisa Moura, que completa sua an&amp;aacute;lise avaliando que o neg&amp;oacute;cio de m&amp;iacute;dia est&amp;aacute; mudando em todo o mundo, sobretudo com o impacto que a internet provoca neste mercado. "Com as mudan&amp;ccedil;as nos jornais, a Rede Gazeta se coloca, mais uma vez, na vanguarda desse processo para garantir a sua lideran&amp;ccedil;a. &amp;Eacute; preciso avan&amp;ccedil;ar em termos de tecnologia e oferta de produtos" argumenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal A Tribuna atribui &amp;agrave; qualidade do conte&amp;uacute;do editorial, jornalismo investigativo e as grandes reportagens de utilidade p&amp;uacute;blica, o sucesso de vendas do peri&amp;oacute;dico, que teve avan&amp;ccedil;o de 2,45% no total de vendas, no primeiro semestre de 2011 ante o mesmo per&amp;iacute;odo do ano anterior. "O jornal investiu nas parcerias com colunistas renomados &amp;mdash; s&amp;atilde;o 42 colunistas &amp;mdash; e na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos melhores profissionais, al&amp;eacute;m da moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos equipamentos, que garantem agilidade, mais tempo para apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mat&amp;eacute;rias e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentro do prazo em todo o Estado do Esp&amp;iacute;rito Santo e tamb&amp;eacute;m nas mais de 25 cidades onde o jornal &amp;eacute; comercializado no Norte do Rio de Janeiro, Sul da Bahia e Leste de Minas Gerais" informa Geraldo Schuller, diretor de marketing do grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conquista de poder aquisitivo das classes C e D tamb&amp;eacute;m contribuiu para a chegada de mais anunciantes. "Tivemos um grande n&amp;uacute;mero de novos anunciantes, focados nesse grandioso p&amp;uacute;blico, principalmente no segmento de varejo, inform&amp;aacute;tica e constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, por causa do programa (do governo federal) Minha Casa, Minha Vida" indica Schuller.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com a concorr&amp;ecirc;ncia cada vez maior dos portais de not&amp;iacute;cias, o executivo acredita que estar atento &amp;agrave;s expectativas dos leitores, propiciando intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, continua a ser uma receita de sucesso, al&amp;eacute;m de ser parte da estrat&amp;eacute;gia que os mant&amp;ecirc;m l&amp;iacute;deres de vendas h&amp;aacute; mais de uma d&amp;eacute;cada. Para ele, o mercado de jornais capixaba acompanha o crescimento econ&amp;ocirc;mico e estrutural do Estado. "O pr&amp;oacute;prio Esp&amp;iacute;rito Santo vive um momento de grande desenvolvimento. Com isso, muito mais pessoas de padr&amp;atilde;o elevado se desloca para c&amp;aacute; para desenvolver neg&amp;oacute;cios e fixar moradia" aponta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Revistas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; 16 anos no mercado capixaba, a Next Editorial tem como proposta trabalhar a m&amp;iacute;dia segmentada. S&amp;atilde;o quatro revistas com distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dirigida e tiragens que variam entre cinco mil e 15 mil exemplares. O principal produto do grupo em n&amp;uacute;mero de tiragem &amp;eacute; a revista Comunh&amp;atilde;o, com 15 m&amp;uuml; exemplares mensais e nove mil assinantes, entre vendas avulsas e dirigidas. Focada no p&amp;uacute;blico crist&amp;atilde;o evang&amp;eacute;lico, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o circula ininterruptamente h&amp;aacute; 14 anos. Outro sucesso editorial &amp;eacute; a ES Brasil, especializada no segmento empresarial, de gest&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica, economia e neg&amp;oacute;cios. As dez mil edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais (com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de at&amp;eacute; 15 mil exemplares) circulam no Esp&amp;iacute;rito Santo, Leste de Minas Gerais, Sul da Bahia e na regi&amp;atilde;o de Campos, no Rio de Janeiro. "Colocamos nas ruas alguns milh&amp;otilde;es de exemplares por ano. Esses n&amp;uacute;meros preenchem praticamente a mancha de share do mercado" comemora M&amp;aacute;rio Fernando Souza, editor executivo da Next Editorial, que tamb&amp;eacute;m publica as revistas Prodifor, voltada para a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fornecedores e respons&amp;aacute;vel por divulgar programas de qualidade desenvolvidos por gigantes nacionais como Vale, Vera Cruz, Arcelor-Mittal e Petrobras, com cinco mil exemplares, rodados quatro vezes por ano, e a Super Ilha, com mesma tiragem e periodicidade da anterior. A revista &amp;eacute; um produto oficial da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Capixaba de Supermercados. De acordo com M&amp;aacute;rio Fernando, a Ilha &amp;eacute; uma concess&amp;atilde;o da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas toda a pauta editorial &amp;eacute; de responsabilidade da Next, assim como a cobertura log&amp;iacute;stica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O editor executivo das revistas credita &amp;agrave; economia pujante do Estado o &amp;ecirc;xito nas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que registraram na primeira metade do ano alta de 7%, na base de assinantes. "O mercado capixaba cresce muito. &amp;Eacute; sabido que somos o Estado que mais cresce na federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, especialmente nas atividades industrial e log&amp;iacute;stica, nossos n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o similares aos pa&amp;iacute;ses da &amp;Aacute;sia e a alguns do Bric. Temos uma economia pujante" enfatiza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os neg&amp;oacute;cios da Preview Editora, que publica a revista Hype, tamb&amp;eacute;m seguem em ascens&amp;atilde;o. O grupo vem aumentando sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado local gra&amp;ccedil;as ao conte&amp;uacute;do sofisticado, relacionamento com leitores e anunciantes e parcerias em eventos como o Pr&amp;ecirc;mio Hype, Hype Hour e o Clube dos Leitores. Al&amp;eacute;m disso, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalha a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos meios revista e digital, para potencializar o n&amp;uacute;mero de leitores e anunciantes. "J&amp;aacute; temos uma visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica para tablet de nosso site, criamos a Hype TV, que &amp;eacute; nossa TV na internet, e estamos fechando algumas parcerias comerciais com os clientes da revista" avisa Tiago Feliz Martins, diretor comercial da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O executivo revela que a revista busca falar com a mulher independente, moderna e sofisticada. Os oito mil exemplares s&amp;atilde;o, principalmente, direcionados &amp;agrave;s faixas et&amp;aacute;rias de leitoras entre os 30 e 50 anos, mas atendem ao gosto de formadoras de opini&amp;atilde;o de 15 a 70 anos, das classes A e B.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Tiago, o carro-chefe da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; moda: 70% dos clientes s&amp;atilde;o ligados &amp;agrave;s &amp;aacute;reas de moda, sa&amp;uacute;de e beleza. Complementam as receitas publicit&amp;aacute;rias da revista inser&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais de players da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, ag&amp;ecirc;ncias de viagens, restaurantes e prestadores de servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fortalecer sua marca no mercado, a revista Sim leva ao mercado 15 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ficando dispon&amp;iacute;vel em praticamente todos os 78 munic&amp;iacute;pios capixabas, atrav&amp;eacute;s da base de assinantes ou na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita por um mailing que contempla aproximadamente 3,5 mil contatos divididos entre governos federal, estadual e municipal, poderes Executivo, Legislativo e Judici&amp;aacute;rio, al&amp;eacute;m de setores empresariais, prestadores de servi&amp;ccedil;os, hot&amp;eacute;is, shoppings, postos de combust&amp;iacute;veis e bancas credenciadas. A meta do grupo &amp;eacute; aumentar em 20% a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; o final de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os assuntos principais, os leitores encontram entrevistas exclusivas, pol&amp;iacute;tica, comportamento, esportes e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pertinentes aos munic&amp;iacute;pios capixabas. "No ano de 2010, fizemos grandes apostas, principalmente em profissionais qualificados, que por meio de seus trabalhos conseguiram aprimorar a Revista SIM, tanto no que diz respeito ao conte&amp;uacute;do quanto na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o gr&amp;aacute;fica. Contratamos uma empresa mais qualificada como prestadora de servi&amp;ccedil;os de impress&amp;atilde;o, agora com outra gramatura de papel e qualidade impec&amp;aacute;vel das imagens e fotos utilizadas, e aprimoramos os investimentos na log&amp;iacute;stica atual" enumera RuiBaromeu, diretor presidente da revista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O crescimento do poder aquisitivo das classes C e D promete potencializar o segmento de revistas no Estado e fisgar novos anunciantes. "Sem d&amp;uacute;vida, o crescimento do poder aquisitivo das classes C e D propiciou ao mercado um aumento significativo de possibilidades de neg&amp;oacute;cios em todos os seguimentos. Isso se reflete diretamente no investimento das empresas em apresentar seus produtos e servi&amp;ccedil;os, utilizando-se dos mais variados ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a revista SIM &amp;eacute; um deles" conclui Baromeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Multim&amp;iacute;dia&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os principais portais do Esp&amp;iacute;rito Santo se tornaram refer&amp;ecirc;ncia estrat&amp;eacute;gica para consolidar os neg&amp;oacute;cios dos grupos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o locais, alavancar seus resultados financeiros e estreitar o relacionamento entre marcas e consumidores. Hospedado no site Globo.com, estrategicamente para refor&amp;ccedil;ar sua linha editorial, o portal Gazeta Online se posiciona como a principal marca da Rede Gazeta de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Estado, tendo chegado ao n&amp;uacute;mero de dois milh&amp;otilde;es de visitantes &amp;uacute;nicos por m&amp;ecirc;s. Segundo Ant&amp;ocirc;nio Camilo, diretor executivo de r&amp;aacute;dios e neg&amp;oacute;cios multim&amp;iacute;dia da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o neg&amp;oacute;cio Gazeta Online &amp;eacute; montado principalmente com a capacidade de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de news e hard news das emissoras do grupo, alavacando a for&amp;ccedil;a das marcas. "Em 15 anos de portal, constru&amp;iacute;mos uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o baseada principalmente na credibilidade da marca que completa 83 anos de mercado, e com a for&amp;ccedil;a do nosso jornalismo. Hoje, o Gazeta Online &amp;eacute; provido de uma reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o multim&amp;iacute;dia, que &amp;eacute; uma iniciativa pioneira da Rede Gazeta de integrar a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos conte&amp;uacute;dos e integrar todos os ve&amp;iacute;culos geradores de not&amp;iacute;cias" informa o gestor. A &amp;uacute;nica exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos fica por conta da televis&amp;atilde;o, que &amp;eacute; um conte&amp;uacute;do &amp;agrave; parte e alinhado com a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da TV Globo, por orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cabe&amp;ccedil;a de rede.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 29/8/2011</description><author>Especial Espírito Santo</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xofUzCul1homdr7sxziH/g==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 29 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xofUzCul1homdr7sxziH/g==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O momento de avançar</title><description>&lt;p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s oito anos do governo Paulo Hartung, o mercado publicit&amp;aacute;rio do Esp&amp;iacute;rito Santo quase n&amp;atilde;o tem do que se queixar. N&amp;atilde;o s&amp;oacute; as ag&amp;ecirc;ncias de propaganda que trabalharam para o governo como, e principalmente, os ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fornecedores do Estado. S&amp;oacute; para ter uma ideia, da primeira concorr&amp;ecirc;ncia no primeiro ano de governo, em 2002, a verba destinada foi de R$ 3 milh&amp;otilde;es; e para a &amp;uacute;ltima, no ano passado, de R$ 46,7 milh&amp;otilde;es, um crescimento significativo e at&amp;eacute; certo ponto extraordin&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, foi o governo Paulo Hartung que iniciou a chegada das ag&amp;ecirc;ncias de fora do Estado, que, por sua vez, poderiam ter acrescentado mais profissionalismo ao mercado e limitado menos a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ag&amp;ecirc;ncias capixabas no seu governo. Ainda no quesito governo, v&amp;aacute;rias prefeituras e c&amp;acirc;maras municipais realizaram suas licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es neste per&amp;iacute;odo, num trabalho fant&amp;aacute;stico da Fenapro - Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Ag&amp;ecirc;ncias de Propaganda junto ao Sinapro ES, fazendo as verbas aumentarem, o mercado crescer e aumentando a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, o mercado publicit&amp;aacute;rio privado apresentou momentos de altos e baixos neste per&amp;iacute;odo: primeiro surfando na onda do crescimento econ&amp;ocirc;mico brasileiro e depois no recuo com a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a crise mundial. Sintetizando, foram oito anos de grande expans&amp;atilde;o publicit&amp;aacute;ria e financeira no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora vivemos outra realidade e temos que aproveitar este momento para avan&amp;ccedil;ar. E para avan&amp;ccedil;ar n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; t&amp;atilde;o f&amp;aacute;cil assim. &amp;Eacute; ineg&amp;aacute;vel a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o das entidades no fortalecimento dos pilares da ind&amp;uacute;stria da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas sozinhos avan&amp;ccedil;aremos muito pouco. &amp;Eacute; preciso avan&amp;ccedil;ar muito mais e de forma articulada e conjunta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Avan&amp;ccedil;ar na busca da regionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das verbas federais que pouco chegam aos mercados como o nosso. Avan&amp;ccedil;ar na profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ag&amp;ecirc;ncias como estruturas empresariais s&amp;oacute;lidas e reconhecidas. Avan&amp;ccedil;ar na capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos profissionais que est&amp;atilde;o em forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas faculdades de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tamb&amp;eacute;m reciclar a m&amp;atilde;o de obra dispon&amp;iacute;vel no mercado. Avan&amp;ccedil;ar na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, principalmente, na parceria estabelecida nas normas e leis que regem o neg&amp;oacute;cio. Avan&amp;ccedil;ar no fortalecimento da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os publicit&amp;aacute;rios e consequentemente na cobran&amp;ccedil;a junto aos anunciantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por meio do trabalho &amp;agrave; frente da Abap no Esp&amp;iacute;rito Santo, convocamos todas as entidades empresariais (Sinapro, ADVB, Ampro, Sertes, Aberj, ANJ, Central de Outdoor, Siges), para juntos avan&amp;ccedil;armos nesses objetivos e, verdadeiramente, crescermos e qualificarmos o mercado publicit&amp;aacute;rio do Esp&amp;iacute;rito Santo, sem depender exclusivamente das verbas governamentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FERNANDO MANH&amp;Atilde;ES&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Presidente do Grupo Prix, da Abap-ES e diretor da Fenapro&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 29/8/2011</description><author>Especial Espírito Santo</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yRnfbBdHB5ouUWKzpIDLpQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 29 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=yRnfbBdHB5ouUWKzpIDLpQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais discutem a cobrança de conteúdo digital</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Executivos de grandes jornais brasileiros est&amp;atilde;o analisando uma forma para cobrar pelo acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos seus portais na internet. Em congresso da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ), que come&amp;ccedil;ou ontem ese encerra hoje, em S&amp;atilde;o Paulo, diretores dos grupos que controlam os jornais O GLOBO, "Folha de S. Paulo", "O Estado de S. Paulo" e"Lance!" afirmaram que &amp;eacute; preciso pensar a maneira de fazer essa cobran&amp;ccedil;a a curto prazo edecidir se &amp;eacute; o caso de seguir oexemplo de jornais americanos como o "The New York Times", que j&amp;aacute; cobram pelo acesso a seus conte&amp;uacute;dos na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Receitas da publicidade n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o suficientes&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para o diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini, os ve&amp;iacute;culos devem parar de oferecer conte&amp;uacute;do gr&amp;aacute;tis na web.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash; Ainda podemos aumentar a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no papel (dos jornais), h&amp;aacute; mais gente entrando na classe C, mas precisamos ser mais decididos e definitivos na cobran&amp;ccedil;a na internet. N&amp;atilde;o temos mais alternativa &amp;mdash; afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Segundo Genesini, os jornais t&amp;ecirc;m que investir na cobran&amp;ccedil;a de conte&amp;uacute;do dos usu&amp;aacute;rios na rede, pois, nos pr&amp;oacute;ximos cinco anos, os ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o conseguir&amp;atilde;o sobreviver s&amp;oacute; com as receitas da publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash; N&amp;atilde;o d&amp;aacute; para viver de publicidade. Primeiro porque a publicidade n&amp;atilde;o cresce num ritmo muito grande. Em segundo lugar, porque ela est&amp;aacute; dividida, fragmentada por muitos canais. E tamb&amp;eacute;m porque a publicidade &amp;eacute; muito inst&amp;aacute;vel. Voc&amp;ecirc; tem uma "crisezinha" e a publicidade &amp;eacute; a primeira que sofre &amp;mdash; afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O diretor-presidente do Grupo Lance! e vice-presidente da ANJ, Walter de Mattos J&amp;uacute;nior, defendeu que a ind&amp;uacute;stria dos jornais pense em conjunto numa solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a cobran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash; Acho que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual. N&amp;oacute;s, como ind&amp;uacute;stria, temos que nos mover. Claro que n&amp;atilde;o vamos encontrar uma sintonia completa, mas temos que acordar nos princ&amp;iacute;pios gerais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Marcello Moraes, diretor geral da Infoglobo &amp;mdash; empresa que edita OGLOBO &amp;mdash;, concordou que os ve&amp;iacute;culos brasileiros t&amp;ecirc;m que pensar o modelo de cobran&amp;ccedil;a o quanto antes, mas, ressalvou, sem o desespero dos ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o americanos, que fizeram a cobran&amp;ccedil;a de forma "atabalhoada".&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash; O que devemos pensar em conjunto &amp;eacute; monetizar o nosso conte&amp;uacute;do. Mas como vai ser? Cada empresa tem seus clientes, seus modelos. Isso temos que fazer a curto prazo. Mas n&amp;atilde;o precisamos fazer nada desesperado. Podemos fazer um modelo, testar; se n&amp;atilde;o der certo, mudamos, ajustamos, fazemos de outra forma. N&amp;atilde;o podemos perder mais tempo nisso. Nosso conte&amp;uacute;do &amp;eacute; de alto valor &amp;mdash;disse Moraes, que citou as an&amp;aacute;lises de colunistas como um tipo de conte&amp;uacute;do que poderia ser cobrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Na opini&amp;atilde;o de Moraes, daqui a seis meses as empresas ter&amp;atilde;o de testar novos modelos de neg&amp;oacute;cios digitais. Para ele, os jornais brasileiros devem fazer planejamento pensando num futuro com m&amp;uacute;ltiplos cen&amp;aacute;rios, que abranjam as &amp;aacute;reas anal&amp;oacute;gica, digital, novos modelos de neg&amp;oacute;cios e modelos tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash; N&amp;atilde;o dever&amp;iacute;amos mais fazer apostas num futuro &amp;uacute;nico. Antes diz&amp;iacute;amos "acho que o futuro vai nessa dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o". Como o mundo est&amp;aacute; muito mais complexo, as iniciativas estrat&amp;eacute;gicas devem buscar preparar seus projetos para qualquer uma das quatro &amp;aacute;reas &amp;mdash; afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Apuro t&amp;eacute;cnico &amp;eacute; essencial para a nova estrat&amp;eacute;gia&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O diretor-superintendente do Grupo Folha, Ant&amp;ocirc;nio Manuel Teixeira Mendes, diz que para cobrar pelo conte&amp;uacute;do &amp;eacute; preciso resolver problemas t&amp;eacute;cnicos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;mdash;A expectativa que se tem &amp;eacute; de que o modelo para rentabilizar o conte&amp;uacute;do digital, pago ou n&amp;atilde;o, tende a ser hegem&amp;ocirc;nico. Dificilmente voc&amp;ecirc; vai ter empresas agindo de maneira diferente das outras em escala mundial. &amp;Eacute; preciso um desenvolvimento t&amp;eacute;cnico, cient&amp;iacute;fico, para fazer com que aquilo efetivamente funcione. Qual modelo vamos adotar? &amp;mdash; questionou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 30/8/2011</description><author>Mídia &amp; Cia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=c+s+ri1fy3lQHqNro5x6Rw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 30 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=c+s+ri1fy3lQHqNro5x6Rw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Gazeta do Povo divulga nova campanha institucional</title><description>&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;Reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o As novas pe&amp;ccedil;as d&amp;atilde;o continuidade &amp;agrave; campanha institucional do Grupo Paranaense de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (grpcom): "Do povo. O tempo todo ao seu lado", lan&amp;ccedil;ada em agosto do ano passado. Em fevereiro, expandindo o conceito multiplataforma com o lan&amp;ccedil;amento da vers&amp;atilde;o do jornal em tablet, entrou no ar a campanha para promover a plataforma iPad, o mote trabalhado para ocasi&amp;atilde;o foi "um novo jeito de estar ao seu lado".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;"Criamos uma identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do leitor com a Gazeta do Povo. Entendemos que o papel de um jornal &amp;eacute; estar o tempo todo ao lado do seu povo. E agora, refor&amp;ccedil;amos este mote, colocando tamb&amp;eacute;m a opini&amp;atilde;o o tempo todo ao seu lado", explica Axeu Beluca, gerente de Marketing Gazeta Jornais. Do time de colunistas que escrevem para a Gazeta do Povo, doze participam da campanha: Andr&amp;eacute; Gon&amp;ccedil;alves, Carneiro Neto, Celso Nascimento, Fernando Martins, Franco Iacomini, Guilherme Rodrigues, Jos&amp;eacute; Carlos Fernandes, Luis Augusto Xavier, Marleth Silva, Miguel Sanches Neto, Rogerio Galindo e Tiago Recchia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;Resultados&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;A Gazeta do Povo lan&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m sua campanha institucional e comemora os resultados do semestre. De acordo com a pesquisa de atributos de imagem da Gazeta do Povo realizada pela Diferencial Pesquisas de Mercado, 88% dos entrevistados concordam que o jornal tem credibilidade e 83% consideram que a Gazeta do Povo possui e transmite opini&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;A audi&amp;ecirc;ncia na internet conta com mais de 27 milh&amp;otilde;es de page views e mais de 1,9 milh&amp;atilde;o de visitantes &amp;uacute;nicos por m&amp;ecirc;s. E na m&amp;eacute;dia do trimestre, a Gazeta do Povo registrou crescimento de 15% de leitores na plataforma impressa e on-line, segundo dados do Instituto Ipsos Marplan - Curitiba e S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; dos Pinhais. Esses n&amp;uacute;meros refletem nos resultados comerciais. Neste primeiro semestre, o faturamento em publicidade cresceu 10% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2010.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Portal Imprensa&lt;/em&gt; - 23/8/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jHBNlNbyA/jpDbrYc6bvXQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jHBNlNbyA/jpDbrYc6bvXQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Canal Rural lança plataforma digital</title><description>&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;J&amp;aacute; preparando a comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu anivers&amp;aacute;rio de 15 anos, que ser&amp;atilde;o completados em novembro, o Canal Rural, do Grupo RBS, investe em uma nova plataforma para o setor do agroneg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5pt 0cm 0pt;"&gt;No pr&amp;oacute;ximo s&amp;aacute;bado, 27, entra no ar o portal Rural BR, que ter&amp;aacute; uma cobertura jornal&amp;iacute;stica ampla e especializada da &amp;aacute;rea, al&amp;eacute;m de v&amp;iacute;deos de programas veiculados no pr&amp;oacute;prio canal televisivo. O site ser&amp;aacute; dividido nas editorias de Pecu&amp;aacute;ria (gado de corte, leite, su&amp;iacute;nos e aves) e Agricultura (soja, milho e cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car) e contar&amp;aacute; com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de blogueiros e especialistas. Outra novidade da plataforma digital &amp;eacute; a hospedagem do site Lance Rural, especializado em leil&amp;otilde;es online de gado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 23/8/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xgl2aIIxBs7Ho241remOmw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xgl2aIIxBs7Ho241remOmw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>NYT Social</title><description>&lt;p&gt;O di&amp;aacute;rio nova-iorquino The New York Times lan&amp;ccedil;ou um site, o Beta620, para testar novos servi&amp;ccedil;os. A ideia &amp;eacute; apresent&amp;aacute;-los aos leitores e, caso agradem, incorpor&amp;aacute;-los &amp;agrave; p&amp;aacute;gina online do jornal. A plataforma, entre outras coisas, exibe os artigos compartilhados nas redes sociais, como o Twitter.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 17/8/2011</description><author>Mercado Digital</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Xe26KmPl8DbXwTN9n273oA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Xe26KmPl8DbXwTN9n273oA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>AE Broadcast lança serviço 24 horas</title><description>&lt;p&gt;A partir de hoje, o AE Broadcast, da Ag&amp;ecirc;ncia Estado, servi&amp;ccedil;o pioneiro e l&amp;iacute;der no Brasil em not&amp;iacute;cias em tempo real para o mercado financeiro, passa a funcionar 24 horas, sete dias por semana. Os principais produtos que comp&amp;otilde;em a plataforma AE Broadcast, o AE News e o AE Empresas e Setores, v&amp;atilde;o informar a qualquer momento, inclusive nos fins de semana, todos os acontecimentos mais relevantes em &amp;acirc;mbito nacional e internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Trata-se de uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o natural de um servi&amp;ccedil;o que persegue agilidade e precis&amp;atilde;o na publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de not&amp;iacute;cias e an&amp;aacute;lises que s&amp;atilde;o fundamentais para a tomada de decis&amp;otilde;es de investimento", diz Daniel Parke, diretor geral da Ag&amp;ecirc;ncia Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os assuntos relevantes para o mercado financeiro, mesmo de madrugada, est&amp;atilde;o balan&amp;ccedil;os de gigantes do mundo corporativo e acontecimentos nas economias asi&amp;aacute;tica e europeia. Al&amp;eacute;m do notici&amp;aacute;rio, o servi&amp;ccedil;o vai publicar, em primeira m&amp;atilde;o, as principais reportagens de economia, neg&amp;oacute;cios e pol&amp;iacute;tica do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;An&amp;aacute;lises&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os assinantes do AE Broadcast j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m acesso, em primeira m&amp;atilde;o, aos artigos e an&amp;aacute;lises dos colunistas do Estado, como Celso Ming, Rolf Kuntz, Jos&amp;eacute; Paulo Kupfer e Fernando Dantas. Todos trazem suas vis&amp;otilde;es sobre os principais acontecimentos econ&amp;ocirc;micos e pol&amp;iacute;ticos do Brasil e do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jornalistas especializados da Ag&amp;ecirc;ncia Estado que acompanham o dia a dia da equipe econ&amp;ocirc;mica do governo tamb&amp;eacute;m passaram recentemente a contribuir com colunas semanais para o AE News. O jornalista Fabio Graner traz uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os desafios e implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de decis&amp;otilde;es na pol&amp;iacute;tica monet&amp;aacute;ria nacional, enquanto Adriana Fernandes escreve sobre o mercado de t&amp;iacute;tulos p&amp;uacute;blicos e a gest&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica fiscal. Ambos s&amp;atilde;o jornalistas em Bras&amp;iacute;lia (cobrem Banco Central e Minist&amp;eacute;rio da Fazenda, respectivamente) e especialistas em finan&amp;ccedil;as e macroeconomia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Temos no Grupo Estado a melhor equipe de jornalistas da &amp;aacute;rea econ&amp;ocirc;mica do Pa&amp;iacute;s, e isso se reflete na qualidade e riqueza de an&amp;aacute;lises dispon&amp;iacute;veis no AE Broadcast", diz Jo&amp;atilde;o Caminoto, editor-chefe da Ag&amp;ecirc;ncia Estado. "Por esses motivos, somos refer&amp;ecirc;ncia no mercado editorial e financeiro brasileiro."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Broadcast Next&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A novidade ser&amp;aacute; seguida por uma s&amp;eacute;rie de inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas. Em setembro, a Ag&amp;ecirc;ncia Estado vai lan&amp;ccedil;ar uma nova vers&amp;atilde;o do AE Broadcast, a 4.4, que vai sofisticar algumas ferramentas, como, por exemplo, o AE Chat - um sistema de mensagens instant&amp;acirc;neas dispon&amp;iacute;vel aos milhares de profissionais que utilizam o AE Broadcast. Com a nova vers&amp;atilde;o, ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel, por exemplo, promover confer&amp;ecirc;ncias entre usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para 2012, est&amp;aacute; previsto o lan&amp;ccedil;amento do novo terminal profissional da AE, o Broadcast Next. Em fase de desenvolvimento, o produto trar&amp;aacute; uma completa reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de layouts e vai refletir as crescentes demandas dos usu&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os investimentos em tecnologia n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o direcionados apenas ao p&amp;uacute;blico profissional, mas tamb&amp;eacute;m &amp;agrave;s ferramentas voltadas ao investidor pessoa f&amp;iacute;sica. O Estad&amp;atilde;o Broadcast, lan&amp;ccedil;ado no come&amp;ccedil;o deste ano pelo Estad&amp;atilde;o.com, dar&amp;aacute; origem a uma ferramenta, o AE Broadcast Web, para que assinantes possam oferec&amp;ecirc;-la em intranets de empresas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 31/7/2011</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ztG134NDuL4MHh1oCLetTQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sun, 31 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ztG134NDuL4MHh1oCLetTQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais avaliam banca digital unificada</title><description>&lt;p&gt;Projeto em avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Comit&amp;ecirc; de Estrat&amp;eacute;gia Digital da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ) prev&amp;ecirc; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de banca unificada para venda de vers&amp;otilde;es eletr&amp;ocirc;nicas de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras. Hoje, a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais para tablets de grandes jornais do pa&amp;iacute;s ocorre separadamente, dentro do aplicativo m&amp;oacute;vel desenvolvido pelo di&amp;aacute;rio. A ideia &amp;eacute; criar uma esp&amp;eacute;cie de banca virtual na qual seria poss&amp;iacute;vel encontrar edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de O Globo, Estad&amp;atilde;o, Folha, Lance, entre outros. De acordo com o site TI Inside, a expectativa &amp;eacute; de que o projeto se torne realidade at&amp;eacute; o fim do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; melhor vendermos juntos do que separados. A uni&amp;atilde;o faz a for&amp;ccedil;a", diz o vice-presidente da diretoria de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ANJ e presidente do grupo Lance!, Walter Mattos Jr. A banca virtual tamb&amp;eacute;m representa menor depend&amp;ecirc;ncia da App Store da Apple para as vendas digitais no iPad, que ret&amp;eacute;m 30% da receita. O projeto inclui o compartilhamento da receita publicit&amp;aacute;ria oriunda de banners publicados no site da futura loja virtual. Ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel oferecer pacotes com assinaturas ou exemplares avulsos de jornais de grupos editoriais diferentes. Os membros da ANJ que aderirem &amp;agrave; iniciativa definir&amp;atilde;o em conjunto regras de governan&amp;ccedil;a do ambiente virtual. Experi&amp;ecirc;ncias similares est&amp;atilde;o em desenvolvimento na Espanha e na Fran&amp;ccedil;a. No Brasil, editoras de livros como Record, Rocco, Planeta, Sextante, Objetiva e outras seguiram caminho semelhante com a DLD, distribuidora unificada de livros digitais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 29/7/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=HthEUo01wJ0MMcW6Mmr+LA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 29 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=HthEUo01wJ0MMcW6Mmr+LA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Circulação de jornais bate recorde</title><description>&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais nos primeiros seis meses deste ano bateu recorde e avan&amp;ccedil;ou 4,2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2010. De acordo com dados do Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC), o n&amp;uacute;mero de exemplares vendidos por dia atingiu pela primeira vez a marca de 4.439.212.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o IVC, o aumento na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi impulsionado por jornais populares, com pre&amp;ccedil;o de capa de at&amp;eacute; R$ 0,99, que tiveram alta de 12,9% nas vendas por dia no primeiro semestre deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com isso, atesta Pedro Martins Silva, presidente-executivo do IVC, o volume de vendas avulsas avan&amp;ccedil;ou 5,1% no per&amp;iacute;odo. J&amp;aacute; entre as assinaturas, a alta foi de 3,2%. No grupo dos grandes jornais, com pre&amp;ccedil;o de capa acima de R$ 2, o crescimento na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de 3,2%. No ranking dos jornais mais vendidos do pa&amp;iacute;s, O GLOBO subiu da quarta para a terceira posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com 264.382 exemplares vendidos em m&amp;eacute;dia por dia, uma alta de 5,01%. O jornal &amp;ldquo;O Estado de S.Paulo&amp;rdquo; avan&amp;ccedil;ou 9,43%, passando da quinta para a quarta coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atingindo 252.999 exemplares di&amp;aacute;rios, em m&amp;eacute;dia. A &amp;ldquo;Folha de S.Paulo&amp;rdquo; e o popular &amp;ldquo;Super Not&amp;iacute;cia&amp;rdquo; permaneceram em primeiro e segundo lugares, respectivamente. A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do di&amp;aacute;rio paulista cresceu 5,02% e a do jornal mineiro avan&amp;ccedil;ou 3,95%. No mercado do Rio de Janeiro, O GLOBO setornou l&amp;iacute;der em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no estado, com fatia de 28,97%. O &amp;ldquo;Extra&amp;rdquo;, que era o primeiro no ano passado, passou para a segunda coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com 26,84%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro Martins Silva destacou que o avan&amp;ccedil;o na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os principais jornais ganha respaldo com o bom momento que vive a economia brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; O crescimento do pa&amp;iacute;s levou as empresas a investirem mais, descobrindo novas oportunidades e investindo em marketing. O aumento da renda da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o alavancou o crescimento vigoroso nos t&amp;iacute;tulos populares. Em 2010, houve uma recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos efeitos da crise mundial de 2009, e o primeiro semestre deste ano indica que o crescimento ser&amp;aacute; continuado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mario Rigon, diretor de Mercado da Infoglobo, afirmou que o meio jornal vive um bom momento, ao crescer 2% em 2010 e mais de 4% nos primeiros seis meses deste ano: &amp;mdash; Apesar da grande oferta de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o jornal n&amp;atilde;o perde sua relev&amp;acirc;ncia. Esse crescimento, em cima de uma base de 2010 que j&amp;aacute; tinha crescido 2% sobre 2009, comprova isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os populares t&amp;ecirc;m o maior potencial de crescimento devido ao aumento da renda, mas os jornais qualificados tamb&amp;eacute;m se valeram desse fen&amp;ocirc;meno e cresceram. O maior exemplo foi o GLOBO, que cresceu 5%, acima da m&amp;eacute;dia do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 27/7/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xRsOlh4cQDNoxYxtVeHMCg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=xRsOlh4cQDNoxYxtVeHMCg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais publicam páginas em branco em protesto no Equador</title><description>&lt;p&gt;Os jornais equatorianos Hoy e El Comercio publicaram ontem colunas em branco em protesto pela decis&amp;atilde;o judicial que condenou um ex-jornalista e tr&amp;ecirc;s diretores do di&amp;aacute;rio El Universo a 3 anos de pris&amp;atilde;o e a multa de US$ 40 milh&amp;otilde;es por crime de inj&amp;uacute;ria contra o presidente Rafael Correa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As colunas opinativas do El Comercio sa&amp;iacute;ram em branco, apenas com t&amp;iacute;tulos cr&amp;iacute;ticos &amp;agrave; decis&amp;atilde;o do juiz Juan Paredes e uma frase. Em editorial, o jornal criticou a rapidez da senten&amp;ccedil;a, que qualificou como ins&amp;oacute;lita, e instou o concorrente a seguir trabalhando pelo direito &amp;agrave; livre informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; opini&amp;atilde;o. "Come&amp;ccedil;a uma longa etapa de uma disputa judicial que, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es normais, levaria anos. Mas se sabe que aqui impera uma grande press&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica", diz o El Comercio. O di&amp;aacute;rio Hoy optou por tornar quase ileg&amp;iacute;veis seus artigos, com t&amp;iacute;tulos contra a decis&amp;atilde;o sobrepondo-os. "Pretendem calar a opini&amp;atilde;o livre, plural, independente e o pensamento pr&amp;oacute;prio", afirma um deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Correa chegou na quinta-feira &amp;agrave; noite a Cuba, onde se reuniu com o presidente venezuelano, Hugo Ch&amp;aacute;vez, e os irm&amp;atilde;os Ra&amp;uacute;l e Fidel Castro. Apenas uma foto foi divulgada do encontro pela imprensa estatal cubana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cr&amp;iacute;ticas. A Comiss&amp;atilde;o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) manifestou sua preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a medida e lembrou que ela contraria a Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Princ&amp;iacute;pios da Liberdade de Express&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o, da qual o Equador &amp;eacute; signat&amp;aacute;rio. Em comunicado divulgado na quinta-feira, o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o diz que funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos est&amp;atilde;o naturalmente mais expostos ao escrut&amp;iacute;nio p&amp;uacute;blico e, portanto, deveriam ser mais tolerantes &amp;agrave;s cr&amp;iacute;ticas. "As leis de privacidade n&amp;atilde;o devem inibir, nem restringir, a difus&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesse p&amp;uacute;blico", diz o comunicado. "Na arena do debate sobre temas assim, s&amp;atilde;o protegidas n&amp;atilde;o s&amp;oacute; as opini&amp;otilde;es bem recebidas pela opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica como tamb&amp;eacute;m as que irritam funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos, ou um setor qualquer da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O motivo do processo foi o artigo "N&amp;atilde;o &amp;agrave; mentira" publicado pelo El Universo e assinado pelo ex-editor de opini&amp;atilde;o Emilio Palacio no qual Correa &amp;eacute; chamado de ditador. O texto se referia &amp;agrave; invas&amp;atilde;o do Ex&amp;eacute;rcito para resgatar o presidente do hospital no qual foi preso por policiais rebelados em 30 de setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O ditador deveria lembrar, por fim, e isso &amp;eacute; muito importante, que com o indulto (aos envolvidos no motim), no futuro, um novo presidente - talvez inimigo dele - poderia process&amp;aacute;-lo por ter ordenado abrir fogo indiscriminadamente e sem aviso pr&amp;eacute;vio contra um hospital cheios de civis inocentes. Os crimes contra a humanidade - que ele n&amp;atilde;o se esque&amp;ccedil;a - n&amp;atilde;o prescrevem", diz o trecho contestado por Correa na Justi&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/7/2011</description><author>Internacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=vesAocukK6hfMNbV6+B9nw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 23 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=vesAocukK6hfMNbV6+B9nw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O homem que enfrentou Murdoch</title><description>&lt;p&gt;O brit&amp;acirc;nico Alan Rusbridger, editor-chefe do guardian. O jornal foi o primeiro a investir no caso que fechou o News of the De vez em quando, mais ou menos a cada 18 meses, o veterano rep&amp;oacute;rter do guardian Nick Davies vem a minha sala, fecha a porta com um olhar ressabiado e conspirativo e come&amp;ccedil;a a me contar alguma coisa de arrepiar os cabelos. Em junho do ano passado, ele queria me falar sobre Julian Assange. Ele havia lido que o (ent&amp;atilde;o pouco conhecido) hacker de cabelos cor de neve estava fugindo com um pen drive repleto de milh&amp;otilde;es de documentos secretos que os departamentos de Estado e de Defesa dos Estados Unidos haviam deixado vazar por descuido. O plano era ir atr&amp;aacute;s dele... e a&amp;iacute; o guardian publicaria tudo. Seria uma boa ideia? No in&amp;iacute;cio de 2009, havia acontecido uma coisa parecida. Ele descobrira que James Murdoch, o filho e herdeiro da companhia privada de m&amp;iacute;dia mais poderosa do planeta, havia feito um acordo secreto para pagar mais de US$ 1 milh&amp;atilde;o para encobrir provas de comportamento criminoso dentro da empresa. Interessado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta para as duas perguntas foi &amp;ldquo;&amp;eacute; claro&amp;rdquo;. Em seguida, eu engoli seco diante do tamanho e das implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es das hist&amp;oacute;rias. Lo-go depois, eu veria Nick, invariavelmente trajando jeans e uma jaqueta de couro marrom desafiadoramente fora de moda, desapa-recer pela porta em busca de encrenca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todo mundo sabe no que deu a hist&amp;oacute;ria do WikiLeaks: uma enxurrada global de revela&amp;ccedil;&amp;otilde;es e manchetes, com governos no mundo todo pasmos com o ritmo das descobertas di&amp;aacute;rias, gota a gota, com di&amp;aacute;rios de guerra, despachos ultrassecretos e indiscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es diplo-m&amp;aacute;ticas. E agora todo mundo sabe no que deu a hist&amp;oacute;ria de Murdoch: uma esp&amp;eacute;cie de levante gigante de repulsa contra o que seus funcion&amp;aacute;rios andavam fazendo e a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma fus&amp;atilde;o multibilion&amp;aacute;ria em andamento, com a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Parlamento brit&amp;acirc;nico mais acachapante de que se tem not&amp;iacute;cia. Um jornal lucrativo que vendia milh&amp;otilde;es de c&amp;oacute;pias por semana foi fechado. O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o que regulava a imprensa brit&amp;acirc;nica est&amp;aacute; morto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; que a hist&amp;oacute;ria de Murdoch ainda n&amp;atilde;o chegou ao fim. Ela atinge t&amp;atilde;o profundamente tantos aspectos da vida civil brit&amp;acirc;ni-ca e americana &amp;ndash; incluindo pol&amp;iacute;cia, pol&amp;iacute;tica, m&amp;iacute;dia e regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; que vai se desenrolar por meses, ou at&amp;eacute; anos. Todos esperam por novas pris&amp;otilde;es. H&amp;aacute; v&amp;aacute;rias a&amp;ccedil;&amp;otilde;es civis tramitando nos tribunais brit&amp;acirc;nicos. Haver&amp;aacute; dois inqu&amp;eacute;ritos p&amp;uacute;blicos &amp;ndash; sobre o comportamento da imprensa e da pol&amp;iacute;cia. E quem sabe quais problemas os acionistas da News Corporation ou as autoridades regulat&amp;oacute;rias americanas podem criar quanto mais ficarem sabendo sobre a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bra&amp;ccedil;o brit&amp;acirc;nico dos neg&amp;oacute;cios da fam&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltemos a julho de 2009 e pensemos sobre como tudo poderia ter sido diferente. Naquela altura, o discurso oficial era direto. O se-torista de realeza do news of the world, Clive Goodman, havia sido apanhado &amp;ldquo;grampeando&amp;rdquo; telefones do pal&amp;aacute;cio. Ou, melhor, havia subcontratado para o servi&amp;ccedil;o um investigador particular, Glenn Mulcaire, especialista em acesso a mensagens de voz e quebra de qual-quer configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seguran&amp;ccedil;a (como senhas) que a v&amp;iacute;tima usasse. A pol&amp;iacute;cia agiu. Os dois foram para a cadeia, e a News International (parte da News Corporation respons&amp;aacute;vel pelos jornais brit&amp;acirc;nicos do grupo) disse para todo mundo &amp;ndash; imprensa, Parlamento, pol&amp;iacute;cia e regu-ladores &amp;ndash; que Goodman era uma ma&amp;ccedil;&amp;atilde; podre solit&amp;aacute;ria. O editor, Andy Coulson, renunciou, dizendo que n&amp;atilde;o sabia de nada. Fim de papo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reportagem do guardian do dia 9 de julho de 2009 causou uma reviravolta. Ela mostrava que havia outro rep&amp;oacute;rter j&amp;uacute;nior envolvido na transcri&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mensagens de voz deixadas para o executivo-chefe da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Futebolistas Profissionais, Gordon Taylor, e em seu envio &amp;ldquo;para Neville&amp;rdquo; &amp;ndash; uma refer&amp;ecirc;ncia ao chefe de reportagem de longa data do news of the world, Neville Thurl-beck.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ent&amp;atilde;o, havia mais dois jornalistas do news of the world com conhecimento. Algum editor teria de ter dado a ordem ao rep&amp;oacute;rter j&amp;uacute;-nior, o que j&amp;aacute; completava tr&amp;ecirc;s. E um editor citado (que poderia ou n&amp;atilde;o estar comandando o jovem rep&amp;oacute;rter) havia assinado um con-trato b&amp;ocirc;nus para Mulcaire para o caso de ele conseguir a reportagem sobre Taylor. Ent&amp;atilde;o eram tr&amp;ecirc;s, talvez quatro, al&amp;eacute;m de Goodman.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;DERROCADA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da esquerda para a direita: em setembro de 2010, a revista do new york times diz que o news of the world grampeou funcion&amp;aacute;rios da fam&amp;iacute;lia real brit&amp;acirc;nica. A capa do guardian um dia ap&amp;oacute;s Rupert Murdoch decretar o fechamento do tabloide. Capa da &amp;uacute;ltima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal dominical: &amp;ldquo;Obrigado e adeus&amp;rdquo;Quando ficou sabendo desse novo caso, James Murdoch recorreu ao tal&amp;atilde;o de cheques &amp;ndash; decis&amp;atilde;o que ele agora atribui a uma orien-ta&amp;ccedil;&amp;atilde;o recebida na &amp;eacute;poca. Ele fez a mesma coisa em outro caso envolvendo s a invas&amp;atilde;o da caixa postal do telefone do agente de publicidade do show business Max Clifford. Mas as rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es de outros organismos foram igualmente reveladoras. A pol&amp;iacute;cia anunciou um inqu&amp;eacute;rito &amp;ndash; e, algumas horas depois, divulgou uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o sucinta, dizendo que n&amp;atilde;o havia nada &amp;ldquo;de novo&amp;rdquo; a ser investigado. Bem, &amp;eacute; claro que n&amp;atilde;o. Tudo j&amp;aacute; estava nas 11 mil p&amp;aacute;ginas de anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Mulcaire, que eles haviam confiscado em 2005, mas sobre as quais haviam feito t&amp;atilde;o pouco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A News International viu o an&amp;uacute;ncio da pol&amp;iacute;cia como uma absolvi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O grupo emitiu uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o bastante provocativa, di-zendo ao mundo que o guardian havia deliberadamente enganado o p&amp;uacute;blico brit&amp;acirc;nico. No prazo devido, a PCC (Comiss&amp;atilde;o de Re-clama&amp;ccedil;&amp;otilde;es contra a Imprensa) anunciou as descobertas de seu pr&amp;oacute;prio inqu&amp;eacute;rito: n&amp;atilde;o havia nenhuma evid&amp;ecirc;ncia de que a teoria da &amp;ldquo;ma&amp;ccedil;&amp;atilde; podre&amp;rdquo; n&amp;atilde;o fosse a verdade. Nem mesmo a News International insistia nessa linha &amp;agrave;quela altura, mas o c&amp;atilde;o de guarda fazia gracinhas como um filhotinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rebekah Brooks teria dito que o caso terminaria com "Alan de joelhos, implorando perd&amp;atilde;o"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um comit&amp;ecirc; parlamentar se esfor&amp;ccedil;ou ao m&amp;aacute;ximo para ir a fundo. Mas a executiva-chefe da News International, a ex-editora do Sun e do news of the world, Rebekah Brooks, recusou-se a dar a honra de sua presen&amp;ccedil;a ao comit&amp;ecirc;. Uns dois membros do comit&amp;ecirc; disseram depois ter sido intimidados pela amea&amp;ccedil;a de que os jornalistas da News International poderiam fazer algo contra eles se insis-tissem. Ent&amp;atilde;o, eles n&amp;atilde;o insistiram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O REVELADOR&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nick Davies, o veterano rep&amp;oacute;rter investigativo do guardian. Ele contou ao chefe que o filho de Rupert Murdoch havia feito um acordo milion&amp;aacute;rio para acobertar crimes do news of the worldE a maior parte da imprensa n&amp;atilde;o se saiu muito melhor. A essa altura &amp;ndash; para surpresa geral &amp;ndash;, Coulson havia sido contratado como assessor de imprensa pelo homem que todos achavam que seria o pr&amp;oacute;ximo primeiro-ministro, David Cameron. Quanto mais Came-ron se aproximava da porta do no 10 da Downing Street (resid&amp;ecirc;ncia oficial do premi&amp;ecirc; brit&amp;acirc;nico), menor era o apetite para publicar qualquer coisa negativa sobre Coulson. Eu descobri (se &amp;eacute; que eu j&amp;aacute; n&amp;atilde;o sabia) quanto o caminho escolhido por n&amp;oacute;s seria solit&amp;aacute;rio em novembro de 2009, quando um tribunal trabalhista concedeu a um ex-jornalista do news of the world US$ 1 milh&amp;atilde;o em indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por ele ter sido v&amp;iacute;tima de uma cultura de intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sob o comando de Coulson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Not&amp;iacute;cia? Que nada. Nenhum outro jornal al&amp;eacute;m do guardian citou o fato em suas p&amp;aacute;ginas de not&amp;iacute;cia no dia seguinte. Parecia haver um princ&amp;iacute;pio de conspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sil&amp;ecirc;ncio, determinando que nenhum outro jornal nacional acharia que isso poderia valer ao menos uma nota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vida estava ficando um pouco solit&amp;aacute;ria no guardian. Nick Davies havia sido avisado de que Brooks dissera a colegas que a his-t&amp;oacute;ria iria acabar com &amp;ldquo;Alan Rusbridger de joelhos, implorando perd&amp;atilde;o&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Eles teriam nos destru&amp;iacute;do&amp;rdquo;, Davies disse em um podcast do guardian dias atr&amp;aacute;s. &amp;ldquo;Se pudessem, eles teriam fechado o guardian.&amp;rdquo; Se a maioria da Fleet Street (termo usado para designar a imprensa brit&amp;acirc;nica) iria se fazer de cega, achei que seria melhor, al&amp;eacute;m das mat&amp;eacute;rias complementares que Nick continuava a produzir impiedosamente para nossas p&amp;aacute;ginas, procurar outro lugar para impedir que o assunto morresse. Liguei para Bill Keller, do new york times. Em tr&amp;ecirc;s dias, tr&amp;ecirc;s rep&amp;oacute;rteres do times estavam sentados em uma sala de reuni&amp;otilde;es um tanto sem gra&amp;ccedil;a do guardian, enquanto Davies se esfor&amp;ccedil;ava ao m&amp;aacute;ximo para lhes explicar o essencial de uma cobertura que por anos ele tentara arrancar de in&amp;uacute;-meros rep&amp;oacute;rteres, advogados e policiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os rep&amp;oacute;rteres do times n&amp;atilde;o se apressaram &amp;ndash; foram meses de trabalho cuidadoso e excepcional que confirmaram a veracidade de tudo o que Nick havia escrito &amp;ndash; e avan&amp;ccedil;aram sobre terreno pr&amp;oacute;prio. Eles convenceram uma ou outra fonte a falar abertamente. A reportagem levou a um outro inqu&amp;eacute;rito meia-boca por parte da pol&amp;iacute;cia, que n&amp;atilde;o deu em nada. Mas a exist&amp;ecirc;ncia e a solidez da inves-tiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do times encorajaram outros. Redes de TV come&amp;ccedil;aram a entrar aos poucos no s assunto. Umas duas v&amp;iacute;timas abriram processos. A revista Vanity Fair se envolveu. Os jornais Financial times e The Independent avan&amp;ccedil;aram um pouco. Um grupo mais amplo come&amp;ccedil;ou a acreditar que talvez, s&amp;oacute; talvez, no final das contas houvesse alguma coisa nessa hist&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto isso, Cameron &amp;ndash; contrariando todas as recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ndash; nomeou Andy Coulson para ser seu porta-voz no governo. Num certo momento, pouco antes da elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, eu o havia alertado sobre as provas que n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o pod&amp;iacute;amos publicar por motivos legais, mas das quais eu achava que ele deveria saber. Em 2005, o news of the world de Coulson havia contratado como um de seus investigadores um homem chamado Jonathan Rees, que havia acabado de sair da pris&amp;atilde;o depois de cumprir uma senten&amp;ccedil;a de sete anos por plantar coca&amp;iacute;na em uma mulher inocente. Rees naquele momento estava na pris&amp;atilde;o, esperando julgamento por conspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o para matar seu ex-parceiro nos neg&amp;oacute;cios, um homem que havia sido encontrado no estacionamento de um pub com um machado na cabe&amp;ccedil;a. Ele foi absolvido no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s de mar&amp;ccedil;o. Era inconceb&amp;iacute;vel o News of the Word n&amp;atilde;o conhecer seu passado criminoso: o guardian havia publicado duas longas mat&amp;eacute;rias sobre as liga&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;eacute;vias de Rees com o news of the world e com policiais corruptos em 2002.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O guardian n&amp;atilde;o podia publicar nada disso antes das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais, porque a lei de imprensa brit&amp;acirc;nica impede que os jornais escre-vam sobre pessoas acusadas de crimes. Mas pareceu-me que Cameron poderia gostar de ser informado antes de fazer alguma indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para sua equipe de governo (eu tamb&amp;eacute;m contei para Gordon Brown, ent&amp;atilde;o primeiro-ministro, e para Nick Clegg, agora vice-primeiro- ministro). Cameron disse dias atr&amp;aacute;s que sua equipe n&amp;atilde;o havia lhe dito nada &amp;ndash; ele nem pareceu muito incomodado com isso naquele momento. Ele parecia dar pouca import&amp;acirc;ncia ao caso, e s&amp;oacute; um pouco abalado. Indicar Coulson foi um erro de julgamento terr&amp;iacute;vel, e ele deve saber disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ponto de inflex&amp;atilde;o aconteceu perto do Ano-Novo. Um fluxo de processos civis virou uma torrente. A pol&amp;iacute;cia finalmente acabou se engajando seriamente, indicando uma nova equipe de 45 pessoas para fazer o que de forma t&amp;atilde;o clamorosa n&amp;atilde;o foi feito em 2006. At&amp;eacute; agora ela disse ter informado 170 de quase 4 mil pessoas visadas pelo jornal. O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o regulador jogou fora o velho relat&amp;oacute;rio, considerado in&amp;uacute;til. E ent&amp;atilde;o veio a revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Nick Davies de que o news of the world havia invadido a caixa postal da adolescente desaparecida Milly Dowler, apagando suas mensagens de voz para poder ouvir as novas. S&amp;oacute; essa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; que deu esperan&amp;ccedil;as aos pais de Milly durante os dias sombrios antes da confirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que ela havia sido assassinada &amp;ndash; causou uma onda de revolta da qual foi dif&amp;iacute;cil para o news of the world se recuperar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Havia uma ideia de que a vida p&amp;uacute;blica brit&amp;acirc;nica havia se moldado para acomodar os Murdochs&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algu&amp;eacute;m chamou o esc&amp;acirc;ndalo de &amp;ldquo;Primavera de Murdoch&amp;rdquo;. Havia uma ideia geral de que, por uma gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou mais, a vida p&amp;uacute;blica brit&amp;acirc;nica havia se moldado para acomodar os Murdochs. Conforme a empresa foi ficando maior, mais bem-sucedida (40% da imprensa do pa&amp;iacute;s e uma emissora com uma receita duas vezes maior do que a da BBC) e mais agressiva &amp;ndash; e, como agora sabemos, com uma equipe de investigadores empregados para bisbilhotar qualquer um na vida p&amp;uacute;blica &amp;ndash;, foi aceita a cren&amp;ccedil;a de que esse n&amp;atilde;o era um tipo de gente com quem fosse bom se meter. Voc&amp;ecirc; precisava de Murdoch para ser eleito na Gr&amp;atilde;-Bretanha &amp;ndash; pelo menos &amp;eacute; o que muitos pol&amp;iacute;ticos achavam. E &amp;ndash; sempre sem dizer &amp;ndash; Murdoch precisava de algumas coisas tamb&amp;eacute;m. N&amp;atilde;o era necessariamente corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas com certeza estava corrompendo. E agora &amp;ndash; com uma reportagem e uma vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o un&amp;acirc;nime na C&amp;acirc;mara dos Comuns &amp;ndash; o encanto foi quebrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alan Charles Rusbridger, de 57 anos, &amp;eacute; editor-chefe do jornal brit&amp;acirc;nico The guardian desde 1995&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Época&lt;/em&gt; - 25/7/2011</description><author>Negócios &amp; Carreira</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=T0CxafS/hHSroXTn86gC3Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 25 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=T0CxafS/hHSroXTn86gC3Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Escândalo dos grampos derruba executivo do ´´Wall Street Journal´´</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Foi a segunda demiss&amp;atilde;o em menos 24 horas de executivos ligados a Murdoch. Pouco antes, a ex-editora-chefe do News of the World, Rebekah Brooks, tamb&amp;eacute;m deixou o cargo de CEO da News International.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;As sa&amp;iacute;das de dois dos jornalistas respons&amp;aacute;veis pelo tabloide brit&amp;acirc;nico foram anunciadas no mesmo dia em que o magnata australiano divulgou um pedido de desculpas &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias grampeadas, que seria publicado nos principais jornais da Gr&amp;atilde;-Bretanha neste fim de semana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Hinton trabalhou com Murdoch por mais de 50 anos e comandou a News International entre 1995 e 2007. Rebekah foi sua sucessora. Hinton pediu desculpas pela "dor" causada pelos jornalistas comandados por ele durante o per&amp;iacute;odo em que comandou o grupo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ele foi a primeira v&amp;iacute;tima causada pelo esc&amp;acirc;ndalo dos grampos na parte americana do conglomerado, que pode sofrer ainda novas baixas. Na quinta-feira, o FBI anunciou que come&amp;ccedil;ou a investigar supostas escutas ilegais a parentes das v&amp;iacute;timas dos ataques de 11 de setembro de 2001 (mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es nesta p&amp;aacute;gina).&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Nos EUA, o conglomerado de Murdoch publica os jornais New York Post, Wall Street Journal e ainda &amp;eacute; dono do canal de TV Fox News e do est&amp;uacute;dio de cinema 20th Century Fox.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Press&amp;atilde;o saudita. A demiss&amp;atilde;o de Rebekah ocorreu poucas horas depois de a BBC exibir uma entrevista com o segundo maior investidor do grupo de Murdoch, o bilion&amp;aacute;rio pr&amp;iacute;ncipe saudita Al-Waleed bin Talal al-Saud, que pediu a cabe&amp;ccedil;a da jornalista.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O pr&amp;iacute;ncipe disse que Rebekah deveria deixar o cargo se achasse que sua conduta na chefia do News of the World foi inadequada. "Para mim, &amp;eacute;tica &amp;eacute; muito importante, n&amp;atilde;o vou lidar com uma mulher sobre a qual exista d&amp;uacute;vida a respeito de sua integridade", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ela era respons&amp;aacute;vel pelo tabloide durante a cobertura do caso da adolescente Milly Dowler, de 13 anos, assassinada em 2002. A jovem teve a caixa postal de seu celular grampeada e os recados foram apagados, dando esperan&amp;ccedil;as &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia e &amp;agrave; pol&amp;iacute;cia de que ela ainda estivesse viva e monitorando suas mensagens.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ao anunciar sua demiss&amp;atilde;o, REbekah afirmou que, caso tentasse se manter no cargo, ela se colocaria no centro das aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es e atrapalharia os esfor&amp;ccedil;os para resolver os problemas do passado. Ela afirma que n&amp;atilde;o sabia dos grampos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Saia-justa. O magnata australiano se encontrou privadamente ontem com os pais e a irm&amp;atilde; de Milly. Segundo o advogado da fam&amp;iacute;lia da jovem assassinada, Mark Lewis, Murdoch pediu desculpas "muitas vezes" de forma humilde, abalada e sincera, levando as m&amp;atilde;os ao rosto v&amp;aacute;rias vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A fam&amp;iacute;lia disse ao empres&amp;aacute;rio que a imprensa deve se pautar pela "dec&amp;ecirc;ncia". O magnata deixou o hotel de luxo onde ocorreu o encontro aos gritos de "vergonha", vindos de manifestantes que o esperavam na rua.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ontem, no pedido p&amp;uacute;blico de desculpas, Murdoch lamentou o p&amp;eacute;ssimo comportamento da News International e o sofrimento dos indiv&amp;iacute;duos afetados.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;"Lamentamos n&amp;atilde;o termos agido suficientemente r&amp;aacute;pido e reconhe&amp;ccedil;o que um simples pedido de desculpas n&amp;atilde;o &amp;eacute; suficiente", disse a nota do magnata. "Nos pr&amp;oacute;ximos dias, enquanto tomamos atitudes concretas para resolver a quest&amp;atilde;o e os danos que causamos, voc&amp;ecirc;s ter&amp;atilde;o mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es."&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para tentar conter a indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular, o grupo decidiu fechar o News of the World, jornal dominical que era publicado h&amp;aacute; 168 anos e era um dos mais vendidos da Gr&amp;atilde;-Bretanha. A empresa de Murdoch contratou ainda uma ag&amp;ecirc;ncia de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas para conter a crise. O magnata e seu filho, James, tamb&amp;eacute;m aceitaram depor sobre o caso no Parlamento brit&amp;acirc;nico, na ter&amp;ccedil;a-feira. / REUTERS, AP e NYT&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;PARA LEMBRAR&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em 2005, a 1&amp;ordf; suspeita&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em novembro de 2005, o tabloide News of the World publica not&amp;iacute;cia sobre uma contus&amp;atilde;o no joelho do pr&amp;iacute;ncipe William, da qual ningu&amp;eacute;m sabia. As reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es da fam&amp;iacute;lia real levam &amp;agrave; abertura de um inqu&amp;eacute;rito e ao in&amp;iacute;cio do esc&amp;acirc;ndalo. A pol&amp;iacute;cia descobre que o tabloide grampeou famosos, como a atriz Gwyneth Paltrow, o cantor George Michael e o prefeito de Londres, Boris Johnson. Em 2006, o rep&amp;oacute;rter Clive Goodman e o investigador Glen Mulcaire, contratado pelo jornal, foram presos. Na semana passada, o caso voltou &amp;agrave; tona ap&amp;oacute;s den&amp;uacute;ncias de que o News of the World tamb&amp;eacute;m havia grampeado parentes de v&amp;iacute;timas dos atentados a Londres, em 2005, e parentes de soldados mortos no Iraque e no Afeganist&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;PONTOS-CHAVE&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Press&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica prejudicou compra de TV&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Perda de apoio&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A crise desencadeada pelo esc&amp;acirc;ndalo de grampos fez o Parlamento brit&amp;acirc;nico pressionar Murdoch a desistir da compra da TV por sat&amp;eacute;lite BSkyB&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Liberal-democratas&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Sem elos com Murdoch, como trabalhistas e conservadores, o partido do vice-premi&amp;ecirc; Nick Clegg foi o primeiro a defender um veto &amp;agrave; compra&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;David Cameron&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Diante da gravidade das den&amp;uacute;ncias e do envolvimento de seu ex-porta-voz, premi&amp;ecirc; pediu que Murdoch&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;desistisse do neg&amp;oacute;cio&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 16/7/2011</description><author>Internacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=t57XFVNI7lhcuW2tI5S+Zg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 16 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=t57XFVNI7lhcuW2tI5S+Zg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Um jornal contra a visão de mundo de Murdoch</title><description>&lt;p&gt;Em uma bela manh&amp;atilde; de domingo no Castelo de Brideshead, Sebastian Flyte interrompe uma conversa errante sobre religi&amp;atilde;o e moral porque quer se dedicar aos tabloides. &amp;ldquo;Ele se voltou para as p&amp;aacute;ginas do News of the World e disse: &amp;lsquo;Outro chefe dos escoteiros aprontando... Ah, n&amp;atilde;o seja chato, Charles, quero ler sobre a mulher em Hull que anda usando um instrumento... Outros trinta e oito casos foram levados em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para conden&amp;aacute;-la a seis meses &amp;ndash; meu Deus!&amp;rsquo;.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;George Orwell soube como montar um cen&amp;aacute;rio para um devaneio apraz&amp;iacute;vel sobre a maldade humana: &amp;ldquo;Uma tarde de domingo, de prefer&amp;ecirc;ncia antes da guerra. A esposa j&amp;aacute; est&amp;aacute; dormindo na poltrona, e as crian&amp;ccedil;as receberam ordens de sair. Voc&amp;ecirc; coloca os p&amp;eacute;s no sof&amp;aacute; e abre o News of the World... em circunst&amp;acirc;ncias t&amp;atilde;o favor&amp;aacute;veis, sobre o que voc&amp;ecirc; gostaria de ler?&amp;rdquo;. A resposta de Orwell &amp;ndash; &amp;ldquo;Sobre um assassinato, naturalmente&amp;rdquo; &amp;ndash; &amp;eacute; diferente da prefer&amp;ecirc;ncia de Evelyn Waugh por desvios sexuais. Mas, desde a metade da &amp;eacute;poca vitoriana, o News of the World foi a f&amp;oacute;rmula mais atraente para descrever crime, sordidez e v&amp;iacute;cio. A genialidade da f&amp;oacute;rmula repousa em dois tipos distintos de hipocrisia. Primeiro, not&amp;iacute;cias tristes sobre a fraqueza humana n&amp;atilde;o eram alardeadas com t&amp;aacute;ticas melodram&amp;aacute;ticas e sensacionalistas. O relato ficava mais para o lado do lamento do que da raiva. Segundo, os rep&amp;oacute;rteres e editores assumiam uma postura muito moralizante. Eles levavam a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre um bordel, digamos, s&amp;oacute; at&amp;eacute; certo ponto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coloque isso nas m&amp;atilde;os de Rupert Murdoch e seus subordinados: eles se apossaram do s&amp;oacute;lido News of the World, e o mundo cruel que ele cobria, e o transformaram em um jornal em que a quest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o era at&amp;eacute; onde a natureza humana pode se afundar, mas sim se existia algo, por mais depravado que fosse, que um rep&amp;oacute;rter n&amp;atilde;o pudesse ser induzido a fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obviamente, esse punhado de gente que sofre diariamente essas intrus&amp;otilde;es desalmadas s&amp;atilde;o pessoas que est&amp;atilde;o altamente aflitas e perturbadas. Um efeito oposto, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; produzido sobre os muitos milh&amp;otilde;es de pessoas que n&amp;atilde;o sofreram algum tipo de viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que desejam ardentemente ler sobre quem sofreu. Quando rep&amp;oacute;rteres falam sobre a influ&amp;ecirc;ncia que os jornais de Murdoch exercem sobre os pol&amp;iacute;ticos, o que eles est&amp;atilde;o querendo dizer &amp;eacute; sobre os leitores de Murdoch. Sua &amp;uacute;nica grande aptid&amp;atilde;o &amp;eacute; saber o que eles querem. E o que eles querem &amp;eacute; invas&amp;atilde;o de privacidade &amp;ndash; e muita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Guardian quebrou um c&amp;oacute;digo t&amp;aacute;cito da m&amp;aacute;fia da&amp;nbsp; imprensa brit&amp;acirc;nica ao investigar outro jornal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os efeitos colaterais relativos do esc&amp;acirc;ndalo sobre os dois principais partidos pol&amp;iacute;ticos da Inglaterra s&amp;atilde;o parecidos. Governos trabalhistas mantiveram um relacionamento longo e afetuoso com Murdoch, enquanto o l&amp;iacute;der do Partido Conservador, David Cameron, chamou um ex-editor do News of the World que est&amp;aacute; envolvido no esc&amp;acirc;ndalo dos grampos para um cargo importante de m&amp;iacute;dia. O aspecto mais negligenciado de todo o imbr&amp;oacute;glio &amp;eacute; este. A maioria das acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pr&amp;aacute;ticas duvidosas contra o monstrengo de Murdoch veio de outro jornal. Sob a responsabilidade editorial de Alan Rusbridger, o Guardian se prop&amp;ocirc;s a quebrar um velho c&amp;oacute;digo t&amp;aacute;cito da m&amp;aacute;fia da imprensa brit&amp;acirc;nica &amp;ndash; de que &amp;ldquo;cachorro n&amp;atilde;o come cachorro&amp;rdquo;. O gabinete do primeiro-ministro mostrou-se incapaz de levar a cabo uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o; os tribunais e a acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parecem n&amp;atilde;o ter a menor ideia sobre o estado da lei; e a pol&amp;iacute;cia estava muito ocupada coletando suas propinas. &amp;Eacute; animador registrar que, quando a imprensa precisou botar ordem na casa, havia um jornal disposto a fazer o servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Rusbridger e o Guardian formaram o bra&amp;ccedil;o em Londres do cons&amp;oacute;rcio da m&amp;iacute;dia que tentou impor algum tipo de ordem na bagun&amp;ccedil;a que o WikiLeaks tinha virado. Agora, nesse caso, as revela&amp;ccedil;&amp;otilde;es eram graves e sobre quest&amp;otilde;es realmente importantes. O que salta aos olhos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao material do News of the World &amp;eacute; a implac&amp;aacute;vel futilidade: coisas cru&amp;eacute;is acontecem com pessoas comuns ou coisas s&amp;oacute;rdidas acontecem com pessoas famosas. Uma esp&amp;eacute;cie de Lei de Gresham come&amp;ccedil;a a fazer desaparecer a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o real por meio de imensas ondas de sentimentalismo excessivo e populismo. Nesse sentido, tamb&amp;eacute;m, muito vai depender dos resultados da batalha entre as vis&amp;otilde;es de mundo do Guardian e de Ruper Murdoch.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Época&lt;/em&gt; - 18/7/2011</description><author>Nosso Mundo</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fBuN/zhWQ4ycQSE3u8lAGA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=fBuN/zhWQ4ycQSE3u8lAGA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornal O Tempo lança versão digital</title><description>&lt;p&gt;Os leitores do jornal O Tempo, da Sempre Editora (de Belo Horizonte) ter&amp;atilde;o a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ver as reportagens do peri&amp;oacute;dico em formato digital. Seguindo aquilo que j&amp;aacute; &amp;eacute; realidade nos grandes jornais do Pa&amp;iacute;s, a editora, com o aux&amp;iacute;lio da ferramenta da Digital Pages, passa a oferecer a partir desta semana uma vers&amp;atilde;o digital, com todas as p&amp;aacute;ginas do jornal reproduzidas via online. Al&amp;eacute;m de visualizar o conte&amp;uacute;do e ler as mat&amp;eacute;rias, os leitores tamb&amp;eacute;m poder&amp;atilde;o recomendar as p&amp;aacute;ginas e fazer anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelos primeiros 15 dias, o acesso ao conte&amp;uacute;do digitalizado ser&amp;aacute; oferecido gratuitamente a todos os internautas que acessarem o site do Tempo. Passado esse prazo, as assinaturas digitais ser&amp;atilde;o comercializadas por planos mensais, semestrais ou anuais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 7/7/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=98CIitF/xMoXGVgvPUl/QQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 07 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=98CIitF/xMoXGVgvPUl/QQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Britânicos veem fechamento de jornal com desconfiança</title><description>&lt;p&gt;A decis&amp;atilde;o da News Corporation de fechar o tabloide brit&amp;acirc;nico News of the World, na quinta-feira, n&amp;atilde;o ajudou muito a silenciar a revolta sobre as revela&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o jornal obteve grampeando os telefones de cidad&amp;atilde;os privados. Em vez disso, pode ter jogado mais lenha na fogueira da indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Uma onda de desconfian&amp;ccedil;a e de condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o se ergueu de todas as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es dirigida principalmente contra Rupert Murdoch, uma figura t&amp;atilde;o poderosa como pol&amp;ecirc;mica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O establishment da m&amp;iacute;dia brit&amp;acirc;nica, usu&amp;aacute;rios de Facebook e do Twitter e at&amp;eacute; empregados do pr&amp;oacute;prio Murdoch questionaram sua iniciativa. Alguns disseram que era um compl&amp;ocirc; para salvar a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo governo da amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do controle da News Corp. sobre a empresa de comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es via sat&amp;eacute;lite British Sky Broadcasting, ou BSkyB. Outros a viram como uma mera reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da marca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; h&amp;aacute; ind&amp;iacute;cios de que o News of the World pode ser reconstitu&amp;iacute;do de alguma forma. De acordo com fontes pr&amp;oacute;ximas &amp;agrave; empresa, a News Corp. j&amp;aacute; vinha estudando o lan&amp;ccedil;amento de uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dominical de seu outro tabloide, The Sun. O fim do News of the World, que circula somente aos domingos, parece criar uma oportunidade para isso. A News International, de Murdoch, &amp;eacute; a maior editora de jornais da Gr&amp;atilde;-Bretanha, um status que confere a seu dono uma tremenda influ&amp;ecirc;ncia econ&amp;ocirc;mica e pol&amp;iacute;tica. Al&amp;eacute;m de publicar o News of the World e o Sun, a News International possui tamb&amp;eacute;m o Times, um jornal menor, mas de maior prest&amp;iacute;gio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pr&amp;oacute;s e contras. O News of the World tem uma circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2,7 milh&amp;otilde;es, volume que confere escala &amp;agrave; News International entre os anunciantes e um dom&amp;iacute;nio do mercado que, segundo analistas, Murdoch provavelmente n&amp;atilde;o quer ver reduzido. "Sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa no mercado jornal&amp;iacute;stico &amp;eacute; uma parte muito importante de sua base de poder no pa&amp;iacute;s - ela &amp;eacute; essencial para sua for&amp;ccedil;a e influ&amp;ecirc;ncia", diz Claire Enders, da Enders Analysis, uma empresa de pesquisa de m&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com ela, a News Corp., provavelmente, n&amp;atilde;o abrir&amp;aacute; m&amp;atilde;o desse poder e seria inteligente em analisar uma publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o semelhante ao News of the World sob uma marca diferente. N&amp;atilde;o fazer isso, sustenta Claire, seria um problema empresarial grave no que diz respeito &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica de seus jornais e de suas receitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros especialistas questionam se o sucesso do News of the World seria reproduzido com tanta facilidade. "Creio que eles ficariam muito pressionados a aumentar a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sun a esse n&amp;iacute;vel", diz George Brock, diretor de jornalismo da City University, em Londres. Para ele, um Sun dominical, provavelmente, n&amp;atilde;o seria uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa. A vantagem para a empresa de Murdoch seria conter qualquer amea&amp;ccedil;a &amp;agrave; compra pendente da BSkyB pela empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A News Corp. enfrenta tamb&amp;eacute;m uma fuga de anunciantes, algo que os usu&amp;aacute;rios de m&amp;iacute;dias sociais acreditam poder acelerar criando uma campanha online para encorajar um boicote &amp;agrave; companhia. Um usu&amp;aacute;rio do Twitter, Paul Friend, criou um documento no Google com os e-mails dos presidentes executivos das empresas que anunciam no jornal. Centenas de pessoas enviaram menagens para os executivos com suas queixas. Na quinta-feira de manh&amp;atilde;, mais de 20 empresas disseram que suspenderiam ou reavaliaram seus gastos publicit&amp;aacute;rios no jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave; medida que o esc&amp;acirc;ndalo se ampliava durante a semana, a m&amp;iacute;dia social tornou-se um importante ve&amp;iacute;culo para as pessoas expressarem seu descontentamento. Um coro crescente de usu&amp;aacute;rios do Facebook e do Twitter pede uma presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contas completa das alega&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que executivos do News of the World subornaram policiais, mentiram para membros do Parlamento e contrataram investigadores para ouvir mensagens de correio de voz deixadas em telefones celulares de uma garota assassinada e de v&amp;iacute;timas de ataques terroristas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Babbs, diretor executivo da 38 Degrees, uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defesa de interesses da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, disse que mais de 110 mil assinaturas foram recolhidas nos &amp;uacute;ltimos dias cobrando um inqu&amp;eacute;rito completo sobre o caso. A organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; pedindo que o governo rejeite o pedido de Murdoch para obter uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o controladora na BSkyB. / TRADU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE CELSO PACIORNIK&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;S&amp;Atilde;O JORNALISTAS DO INTERNATIONAL HERALD TRIBUNE&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 9/7/2011</description><author>Internacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=mcIB77tEo5QhYQ9uValeFw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 09 Jul 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=mcIB77tEo5QhYQ9uValeFw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Whats News</title><description>&lt;p&gt;A News Corp. est&amp;aacute; perto de fechar a venda de parte de seu combalido site de m&amp;iacute;dia social Myspace, segundo pessoas a par da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Dona tamb&amp;eacute;m do Wall Street Journal, a News Corp. n&amp;atilde;o conseguiu achar comprador que pagasse um valor atraente pelo site inteiro e agora estuda passar o controle operacional a um s&amp;oacute;cio, disseram as pessoas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 6/6/2011</description><author>Whats News</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aTRQjaYLbQzkGojWOUAx7w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 06 Jun 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aTRQjaYLbQzkGojWOUAx7w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Quem paga pra ler</title><description>&lt;p&gt;Desde que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos ambientes off-line e online come&amp;ccedil;ou a tomar o dia a dia das reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o modelo de neg&amp;oacute;cios atrelado &amp;agrave; cobran&amp;ccedil;a ou &amp;agrave; gratuidade do conte&amp;uacute;do dos ve&amp;iacute;culos tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; debatido. A internet comercial enfrentou a mesma dicotomia. Ora libera o conte&amp;uacute;do, ora se fecham os sites noticiosos, parcial ou completamente. O sucesso de blogs agregadores como o Huffington Post e, mais recentemente, Flipboard e Zite, paraiPad, amplia ainda mais essa quest&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que eles re&amp;uacute;nem e fornecem conte&amp;uacute;do de forma gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Meio &amp;amp; Mensagem dirigiu o seguinte questionamento a quatro jornais do Pa&amp;iacute;s: "A cobran&amp;ccedil;a de conte&amp;uacute;do dos jornais nas plataformas digitais (internet e tablets) funciona para o Brasil?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Por um lado, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o jornal impresso n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas a leitura, &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m sinest&amp;eacute;sica" afirma Caio Braga, superintendente de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Di&amp;aacute;rios Associados, que tem o di&amp;aacute;rio O Estado de Minas com vers&amp;atilde;o para o iPad. Ele continua: "Para muitos, significa um h&amp;aacute;bito que comp&amp;otilde;e o ritual de uma jornada di&amp;aacute;ria. Sem contar a possibilidade da leitura compartilhada. O mesmo jornal, lido, ao mesmo tempo, por mais de uma pessoa" De acordo com ele, o jornal via tablet tem como principal diferencial a sua portabilidade sem fronteiras, porque agregam muito valor. "E estamos buscando constantemente melhorias e adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para atender ao nosso p&amp;uacute;blico"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate est&amp;aacute; longe de atingir um consenso. Afinal, um dos mais influentes di&amp;aacute;rios dos Estados Unidos, o The New York Times, fechou parcialmente o conte&amp;uacute;do do site e registrou queda de tr&amp;aacute;fego de quase 25% em page views.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The Daily, primeiro jomal mundial exclusivo para iPad, de conte&amp;uacute;do pago, teve um preju&amp;iacute;zo de US$ 10 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A seguir, os representantes de jornais brasileiros comentam o modelo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;VE&amp;Iacute;CULO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro D&amp;oacute;ria &amp;mdash; editor executivo de plataformas digitais do jornal O Globo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O brasileiro j&amp;aacute; tem o h&amp;aacute;bito de pagar por apps no iPhone e no iPad. A plataforma m&amp;oacute;vel, ao se descolar da web, criou essa nova cultura que &amp;eacute; uma porta de entrada e, portanto, uma oportunidade. N&amp;atilde;o creio que o brasileiro pagaria, na web, pelo tipo de notici&amp;aacute;rio que se encontra em qualquer site. Mas um ve&amp;iacute;culo que ofere&amp;ccedil;a, al&amp;eacute;m da hard news, profundidade, an&amp;aacute;lise e servi&amp;ccedil;os que ajudem o leitor a compreender o que acontece, pode ter futuro, sim. E h&amp;aacute; outros modelos. O da assinatura digital em pacote, por exemplo, que ofere&amp;ccedil;a ao leitor informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em todos os dispositivos que fazem parte do seu dia a dia. Estamos muito no in&amp;iacute;cio deste processo. Na internet, tudo est&amp;aacute; sendo inventado ainda e &amp;eacute; cedo demais para dizer que uma cultura de gratuidade se consolidou. Ainda &amp;eacute; cedo para o futuro."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;VE&amp;Iacute;CULO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leonardo Attuch &amp;mdash; s&amp;oacute;cio do jornal exclusivo para tablet Brasil 247&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A cobran&amp;ccedil;a pelo conte&amp;uacute;do online &amp;eacute; e ser&amp;aacute; uma guerra perdida no Brasil. O consumidor de not&amp;iacute;cias n&amp;atilde;o aceita pagar por conte&amp;uacute;do uma vez que se acostumou a ler de gra&amp;ccedil;a. E isso n&amp;atilde;o tem nada a ver com qualidade. Se houvesse qualidade editorial apenas no conte&amp;uacute;do pago, como dever&amp;iacute;amos considerar as televis&amp;otilde;es, os portais ou mesmo o r&amp;aacute;dio? A internet j&amp;aacute; oferece uma ampla cobertura dos fatos, n&amp;atilde;o apenas noticiosa, mas tamb&amp;eacute;m com an&amp;aacute;lise e profundidade. E isso, como nas outras m&amp;iacute;dias gratuitas, pode ser suportado pelos anunciantes. L&amp;aacute; fora, todos os jornais que colocaram os chamados paywalls tiveram quedas abruptas no &amp;iacute;ndice de leitura. O mesmo tende a acontecer aqui se os editores optarem por esse caminho. No Brasil 247 nossa discuss&amp;atilde;o &amp;eacute; muito simples: como ampliar a oferta de conte&amp;uacute;do gratuito, e n&amp;atilde;o cobrar por conte&amp;uacute;do."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;VE&amp;Iacute;CULO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marta Gleich &amp;mdash; diretora de internet do Grupo RBS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A cobran&amp;ccedil;a de conte&amp;uacute;do dos jornais nas plataformas digitais se amplia no Brasil e tem tudo para dar certo. Os jornais se firmam como marcas de refer&amp;ecirc;ncia em informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m no meio digital, seja na internet, nos smartphones ou nos tablets. E o usu&amp;aacute;rio, pelo que as pesquisas indicam, est&amp;aacute; disposto a pagar por conte&amp;uacute;do de qualidade. Para onde o usu&amp;aacute;rio corre quando busca uma informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade e com credibilidade? Para o seu jomal de refer&amp;ecirc;ncia, para aquela marca na qual confia. Este conte&amp;uacute;do &amp;eacute; diferenciado, tem valor e produzi-lo custa caro. O leitor est&amp;aacute; acostumado a pagar por sua Zero Hora no Rio Grande do Sul ou por seu Di&amp;aacute;rio Catarinense em Santa Catarina, seja na banca ou ao fazer a assinatura. &amp;Eacute; natural que, ao consumir esses produtos nos meios digitais, siga reconhecendo seu valor."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;VE&amp;Iacute;CULO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caio Braga &amp;mdash;superintendente de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Di&amp;aacute;rios Associados&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Ser&amp;aacute; um caminho inevit&amp;aacute;vel. O que vai acontecer &amp;eacute; que a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de valor real da mensagem vai mudar, acontecendo de forma gradual. Hoje, existem conte&amp;uacute;dos gratuitos na internet e as pessoas acessam de maneira aleat&amp;oacute;ria. Mas &amp;eacute; natural que os usu&amp;aacute;rios comecem a pagar pelo acesso &amp;agrave;s not&amp;iacute;cias mais confi&amp;aacute;veis. N&amp;oacute;s, h&amp;aacute; dois anos, possu&amp;iacute;mos assinantes digitais que, agora, chegam a oito mil. Atualmente, todo o material do jomal Estado de Minas pode ser acessado via iPad, sem custo, l&amp;aacute; foram quase 70 mil edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es entregues gratuitamente via tablet Mas, at&amp;eacute; o fim do semestre, pretendemos come&amp;ccedil;ar a cobrar pelos acessos. Para o exemplar avulso, a conta &amp;eacute; mais simples, pois j&amp;aacute; temos a tabela referencial da App Store. J&amp;aacute; para a assinatura, o fechar da conta &amp;eacute; mais complexo. &amp;Eacute; nossa inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o assinante do jomal impresso perceba como &amp;eacute; vantajosa a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das duas plataformas."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 23/5/2011</description><author>Em perspectiva</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=uJu79TjKmBedMpeUbWE3LQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 23 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=uJu79TjKmBedMpeUbWE3LQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Arianna Huffington entra no conselho do jornal EI País</title><description>&lt;p&gt;A jornalista americana Arianna Huffington, fundadora do jornal on-line "The Huffington Post", vai integrar o Conselho de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do peri&amp;oacute;dico espanhol "El Pa&amp;iacute;s", informou este ontem em seu site. Segundo o "El Pa&amp;iacute;s", a entrada de Arianna refor&amp;ccedil;a o compromisso do jornal de responder aos desafios das novas tecnologias na m&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Arianna a nosso Conselho ajudar&amp;aacute; a potencializar a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital do &amp;lsquo;El Pa&amp;iacute;s' e aumentar&amp;aacute; o peso internacional de nosso peri&amp;oacute;dico", afirmou Juan Luis Cebrian, presidente do jornal. "&amp;Eacute; uma satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o contar com ela em uma etapa t&amp;atilde;o crucial da hist&amp;oacute;ria de nosso di&amp;aacute;rio".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois da compra do "Huffington Post" pela AOL, Arianna ficou respons&amp;aacute;vel pela divis&amp;atilde;o de internet do grupo, que inclui, al&amp;eacute;m do "HuffPo", os sites TechCrunch, Engadget e AOL Music. Ela foi inclu&amp;iacute;da este ano, pela segunda vez, na lista das cem pessoas mais influentes do mundo da revista "Time".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 18/5/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=D8DgYmIuNQOBCXO9heVcrA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 18 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=D8DgYmIuNQOBCXO9heVcrA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Circulação de Zero Hora cresce pelo 14º mês consecutivo</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Zero Hora registrou crescimento, pelo 14&amp;ordm; m&amp;ecirc;s consecutivo, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2010. O jornal registrou, em mar&amp;ccedil;o deste ano, 187.798 exemplares pagos, mantendo-se l&amp;iacute;der em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitura no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Conforme o IVC, os n&amp;uacute;meros de mar&amp;ccedil;o deste ano s&amp;atilde;o superiores ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano passado. Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; ocorrendo desde fevereiro de 2010 - quando a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o havia crescido em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fevereiro de 2009 -, totalizando 14 meses de incremento na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior. O jornal tem alcan&amp;ccedil;ado m&amp;eacute;dias anuais crescentes de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o: em 2007, a m&amp;eacute;dia foi de 176.412 exemplares/dia, passando para 179.934 em 2008, 183.521 em 2009 e 184.663 no ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;De acordo com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ibope EasyMedia, de outubro de 2010, Zero Hora tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; l&amp;iacute;der em leitura, com 1,7 milh&amp;atilde;o de leitores. O segundo jornal de maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitura no Estado &amp;eacute; o Di&amp;aacute;rio Ga&amp;uacute;cho, tamb&amp;eacute;m do Grupo RBS. Em mar&amp;ccedil;o, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o paga do DG foi de 163.825 exemplares, e o n&amp;uacute;mero de leitores &amp;eacute; de 1,5 milh&amp;atilde;o de pessoas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 17/5/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2Ikjwbx8cv9X7NOhZluYuQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 17 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=2Ikjwbx8cv9X7NOhZluYuQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Diário Catarinense celebra 25 anos</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Com novos suplementos, novos colunistas e com a entrada nas telas dos tablets e dos smartphones, o jornal Di&amp;aacute;rio Catarinense, do Grupo RBS, celebra 25 anos nesta quinta-feira, 5 de maio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Para a data, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o preparou uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os fatos mais importantes que marcaram a trajet&amp;oacute;ria do jornal nesses 25 anos. Ser&amp;atilde;o destacadas as coberturas e a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do veiculo na hist&amp;oacute;ria do Estado de Santa Catarina e tamb&amp;eacute;m do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Grupo RBS tamb&amp;eacute;m aproveita a data para incrementar o jornal com novas se&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A partir de agora, o Di&amp;aacute;rio Catarinense ganha os cadernos Grande Florian&amp;oacute;polis (dedicado &amp;agrave; cobertura do cotidiano das cidades pr&amp;oacute;ximas &amp;agrave; capital), Vida e Sa&amp;uacute;de (voltado a temas de bem-estar e cuidados com o corpo e a mente) e Bit (destinado &amp;aacute; coberturas do universo digital e tecnol&amp;oacute;gico). Uma nova equipe de colunistas tamb&amp;eacute;m passa a fazer parte do jornal, em diferentes &amp;aacute;reas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Tamb&amp;eacute;m a partir deste maio de maio, os leitores poder&amp;atilde;o ler o conte&amp;uacute;do do Di&amp;aacute;rio Catarinense no iPad. A ideia do Grupo RBS &amp;eacute; que, at&amp;eacute; o fim do ano, o jornal tamb&amp;eacute;m chegue &amp;agrave;s telas dos demais tablets e tamb&amp;eacute;m do iPhone e outros smartphones. O portal di&amp;aacute;rio.com (que, segundo a RBS, tem uma m&amp;eacute;dia de tr&amp;ecirc;s milh&amp;otilde;es de visitas mensais) tamb&amp;eacute;m dever&amp;aacute; ser reformulado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O anivers&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; comemorado com uma grande campanha publicit&amp;aacute;ria, que ser&amp;aacute; divulgada em todos os demais canais do Grupo RBS.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 5/5/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=CUSkVkXLNOMlCO5jLHD64Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 05 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=CUSkVkXLNOMlCO5jLHD64Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Um casamento e um funeral</title><description>&lt;p&gt;Jornais e revistas de todo o mundo comemoram as not&amp;iacute;cias do fim de abril e in&amp;iacute;cio de maio. S&amp;oacute; no Reino Unido, a tiragem dos jornais aumentou 25% no dia seguinte ao casamento do pr&amp;iacute;ncipe William. J&amp;aacute;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;nos Estados Unidos o site do New York Times registrou aumento de 86% no n&amp;uacute;mero de acessos por conta da not&amp;iacute;cia da morte de Osama Bin Laden.&lt;span style="background: yellow; mso-highlight: yellow;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 11/5/2011</description><author>Mídia e Cia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=pwJXORtspXoo6Bl80zj1OA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 11 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=pwJXORtspXoo6Bl80zj1OA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornal Todo Dia Online chega a Porto Alegre em maio</title><description>&lt;p&gt;Voltado para ga&amp;uacute;chos, o jornal eletr&amp;ocirc;nico Todo Dia Online tem estreia prevista para maio. Editado pelo jornalista Robson Barenho, o novo ve&amp;iacute;culo contar&amp;aacute; com newsletter di&amp;aacute;ria e abordar&amp;aacute; assuntos como sa&amp;uacute;de, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, seguran&amp;ccedil;a, esporte e cultura, entre outros. "A reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; tem local definido e ter&amp;aacute; a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 15 jornalistas&amp;rdquo;, adiantou Barenho ao Portal Coletiva.net. A equipe ir&amp;aacute; operar na Rua dos Andradas 756, sala 202. O jornalista, que mora atualmente em Bras&amp;iacute;lia, onde finaliza os detalhes do jornal eletr&amp;ocirc;nico, instalar&amp;aacute; resid&amp;ecirc;ncia fixa em Porto Alegre e pretende fechar a equipe de profissionais at&amp;eacute; o final desta semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, Barenho palestrou no 2&amp;ordm; Encontro de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 53&amp;ordf; Legislatura AL-RS, realizada na Assembleia Legislativa do Estado. O profissional afirmou, na ocasi&amp;atilde;o, que n&amp;atilde;o acredita no futuro dos jornais impressos, pois, a longo prazo, eles ser&amp;atilde;o economicamente invi&amp;aacute;veis. Sobre as novas m&amp;iacute;dias eletr&amp;ocirc;nicas, Barenho afirmou n&amp;atilde;o ser a favor das redes sociais, uma vez que considera o email uma ferramenta mais pessoal e direta. Para ele, utilizar a Internet em tempo integral, principalmente via Twitter e outras redes, n&amp;atilde;o atinge os objetivos de uma comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o plena. "&amp;Eacute; perda de tempo", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 25/4/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=GqMALkchmCkTSZQwhhTNfA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=GqMALkchmCkTSZQwhhTNfA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Zero Hora cria Conselho de Design</title><description>&lt;p&gt;Um novo f&amp;oacute;rum para estreitar o contato entre profissionais, professores, estudantes de design e a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal foi criado por Zero Hora. O Conselho de Design se reunir&amp;aacute;, pela primeira vez, nesta segunda-feira, 25, para analisar a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual do jornal em todas as suas plataformas. Em encontros mensais, os integrantes v&amp;atilde;o conversar com editores, ilustradores, diagramadores e fot&amp;oacute;grafos sobre as t&amp;eacute;cnicas e recursos utilizados. O grupo tamb&amp;eacute;m dever&amp;aacute; fazer sugest&amp;otilde;es para aprimorar o trabalho da &amp;aacute;rea estrat&amp;eacute;gica, composta por mais de 50 profissionais. ZH publicar&amp;aacute; as principais opini&amp;otilde;es e sugest&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fazem parte do Conselho de Design de ZH o artista pl&amp;aacute;stico Leandro Selister; a estudante de jornalismo da PUC Juliana Szabluk; o arquiteto Iran Rosa; a designer Tatiana Sperhacke; o publicit&amp;aacute;rio Renato Tuta dos Santos J&amp;uacute;nior; o jornalista e professor da Unisinos Eduardo Veras; o jornalista e professor de fotografia da Famecos Elson Semp&amp;eacute;; o coordenador do curso de Design da Unisinos, Fabr&amp;iacute;cio Tarouco; e o professor de Design da UniRitter Norberto Bozzeti.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 25/4/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1B+UgUge1DE7H5rxMC4qlg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1B+UgUge1DE7H5rxMC4qlg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Brasil atrai interesse da News Corp., diz Murdoch</title><description>&lt;p&gt;A evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios de m&amp;iacute;dia impressa e digital, e de TV por assinatura no Brasil est&amp;aacute; atraindo a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mercados globais do setor. "Todos ao redor do mundo veem como o Brasil est&amp;aacute; crescendo e como esse bom desempenho coloca o pa&amp;iacute;s como um dos grandes mercados hoje. Para nosso neg&amp;oacute;cio de televis&amp;atilde;o, o pa&amp;iacute;s tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; ganhando import&amp;acirc;ncia." A afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi feita ao Valor por James Murdoch - prov&amp;aacute;vel sucessor de Rupert na News Corp., um imp&amp;eacute;rio de m&amp;iacute;dia de US$ 37 bilh&amp;otilde;es de faturamento - em sua primeira apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica desde que foi promovido pelo pai, Rupert, a vice-presidente de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es da companhia, no fim de mar&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;James Murdoch participou do 26&amp;ordm; Annual Spring Seminar, realizado pela Arthur W. Page Society, na semana passada, em Nova York. O tema do encontro, que reuniu cerca de 300 executivos de grandes empresas, ag&amp;ecirc;ncias de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas no Trump Soho, em Manhattan, era "Como cultivar a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um mundo complexo". A ideia era debater um novo modelo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o corporativa que consiga dar o recado com efic&amp;aacute;cia, levando em conta as novas m&amp;iacute;dias e sistemas de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como blogs, Facebook e Twitter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ter um discurso coerente com a pr&amp;aacute;tica corporativa, por exemplo, foi um dos conceitos mencionados por participantes do encontro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para resumir o que era realmente importante aos comunicadores nestes novos tempos, Roger Bolton, consultor s&amp;ecirc;nior da RBC Consulting, afirmou: "Voc&amp;ecirc; tem que ser quem voc&amp;ecirc; diz que &amp;eacute;."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso da News Corp., tr&amp;ecirc;s palavras caracterizam a vis&amp;atilde;o da empresa, explica Murdoch: ser digital, global e diversa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova realidade digital - mais &amp;aacute;gil e transparente - mudou a natureza da gest&amp;atilde;o da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas empresas e organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de toda sorte. "O resultado disso &amp;eacute; que a &amp;aacute;rea de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa, cada vez mais, sentar-se &amp;agrave;s mesas mais importantes das corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es", afirmou Murdoch. "Os desvios da verdade (dentro das empresas) v&amp;atilde;o ser descobertos pelos clientes cada vez mais r&amp;aacute;pida e assertivamente, e precisamos estar preparados."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre ser global, Murdoch afirmou que metade do neg&amp;oacute;cio da companhia est&amp;aacute; fora da Am&amp;eacute;rica: "&amp;Iacute;ndia e Brasil, por exemplo, est&amp;atilde;o se juntando rapidamente e em grande escala aos nossos clientes digitais. Ser relevante para esses clientes vai definir, de v&amp;aacute;rias formas, o nosso futuro como empresa."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Reino Unido, a BSkyB - British Sky Broadcasting - alcan&amp;ccedil;a 10 milh&amp;otilde;es de resid&amp;ecirc;ncias com sua TV digital, ou 35% das fam&amp;iacute;lias do Reino Unido. Mas em mercados mais novos, como Alemanha, It&amp;aacute;lia e &amp;Iacute;ndia, onde as transmiss&amp;otilde;es digitais come&amp;ccedil;aram mais recentemente, a empresa j&amp;aacute; tem 25 milh&amp;otilde;es de clientes. "Em seis anos de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; temos 30% do mercado na &amp;Iacute;ndia."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Murdoch informou que os jornais do grupo na Europa tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m obtido bons resultados. Segundo ele, a empresa vende hoje mais assinaturas eletr&amp;ocirc;nicas do "Times" do que o "Financial Times" vende em c&amp;oacute;pias impressas no Reino Unido. "Pela primeira vez, em d&amp;eacute;cadas, nossa massa de assinantes pagantes est&amp;aacute; aumentando", afirmou, sem citar n&amp;uacute;meros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, voltando &amp;agrave; quest&amp;atilde;o da diversidade de produtos, Murdoch lembrou que os jornais eletr&amp;ocirc;nicos do grupo agora competem com os canais de televis&amp;atilde;o a cabo - Sky News e "The Times", de Londres, est&amp;atilde;o a apenas dois bot&amp;otilde;es de dist&amp;acirc;ncia no mesmo smartphone - e isso est&amp;aacute; transformando o neg&amp;oacute;cio do jornalismo. "A natureza global de nosso neg&amp;oacute;cio hoje &amp;eacute; totalmente diferente do que era uma d&amp;eacute;cada atr&amp;aacute;s", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse novo ambiente, confian&amp;ccedil;a e reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o importam mais que nunca. S&amp;atilde;o conceitos que devem, na vis&amp;atilde;o do executivo da News Corp., estar integrados &amp;agrave; estrat&amp;eacute;gia da empresa num n&amp;iacute;vel mais profundo. "Pequenos erros de julgamento podem ter um impacto enorme", disse Murdoch. Em &amp;uacute;ltima inst&amp;acirc;ncia, a b&amp;uacute;ssola que ajuda a fazer essa leitura ser&amp;aacute; sempre o cliente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num universo mais exigente e em que as mentiras s&amp;atilde;o descobertas com maior facilidade, foi interessante notar que o executivo citou como exemplo de "constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de imagem e reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o" uma campanha realizada no Reino Unido entre os funcion&amp;aacute;rios da News Corp. que permitisse ao grupo dobrar de tamanho sem consumir mais energia com isso, nem emitir mais carbono. A campanha foi bem-sucedida e isso foi percebido pelos clientes, segundo ele. Mas Murdoch n&amp;atilde;o foi t&amp;atilde;o convincente ao responder a uma pergunta de um dos participantes do encontro, que quis saber como a News Corp. combinava o discurso da reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da linha editorial do Fox News, o canal de televis&amp;atilde;o a cabo americano, com "linha editorial tendenciosa, assumidamente republicana e altamente conversadora". O executivo desconversou e procurou elogiar o empreendedorismo da News Corp. ao lan&amp;ccedil;ar essa "op&amp;ccedil;&amp;atilde;o inovadora de entretenimento" que veio para concorrer com a CNN, ampliando, assim, a diversidade do portf&amp;oacute;lio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; o grande desafio da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aquilo que voc&amp;ecirc; fala sobre seus princ&amp;iacute;pios deve ter consist&amp;ecirc;ncia com a forma como voc&amp;ecirc; produz o conte&amp;uacute;do, deve haver coer&amp;ecirc;ncia entre o que eu falo e como eu me comporto", comentou Eraldo Carneiro, vice-presidente do conselho deliberativo da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Empresarial (Aberje).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 11/4/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=FQSQHdijFlMMH0a3qpiRpw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=FQSQHdijFlMMH0a3qpiRpw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Financial Times resiste à ingerência da Apple sobre assinaturas no iPad</title><description>&lt;p&gt;O di&amp;aacute;rio brit&amp;acirc;nico de neg&amp;oacute;cios "Financial Times" deseja continuar vendendo assinaturas para sua vers&amp;atilde;o digital diretamente aos leitores, em vez de entregar o controle sobre a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos clientes &amp;agrave; Apple, por meio do iPad, disse o diretor executivo do site FT.com.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O "Financial Times", que faz parte do grupo Pearson, oferece op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acesso ao seu conte&amp;uacute;do digital como parte de um pacote de assinaturas do jornal, mas a Apple insiste em que os grupos editorais utilizem sua loja de aplicativos, a App Store, para o relacionamento com os assinantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O iPad, tablet da Apple que j&amp;aacute; vendeu mais de 15 milh&amp;otilde;es de unidades e acaba de chegar &amp;agrave; segunda gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tornou-se um meio importante de atrair novos assinantes para o FT.com. Mas o "Financial Times" atribui grande valor ao relacionamento direto com os clientes, personalizando publicidade e produtos para sua audi&amp;ecirc;ncia, e por isso vem resistindo aos esfor&amp;ccedil;os da Apple para canalizar o processo de assinatura via App Store.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; N&amp;atilde;o queremos perder nosso relacionamento direto com os assinantes. Esse &amp;eacute; o cerne de nosso modelo de neg&amp;oacute;cios &amp;mdash; disse ontem Rob Grinshaw, diretor-executivo do "Financial Times".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele afirmou estar esperan&amp;ccedil;oso por um resultado positivo das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com Steve Jobs e companhia, mas acrescentou que "se acontecer de um ou outro canal n&amp;atilde;o se combinar bem com nosso modo de fazer neg&amp;oacute;cios, existem muitos outros canais dispon&amp;iacute;veis para n&amp;oacute;s".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grinshaw acrescentou que o relacionamento do jornal com a Apple &amp;eacute; "&amp;oacute;timo".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como o "Wall Street Journal", controlado pela News Corp de Rupert Murdoch, o "Financial Times" conseguiu convencer muitos de seus leitores a pagar para ler sua vers&amp;atilde;o digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O n&amp;uacute;mero total de assinantes pagos da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o subiu para 590 mil devido ao FT.com, ante os 440 mil leitores do jornal em papel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ve&amp;iacute;culos noticiosos menos especializados, como o "Times" de Londres, da News Corp, e o "New York Times", tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o adotando modelos de acesso fechado para conseguir que os leitores de suas vers&amp;otilde;es on-line paguem, em experi&amp;ecirc;ncias acompanhadas com grande interesse pelo restante do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A m&amp;iacute;dia vem reclamando da Apple desde fevereiro passado, quando ela lan&amp;ccedil;ou seu servi&amp;ccedil;o de assinatura de conte&amp;uacute;do digital voltado para revistas, jornais, v&amp;iacute;deos e m&amp;uacute;sicas comprados por meio de sua loja on-line iTunes App Store. No processo, a empresa de Steve Jobs abocanha 30% da receita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tempo de espera para comprar o iPad 2 diminui&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem, a Apple mudou o status de espera pelo iPad 2 em sua loja on-line. Quem fizer um pedido do tablet dever&amp;aacute; receb&amp;ecirc;-lo em duas ou tr&amp;ecirc;s semanas. No m&amp;ecirc;s passado, a espera informada pela companhia era de quatro a cinco semanas. Todos os modelos do iPad 2 apresentam menor tempo de espera nos EUA, assim como em lojas on-line para clientes em pa&amp;iacute;ses como Fran&amp;ccedil;a, Alemanha, It&amp;aacute;lia, Holanda e no Reino Unido.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 5/4/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=T5mYlhcUWRfz+U0I8bLX6Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=T5mYlhcUWRfz+U0I8bLX6Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Grupo Estado ganha prêmio como Destaque em Economia</title><description>&lt;p&gt;O grupo editorial O Estado de S. Paulo recebeu o pr&amp;ecirc;mio "Destaque Especial de Economia" de 2010, anualmente concedido pela Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), pela cobertura jornal&amp;iacute;stica e lideran&amp;ccedil;a na &amp;aacute;rea de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada h&amp;aacute; 50 anos, a CNDL re&amp;uacute;ne 27 federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estaduais com 850 mil empresas filiadas, representando aproximadamente 1,5 milh&amp;atilde;o de pontos de venda em todo o Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os premiados, entre personalidades e empresas, s&amp;atilde;o escolhidos por meio de pesquisa realizada nesse amplo universo representativo do com&amp;eacute;rcio nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao anunciar a entrega do pr&amp;ecirc;mio, o presidente da entidade, Roque Pelizzario Junior, disse que a escolha do Grupo Estado se deu principalmente pela influ&amp;ecirc;ncia de seu jornalismo entre os micros e pequenos empres&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; uma atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o indiscut&amp;iacute;vel em benef&amp;iacute;cio da sociedade brasileira", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A principal personalidade homenageada foi o ex-presidente Lula, que deixou de comparecer ao evento por causa do falecimento do empres&amp;aacute;rio Jos&amp;eacute; Alencar, ex-vice-presidente da Rep&amp;uacute;blica. Foi representado pelo ex-deputado Sigmaringa Seixas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ex-dirigente lojista, Jos&amp;eacute; Alencar tamb&amp;eacute;m foi homenageado no evento com a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Hino Nacional e com v&amp;iacute;deos que registraram passagens da sua atividade como empres&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 2/4/2011</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ecFDH/wXvCbq60UdGHeijQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 02 Apr 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ecFDH/wXvCbq60UdGHeijQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Whats News</title><description>&lt;p&gt;A &lt;span class="SpellE"&gt;News&lt;/span&gt; Corp. &lt;span class="GramE"&gt;anunciou&lt;/span&gt; a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de James &lt;span class="SpellE"&gt;Murdoch&lt;/span&gt;, 38 anos, para vice-diretor operacional, o que o p&amp;otilde;e numa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qual pode ser preparado para um dia dirigir o conglomerado de comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em lugar de seu pai, &lt;span class="SpellE"&gt;Rupert&lt;/span&gt;, 80, disse uma pessoa a par do assunto. James tem dirigido as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &lt;span class="SpellE"&gt;europeias&lt;/span&gt; e asi&amp;aacute;ticas do grupo, dono do WSJ.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 31/3/2011</description><author>Whats News</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=50krakrF2bWkk2BHznuhgQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=50krakrF2bWkk2BHznuhgQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Estado lança edição exclusiva para iPad</title><description>&lt;p&gt;O Grupo Estado lan&amp;ccedil;a hoje um nova edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal &amp;ldquo;O Estado de S. Paulo&amp;rdquo; exclusiva para iPad. "&amp;Eacute; uma iniciativa pioneira porque &amp;eacute; a primeira vers&amp;atilde;o de um jornal brasileiro feita especificamente para o iPad", diz o diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini. "N&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhum jornal no Brasil que tenha algo assim."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estado foi o primeiro jornal do Pa&amp;iacute;s a lan&amp;ccedil;ar um aplicativo para o iPad, no mesmo dia do lan&amp;ccedil;amento do tablet nos EUA, em 3 de abril do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o avulsa do Estad&amp;atilde;o Tablet vai custar US$ 1,99, e poder&amp;aacute; ser baixada somente na App Store. J&amp;aacute; os assinantes do servi&amp;ccedil;o digital, que custa R$ 29,90 por m&amp;ecirc;s, ter&amp;atilde;o acesso &amp;agrave; nova vers&amp;atilde;o sem custo adicional, bastando utilizar os mesmos dados de acesso que j&amp;aacute; possuem. Os assinantes do jornal impresso, por sua vez, tamb&amp;eacute;m poder&amp;atilde;o ter acesso, por mais R$ 10 mensais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O Estad&amp;atilde;o Tablet amplia o conceito da assinatura digital, j&amp;aacute; que o assinante tem acesso ao conte&amp;uacute;do em todos os ambientes", afirma Genesini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ideal para iPad. "A ideia &amp;eacute; oferecer ao usu&amp;aacute;rio a melhor experi&amp;ecirc;ncia em cada meio. Redesenhamos o jornal de papel e seu site, lan&amp;ccedil;amos a r&amp;aacute;dio Estad&amp;atilde;o ESPN, e agora a terceira vers&amp;atilde;o do Estad&amp;atilde;o Tablet, uma nova forma de ler o jornal, com v&amp;iacute;deos, &amp;aacute;udios e mais fotos", afirma Ricardo Gandour, diretor de Conte&amp;uacute;do do Grupo Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferen&amp;ccedil;a do Estad&amp;atilde;o Tablet em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos modelos existentes no Pa&amp;iacute;s &amp;eacute; que toda a concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o teve como foco o ponto de vista do usu&amp;aacute;rio de iPad e suas necessidades. Uma das mudan&amp;ccedil;as, por exemplo, &amp;eacute; a possibilidade de leitura sem depend&amp;ecirc;ncia de internet. Ou seja, depois de baixar a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o usu&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; de se manter conectado &amp;agrave; web 3G ou Wi-Fi para navegar ou ler as mat&amp;eacute;rias. E, ainda assim, ter&amp;aacute; um bot&amp;atilde;o no aplicativo caso deseje se conectar para ver mais novidades no portal do jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai estar dispon&amp;iacute;vel sete dias por semana, &amp;agrave;s 5h da manh&amp;atilde;, para que o usu&amp;aacute;rio possa ler durante o caf&amp;eacute;, indo para o trabalho ou mesmo no aeroporto. Por n&amp;atilde;o haver demora na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o usu&amp;aacute;rio de iPad ter&amp;aacute; not&amp;iacute;cias mais recentes do que o pr&amp;oacute;prio jornal impresso e poder&amp;aacute; ler o conte&amp;uacute;do do Estad&amp;atilde;o em qualquer lugar do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A melhoria da navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da forma de transmitir o conte&amp;uacute;do &amp;eacute; outro destaque. Al&amp;eacute;m da melhor visibilidade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s vers&amp;otilde;es anteriores, o novo aplicativo tamb&amp;eacute;m traz mais op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de interatividade, na forma de &amp;aacute;udio, v&amp;iacute;deos e infogr&amp;aacute;ficos interativos, entre outras op&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estad&amp;atilde;o Tablet ter&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m material de cinco suplementos do jornal impresso &amp;ndash; Link , Paladar, Ali&amp;aacute;s, Viagem e Sab&amp;aacute;tico &amp;ndash; que n&amp;atilde;o estavam dispon&amp;iacute;veis nas vers&amp;otilde;es anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo iPad, o assinante poder&amp;aacute; at&amp;eacute; comparar as duas vers&amp;otilde;es (a do tablet e a impressa), j&amp;aacute; que ser&amp;aacute; permitido tamb&amp;eacute;m baixar a vers&amp;atilde;o que traz o jornal impresso completo digitalizado, hoje dispon&amp;iacute;vel no Estad&amp;atilde;o.com para quem tem assinatura digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica para tablet &amp;eacute; diferente. Ser&amp;aacute; uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que aprofunda os temas do dia, prioriza an&amp;aacute;lise e opini&amp;atilde;o e recursos multim&amp;iacute;dia. E que valoriza o car&amp;aacute;ter opinativo do jornal, ao colocar blogueiros e colunistas no mesmo patamar", diz Gandour.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Loja de aplicativos. O lan&amp;ccedil;amento do aplicativo para tablet chega no mesmo momento em que o Grupo Estado lan&amp;ccedil;a uma loja de aplicativos dentro da App Store, da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por enquanto, somente o aplicativo do Estad&amp;atilde;o para iPad est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel na loja, mas o objetivo &amp;eacute; disponibilizar outros conte&amp;uacute;dos do Grupo Estado no mesmo local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Grupo Estado tamb&amp;eacute;m pretende, nos pr&amp;oacute;ximos meses, lan&amp;ccedil;ar o Estad&amp;atilde;o Tablet para outras plataformas, como os aparelhos que funcionam com Android 3.0.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 31/3/2011</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=dKHJaclE9vn9huaacqMhXA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=dKHJaclE9vn9huaacqMhXA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Donos do Brasil Econômico querem lançar revista semanal de variedades</title><description>&lt;p&gt;O grupo Ongoing, dono do jornal Brasil Econ&amp;ocirc;mico, segundo o Relat&amp;oacute;rio Reservado, estuda lan&amp;ccedil;ar uma revista semanal, com circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional, para concorrer com Veja, &amp;Eacute;poca e Isto&amp;eacute;. O investimento dever&amp;aacute; chegar a R$ 70 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil Econ&amp;ocirc;mico &amp;eacute; propriedade da Ejesa, fundada em setembro de 2009. A principal acionista &amp;eacute; Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, casada com o empres&amp;aacute;rio portugu&amp;ecirc;s Nuno Vasconcelos, presidente do grupo Ongoing.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente a Ejesa controla os jornais O Dia, o popular Meia Hora e o di&amp;aacute;rio esportivo Marca Campe&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;CidadeBiz&lt;/em&gt; - 23/3/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=7g4Yv8IA4h8oazIuVXYSOg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 23 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=7g4Yv8IA4h8oazIuVXYSOg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revista para iPad oferece apenas matérias que interessam ao leitor</title><description>&lt;p&gt;Est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel desde ontem, na App Store, um aplicativo gratuito para iPad cuja proposta &amp;eacute; criar digital que cont&amp;eacute;m apenas o que interessa ao leitor do tablet. A Zite, que &amp;eacute; gratuita, baseia-se nos dados de tr&amp;aacute;fego e de h&amp;aacute;bitos de leitura do usu&amp;aacute;rio no Twitter e no Google Reader. A partir da&amp;iacute;, rastreia a web &amp;agrave; procura de reportagens e posts em blogs com potencial para satisfazer seu gosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A revista foi criada na Universidade Columbia, em Vancouver, Canad&amp;aacute;. O sistema se aperfei&amp;ccedil;oa com o uso, pois registra quais artigos foram clicados pelo usu&amp;aacute;rio e, assim, passa a selecionar conte&amp;uacute;dos semelhantes para as pr&amp;oacute;ximas vezes que abrir a revista.&amp;nbsp; A Zite n&amp;atilde;o &amp;eacute; o primeiro aplicativo para iPad que oferece conte&amp;uacute;do personalizado. H&amp;aacute; outros, e o mais usado deles &amp;eacute; o Flipboard, lan&amp;ccedil;ado em meados do ano passado. A diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; que o Flipboard se baseia apenas no Twitter e no Facebook do usu&amp;aacute;rio, enquanto a Zite tem abrang&amp;ecirc;ncia mais ampla que a das redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;E descartou o uso do Facebook, que republica conte&amp;uacute;do de v&amp;aacute;rias fontes, podendo confundir o algoritmo da Zite. A revista digital se mostrou bem simples na hora de o usu&amp;aacute;rio configurar a lista de assuntos de seu interesse. Mas&amp;nbsp; o servi&amp;ccedil;o, ontem, ainda estava&amp;nbsp; meio lento. A produtora promete melhor&amp;aacute;-lo em breve.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 10/3/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=B9XgNCKOrmHH0MpLa7q0lw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=B9XgNCKOrmHH0MpLa7q0lw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais de todo o País têm versões para iPad</title><description>&lt;p&gt;Foi-se o tempo em que havia um descompasso acentuado entre as novas tecnologias implementadas pela m&amp;iacute;dia impressa nacional e a regional. Prova disso &amp;eacute; que atualmente boa parte dos jornais que circulam fora do eixo Rio/ S&amp;atilde;o Paulo ou j&amp;aacute; tem vers&amp;otilde;es para iPad e iPhone ou est&amp;aacute; em via de implant&amp;aacute;-la. O Estado de Minas. Correio Braziliense. Zero Hora. O Popular (GO), Gazeta do Povo (PR) e O Liberal (PA) est&amp;atilde;o entre os t&amp;iacute;tulos que fizeram essa atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica entre o final de 2010 e o come&amp;ccedil;o deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Popular, publicado pela Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Jaime C&amp;acirc;mara (OJC), foi um dos primeiros jornais regionais a entrar nessa nova era. As edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para iPad e iPhone foram disponibilizadas em outubro pelo Flipboard, aplicativo que agrega not&amp;iacute;cias de diferentes fontes. '"O leitor pode folhear o conte&amp;uacute;do de maneira intuitiva, conferir fotos e v&amp;iacute;deos, al&amp;eacute;m de compartilhar o conte&amp;uacute;do com amigos por e-mail", explica o gerente de novos produtos. Bruno Vilela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Liberal est&amp;aacute; presente no iPad e iPhone desde o segundo semestre do ano passado, mas ainda com recursos restritos. As Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es R&amp;oacute;mulo Maiorana (ORM), que publicam o t&amp;iacute;tulo, planejam atualizar as vers&amp;otilde;es para ambas as plataformas nas pr&amp;oacute;ximas semanas, com ferramentas interativas de v&amp;iacute;deo, fotos, &amp;aacute;udio e infogr&amp;aacute;ficos e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde janeiro, O Estado de Minas disponibiliza integralmente seu conte&amp;uacute;do no tablet da Apple. Montou, inclusive, uma editoria exclusiva, respons&amp;aacute;vel pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o extra de conte&amp;uacute;do e pelo gerenciamento de postagem de v&amp;iacute;deos, fotos e demais recursos interativos. Na primeira fase, o acesso &amp;eacute; gratuito e as p&amp;aacute;ginas s&amp;atilde;o visualizadas em PDF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As novidades foram anunciadas em campanha criada pela Filad&amp;eacute;lfia. Luiz Mendes J&amp;uacute;nior, gerente de neg&amp;oacute;cios convergentes, conta que no primeiro m&amp;ecirc;s de lan&amp;ccedil;amento 25% dos downloads foram feitos fora do Brasil, com destaque para Estados Unidos e Argentina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;COBRAN&amp;Ccedil;A&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Correio Braziliense &amp;eacute; mais um que apresentou seu aplicativo em janeiro. A empresa garante que no primeiro fim de semana ap&amp;oacute;s o lan&amp;ccedil;amento conquistou o topo no ranking dos aplicativos de not&amp;iacute;cias mais baixados na App Store do Brasil. 0 acesso permaneceu gratuito ate 20 de fevereiro. Ap&amp;oacute;s essa data, o Correio cobrar&amp;aacute; US$ 0,99 por edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de segunda-feira a s&amp;aacute;bado e de US$ 1,99 pelas de domingo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Grupo RBS estreou o Zero Hora no tablet no in&amp;iacute;cio de fevereiro. A iniciativa, segundo a empresa, faz parte do cronograma de investimentos em tecnologia. A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; presente em outras plataformas de &amp;uacute;ltima gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como em celulares e no e-reader da Kindle. Al&amp;eacute;m do material impresso, o aplicativo no iPad tamb&amp;eacute;m permitir&amp;aacute; acesso ao site do jornal, atualizado em tempo real. O projeto foi divulgado em campanha assinada pela ag&amp;ecirc;ncia Escala em parceria com o marketing da RBS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Cear&amp;aacute;, o jornal O Povo oferece os recursos do tablet desde setembro de 2010, segundo o diretor de m&amp;iacute;dia digital, Dem&amp;oacute;crito Dummar Neto. "A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; em tempo real. Os recursos de &amp;aacute;udio e v&amp;iacute;deo fazem parte do nosso planejamento para as pr&amp;oacute;ximas vers&amp;otilde;es que est&amp;atilde;o em fase de desenvolvimento", complementa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vers&amp;atilde;o iPad da Gazeta do Povo, editado pelo Grupo Paranaense de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Grpcom), chegou ao mercado na semana passada. Criado pela pr&amp;oacute;pria equipe da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o projeto foi pensado especificamente para o aparelho da Apple. "Mantivemos o DNA do impresso com os recursos interativos oferecidos pelo tablet. Isso permite agregar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao leitor", assinala o editor-executivo de imagem, Marcos Tavares. O gerente de marketing da unidade Gazeta Jornais, Axeu Beluca, ressalta que a campanha de lan&amp;ccedil;amento, assinada pela Getz, &amp;eacute; uma continuidade do conceito do an&amp;uacute;ncio institucional veiculado no ano passado, cujo mote "Gazeta do Povo. Do povo do Paran&amp;aacute;", refor&amp;ccedil;a o posicionamento do jornal de estar onde quer que o leitor esteja, independentemente da plataforma tecnol&amp;oacute;gica que ser&amp;aacute; utilizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Futuros Lan&amp;ccedil;amentos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Correio, publicado pela Rede Bahia, planeja lan&amp;ccedil;ar sua vers&amp;atilde;o iPad at&amp;eacute; abril. O jornal j&amp;aacute; est&amp;aacute; no iPhone, al&amp;eacute;m de ter desenvolvido sua vers&amp;atilde;o para mobile. O jornal Not&amp;iacute;cias do Dia. editado pela Rede Independ&amp;ecirc;ncia de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (RIC), planeja para 90 dias estrear no dispositivo m&amp;oacute;vel da Apple para as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que circulam em Florian&amp;oacute;polis, Joinville, Vale do Rio Tijucas e Costa da Esmeralda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No interior de S&amp;atilde;o Paulo, a Rede Anhanguera de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (RAC), dona dos jornais Correio Popular e Di&amp;aacute;rio do Povo, optou primeiro em fazer a vers&amp;atilde;o do seu sites para iPad, que desembarca no mercado at&amp;eacute; o final de fevereiro, &amp;eacute;poca em que tamb&amp;eacute;m muda o nome do portal, de cosmo.com.br para rac.com.br. O diretor de Tecnologia, Luiz Dutra, programa ainda para este semestre a estreia do Correio Popular no iPad, que ser&amp;aacute; o primeiro impresso do grupo a oferecer o aplicativo. Em Recife, o Jornal do Commercio, controlado pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SJCC), prev&amp;ecirc; at&amp;eacute; maio a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as novas plataformas. Os jornais A Tribuna, de Santos, cujo site est&amp;aacute; portado para plataformas m&amp;oacute;veis, e o baiano A Tarde, tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o planejando adicionar os tablets no seu mix de plataformas at&amp;eacute; meados do ano. (WM)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 21/2/2011</description><author>Acontece no Brasil</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Yc2kcQhqbVZTcuhVVApkgw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 21 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Yc2kcQhqbVZTcuhVVApkgw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornal Metro comemora 1000 edições</title><description>&lt;p&gt;Lan&amp;ccedil;ado em S&amp;atilde;o Paulo no m&amp;ecirc;s de maio de 2007, o jornal Metro alcan&amp;ccedil;a nesta segunda-feira 21 a marca de mil edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O peri&amp;oacute;dico do grupo Bandeirantes foi um dos respons&amp;aacute;veis, na &amp;eacute;poca, pelo aquecimento do mercado dos jornais gratuitos &amp;ndash; que, posteriormente, ganhou diversos outros t&amp;iacute;tulos, relacionados a diferentes temas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para celebrar o feito, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta segunda-feira circulou com duas p&amp;aacute;ginas especiais que fazem um resgate dos principais acontecimentos retratados desde o nascimento do jornal. A p&amp;aacute;gina tamb&amp;eacute;m mostra algumas curiosidades, como o perfil de entregadoras da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; que t&amp;ecirc;m a miss&amp;atilde;o de distribuir o Metro pelos far&amp;oacute;is da cidade &amp;ndash; e as capas das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais importantes do per&amp;iacute;odo, como as de n&amp;uacute;mero 1, 100, 200 e as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es campe&amp;atilde;s em n&amp;uacute;mero de p&amp;aacute;ginas e em tiragem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Complementando a comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o jornal ofereceu brindes aos seus leitores, como ingressos para o parque de divers&amp;otilde;es Hopi Hari, para sess&amp;otilde;es de cinema no Cinemark e para a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;Aacute;gua na Oca, que acontece no Ibirapuera. Para participar, os leitores deveriam acessar o site da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 21/2/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=60cUFKMO0j+nsF8Kj+9tkA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 21 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=60cUFKMO0j+nsF8Kj+9tkA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais e TVs são o novo front no Egito</title><description>&lt;p&gt;Cerca de 20 tanques e dezenas de soldados do Ex&amp;eacute;rcito protegem a frente do edif&amp;iacute;cio redondo da r&amp;aacute;dio e TV estatal, na beira do Rio Nilo, a menos de um quil&amp;ocirc;metro da Pra&amp;ccedil;a Tahrir. Ao lado, o pr&amp;eacute;dio do Minist&amp;eacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores parece bem menos vital para o regime: "apenas" seis tanques. No come&amp;ccedil;o dos protestos, dia 25, os manifestantes tentaram tomar a TV - um alvo cl&amp;aacute;ssico nas insurrei&amp;ccedil;&amp;otilde;es. E falam em tentar de novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A guerra no Egito luta-se com slogans, pedras, jatos d"&amp;aacute;gua, g&amp;aacute;s lacrimog&amp;ecirc;neo e muni&amp;ccedil;&amp;atilde;o real, mas &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m uma guerra de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estado possui nove canais de TV - um para cada prov&amp;iacute;ncia, mas todos captados nacionalmente - e um n&amp;uacute;mero equivalente de emissoras de r&amp;aacute;dio. N&amp;atilde;o existe canal privado de TV aberta. Mas elas est&amp;atilde;o nas frequ&amp;ecirc;ncias captadas com antena parab&amp;oacute;lica - que custa cerca de 500 libras eg&amp;iacute;pcias (US$ 83) e muitos eg&amp;iacute;pcios t&amp;ecirc;m. N&amp;atilde;o &amp;eacute; preciso pagar assinatura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrevista dada na segunda-feira a um deles, a Dream TV, pelo diretor de Marketing do Google para o Oriente M&amp;eacute;dio, Wael Ghonim, preso durante 12 dias, serve de combust&amp;iacute;vel novo para as manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es na pra&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos seis principais jornais do pa&amp;iacute;s, tr&amp;ecirc;s pertencem ao governo - Al-Ahram (A Pir&amp;acirc;mide) e Al-Akhbar (A Not&amp;iacute;cia) e Al-Gomhouria (A Rep&amp;uacute;blica) - e tr&amp;ecirc;s s&amp;atilde;o independentes - Al-Masry al-Youm (O Egito Hoje), Al-Dustour (A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o) e Al-Shorouk (O Amanhecer).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Suas manchetes de ontem dizem tudo sobre suas tend&amp;ecirc;ncias. Al-Ahram e Al-Akhbar sa&amp;iacute;ram com t&amp;iacute;tulos praticamente iguais, citando uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do vice-presidente Omar Suleiman: "Negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou insurrei&amp;ccedil;&amp;atilde;o". E acrescentavam nos subt&amp;iacute;tulos: "A primeira nos tira da crise; a segunda &amp;eacute; imprevis&amp;iacute;vel, e queremos evitar."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; o Al-Masry al-Youm destacou: "Pra&amp;ccedil;a Tahrir lotada; manifestantes cercam o Parlamento." O subt&amp;iacute;tulo diz: "Formado comit&amp;ecirc; para supervisionar mudan&amp;ccedil;as na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o." A manchete do Al-Dustour foi: "Impedido de entrar no pr&amp;eacute;dio do Conselho de Ministros, primeiro-ministro Ahmed Shafik sai do Parlamento disfar&amp;ccedil;ado."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E h&amp;aacute; as emissoras de TV internacionais e os sites de not&amp;iacute;cias na internet. A escolha da fonte de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o define a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada eg&amp;iacute;pcio no conflito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fontes alternativas. "Eu me informo pelos sites da BBC, da CNN e das ag&amp;ecirc;ncias internacionais de not&amp;iacute;cias, e pela TV Al-Jazira", conta o estudante de engenharia Mohamed el-Zaieri, de 20 anos, que apoia as manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Pra&amp;ccedil;a Tahrir. "N&amp;atilde;o dou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; TV estatal."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele diz que o custo mensal da conex&amp;atilde;o de internet n&amp;atilde;o &amp;eacute; um problema: 30 libras eg&amp;iacute;pcias (US$ 5), e um computador top de linha sai por US$ 500 no Egito, onde o imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; baixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; Nadia Abdel Moty, de 55 anos, afirma que assiste &amp;agrave; TV estatal "o tempo todo", e acredita "em tudo o que ela diz". Dona de uma loja de roupas populares num mercado no centro do Cairo, ela que prefere destinar o dinheiro que custa um jornal - 1,25 libra eg&amp;iacute;pcia (US$ 0,21) - a "coisas mais importantes, como p&amp;atilde;o".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m do notici&amp;aacute;rio, Nadia gosta de assistir &amp;agrave;s novelas na TV, mas ficou chocada com a &amp;uacute;ltima, "Zohra", sobre uma mulher que se casou cinco vezes e "n&amp;atilde;o se vestia de forma apropriada". A comerciante acha que o governo j&amp;aacute; fez muitas concess&amp;otilde;es e os manifestantes da Pra&amp;ccedil;a Tahrir devem voltar para casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Magdi el-Prince, de 57 anos, dono de uma butique de roupas femininas, pensa o contr&amp;aacute;rio: "N&amp;atilde;o podemos desistir agora. Mudan&amp;ccedil;as s&amp;oacute; ocorrem uma vez na vida. Estou muito feliz porque os jovens fizeram o que minha gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nunca conseguiu fazer." Ele lia o Al-Akhbar durante a manh&amp;atilde; de ontem, mas disse que o jornal do governo "s&amp;oacute; traz mentiras".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prince declarou que se informa principalmente pelo canal de TV saudita Al-Arabiya, preferido por muitos que consideram que a Al-Jazira se tornou tendenciosa demais em favor da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CINCO RAZ&amp;Otilde;ES PARA...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Explicar a revolta do mundo &amp;aacute;rabe&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. H&amp;aacute; um conflito de gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os velhos governantes e a maioria jovem. Atualmente, cerca de 65% dos eg&amp;iacute;pcios t&amp;ecirc;m menos de 30 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. A riqueza adquirida de recursos naturais n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; continuar a ter o mesmo efeito legitimador para regimes &amp;aacute;rabes no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. A carta "teol&amp;oacute;gica/teocr&amp;aacute;tica" usada para difamar isl&amp;acirc;micos vem se desgastando porque muitos se mostraram menos radicais que o governo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4. Todo o questionamento de agora n&amp;atilde;o teria sido poss&amp;iacute;vel sem o impacto da tecnologia que conectouos mu&amp;ccedil;ulmanos ao mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;5. Os eg&amp;iacute;pcios vivem um tempo de crescente enfraquecimento do &amp;iacute;mpeto das ideologias n&amp;atilde;o democr&amp;aacute;ticas dos anos 1950 e 1960.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 10/2/2011</description><author>Internacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ATkdHi2zpGNl/6hrMDQGvg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 10 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ATkdHi2zpGNl/6hrMDQGvg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>WSJ: novo iPad já está em produção</title><description>&lt;p&gt;Crescem dia a dia os rumores sobre a nova vers&amp;atilde;o do iPad, o tablet da Apple que j&amp;aacute; vendeu oito milh&amp;otilde;es de unidades em todo o mundo e abriu um novo fil&amp;atilde;o para as empresas de m&amp;iacute;dia e de tecnologia. Segundo informou ontem o jornal &amp;ldquo;Wall Street Journal&amp;rdquo;, o futuro iPad j&amp;aacute; est&amp;aacute; sendo produzido e dever&amp;aacute; ir para o mercado neste trimestre. De acordo com fontes do jornal, o novo iPad ser&amp;aacute; mais fino e leve que o primeiro modelo e ter&amp;aacute; um processador gr&amp;aacute;fico mais potente que o atual. Al&amp;eacute;m disso, a m&amp;aacute;quina dever&amp;aacute; ter pelo menos uma c&amp;acirc;mera na parte frontal para videoconfer&amp;ecirc;ncia, al&amp;eacute;m demais mem&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; segundo o site Patently Apple, a empresa tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; patenteando uma caneta do tipo stylus, que facilitaria o uso do iPad. Seria um recurso surpreendente, pois Steve Jobs sempre foi contra o uso de acess&amp;oacute;rios desse tipo no tablet ou no iPhone. A Apple, contudo, n&amp;atilde;o comentou qualquer informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; mas o &amp;ldquo;Wall Street Journal&amp;rdquo; n&amp;atilde;o costuma errar muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;TouchPad ter&amp;aacute; modelos&amp;nbsp; de 13GB e de 16GB&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto o novo iPad n&amp;atilde;o chega &amp;agrave;s lojas, as concorrentes tentam recuperar o espa&amp;ccedil;o no mercado. A HP, por exemplo, apresentou ontem, em S&amp;atilde;o Francisco, seu TouchPad. O tablet tem tela de 9,7 polegadas, 1,3 cent&amp;iacute;metro de espessura, Bluetooh, WiFi, e &amp;eacute; movido a um processador Snapdragon, da Qualcomm, com 1,2GHz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TouchPad estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel nos EUA em meados deste ano na vers&amp;atilde;o WiFi, enquanto a vers&amp;atilde;o 3G chegar&amp;aacute; no segundo semestre (tamb&amp;eacute;m l&amp;aacute; fora). A empresa n&amp;atilde;o informou nem quanto ele custar&amp;aacute;, nem se tem previs&amp;atilde;o de chegar ao Brasil por vias legais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a HP, haver&amp;aacute; modelos com capacidade para 16GB ou 32GB de armazenamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TouchPad tem webcam com 1,3 megapixel, tela com resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1024 por 768, e suporta videochamadas, al&amp;eacute;m de vir com alto-falantes est&amp;eacute;reo. O gadget pesa 750 gramas (cem gramas menos que o iPad) e suporta impress&amp;atilde;o sem fio.&amp;nbsp;&amp;nbsp; O TouchPad j&amp;aacute; tem acess&amp;oacute;rios prontos para ele &amp;mdash; um teclado sem fio, e um suporte para apoi&amp;aacute;-lo na posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o horizontal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Juntos, os dois fazem o tablet parecer um netbook estiloso. Al&amp;eacute;m da HP, a Dell, um dos maiores fabricantes de PCs do mundo, tamb&amp;eacute;m se prepara para entrar na briga com o tablet de Steve Jobs. A empresa anunciou, tamb&amp;eacute;m em S&amp;atilde;o Francisco, que vai apresentar ao mercado um tablet de dez polegadas, rodando Windows 7, voltado para o p&amp;uacute;blico corporativo, e outro tablet do mesmo tamanho com o sistema operacional Android, do Google, al&amp;eacute;m de um tablet convers&amp;iacute;vel em laptop. N&amp;atilde;o informou muito mais que isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;lsquo;J&amp;amp;Cia&amp;rsquo;: jornal brasileiro para iPad, s&amp;oacute; ap&amp;oacute;s carnaval&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui no Brasil, a novidade a respeito do mundo dos tablets ficou a cargo do informativo &amp;ldquo;Jornalistas &amp;amp; Cia&amp;rdquo;, dando conta de que est&amp;aacute; sendo estruturada a equipe do primeiro jornal brasileiro feito exclusivamente para iPads, smartphones e gadgets afins. Segundo o &amp;ldquo;J&amp;amp;Cia&amp;rdquo;, o lan&amp;ccedil;amento do jornal eletr&amp;ocirc;nico &amp;mdash; cujo nome est&amp;aacute; sendo mantido em sigilo &amp;mdash; acontecer&amp;aacute; logo ap&amp;oacute;s o carnaval, ou seja, mar&amp;ccedil;o. A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; duas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias (&amp;agrave;s 6h e &amp;agrave;s 20h) e sua sede ser&amp;aacute; em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 10/2/2011</description><author>Digital &amp; Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=qC7mayZ8+Z/r4604byrjqQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 10 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=qC7mayZ8+Z/r4604byrjqQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais e Apple disputam direitos de venda</title><description>&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s o lan&amp;ccedil;amento do Daily, jornal da News Corp, com exclusividade para o tablet iPad, a Apple quer o controle da comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de assinaturas de jornais a serem lidos no dispositivo m&amp;oacute;vel. A assinatura do novo jornal s&amp;oacute; pode ser adquirida na iTunes, loja virtual da Apple e custa US$ 0,99 por semana, cerca de R$ 1,60. Agora, a empresa norte-americana pretende manter a venda de assinaturas de outros jornais restritas ao iTunes, de acordo com a Folha de S.Paulo. A briga envolve publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es europeias e brasileiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple enviou uma carta a jornais de pelo menos cinco pa&amp;iacute;ses europeus proibindo-os de fornecer a assinantes de vers&amp;atilde;o impressa acesso ao conte&amp;uacute;do no iPad. Para a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Europeia de Editoras de Jornais (Enpa, entidade que representa 5,2 mil jornais em 25 pa&amp;iacute;ses), a venda tem de ser feita sem restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelas empresas respons&amp;aacute;veis pelas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A carta foi interpretada como um movimento para conquistar o monop&amp;oacute;lio da venda de assinaturas para o tablet. Isto &amp;eacute; o que ocorre com a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aplicativos para produtos Apple. A iTunes centraliza a venda e embolsa 30% do valor do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo a Folha, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil seria diferente. O coordenador do comit&amp;ecirc; de estrat&amp;eacute;gias digitais da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ) e diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini, afirma que as nossas empresas est&amp;atilde;o preparadas para um modelo em que a assinatura pode ser vendida dentro e fora do iTunes. Segundo ele, um exemplo &amp;eacute; a revista Veja, cuja assinatura anual pode ser comprada diretamente com a Editora Abril, mas o exemplar semanal &amp;eacute; vendido na loja da Apple. Ainda conforme a reportagem da Folha, al&amp;eacute;m de perder a possibilidade de negociar pacotes que incluam a vers&amp;atilde;o impressa e eletr&amp;ocirc;nica, os jornais temem que um eventual monop&amp;oacute;lio da Apple crie uma barreira entre empresas e assinantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"N&amp;oacute;s precisamos saber quem &amp;eacute; o nosso assinante. N&amp;atilde;o podemos concordar que a Apple fique com essa base de dados. Nosso assinante tem rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o conosco. N&amp;atilde;o podemos permitir que ele ligue para o nosso call center e n&amp;atilde;o tenhamos a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que ele &amp;eacute; assinante da vers&amp;atilde;o para o iPad", disse Genesini.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 9/2/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=d8U8h6/KrfUfCGLLsi5M9A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=d8U8h6/KrfUfCGLLsi5M9A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Estadão mais paulista</title><description>&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de O&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Estado de S. Paulo foi a que mais cresceu em 2010: 11%, segundo o IVC. Mas h&amp;aacute; um detalhe. O Estad&amp;atilde;o se tornou, nos &amp;uacute;ltimos anos, um grande ve&amp;iacute;culo regional. Dos 236 mil exemplares di&amp;aacute;rios vendidos, em m&amp;eacute;dia, apenas 4% sa&amp;iacute;ram de S&amp;atilde;o Paulo. J&amp;aacute; no caso da concorrente Folha de S. Paulo, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; diferente. O jornal coloca fora do territ&amp;oacute;rio paulista 31% dos 294 mil exemplares vendidos por dia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 7/2/2011</description><author>Mídia e Cia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=vLwh+dEnYjpSVEQWafsjwA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=vLwh+dEnYjpSVEQWafsjwA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Correio, da Bahia: o jornal que mais cresce no Brasil</title><description>&lt;p&gt;O balan&amp;ccedil;o do IVC &amp;ndash; Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os n&amp;uacute;meros de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais no Brasil em 2010 mostra que o t&amp;iacute;tulo que mais cresceu no ano passado foi o Correio, editado pela Rede Bahia, que teve alta de 77%, atingindo m&amp;eacute;dia anual de 34,6 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No consolidado ao ano, o jornal A Tarde ainda aparece como maior jornal da Bahia, com m&amp;eacute;dia de 42,2 mil exemplares. Entretanto, desde setembro o Correio se mant&amp;eacute;m &amp;agrave; frente &amp;ndash; o que comprova o acerto da mudan&amp;ccedil;a gr&amp;aacute;fica e editorial empreendida desde agosto de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m merecem destaque no ranking do IVC os populares Dez Minutos, de Manaus, com alta de 38%, e o goiano Daqui, que avan&amp;ccedil;ou 36%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira, abaixo, o desempenho dos 50 maiores jornais do Pa&amp;iacute;s, com a m&amp;eacute;dia de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o por exemplar em 2010 e a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2009:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1&amp;ordm; Super Not&amp;iacute;cia (MG) &amp;ndash; 295.701 (2,2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2&amp;ordm; Folha de S. Paulo (SP) &amp;ndash; 294.498 (-0,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3&amp;ordm; O Globo (RJ) &amp;ndash; 262.435 (2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4&amp;ordm; Extra (RJ) &amp;ndash; 242.306 (-2,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5&amp;ordm; O Estado de S. Paulo (SP) &amp;ndash; 236.369 (11%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6&amp;ordm; Zero Hora (RS) &amp;ndash; 184.663 (0,6%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7&amp;ordm; Meia Hora (RJ) &amp;ndash; 157.654 (-15,1%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8&amp;ordm; Correio do Povo (RS) &amp;ndash; 157.409 (1,5%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;9&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio Ga&amp;uacute;cho (RS) &amp;ndash; 150.744 (2,6%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10&amp;ordm; Aqui (consolidado das edi&amp;ccedil;&amp;atilde;os MG,MA, DF e PE) &amp;ndash; 125.676 (19%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;11&amp;ordm; Lance! (RJ) &amp;ndash; 94.683 (-24,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;12&amp;ordm; Agora S&amp;atilde;o Paulo (SP) &amp;ndash; 92.863 (6,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;13&amp;ordm; Daqui (GO) &amp;ndash; 90.342 (36%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14&amp;ordm; Expresso da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (RJ) &amp;ndash; 84.285 (17,4%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;15&amp;ordm; Dez Minutos (AM) &amp;ndash; 83.210 (37,9%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;16&amp;ordm; O Amarelinho (SP &amp;ndash; semanal) &amp;ndash; 80.116 (-2,4%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;17&amp;ordm; Estado de Minas (MG) &amp;ndash; 78.281 (3,2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;18&amp;ordm; A Tribuna (ES) &amp;ndash; 63.716 (3,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;19&amp;ordm; O Dia (RJ) &amp;ndash; 60.057 (-16,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;20&amp;ordm; Correio Braziliense (DF) &amp;ndash; 57.300 (2,8%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;21&amp;ordm; Valor Econ&amp;ocirc;mico (SP) &amp;ndash; 54.627 (1,1%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;22&amp;ordm; O Tempo (MG) &amp;ndash; 50.563 (21,2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;23&amp;ordm; Jornal da Tarde (SP) &amp;ndash; 45.265 (-2,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;24&amp;ordm; Gazeta do Povo (PR) &amp;ndash; 45.046 ( -0,7%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;25&amp;ordm; A Tarde (BA) &amp;ndash; 42.230 (10%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;26&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio Catarinense (SC) &amp;ndash; 41.962 (-1,2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;27&amp;ordm; Jornal do Commercio (PE) &amp;ndash; 41.434 (-0,9%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;28&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio de S.Paulo (SP) &amp;ndash; 41.222 (-27,7%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;29&amp;ordm; Jornal NH (RS) &amp;ndash; 40.927 (4,5%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;30&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio do Nordeste (CE) &amp;ndash; 40.429 (-1,2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;31&amp;ordm; Hoje em Dia (MG) &amp;ndash; 35.338 (0,2%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;32&amp;ordm; Correio da Bahia (BA) &amp;ndash; 34.681 (76,7%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;33&amp;ordm; Folha de Londrina (PR) &amp;ndash; 33.999 (-9,7%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;34&amp;ordm; O Popular (GO) &amp;ndash; 33.639 (1,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;35&amp;ordm; Correio Popular (SP) &amp;ndash; 32.259 (1%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;36&amp;ordm; Not&amp;iacute;cia Agora (ES) &amp;ndash; 31.391 (15,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;37&amp;ordm; Hora de Santa Catarina (SC) &amp;ndash; 30.525 (2,7%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;38&amp;ordm; Not&amp;iacute;cia J&amp;aacute; (SP) &amp;ndash; 29.712 (-14,7%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;39&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio do Par&amp;aacute; (PA) &amp;ndash; 27.483 (5%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;40&amp;ordm; A Gazeta (ES) &amp;ndash; 26.341 (-1,9%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;41&amp;ordm; Pioneiro (RS) &amp;ndash; 25.984 (3,1%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;42&amp;ordm; O Povo (CE) &amp;ndash; 25.114 (0,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;43&amp;ordm; Cruzeiro do Sul (SP) &amp;ndash; 24.493 (0,1%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;44&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio de Pernambuco (PE) &amp;ndash; 24.052 (5,5%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;45&amp;ordm; A Not&amp;iacute;cia (SC) &amp;ndash; 23.788 (0,8%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;46&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio da Regi&amp;atilde;o (SP) &amp;ndash; 21.852 (1,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;47&amp;ordm; A Tribuna (Santos/SP) &amp;ndash; 20.751 (-2,3%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;48&amp;ordm; Jornal de Santa Catarina (SC) &amp;ndash; 19.402 (-3,5%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;49&amp;ordm; Expresso Popular (SP) &amp;ndash; 18.599 (-2,4%)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;50&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio de Santa Maria (RS) &amp;ndash; 18.505 (2,6%)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 4/2/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jIVzOvuBM+MKfVt60JigjQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 04 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jIVzOvuBM+MKfVt60JigjQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Editoras acordam para a impressão sob demanda</title><description>&lt;p&gt;Quem nunca se deparou com o aviso &amp;ldquo;esgotado&amp;rdquo; ao tentar comprar um livro? Pois bem, este recado frustrante, t&amp;atilde;o comum na vida dos consumidores, pode estar com os dias contados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto porque antes de mergulharem de vez na onda dos livros eletr&amp;ocirc;nicos, as editoras perceberam que t&amp;ecirc;m pela frente um importante mercado a ser explorado: o de livros sob demanda.&amp;nbsp; Com a queda no custo da tecnologia de impress&amp;atilde;o digital, tornou-se poss&amp;iacute;vel trazer este maquin&amp;aacute;rio para dentro de casa, como fez o grupo Record.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora a empresa consegue imprimir lotes de at&amp;eacute; 700 exemplares por t&amp;iacute;tulo, atividade considerada invi&amp;aacute;vel no tradicional sistema offset, que para valer a pena em termos de custo requer tiragem m&amp;iacute;nima de cerca de 1 mil c&amp;oacute;pias. A companhia investiu &amp;euro;1milh&amp;atilde;o em duas m&amp;aacute;quinas para garantir a impress&amp;atilde;o das obras de baixa vendagem que, apesar de n&amp;atilde;o estarem na lista dos best-sellers, s&amp;atilde;o importantes para manter a variedade do portf&amp;oacute;lio da editora, atualmente composto por 7 mil t&amp;iacute;tulos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;At&amp;eacute; pouco tempo atr&amp;aacute;s esta tecnologia era muito cara e ficava invi&amp;aacute;vel ter este maquin&amp;aacute;rio em nosso parque gr&amp;aacute;fico. O custo por p&amp;aacute;gina tamb&amp;eacute;m era alto e a qualidade de impress&amp;atilde;o era baixa, o livro ficava com cara de xerox&amp;rdquo;, diz S&amp;ocirc;nia Machado Jardim, vice-presidente de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do grupo Record. Sem a tecnologia, o livro de baixa tiragem era impresso nas m&amp;aacute;quinas de offse em uma quantidade maior do que o mercado conseguia absorver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resultado: ficava encalhado no dep&amp;oacute;sito da companhia. &amp;ldquo;Era um processo arriscado pois os livros poderiam ficar durante anos no dep&amp;oacute;sito e quando finalmente fossem vendidos estariam com cara de velho&amp;rdquo;, diz S&amp;ocirc;nia. Assim, para evitar preju&amp;iacute;zo, outra alternativa era adiar o m&amp;aacute;ximo poss&amp;iacute;vel a impress&amp;atilde;o dos exemplares. A obra poderia ficar 20 dias sem unidades dispon&amp;iacute;veis para venda, o que prejudicava a receita da companhia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este ano, cerca de 100 mil exemplares da categoria de baixa tiragem devem ser impressos pela editora. Antes de adquirir o maquin&amp;aacute;rio, a Record perdia cerca de 30% desta venda. A empresa prev&amp;ecirc; fechar 2011 com faturamento de R$ 130 milh&amp;otilde;es, alta de 12% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano passado. &amp;ldquo;Estamos investindo em livro eletr&amp;ocirc;nico, a nova tend&amp;ecirc;ncia do mercado, mas percebemos que ainda temos muito a ganhar com o livro tradicional&amp;rdquo;, diz S&amp;ocirc;nia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a grande maioria das editoras n&amp;atilde;o tem parque gr&amp;aacute;fico pr&amp;oacute;prio como a Record. Pensando nisto, os executivos da Ediouro criaram uma empresa, a Singular Digital, para fazer livros sob demanda para a pr&amp;oacute;pria editora e para o mercado. Criada em 2009, a empresa presta servi&amp;ccedil;os para editoras como Campus, Rocco e Nova Fronteira. &amp;ldquo;Antes da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nossa empresa estas editoras j&amp;aacute; podiam imprimir sob demanda em gr&amp;aacute;ficas. Mas a Singular oferece&amp;nbsp; um plano log&amp;iacute;stico&amp;rdquo;, diz Newton Neto, diretor da Singular Digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa viabiliza a venda dos t&amp;iacute;tulos de seus clientes em sites de varejistas, atua como parceiro log&amp;iacute;stico entregando os pedidos no destino que a editora pedir, al&amp;eacute;m de transformar os livros eme-books. No ano passado a Singular imprimiu 500 mil&amp;nbsp; livros sob demanda e a previs&amp;atilde;o &amp;eacute; quadruplicar este n&amp;uacute;mero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Autores desconhecidos na lupa da Alphagraphics&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;No ano passado, a agBook, editora e livraria on-line da Alphagraphics, lan&amp;ccedil;ada em dezembro de 2009, vendeu 12 mil exemplares de livros de autores desconhecidos. Em 2011, a expectativa do grupo &amp;eacute; dobrar este n&amp;uacute;mero. Para alcan&amp;ccedil;ar a meta, a companhia deu in&amp;iacute;cio ao processo de descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da impress&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a editora nasceu, somente as unidades da Alphagraphics situadas em S&amp;atilde;o Paulo faziam a impress&amp;atilde;o dos livros, os quais eram despachados pelos Correios para consumidores de todo pa&amp;iacute;s. Agora, unidades de outros estados devem receber maquin&amp;aacute;rio para realizar as impress&amp;otilde;es, reduzindo os custos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia da agBook &amp;eacute; democratizar a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros. Qualquer pessoa que tenha interesse de escrever um livro pode ver o sonho realizado. A obra fica dispon&amp;iacute;vel para venda no site da empresa &amp;eacute; s&amp;oacute; vai para impress&amp;atilde;o quando algu&amp;eacute;m faz a compra. Ao mesmo tempo em que aposta nos livros sob demanda de autores desconhecidos, a companhia, hoje com 19 lojas, quer fortalecer sua presen&amp;ccedil;a entre os consumidores finais. A empresa est&amp;aacute; relan&amp;ccedil;ando o servi&amp;ccedil;o de revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fotos, interrompido em 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Nossa rede &amp;eacute; focada no atendimento a empresas. Mas com a volta do servi&amp;ccedil;o de revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o temos a possibilidade de estar mais pr&amp;oacute;ximos do consumidor pessoa f&amp;iacute;sica&amp;rdquo;, diz Rodrigo Abreu, vice-presidente internacional da Alphagraphics. Tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; nos planos a abertura de seis lojas at&amp;eacute; o final do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mercado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O neg&amp;oacute;cio de gr&amp;aacute;ficas &amp;eacute; bastante pulverizado no Brasil.Nos mesmos moldes da Alphagraphics, que atua como gr&amp;aacute;fica r&amp;aacute;pida por meio de uma rede de lojas, existe somente a Sir Speedy, no Rio de Janeiro. Juntas, as 21 mil gr&amp;aacute;ficas instaladas no pa&amp;iacute;s faturaram R$ 23 bilh&amp;otilde;es em2010, alta de 4,2% ante 2009. &amp;ldquo;Esperamos crescimento de 4% em 2011&amp;rdquo;, diz Fabio Arruda, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria Gr&amp;aacute;fica(Abigraf).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brasil Econômico&lt;/em&gt; - 2/2/2011</description><author>Empresas</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cF209KDJXTT4Q6Td7ndzmw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 02 Feb 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=cF209KDJXTT4Q6Td7ndzmw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>"Washington Post" e "USA Today" lançam portal Ongo</title><description>&lt;p&gt;Os jornais &amp;ldquo;Washington Post&amp;rdquo; e &amp;ldquo;USA Today&amp;rdquo; anunciaram a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ongo, um site pago com sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de not&amp;iacute;cias. Ele re&amp;uacute;ne informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 20 peri&amp;oacute;dicos dos EUA, n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; an&amp;uacute;ncios e contar&amp;aacute; com aplicativos especiais para celulares, computadores e tablets. A assinatura mensal do Ongo. com &amp;eacute; de US$ 6,99. O site foi lan&amp;ccedil;ado anteontem e &amp;eacute; dirigido por Alex Kazim, que j&amp;aacute; esteve &amp;agrave; frente do eBay e do Skype. Segundo a companhia, o Ongo pretende ser &amp;ldquo;um reflexo das diversas maneiras pelas quais os usu&amp;aacute;rios preferem ler, organizar e compartilhar suas not&amp;iacute;cias em formato digital&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Ongo permite acesso tamb&amp;eacute;m a resumos do &amp;ldquo;New York do &amp;ldquo;Financial Times&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, o novo portal digital oferece not&amp;iacute;cias de v&amp;aacute;rios&amp;nbsp; Times&amp;rdquo; e a conte&amp;uacute;do selecionado jornais americanos, como &amp;ldquo;The Boston Globe&amp;rdquo;, &amp;ldquo;Charlotte Observer&amp;rdquo;, &amp;ldquo;The Miami Herald&amp;rdquo;, &amp;ldquo;The Sacramento Bee&amp;rdquo; e &amp;ldquo;The Guardian&amp;rdquo;, do Reino Unido, por um pre&amp;ccedil;o adicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de not&amp;iacute;cias n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; computadorizada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a ag&amp;ecirc;ncia EFE, a principal caracter&amp;iacute;sticas do Ongo &amp;eacute; que seus conte&amp;uacute;dos, que est&amp;atilde;o dispostos no site de maneira semelhante &amp;agrave; da primeira p&amp;aacute;gina de um jornal impresso, s&amp;atilde;o selecionados por uma equipe de cinco editores que se encarregar&amp;atilde;o de escolher as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais relevantes ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fruto de um investimento de US$ 12 milh&amp;otilde;es, o Ongo prev&amp;ecirc; desenvolver aplicativos espec&amp;iacute;ficos para iPhone, iPad e Android, entre outros dispositivos m&amp;oacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O novo portal interessar&amp;aacute; a 12% dos leitores que visitam mais de seis p&amp;aacute;ginas de not&amp;iacute;cias por dia&amp;rdquo;, prev&amp;ecirc; Kazim na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do site. O Ongo nasce pouco antes do lan&amp;ccedil;amento do di&amp;aacute;rio digital &amp;ldquo;The Daily&amp;rdquo;, criado pelo magnata das comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es Rupert Murdoch e pelo cofundador da Apple, Steve Jobs, e que dever&amp;aacute; entrar em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pr&amp;oacute;ximo dia 2.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 28/1/2011</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=9Jaj2Z9oJKPXD2TUXGdU2w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 28 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=9Jaj2Z9oJKPXD2TUXGdU2w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais cobrarão por conteúdo no iPad</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os principais jornais brasileiros dispon&amp;iacute;veis no tablet da Apple, o iPad, passar&amp;atilde;o a cobrar pelo conte&amp;uacute;do nos pr&amp;oacute;ximos meses. Desde o lan&amp;ccedil;amento do tablet nos EUA, em abril do ano passado, at&amp;eacute; a chegada do dispositivo no Brasil, em dezembro, v&amp;aacute;rios ve&amp;iacute;culos criaram aplicativos para suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es no iPad, como O Estado de S. Paulo e O Globo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Mas, a partir de abril, quando se completar um ano ap&amp;oacute;s o surgimento do iPad e a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada no segmento de tablets, a Apple j&amp;aacute; anunciou que os jornais n&amp;atilde;o mais poder&amp;atilde;o oferecer acesso gratuito de seus conte&amp;uacute;dos por meio da App Store. No Brasil, estima-se que a base de iPads fique entre 50 mil e 100 mil aparelhos. Esses usu&amp;aacute;rios, portanto, se quiserem, ter&amp;atilde;o que pagar pelo conte&amp;uacute;do dos jornais. Tr&amp;ecirc;s grandes ve&amp;iacute;culos nacionais &amp;ndash; Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e O Globo &amp;ndash; dever&amp;atilde;o apresentar novas vers&amp;otilde;es em breve para seus respectivos aplicativos no iPad e passar&amp;atilde;o a cobrar pelo acesso ao conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Nos EUA, o futuro lan&amp;ccedil;amento do The Daily, jornal que &amp;eacute; um projeto conjunto de Rupert Murdoch, da News Corp., e de Steve Jobs, da Apple, deve chegar em breve ao mercado com uma novidade, a possibilidade de oferecer ao usu&amp;aacute;rio diferentes planos de assinatura, como semanal, mensal e autom&amp;aacute;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Apple de limitar o acesso a conte&amp;uacute;dos gratuitos de usu&amp;aacute;rios, no entanto, pode causar consequ&amp;ecirc;ncias a longo prazo para a empresa. H&amp;aacute; uma crescente ades&amp;atilde;o de desenvolvedores ao Android, sistema operacional que equipa tablets concorrentes do iPad e que pode, futuramente, frustrar os planos da Apple de tentar dominar todas as esferas de conte&amp;uacute;do do tablet. O Android pode ser a sa&amp;iacute;da para jornais e revistas que queiram oferecer acesso gratuito, como &amp;eacute; o caso do projeto dos jornalistas brasileiros Joaquim Castanheira e Leonardo Attuch, que preparam o lan&amp;ccedil;amento do primeiro jornal gratuito para iPad.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 27/1/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1UzjUvqFTEIoX+AfbOdBSQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 27 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1UzjUvqFTEIoX+AfbOdBSQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Folha de S. Paulo perde liderança em circulação</title><description>&lt;p&gt;Ainda faltam alguns poucos dados relativos a dezembro para que o Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC) feche o seu balan&amp;ccedil;o com o desempenho dos jornais brasileiros em 2010. Apesar disso, o resultado final deve ficar pr&amp;oacute;ximo de uma leve alta de 1,5% na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o total, considerando os t&amp;iacute;tulos auditados em 2010 e na maior parte de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos n&amp;uacute;meros j&amp;aacute; finalizados, a principal novidade &amp;eacute; a perda de lideran&amp;ccedil;a da Folha de S. Paulo, que era o jornal de maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pa&amp;iacute;s desde 1986. Embora j&amp;aacute; tivesse perdido a lideran&amp;ccedil;a em alguns meses, em 2010 isto ocorreu pela primeira vez no consolidado de um ano. O topo do ranking do ano passado foi do Super Not&amp;iacute;cia, t&amp;iacute;tulo popular de Belo Horizonte. Enquanto a Folha manteve estabilidade, na casa dos 294 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Super Not&amp;iacute;cia cresceu 2%, atingindo m&amp;eacute;dia de 295 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os dez t&amp;iacute;tulos l&amp;iacute;deres, a maior alta foi de O Estado de S. Paulo, que avan&amp;ccedil;ou 11%, chegando a 236 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As maiores quedas foram do Lance, que encolheu 24%, ficando pr&amp;oacute;ximo de 95 mil, e do carioca Meia Hora, que viu sua circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o diminuir 15%, atingindo 158 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os 10 jornais de maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil em 2010 e suas respectivas m&amp;eacute;dias por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1&amp;ordm; Super Not&amp;iacute;cia: 295.701&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2&amp;ordm; Folha de S. Paulo: 294.498&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3&amp;ordm; O Globo: 262.435&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4&amp;ordm; Extra: 238.236&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5&amp;ordm; O Estado de S. Paulo: 236.369&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6&amp;ordm; Zero Hora: 184.663&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7&amp;ordm; Meia Hora: 157.654&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8&amp;ordm; Correio do Povo: 157.409&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;9&amp;ordm; Di&amp;aacute;rio Ga&amp;uacute;cho: 150.744&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10&amp;ordm; Lance: 94.683&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; da coluna Em Pauta, publicada na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 1443 de Meio &amp;amp; Mensagem, que circula com data de 24 de janeiro de 2011.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 25/1/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/ig7VR+nqWYy+UPHnY2hxQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/ig7VR+nqWYy+UPHnY2hxQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Assinatura online do NYT custará US$ 20 por mês</title><description>&lt;p&gt;Em breve, o New York Times dever&amp;aacute; cobrar uma m&amp;eacute;dia de US$ 20 por m&amp;ecirc;s aos leitores que quiserem acessar o seu conte&amp;uacute;do online. A iniciativa faz parte da busca do jornal por novas fontes de receitas, uma vez que o faturamento com publicidade na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o vem caindo de forma consider&amp;aacute;vel nos &amp;uacute;ltimos meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com reportagem da Bloomberg, o pre&amp;ccedil;o mensal de acessos ao conte&amp;uacute;do digital dever&amp;aacute; ser inferior ao cobrado pelo NYT na assinatura mensal de leitura pelo leitor digital Kindle, da Amazon &amp;ndash; que atualmente &amp;eacute; de US$ 19,90.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a diretoria do jornal, alguns artigos poder&amp;atilde;o ser lidos sem custo, mas a maioria do conte&amp;uacute;do di&amp;aacute;rio da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; ser&amp;aacute; acessada mediante o pagamento da assinatura. J&amp;aacute; aqueles que assinam a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa do NYT n&amp;atilde;o precisar&amp;atilde;o pagar nada a mais para acessar a vers&amp;atilde;o online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a iniciativa, o New York Times entrar&amp;aacute; para o grupo de grandes jornais que cobram pelo conte&amp;uacute;do disponibilizado na internet, como j&amp;aacute; fazem o The Times, Financial Times e o Wall Street Journal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Folha de S.Paulo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 21/1/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=TbiLhmCHpOKQn+po94RpCg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Fri, 21 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=TbiLhmCHpOKQn+po94RpCg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Apple amplia domínio nos jornais</title><description>&lt;p&gt;Os jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo apresentar&amp;atilde;o novas vers&amp;otilde;es para seus aplicativos iPad ainda neste trimestre. Para o Estad&amp;atilde;o, &amp;eacute; a terceira vers&amp;atilde;o para o tablet da Apple. Para a Folha e O Globo, &amp;eacute; a vers&amp;atilde;o n&amp;uacute;mero dois. Os tr&amp;ecirc;s jornais brasileiros passar&amp;atilde;o, com as novas vers&amp;otilde;es, a cobrar pelo conte&amp;uacute;do. Atualmente, as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias dos ve&amp;iacute;culos, dispon&amp;iacute;veis na App Store, s&amp;atilde;o gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Estamos com um projeto para uma nova vers&amp;atilde;o. Est&amp;aacute; cerca de 80% a 90% terminado, mas ainda faltam detalhes. N&amp;atilde;o temos data prevista de lan&amp;ccedil;amento porque depende muito de quest&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas e tamb&amp;eacute;m da Apple. At&amp;eacute; porque, depois que mandamos para a Apple e eles levam um tempo para aprovar, n&amp;atilde;o conseguimos precisar uma data. Mas, acreditamos que deva acontecer nos pr&amp;oacute;ximos dois meses. N&amp;atilde;o temos estimativa de valores, mas estamos realizando pesquisas. Vamos come&amp;ccedil;ar a cobrar a partir do lan&amp;ccedil;amento dessa nova vers&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o posso adiantar nada porque &amp;eacute; tudo muito sigiloso, mas achamos que ser&amp;aacute; bem impactante; a vers&amp;atilde;o tem um desenho bem diferente", diz o diretor presidente de O Estado de S. Paulo, Silvio Genesini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Teremos uma nova vers&amp;atilde;o para iPad em mar&amp;ccedil;o, compat&amp;iacute;vel com mais funcionalidades, a partir da qual o download da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; cobrado", confirma o gerente comercial digital de O Globo, Thiago Bispo. Quanto ao desenvolvimento de aplicativos para o sistema operacional Android (que equipa o tablet Galaxy TAB, da Samsung, por exemplo), Bispo diz que a ideia j&amp;aacute; est&amp;aacute; nos planos da empresa. Na Folha de S. Paulo, a segunda vers&amp;atilde;o do aplicativo para iPad chega ainda neste primeiro trimestre. O jornal foi o primeiro a lan&amp;ccedil;ar aplicativo para o Samsung Galaxy TAB e depois chegou ao iPad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As mudan&amp;ccedil;as &amp;mdash; aplicativos atualizados e cobran&amp;ccedil;a &amp;mdash; tanto fazem parte da estrat&amp;eacute;gia de cada jornal quanto atendem a requisitos da pr&amp;oacute;pria Apple. Os jornais, desde os lan&amp;ccedil;amentos para iPad, j&amp;aacute; haviam deixado claro que o acesso gratuito era por per&amp;iacute;odo limitado. Os ve&amp;iacute;culos dependem da venda - seja virtual ou f&amp;iacute;sica. J&amp;aacute; o novo requerimento da Apple para jornais estabelece que, a partir de 1Q de abril, nenhum ve&amp;iacute;culo poder&amp;aacute; oferecer edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gratuitas para o usu&amp;aacute;rio da App Store. E, para completar, s&amp;atilde;o cada vez mais fortes os rumores de que a vers&amp;atilde;o do iPad 2 chega ainda neste in&amp;iacute;cio de 2011. O novo sistema operacional do iPad, o iOS 4.3, vers&amp;atilde;o beta 2, liberada para os desenvolvedores, agrega o Photo Booth, o Face-Time e uma c&amp;acirc;mera e atualiza a tela inicial do tablet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The Daily&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anunciado com grande estardalha&amp;ccedil;o para o &amp;uacute;ltimo dia 19, o lan&amp;ccedil;amento do jornal exclusivo para iPad foi adiado. A explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial tem a ver com o desenvolvimento do novo iTunes, que prev&amp;ecirc; o modelo de assinatura, a ser usado pelo The Daily, pelo qual o usu&amp;aacute;rio pode escolher planos diferentes para pagamento mensal, semanal e autom&amp;aacute;tico. Na Europa, os jornais t&amp;ecirc;m sido informados pela Apple de que n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o mais oferecer aos seus assinantes da vers&amp;atilde;o impressa acesso gratuito &amp;agrave; vers&amp;atilde;o do iPad. A Apple, segundo especulam sites europeus, estaria insatisfeita com a perda de 30% do valor das transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es a partir dos apps (aplicativos dos jornais) e pretende banir a pr&amp;aacute;tica depois de abril. Alguns jornais europeus confirmaram a demanda da Apple e reclamam do crescente dom&amp;iacute;nio da empresa sobre seus neg&amp;oacute;cios. Mas, nos EUA e outras regi&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o se sabe se ocorrer&amp;aacute; requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o semelhante. No Brasil, os jornais de grande circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o devem come&amp;ccedil;ar a cobrar pelo acesso e, portanto, automaticamente, estariam enquadrados no novo modelo da Apple. Mas, se essa obrigatoriedade for mesmo v&amp;aacute;lida tamb&amp;eacute;m para o Pa&amp;iacute;s, torna invi&amp;aacute;vel o projeto dos jornalistas Joaquim Castanheira e Leonardo Attu-ch de lan&amp;ccedil;ar o primeiro jornal brasileiro gratuito para o iPad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; fato que o modelo de neg&amp;oacute;cios da Apple, criado para m&amp;uacute;sicas no iPod e transferido primeiro para o iPhone e agora para o iPad, criou um ecossistema em que toda e qualquer aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o baseada em iOS tem que passar necessariamente pela aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa para, somente ent&amp;atilde;o, chegar &amp;agrave; App Store. Isso gera uma depend&amp;ecirc;ncia de todos os desenvolvedores de conte&amp;uacute;do, inclusive das editoras de jornais e revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de depend&amp;ecirc;ncia pode, no entanto, ser quebrada com a crescente ades&amp;atilde;o de desenvolvedores ao Android &amp;mdash; sistema operacional da Google que equipa alguns tablets, como o da Samsung &amp;mdash; e ao Android 3.0, o Honeycomb, que deve suportar o Xoom, tablet da Motorola, e tamb&amp;eacute;m de outros fabricantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The Daily &amp;eacute; um dos maiores eventos jornal&amp;iacute;sticos dos EUA desde que a editora Conde Nast investiu US$ 100 milh&amp;otilde;es na revista Portfolio, segundo o Advertising Age. O jornal eletr&amp;ocirc;nico promete vender assinaturas pela App Store e, assim, n&amp;atilde;o sofrer com o corte de 30% que a Apple pretende fazer sobre a comiss&amp;atilde;o de assinatura dos jornais atuais que t&amp;ecirc;m vers&amp;otilde;es para o iPad. E deve ter v&amp;aacute;rios conte&amp;uacute;dos atualizados ao longo do dia. As novas vers&amp;otilde;es dos jornais brasileiros no iPad devem adicionar essas novidades tamb&amp;eacute;m. The Daily deve chegar com incentivos ao assinante que baixar o aplicativo, como milhagem de companhias a&amp;eacute;reas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O interesse em torno do jornal de Murdoch se estende a ag&amp;ecirc;ncias e anunciantes: toda a publicidade do The Daily ser&amp;aacute; vendida diretamente pela empresa de an&amp;uacute;ncios m&amp;oacute;veis Medialets, de Nova York, que tamb&amp;eacute;m fornece a tecnologia para os an&amp;uacute;ncios e as m&amp;eacute;tricas para os anunciantes. A quest&amp;atilde;o que se coloca sobre The Daily &amp;eacute; se o conte&amp;uacute;do do novo jornal ser&amp;aacute; exclusivo o suficiente para justificar o pagamento pelo assinante e, portanto, gerar valor para o anunciante.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 24/1/2011</description><author>Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Xxt6cpUcocqs6efmPYylBg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 24 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Xxt6cpUcocqs6efmPYylBg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Segunda Tentativa</title><description>&lt;p&gt;O grupo portugu&amp;ecirc;s Ongoing constr&amp;oacute;i aos poucos um imp&amp;eacute;rio editorial no Brasil: comprou o carioca O Dia, edita em S&amp;atilde;o Paulo o Brasil Econ&amp;oacute;mico e lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; um jornal em Bras&amp;iacute;lia. Mas a obsess&amp;atilde;o de seu propriet&amp;aacute;rio. Nuno Vasconcelos, &amp;eacute; a televis&amp;atilde;o. Ele j&amp;aacute; ofereceu 1.7 bilh&amp;atilde;o de reais por uma parte da Rede TV!. Agora, assedia a CNT. Avaliada em 400 milh&amp;otilde;es de reais, ela tem cinco canais e quarenta retransmissoras. As negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es se arrastam h&amp;aacute; dois meses.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; - 19/1/2011</description><author>Panorama</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=SNBFgoh4KTTRfPFn4H2h4A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 19 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=SNBFgoh4KTTRfPFn4H2h4A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Marco regulatório não incluirá jornais</title><description>&lt;p&gt;O marco regulat&amp;oacute;rio da m&amp;iacute;dia dever&amp;aacute; ser enviado ao Congresso no segundo semestre deste ano. Mas, de acordo com o ministro das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Paulo Bernardo, o texto n&amp;atilde;o abordar&amp;aacute; jornais e revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; O jornal n&amp;atilde;o est&amp;aacute; nesta discuss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto n&amp;atilde;o trata de m&amp;iacute;dia impressa, nem jornal, nem revista, nem outdoor. Tudo isto a&amp;iacute; est&amp;aacute; fora &amp;mdash; disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro afirmou que, para v&amp;aacute;rios pontos do projeto, ainda n&amp;atilde;o existe uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de governo fechada: &amp;mdash; O projeto n&amp;atilde;o est&amp;aacute; pronto, o projeto est&amp;aacute; em discuss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele reafirmou que um dos temas em debate &amp;eacute; o fim da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cruzada das empresas de r&amp;aacute;dio e TV. Ou seja, quem det&amp;eacute;m TV n&amp;atilde;o poderia se tornar dono tamb&amp;eacute;m de uma r&amp;aacute;dio: &amp;mdash; Sou a favor de tanto quanto poss&amp;iacute;vel de desconcentrar a m&amp;iacute;dia, que ela seja o mais diversificada, o mais plural poss&amp;iacute;vel. &amp;Eacute; s&amp;oacute; esse o princ&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A forma como isto ser&amp;aacute; feito a gente vai discutir. Ele considera &amp;ldquo;razo&amp;aacute;vel&amp;rdquo; que a proposta seja enviada ao Congresso este ano. Segundo o ministro, a consulta p&amp;uacute;blica dura entre 30 e 60 dias. Depois, o governo faz uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das sugest&amp;otilde;es, para em at&amp;eacute; 90 dias ter um projeto acabado. Paulo Bernardo afirmou ainda que o debate e a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do texto dependem muito da postura do governo. Primeiro ele acha que a proposta precisa ser t&amp;eacute;cnica, pol&amp;iacute;tica e socialmente embasada. Desta forma, disse, ter&amp;aacute; chance de avan&amp;ccedil;ar. Por&amp;eacute;m, se n&amp;atilde;o tiver este embasamento ou se estiver fr&amp;aacute;gil politicamente, ser&amp;aacute; &amp;ldquo;um projeto para ficar 20 anos no Congresso&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo da proposta do governo, explicou Paulo Bernardo, &amp;eacute; regulamentar os artigos da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tratam, por exemplo, da quest&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do. Ele destacou que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp; fala em produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional, conte&amp;uacute;do local, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o independente, n&amp;atilde;o permitir apologia ao racismo e outras formas de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; A ideia &amp;eacute; colocar isto em uma lei regulamentando. Este &amp;eacute; o objetivo. Entre outras coisas, porque o projeto trata tamb&amp;eacute;m de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, trata de meios tamb&amp;eacute;m, tem um alcance bastante grande &amp;mdash; disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro tamb&amp;eacute;m descartou qualquer possibilidade de o minist&amp;eacute;rio assumir papel de &amp;ldquo;pol&amp;iacute;cia&amp;rdquo; no setor de radiodifus&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 15/1/2011</description><author>O País</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=EL2NzVblVxFnkn392WBefQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 15 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=EL2NzVblVxFnkn392WBefQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Hefner fecha capital da Playboy</title><description>&lt;p&gt;O fundador da revista "Playboy", Hugh Hefner, conseguiu acordo para fechar o capital da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ap&amp;oacute;s meses de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A Playboy Enterprises, editora da revista, planeja fechar seu capital em uma opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que avalia a companhia em US$ 207 milh&amp;otilde;es. A dona da revista "Penthouse" havia feito uma oferta maior pela companhia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pre&amp;ccedil;o oferecido por Hefner, de US$ 6,15 por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, representa um pr&amp;ecirc;mio de 18% sobre o pre&amp;ccedil;o de fechamento da &amp;uacute;ltima sexta-feira e valoriza a companhia em US$ 207 milh&amp;otilde;es. A oferta supera o &amp;uacute;ltimo lance de Hefner de US$ 5,50 por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, divulgado em julho do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um grupo liderado pela revista "Penthouse" tamb&amp;eacute;m fez uma oferta para a Playboy Enterprises, no valor de US$ 210 milh&amp;otilde;es. Mas Hefner &amp;eacute; o maior acionista da Playboy, com cerca de 70% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da empresa com direito a voto e 28% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem direito a voto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A revista tem lutado contra a competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na internet, o que a fez perder leitores e anunciantes. Em novembro, a empresa divulgou um preju&amp;iacute;zo maior no terceiro trimestre, quando a receita recuou 7%, para US$ 52,1 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Icon Acquisition Holdings, empresa controlada por Hefner, vai comprar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Playboy em conjunto com a Rizvi Traverse Management. A Playboy tem cerca de 115 milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em d&amp;iacute;vidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hefner, que atualmente tem 84 anos de idade, fundou a "Playboy" com US$ 600 em 1953, quando publicou uma primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostrando fotos de Marilyn Monroe parcialmente nua. O empres&amp;aacute;rio j&amp;aacute; foi casado duas vezes e est&amp;aacute; indo para um terceiro casamento. Em dezembro, escreveu no Twitter que ele e sua namorada, Crystal Harris, 24, estavam noivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Playboy tem a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em bolsa desde 1971 e seus investidores, incluindo Hefner, t&amp;ecirc;m visto o pre&amp;ccedil;o dos pap&amp;eacute;is cair nos &amp;uacute;ltimos anos conforme os leitores passam das revistas para a internet em busca de fotos gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Acredito que qualquer reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; mais f&amp;aacute;cil se feita da perspectiva privada, quando voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o tem acionistas que est&amp;atilde;o com foco nos resultados trimestrais", disse o analista David Bank, do RBCCapital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A gest&amp;atilde;o da Playboy tem tentado transformar a empresa de m&amp;iacute;dia, de um neg&amp;oacute;cio de publicidade e TV em uma marca de gest&amp;atilde;o, se concentrando mais na receita das licen&amp;ccedil;as da marca e das orelhas do coelho da "Playboy" para uma s&amp;eacute;rie de produtos, como roupas estampadas com as famosas orelhas usadas pelas "coelhinhas".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um grupo de membros do conselho da empresa tem avaliado a oferta de Hefner e decidiu recomendar o neg&amp;oacute;cio aos acionistas da noite de ontem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Acredito que esse acordo nos dar&amp;aacute; os recursos e flexibilidade para fazer com que a "Playboy" volte &amp;agrave; sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o original e possa expandir seus neg&amp;oacute;cios em todo o mundo", disse Hefner.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com o acordo, o presidente-executivo da empresa, Scott Flanders, permanece no comando da companhia. A oferta anunciada est&amp;aacute; prevista para ser feita em 21 de janeiro e o neg&amp;oacute;cio deve ser fechado at&amp;eacute; o final do primeiro trimestre. (Com ag&amp;ecirc;ncias internacionais).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 11/1/2011</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ScTnAHYMmZoKcQZYWuK1dg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 11 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ScTnAHYMmZoKcQZYWuK1dg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>News Corp lançará jornal digital para tablet este mês, diz fonte</title><description>&lt;p&gt;A News Corp apresentar&amp;aacute; o aguardado jornal digital do grupo para computadores tablet em 19 de janeiro durante evento com a presen&amp;ccedil;a do presidente do conselho da empresa, Rupert Murdoch, e do presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, segundo uma fonte com conhecimento dos planos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A News Corp, que teve quase 30 por cento de sua receita no primeiro trimestre vinda de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, est&amp;aacute; apostando forte que o lan&amp;ccedil;amento de um jornal para tablets pode ajudar a recuperar o segmento de not&amp;iacute;cias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a companhia, o jornal --chamado de Daily-- ter&amp;aacute; conte&amp;uacute;do jornal&amp;iacute;stico, artes, cotidiano, esportes e opini&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inicialmente, o lan&amp;ccedil;amento do Daily ser&amp;aacute; voltado ao iPad, por meio de pagamento de assinatura, conforme documento apresentado pela News Corp em dezembro.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;UOL Tecnologia&lt;/em&gt; - 11/1/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jlCFhaJzpDz67APHOiP9Rg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 11 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jlCFhaJzpDz67APHOiP9Rg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>A banca digital do Google</title><description>&lt;p&gt;O Google quer se transformar em um distribuidor de jornais e revistas para tablets e smartphones. A empresa anunciou que far&amp;aacute; uma banca digital. O modelo &amp;eacute; semelhante ao da Apple, que vende vers&amp;otilde;es digitais de v&amp;aacute;rias publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es por meio de sua loja online iTunes para o iPhone e iPad. O objetivo do Google &amp;eacute; dar uma experi&amp;ecirc;ncia mais consistente para quem compra equipamentos com o seu sistema operacional Android. O gigante de internet j&amp;aacute; discutiu seus planos com v&amp;aacute;rias editoras, entre elas a Time Inc., a Cond&amp;eacute; Nast e a Hearst Corp.&lt;/p&gt;
&lt;p class="TITULODANOTICIA"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 12/1/2011</description><author>Mídia e Tecnologia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=o9OQykj/pRebSzz1kwTKiA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=o9OQykj/pRebSzz1kwTKiA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>65% dos norte-americanos pagam por conteúdo online</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Dados de uma pesquisa elaborada pelo instituto Pew Internet &amp;amp; American Life, uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem fins lucrativos, indicam que nos Estados Unidos a maior parcela de usu&amp;aacute;rios de internet (65%) j&amp;aacute; efetuou alguma compra de conte&amp;uacute;do on-line, como assinatura de jornais e revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A prefer&amp;ecirc;ncia desses internautas, no entanto, est&amp;aacute; em adquirir programas de computadores e conte&amp;uacute;do musical (33%).&amp;nbsp; Em seguida, de acordo com o levantamento, aparecem os aplicativos para celulares e tablets com a segunda maior procura (21%) do mercado online, enquanto outros (16%) buscam investir em filmes e s&amp;eacute;ries de televis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Neste ranking de servi&amp;ccedil;os pagos pela web, a imprensa americana, com vers&amp;otilde;es digitais de jornais e revistas, desperta interesse de 18% dos leitores locais, porcentagem que tamb&amp;eacute;m tamb&amp;eacute;m inclui a compra de reportagens avulsas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comunique-se&lt;/em&gt; - 3/1/2011</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=03upBOfyDuWI+n9Pk6A94Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 03 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=03upBOfyDuWI+n9Pk6A94Q==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Uma vida de 136 anos e cada vez mais novo</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Mais um ano de inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es, de conquista de pr&amp;ecirc;mios, de luta contra a censura. O Estado de S. Paulo, fundado em 4 de janeiro de 1875 com o nome de A Prov&amp;iacute;ncia de S. Paulo, completa hoje 136 anos de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e 131 anos de vida independente com o compromisso de levar adiante as principais caracter&amp;iacute;sticas que marcaram sua trajet&amp;oacute;ria - firmeza e coer&amp;ecirc;ncia na linha editorial, capacidade t&amp;eacute;cnica e profissional para atender &amp;agrave;s exig&amp;ecirc;ncias da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o moderna.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O jornal foi sempre ousado e corajoso, desde a funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando nasceu do ideal de um grupo de republicanos, dois anos ap&amp;oacute;s a Conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Itu (1873), quando se apresentou como um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o independente, sem nenhuma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o partid&amp;aacute;ria, embora empenhado na derrubada da monarquia. Viva a Rep&amp;uacute;blica foi a manchete de A Prov&amp;iacute;ncia na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 16 de novembro de 1889, numa primeira p&amp;aacute;gina que s&amp;oacute; estampava essa not&amp;iacute;cia em letras enormes, sem nenhuma ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. No ano anterior, o jornal comemorara a aboli&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escravatura, pela qual vinha lutando.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Com Julio Mesquita na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva da Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - o patriarca da fam&amp;iacute;lia propriet&amp;aacute;ria da empresa assumiu o cargo de diretor-gerente em 1888 -, vieram grandes inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O jornal, que passou a se chamar O Estado de S. Paulo em 1890, ap&amp;oacute;s a proclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica, contratou os servi&amp;ccedil;os da ag&amp;ecirc;ncia Havas, atual France Presse, para dar mais agilidade ao notici&amp;aacute;rio internacional e publicou pela primeira vez um clich&amp;ecirc; na primeira p&amp;aacute;gina, o retrato de um caixeiro morto num inc&amp;ecirc;ndio da Loja da China, em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Na Guerra de Canudos, Julio Mesquita enviou um rep&amp;oacute;rter, Euclides da Cunha, para cobrir as lutas no sert&amp;atilde;o da Bahia. "Um jagun&amp;ccedil;o degolado n&amp;atilde;o verte uma x&amp;iacute;cara de sangue" e "um fan&amp;aacute;tico morto n&amp;atilde;o pesa mais que uma crian&amp;ccedil;a", relatou o jornalista que, mais tarde, aprofundaria suas observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Os Sert&amp;otilde;es, livro no qual descreveu a terra, o homem e a luta de Canudos, onde os seguidores de Ant&amp;ocirc;nio Conselheiro enfrentaram batalh&amp;otilde;es do Ex&amp;eacute;rcito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em 1915, o Estado lan&amp;ccedil;ou uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o vespertina, conhecida como Estadinho, que circulou at&amp;eacute; 1919. Seu diretor era Julio de Mesquita Filho, que iniciava a carreira de jornalista, enquanto seu irm&amp;atilde;o, Francisco Mesquita, se dedicava &amp;agrave; administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com a morte do pai, Julio Mesquita, em 15 de mar&amp;ccedil;o de 1927, os dois assumiram a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa. Em 1932, lutaram contra Get&amp;uacute;lio Vargas e, com a derrota da Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Constitucionalista, foram exilados em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ao voltar ao Pa&amp;iacute;s, menos de dois anos depois, Julio de Mesquita Filho liderou a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo, a pedido do cunhado Armando de Salles Oliveira, que havia sido nomeado interventor e em seguida eleito governador do Estado. Foi um per&amp;iacute;odo de tr&amp;eacute;gua que durou pouco. O jornalista foi mais uma vez exilado, em novembro de 1938, por causa de sua resist&amp;ecirc;ncia ao Estado Novo, que oficializou a ditadura em 1937.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Sob censura pr&amp;eacute;via desde 1937, o Estado foi ocupado por soldados da For&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica (Pol&amp;iacute;cia Militar) em 25 de mar&amp;ccedil;o de 1940 e ficou nas m&amp;atilde;os do governo at&amp;eacute; dezembro de 1945, ap&amp;oacute;s a queda de Get&amp;uacute;lio Vargas. Esses cinco anos de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o entram na hist&amp;oacute;ria do jornal. &amp;Eacute; como se n&amp;atilde;o tivessem existido, porque, ao retomar a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os Mesquita ignoraram o registro da primeira p&amp;aacute;gina e repetiram o n&amp;uacute;mero 21.650 que marcara a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita sob ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ditadura.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A empresa foi devolvida - recomprada pelos propriet&amp;aacute;rios - em boas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras, o que lhe permitiu construir uma sede moderna na Rua Major Quedinho, no centro da cidade. Em 4 de janeiro de 1966, come&amp;ccedil;ou a circular nesse endere&amp;ccedil;o o Jornal da Tarde, mais uma inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. De in&amp;iacute;cio vespertino, o JT revolucionou a imprensa por sua ousadia gr&amp;aacute;fica, irrever&amp;ecirc;ncia de estilo e qualidade de suas reportagens.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Durante o regime militar de 1964, Julio de Mesquita Neto no Estado e seu irm&amp;atilde;o Ruy Mesquita no Jornal da Tarde n&amp;atilde;o se curvaram &amp;agrave; imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da censura. Resistiram ao Ato Institucional n.&amp;ordm; 5, recusando-se a substituir textos e ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es proibidos. No espa&amp;ccedil;o de material cortado, publicaram poemas (Estado), principalmente versos de Os Lus&amp;iacute;adas, de Lu&amp;iacute;s de Cam&amp;otilde;es, e receitas de bolos e doces (JT). A censura s&amp;oacute; acabou em janeiro de 1975, quando o Estado comemorava seu centen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Foi um per&amp;iacute;odo duro, com amea&amp;ccedil;as e pris&amp;otilde;es de jornalistas, mas o jornal manteve-se fiel &amp;agrave; tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ruy Mesquita, atualmente diretor de Opini&amp;atilde;o do Grupo Estado, lembrou a combatividade do jornal, ao agradecer o Pr&amp;ecirc;mio Abap/&amp;Iacute;cones de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na categoria Liberdade, que lhe foi concedido em abril do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"Nestes 135 anos, tendo participado ativamente de todos os movimentos pol&amp;iacute;ticos que o Pa&amp;iacute;s viveu, O Estado de S. Paulo tem sido identificado por todos os governos por que o Pa&amp;iacute;s passou, a&amp;iacute; inclu&amp;iacute;dos especialmente os que ajudou a construir, como seu mais inc&amp;ocirc;modo opositor", afirmou, em discurso lido por seu filho Fern&amp;atilde;o Lara Mesquita, membro do Conselho de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Grupo Estado, que o representou na solenidade de entrega da honraria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Coer&amp;ecirc;ncia e firmeza na linha editorial valeram o respeito dos leitores ao longo da hist&amp;oacute;ria do jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Pela s&amp;eacute;tima vez em 11 anos, o Estado conseguiu, em 2010, a melhor avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a categoria jornal no estudo Ve&amp;iacute;culos mais Admirados, do Grupo Troiano de Branding. "O Estado teve iniciativas de impacto neste ano que contribu&amp;iacute;ram para consolidar sua lideran&amp;ccedil;a no mercado", disse Troiano. Ele se referia &amp;agrave;s novidades do m&amp;ecirc;s de mar&amp;ccedil;o, quando o jornal e seu site foram completamente reformulados, com novos cadernos e se&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A rep&amp;oacute;rter Marili Ribeiro resume as inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 2010 em reportagem sobre a entrega do Pr&amp;ecirc;mio Cabor&amp;eacute;, que premiou o Estado, entre 13 finalistas, como ve&amp;iacute;culo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano em m&amp;iacute;dia impressa. "Foi o ano do redesenho do Estado, com novos cadernos e maior integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a &amp;aacute;rea digital. A mudan&amp;ccedil;a gr&amp;aacute;fica e editorial se estendeu ao portal estad&amp;atilde;o.com.br, &amp;agrave; se&amp;ccedil;&amp;atilde;o de classificados (incluindo a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do caderno Ultra, voltado exclusivamente ao mercado de luxo), ao Jornal da Tarde e ao Jornal do Carro. Alguns cadernos ganharam sites pr&amp;oacute;prios, como o Economia &amp;amp; Neg&amp;oacute;cios, Pol&amp;iacute;tica e Paladar."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O jornal lan&amp;ccedil;ou o Sab&amp;aacute;tico, caderno liter&amp;aacute;rio dedicado &amp;agrave; cultura aos s&amp;aacute;bados, e reformulou os cadernos TV, Estadinho e Feminino. No Caderno 2, a novidade foi a &amp;ecirc;nfase dada &amp;agrave; m&amp;uacute;sica no fim de semana, quando passou a circular o C2 + M&amp;uacute;sica no s&amp;aacute;bado e C2 Domingo, no domingo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o total cresceu perto de 10% de janeiro a setembro, enquanto o mercado registrava alta de 2%. Tamb&amp;eacute;m a publicidade disparou, com aumento consistente, de 15%, enquanto o mercado oscilava entre 7% e 8%. Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e novidades foram palavras-chave em campanhas de publicidade, tanto no conte&amp;uacute;do editorial (fotos e imagens) como em an&amp;uacute;ncios em tecnologia 3D. "O ano foi marcado especialmente pela reapresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial e gr&amp;aacute;fica do jornal e de seu portal, pois os ve&amp;iacute;culos conseguiram avan&amp;ccedil;ar muito na forma de apresentar as reportagens, muito mais organizada e agrad&amp;aacute;vel, e adicionando mais an&amp;aacute;lise e conte&amp;uacute;do &amp;agrave; not&amp;iacute;cia", avalia Ricardo Gandour, diretor de Conte&amp;uacute;do do Grupo Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A cobertura do Estado ganhou importantes pr&amp;ecirc;mios nacionais em 2010, como o Pr&amp;ecirc;mio Imprensa Embratel, Pr&amp;ecirc;mio Allianz Seguros de Jornalismo e o Grande Pr&amp;ecirc;mio Ayrton Senna de Jornalismo. O estad&amp;atilde;o.com.br foi apontado pela Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nuevo Periodismo Iberoamercano como uma das melhores pr&amp;aacute;ticas em redes sociais da Am&amp;eacute;rica Latina. Tamb&amp;eacute;m a R&amp;aacute;dio Eldorado e a Ag&amp;ecirc;ncia Estado, empresas do Grupo Estado, foram premiados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Pr&amp;ecirc;mios e inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; parte, o Estado atravessou 2010 ainda sob censura judicial. Desde 31 de julho de 2009, portanto h&amp;aacute; 522 dias, o jornal est&amp;aacute; proibido de publicar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Boi Barrica, da Pol&amp;iacute;cia Federal, que investigou atividades do empres&amp;aacute;rio Fernando Sarney, filho do senador Jos&amp;eacute; Sarney, no Maranh&amp;atilde;o. O empres&amp;aacute;rio entrou com pedido de desist&amp;ecirc;ncia da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o movida contra o jornal, mas o advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira apresentou no Tribunal de Justi&amp;ccedil;a do Distrito Federal manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na qual sustenta que o Estado prefere o prosseguimento da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o para julgamento do m&amp;eacute;rito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 136 anos do Estado coincide com o anivers&amp;aacute;rio de funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da R&amp;aacute;dio Eldorado (1958), do Jornal da Tarde (1966) e da Ag&amp;ecirc;ncia Estado (1970). S&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m empresas do Grupo Estado a Oesp M&amp;iacute;dia (1988), a Broadcast AE (1991) e portal estad&amp;atilde;o.com.br (2000).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 4/1/2011</description><author>Nacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0MxdOfQq8mdb8ypAHpc66w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 04 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=0MxdOfQq8mdb8ypAHpc66w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Futuro dos jornais passa pela convergência</title><description>&lt;p class="TITULODANOTICIA" style="margin: 10pt 0cm 3pt;"&gt;
&lt;p class="FONTEDANOTICIA" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Defensor da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos modelos impresso e online nos jornais, Earl Wilkinson, diretor executivo do INMA (sigla em ingl&amp;ecirc;s para Internacional Newspaper Marketing Association), defendeu em semin&amp;aacute;rio em S&amp;atilde;o Paulo que, por maior que seja a resist&amp;ecirc;ncia das empresas jornal&amp;iacute;sticas em migrar para a internet, o futuro &amp;eacute; usar a converg&amp;ecirc;ncia de meios para distribuir not&amp;iacute;cias.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;"&amp;Eacute; dif&amp;iacute;cil mudar um modelo de neg&amp;oacute;cio que por s&amp;eacute;culos foi dominado pelo processo impresso para passar a operar em plataformas multim&amp;iacute;dias", reconhece Wilkinson. "Hoje, os n&amp;iacute;veis de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es que visito s&amp;atilde;o bem distintos. Mas, em algum n&amp;iacute;vel, essa integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; sempre acontecendo."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A quest&amp;atilde;o essencial para os executivos da ind&amp;uacute;stria jornal&amp;iacute;stica ainda est&amp;aacute; em como equilibrar a equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que os gastos com a oferta do jornalismo online continuam sendo cobertos pela opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornalismo impresso. Wilkinson entende que o risco &amp;eacute; de se canibalizar o neg&amp;oacute;cio com uma migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito r&amp;aacute;pida de impresso para a internet. Mas, para ele, a mudan&amp;ccedil;a ser&amp;aacute; inevit&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Para endossar sua an&amp;aacute;lise, ele exibiu a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o das verbas que ser&amp;atilde;o aplicadas em publicidade nos Estados Unidos em 2012. Apenas 32% do total ser&amp;aacute; investido nos meios tradicionais, como jornal. Os canais online e outros meios, como eventos e promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos pontos de venda, devem absorver a maior parte dessa verba. H&amp;aacute; dois anos, os canais tradicionais ficavam com 47% dessas verbas nos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Ao abrir o semin&amp;aacute;rio organizado pelo INMA, Marcelo Benez, diretor de publicidade da Folha de S. Paulo e vice-presidente da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil, lembrou que "a internet &amp;eacute; uma grande oportunidade para os jornais, desde que sem comprometer a rentabilidade do neg&amp;oacute;cio".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;No Brasil, as empresas jornal&amp;iacute;sticas vivem um bom momento com o crescimento do consumo. No primeiro semestre, o meio jornal teve crescimento de investimento publicit&amp;aacute;rio de 8,25% ante o mesmo per&amp;iacute;odo do ano anterior, totalizando R$ 1,59 bilh&amp;atilde;o. A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais no Pa&amp;iacute;s em 2009 foi de 8,193 milh&amp;otilde;es de exemplares/dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Essa realidade &amp;eacute; realmente distinta da europeia e da americana, onde a leitura dos jornais impressos cai e a leitura de not&amp;iacute;cias online cresce. Embora a taxa de leitura no Brasil seja baixa, a perspectiva de curto prazo &amp;eacute; de crescimento do mercado para os jornais. Apenas seis a cada 100 pessoas leem jornal atualmente no Pa&amp;iacute;s. Para efeito de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na Noruega essa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de 54 para 100, no Jap&amp;atilde;o &amp;eacute; de 46 para 100 e nos EUA, de 19 para 100.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os maiores jornais brasileiros vivem, em algum n&amp;iacute;vel, processos de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das equipes que trabalham no online e no impresso. Ricardo Gandour, diretor de conte&amp;uacute;do do Grupo Estado, acredita que todas as novidades que est&amp;atilde;o entrando nesse mercado, como os tablets, s&amp;atilde;o absorvidas por todos os participantes desse mercado no Pa&amp;iacute;s mais ou menos ao mesmo tempo. "A quest&amp;atilde;o que se coloca &amp;eacute; como se integrar o online e o offline de maneira a rentabilizar o neg&amp;oacute;cio e, ao mesmo tempo, permanecer fazendo um jornal de qualidade."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Um dos pontos que Gandour levantou em sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no semin&amp;aacute;rio &amp;eacute; que h&amp;aacute; um tempo de matura&amp;ccedil;&amp;atilde;o para se absorver as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es jornal&amp;iacute;sticas. "Existem diferen&amp;ccedil;as entre a rapidez de se ler uma not&amp;iacute;cia na internet e depois l&amp;ecirc;-la com mais calma no jornal impresso."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;S&amp;eacute;rgio D&amp;aacute;vila, editor executivo da Folha de S. Paulo, v&amp;ecirc; esse momento de converg&amp;ecirc;ncia e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o numa base ainda bem inicial. Ele acredita que h&amp;aacute; um longo caminho a percorrer, mas que, cada vez mais, os profissionais do meio jornal&amp;iacute;stico v&amp;atilde;o ter de se preparar para trabalhar em canais multim&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 23/11/2010</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=+9xarFyvSzjaRj2ZYM1GGw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 23 Nov 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=+9xarFyvSzjaRj2ZYM1GGw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Murdoch desiste de venda de conteúdo</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Personagem mais importante da ind&amp;uacute;stria mundial de m&amp;iacute;dia, o magnata Rupert Murdoch &amp;mdash; dono da News Corp &amp;mdash; desistiu de tocar o projeto Alesia, que pretendia ser a salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o das editoras de jornais e revistas nesses tempos de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e download instant&amp;acirc;neo de edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A &amp;ldquo;banca de jornais online&amp;rdquo;, que consumiu US$ 31,5 milh&amp;otilde;es ao longo do &amp;uacute;ltimo ano, estava para entrar em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o agora em novembro. Cerca de US$ 1,5 milh&amp;atilde;o j&amp;aacute; estaria reservado somente para a campanha publicit&amp;aacute;ria de lan&amp;ccedil;amento do projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Inicialmente, o Alesia reuniria o conte&amp;uacute;do produzido por jornais da News Corp, incluindo t&amp;iacute;tulos importantes como &amp;ldquo;Wall Street Journal&amp;rdquo;, &amp;ldquo;The Times&amp;rdquo;, &amp;ldquo;Sunday Times&amp;rdquo; e &amp;ldquo;The Sun&amp;rdquo;. O projeto desse &amp;ldquo;agregador de conte&amp;uacute;do&amp;rdquo; previa que, em seguida, outras editoras come&amp;ccedil;assem a vender as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais de seus ve&amp;iacute;culos atrav&amp;eacute;s da plataforma da Alesia, que envolveu cerca de cem profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;N&amp;atilde;o deu certo, como informou ontem a Brand Republic.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Segundo sites especializados no setor de m&amp;iacute;dia, a News Corp n&amp;atilde;o conseguiu o apoio de empresas concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Al&amp;eacute;m disso, o projeto demorou muito a sair do papel.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;No rel&amp;oacute;gio da internet, muita coisa acontece em um ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Basta ver a explos&amp;atilde;o na venda de tablets nos &amp;uacute;ltimos quatro meses, mudando completamente o cen&amp;aacute;rio para a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O projeto Alesia era uma tentativa de brigar contra a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita de not&amp;iacute;cias na rede &amp;mdash; encarnada especialmente pelo Google News, agregador de conte&amp;uacute;do da inimiga n&amp;uacute;mero um de Murdoch.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 23/10/2010</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=YljFCqRew769BGnM0ZcCVA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 23 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=YljFCqRew769BGnM0ZcCVA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Um concorrente para O Globo</title><description>&lt;p&gt;Enquanto o mercado discute o futuro das m&amp;iacute;dias impressas, mais um grande jornal di&amp;aacute;rio est&amp;aacute; pronto para chegar &amp;agrave;s bancas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &amp;ldquo;Brasil Novo&amp;rdquo; come&amp;ccedil;ar&amp;aacute; a circular no Rio de Janeiro nas pr&amp;oacute;ximas semanas e dever&amp;aacute; estrear em outras capitais j&amp;aacute; no in&amp;iacute;cio de 2011. Os donos do projeto, os portugueses do grupo Ejesa, querem, em princ&amp;iacute;pio, concorrer diretamente com o &amp;ldquo;O Globo&amp;rdquo;, que domina 70% dos investimentos publicit&amp;aacute;rios em jornais no mercado carioca. Al&amp;eacute;m de lan&amp;ccedil;ar o &amp;ldquo;Brasil Novo&amp;rdquo;, os portugueses querem rebatizar o esportivo "Marca Campe&amp;atilde;o", lan&amp;ccedil;ado h&amp;aacute; menos de tr&amp;ecirc;s meses, mudando o nome para &amp;ldquo;Marca Brasil&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;Marca.br&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 27/10/2010</description><author>Mídia &amp; Cia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1IerwcnA3LMPJGvHetZxzQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 27 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1IerwcnA3LMPJGvHetZxzQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Projeto sobre Papel Prensa se radicaliza</title><description>&lt;p&gt;O governo da presidente Cristina Kirchner endossou ontem no Congresso um controvertido projeto de lei que pretende criar uma s&amp;eacute;rie de mecanismos de controle para a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de papel-jornal na Argentina. A proposta foi aprovada por 78 votos a favor e 75 contra em uma comiss&amp;atilde;o especial e ser&amp;aacute; levada ao plen&amp;aacute;rio em duas semanas. A medida declara ainda "de interesse p&amp;uacute;blico" a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristina havia apresentado um projeto pr&amp;oacute;prio para regular a atividade. No entanto, sem conseguir apoio suficiente, os deputados governistas - do Partido Justicialista (Peronista) - tiveram de endossar na comiss&amp;atilde;o parlamentar uma vers&amp;atilde;o mais radical da proposta. O texto debatido foi elaborado pelo partido Projeto Sul, de esquerda, comandado pelo diretor de cinema e atual deputado federal Fernando "Pino" Solanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o criticou o projeto, argumentando que se trata de mais uma tentativa de "estatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o encoberta", e prometeu impedir sua aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara dos Deputados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os partidos da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram pegos de surpresa, pois n&amp;atilde;o esperavam a alian&amp;ccedil;a entre o Projeto Sul e os parlamentares kirchneristas, que permitiu que o governo conquistasse maioria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jornais na mira. A Papel Prensa, a &amp;uacute;nica f&amp;aacute;brica de papel-jornal da Argentina, que abastece 75% do mercado local e atende 172 jornais em todo o pa&amp;iacute;s, &amp;eacute; controlada pelo jornal Clar&amp;iacute;n, que possui 49% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O Estado argentino &amp;eacute; o segundo maior acionista, com 27,46% dos pap&amp;eacute;is da empresa. Em terceiro lugar, vem o jornal La Naci&amp;oacute;n, com 22,49% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto respaldado pelo governo determina um teto de 10% da empresa a acionistas que tiverem canais de TV, r&amp;aacute;dio ou jornai. Dessa forma, os jornais Clar&amp;iacute;n e La Naci&amp;oacute;n teriam de vender a maior parte de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no prazo m&amp;aacute;ximo de tr&amp;ecirc;s anos. O projeto tamb&amp;eacute;m determina que a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Papel Prensa ser&amp;aacute; realizada pelo Minist&amp;eacute;rio da Economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mart&amp;iacute;n Etchevers, gerente de comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es externas do Grupo Clar&amp;iacute;n, disse ao Estado que o projeto de lei "vai na contram&amp;atilde;o do mundo". "A ind&amp;uacute;stria de papel est&amp;aacute; em retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em todo o mundo e esse tipo de medida, em vez de estimul&amp;aacute;-la, tende a destru&amp;iacute;-la. Al&amp;eacute;m disso, &amp;eacute; outro tipo de confisco, j&amp;aacute; que ignora os direitos dos acionistas."&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Jos&amp;eacute; Ignacio L&amp;oacute;pez, do La Naci&amp;oacute;n, disse que o projeto "&amp;eacute; um disparate, al&amp;eacute;m de ser inconstitucional. N&amp;atilde;o passa de mais uma tentativa de controlar a m&amp;iacute;dia".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 21/10/2010</description><author>Internacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=M7fpCzpdvfoHJk0OIOt5tQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 21 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=M7fpCzpdvfoHJk0OIOt5tQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Veículos não cabem mais em si</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Os ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos grandes grupos nacionais expandem suas pr&amp;oacute;prias fronteiras, crescendo para fora dos limites de suas m&amp;iacute;dias tradicionais. E esta expans&amp;atilde;o passa necessariamente pela realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos eventos. N&amp;atilde;o por acaso, o maior grupo de m&amp;iacute;dia do Pa&amp;iacute;s - as Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo - viu que uma festa estava acontecendo e que ela estava do lado de fora ao n&amp;atilde;o participar de forma ativa deste setor. Assim, junto ao Grupo RBS - que j&amp;aacute; tem grande expertise regional na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ativa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventos, sejam eles propriet&amp;aacute;rios ou n&amp;atilde;o -, formou uma holding que sinaliza estar &amp;agrave; frente de acontecimentos t&amp;atilde;o distintos como eventos esportivos e corporativos. Uma primeira aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; foi feita, com a compra do HSM, e novos segmentos passam a ser prospectados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A reportagem de capa desta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meio &amp;amp; Mensagem Especial M&amp;iacute;dia e Eventos, ilustra um pouco como o mercado vem percebendo este movimento de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as ofertas dos grupos que, afinal, em &amp;uacute;ltima inst&amp;acirc;ncia, envolve tamb&amp;eacute;m o segmento publicit&amp;aacute;rio e anunciante, j&amp;aacute; que os ve&amp;iacute;culos primam ao casar seus pacotes de eventos a seus conte&amp;uacute;dos. Neste contexto, patrocinadores s&amp;atilde;o abordados dentro de estrat&amp;eacute;gias que relacionam o tema e o p&amp;uacute;blico-alvo dos projetos ao posicionamento das empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Experts no assunto tamb&amp;eacute;m d&amp;atilde;o algumas dicas para se ter sucesso na empreitada.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Quest&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas e de infraestrutura s&amp;atilde;o abordadas nas pr&amp;oacute;ximas p&amp;aacute;ginas. Afinal, dos ve&amp;iacute;culos espera-se primazia na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus eventos. Bons cen&amp;aacute;rios e conte&amp;uacute;dos relevantes s&amp;atilde;o pe&amp;ccedil;as-chave para que se atraia p&amp;uacute;blico e an&amp;uacute;ncios. E n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o apenas os grandes grupos de m&amp;iacute;dia do eixo Rio-S&amp;atilde;o Paulo que se sobressaem. Um olhar geral sobre o que tem sido executado pelos grupos regionais mostra que se trata de uma tend&amp;ecirc;ncia por todo o Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Em entrevista, Milena Seabra, diretora de marketing coporativo da RPC, do Paran&amp;aacute;, conta, por exemplo, que a rentabilidade dos eventos tamb&amp;eacute;m pode vir da capitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos e servi&amp;ccedil;os a eles agregados, como venda de ingressos, alimentos e bebidas, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Muito ajuda a diversidade cultural e de tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos diversos Estados brasileiros, com os eventos festivos e religiosos, grandes celebra&amp;ccedil;&amp;otilde;es que acabam abra&amp;ccedil;adas pelos grupos de m&amp;iacute;dia locais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Finalmente, quem &amp;eacute; formador de opini&amp;atilde;o tem de primar pela boa realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos, num momento em que o Brasil atrai aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o em n&amp;iacute;vel global. E como, diz a sabedoria popular, o seguro morreu de velho, tamb&amp;eacute;m abordamos aqui cuidados essenciais para uma boa execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventos. Boa leitura!&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Edianez Parente eparente@grupomm.com.br&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 18/10/2010</description><author>Mídia &amp; Eventos</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=4eO6jpgEXWyM79QiwfGuYw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=4eO6jpgEXWyM79QiwfGuYw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Queda na circulação de jornais nem sempre tem relação com a Internet, diz pesquisa</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Pesquisa feita no Reino Unido mostrou que a queda da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais nem sempre pode ser relacionada ao aumento do tr&amp;aacute;fego na Internet.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Um levantamento do instituto que verifica a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impressos e mede o desempenho da imprensa no Reino Unido (ABC-UK) apontou que alguns t&amp;iacute;tulos est&amp;atilde;o crescendo tanto em venda nas bancas quanto em acessos a suas p&amp;aacute;ginas na Internet, enquanto outros fracassam no mesmo quesito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Um exemplo de que o advento da Internet n&amp;atilde;o &amp;eacute; o &amp;uacute;nico respons&amp;aacute;vel pelo desempenho fraco de alguns jornais &amp;eacute; o aumento da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tabloide Daily Star. Em 1995, quando a web ainda era pouco conhecida, o jornal possu&amp;iacute;a pouco mais de 750 mil exemplares; hoje, manda &amp;agrave;s bancas mais de 860 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;No geral, a pesquisa apontou uma tend&amp;ecirc;ncia de melhor desempenho na web aquele jornais que tamb&amp;eacute;m mant&amp;eacute;m uma m&amp;eacute;dia rent&amp;aacute;vel de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua vers&amp;atilde;o impressa. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o do The Guardian.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Portal Imprensa&lt;/em&gt; - 18/10/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/LjgAW/oQkW1PQ/cgN92Mg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/LjgAW/oQkW1PQ/cgN92Mg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Ejesa prepara jornal para concorrer com O Globo</title><description>&lt;p&gt;A Empresa Jornal&amp;iacute;stica Econ&amp;ocirc;mico S.A. (Ejesa) lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; mais uma publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Rio de Janeiro. De acordo com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da coluna Poder Online, do iG, o jornal "Brasil Novo" chega ao mercado para concorrer diretamente com "O Globo".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A novidade come&amp;ccedil;a a circular a partir de novembro e j&amp;aacute; procura seu time de colunistas. O iG afirma, inclusive, que um acad&amp;ecirc;mico da Academia Brasileira de Letras foi procurado para ocupar um espa&amp;ccedil;o, mas teria recusado por falta de tempo para o compromisso. Mais novidades&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra estreia permeia o grupo Ejesa. O colunista da Veja Lauro Jardim diz que o esportivo "Marca Campe&amp;atilde;o", lan&amp;ccedil;ado h&amp;aacute; menos de tr&amp;ecirc;s meses, mudar&amp;aacute; de nome. A partir de segunda-feira (25), a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o passa a se chamar "Marca.br", e uma campanha criada pela DM9DDB anunciar&amp;aacute; a mudan&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 18/10/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=d/yZ2ZxclUH4vnX35TCEeg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=d/yZ2ZxclUH4vnX35TCEeg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais preveem sobrevida longa no Brasil</title><description>&lt;p&gt;Nos EUA, discute-se a eventual extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal no papel, assunto que volta &amp;agrave; tona com o eventual fim do The New York Times (NYT) e sua migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o ambiente virtual. O debate retornou &amp;agrave; pauta depois que um importante executivo do jornal afirmou que, um dia, talvez, o NYT em papel acabe. No Brasil, grandes ve&amp;iacute;culos como O Estado de S.Paulo, a Folha de S.Paulo, O Globo, O Estado de Minas e o Zero Hora, ao contr&amp;aacute;rio, comemoram o crescimento do meio papel e a complementaridade com as novas plataformas como a internet, o telefone m&amp;oacute;vel e tablets, como o iPad. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alguns executivos, os tablets permitem que os jornais, descontru&amp;iacute;dos pelos sites na internet, voltem a se organizar, num formato de hierarquia de not&amp;iacute;cias bastante similar ao impresso. "O papel est&amp;aacute; mais vivo do que nunca. Prova disso &amp;eacute; que crescemos. O Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute; um dos jornais que mais cresce este ano. No Brasil, segundo nosso planejamento para os pr&amp;oacute;ximos cinco anos, o papel estar&amp;aacute; presente", afirma o diretor de conte&amp;uacute;do do jornal, Ricardo Gandour.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O executivo diz que, se o online foi um avan&amp;ccedil;o sobre o papel, a presen&amp;ccedil;a do jornal em um dispositivo como o tablet iPad significa um resgate da hierarquia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "A web &amp;eacute; instant&amp;acirc;nea, mede a temperatura do mundo. O papel organiza o contexto, d&amp;aacute; a an&amp;aacute;lise. E, no iPad, h&amp;aacute; a converg&amp;ecirc;ncia da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de papel com recursos digitais", diz Gandour, ao equiparar as plataformas evolutivas pelas quais tem passado o ve&amp;iacute;culo. "Se a web havia desconstru&amp;iacute;do a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de papel, o iPad resgata a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"&amp;Eacute; muito cedo para falar que o papel ser&amp;aacute; extinto. Mas, certamente, alguns leitores optar&amp;atilde;o por ler jornal pela internet ou pelos leitores digitais, como o iPad", opina o diretor executivo dos Di&amp;aacute;rios Associados, Geraldo Teixeira da Costa Neto, que responde pelo jornal O Estado de Minas. "O Zero Hora cresceu com a internet. De 1996 a 2009, teve um aumento de 19% de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em papel, a pre&amp;ccedil;o premium (faixa dos grandes jornais)", diz o diretor geral de produto do Grupo RBS, Marcelo Rech. O Grupo RBS edita o Zero Hora, do Rio Grande do Sul, o Di&amp;aacute;rio Catarinense, de Santa Catarina, e mais seis jornais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conte&amp;uacute;do fechado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Desde sempre, nossa estrat&amp;eacute;gia &amp;eacute; fechar o conte&amp;uacute;do publicado no jornal impresso e deixar as atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es em aberto para todo o p&amp;uacute;blico ao longo do dia, pelo online. Esse conte&amp;uacute;do fechado pode ser acessado por assinantes do Estado de Minas e do provedor Uai ou por meio de assinaturas espec&amp;iacute;ficas no online", diz Costa Neto, dos Di&amp;aacute;rios Associados, que editam O Estado de Minas, o Correio Braziliense e o Di&amp;aacute;rio de Pernambuco, entre outros. At&amp;eacute; novembro, o Estado de Minas tamb&amp;eacute;m dever&amp;aacute; ter um aplicativo dispon&amp;iacute;vel no iPad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Diferentemente dos EUA, onde a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos impressos tem queda acentuada, no Brasil o cen&amp;aacute;rio do meio jornal &amp;eacute; outro", refor&amp;ccedil;a a diretora executiva da unidade O Globo, Sandra Sanches. Para o segundo semestre, O Globo aposta em crescimento de aproximadamente 3,5% na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o frente ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2009. E tamb&amp;eacute;m nas demais plataformas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Folha de S.Paulo desenvolve um novo projeto que pretende embalar o conte&amp;uacute;do de dois mundos e transform&amp;aacute;-lo num terceiro produto, que une o imediato e o anal&amp;iacute;tico, informa o diretor executivo de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ve&amp;iacute;culo, Murilo Bussab. "Existem dois mundos: um &amp;eacute; do momento atual, de hard news, 24 horas por dia, com textos curtos e manchetes pontuais, no portal folha.com. O outro &amp;eacute; mais anal&amp;iacute;tico, que hierarquiza e trata o que aconteceu nas &amp;uacute;ltimas 24 horas. Antes da internet, isso era n&amp;iacute;tido. Hoje, as produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es e plataformas est&amp;atilde;o misturadas", explica Bussab, que defende a perman&amp;ecirc;ncia do papel: "O produto mais rent&amp;aacute;vel &amp;eacute; o impresso."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 29/9/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=RtyOP6BLngrrHTP2R/omwA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 29 Sep 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=RtyOP6BLngrrHTP2R/omwA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Estadão terá duas versões em um dia no iPad</title><description>&lt;p&gt;O jornal O Estado de S.Paulo ter&amp;aacute; duas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias: uma de manh&amp;atilde; e outra &amp;agrave; tarde. N&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o &amp;eacute; o resgate das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es matutinas e vespertinas. Ao contr&amp;aacute;rio, tal flexibilidade ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; tecnologia. Especificamente gra&amp;ccedil;as ao iPad, o tablet da Apple. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; do diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini. O executivo adverte que, no limite, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel fazer at&amp;eacute; uma terceira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; noite. O processo &amp;eacute; simples: basta que o usu&amp;aacute;rio baixe a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dia pela manh&amp;atilde; e a atualize, via rede 3G, &amp;agrave; tarde, para ter uma outra edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, novinha. "Ainda n&amp;atilde;o definimos o valor. Poder&amp;aacute; ser cobrada por dia (que inclui as duas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es) ou por assinatura", diz Genesini.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Outra novidade &amp;eacute; que, at&amp;eacute; o final deste ano, o Grupo Estado, que formalizou parceria em agosto deste ano com o MSN, o portal da Microsoft, deve apresentar uma vers&amp;atilde;o light da Ag&amp;ecirc;ncia Estado Broadcast para um site de economia e neg&amp;oacute;cios, voltado ao mercado financeiro, com terminais para grandes bancos e corretoras, cujo conte&amp;uacute;do ser&amp;aacute; cobrado - entre R$ 40 e R$ 50 ao m&amp;ecirc;s - com o restante do site (estadao.com mais o canal MSN Estad&amp;atilde;o) aberto para publicidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 27/9/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jIzlCTcFlslrulIkLOb6cQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 27 Sep 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=jIzlCTcFlslrulIkLOb6cQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>NYT lança blog local em parceira com Universidade de Nova York</title><description>&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;O jornal norte-americano The New York Times e a Universidade de Nova York (NYU, na sigla em ingl&amp;ecirc;s) lan&amp;ccedil;am, nesta segunda-feira (13), um blog que cobrir&amp;aacute; exclusivamente o bairro de East Village, localizado em Manhatan.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;De acordo com Artur L. Carter, do Instituto de Jornalismo da NYU, o blog tem como objetivo oferecer ao menos 50% de seu conte&amp;uacute;do produzido por moradores do bairro. Os leitores poder&amp;atilde;o produzir&amp;nbsp; e oferecer mat&amp;eacute;rias, artigos, imagens e v&amp;iacute;deos ao blog.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;A maioria do conte&amp;uacute;do da p&amp;aacute;gina ser&amp;aacute; produzida por alunos da NYU. Para sugerir conte&amp;uacute;do ao blog, basta se credenciar ao NYT.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;Na opini&amp;atilde;o de Carter, o blog &amp;eacute; um importante passo para o Jornalismo colaborativo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Portal Imprensa&lt;/em&gt; - 13/9/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gY+l+j/nkFcjmSPhmLc/ag==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 13 Sep 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gY+l+j/nkFcjmSPhmLc/ag==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Circulação de revistas semanais cresce no semestre</title><description>&lt;p&gt;Cresceu 5% a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das revistas semanais no primeiro semestre de 2010. Mais uma vez, a alta se deve &amp;agrave;s publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es populares voltadas ao p&amp;uacute;blico feminino e com conte&amp;uacute;do focado nos bastidores da televis&amp;atilde;o e tramas de novelas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este nicho cresceu 15,5%, com uma invers&amp;atilde;o em sua lideran&amp;ccedil;a: com alta de 14,5%, Viva Mais atingiu circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia de 245 mil exemplares semanais e ultrapassou Ana Maria, que avan&amp;ccedil;ou 6%. Tamb&amp;eacute;m foram bem Tititi (alta de 24%), Malu (14%), Minha Novela (16%), TV Novelas (23%), Sou+Eu (42%) e TV Brasil (20%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das revistas de celebridades aumentou 10% no primeiro semestre, com Caras, que responde por mais da metade do segmento, avan&amp;ccedil;ando 8%; Contigo, 4%; Quem, 22%; e Isto&amp;Eacute; Gente, 18%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as informativas, a m&amp;eacute;dia oscilou negativamente 1%, mesmo &amp;iacute;ndice da l&amp;iacute;der Veja, que representa 58% deste nicho e tem circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia de um milh&amp;atilde;o de exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute;poca caiu 2%, Isto&amp;Eacute; avan&amp;ccedil;ou 1% e CartaCapital encolheu 8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A infantil Recreio perdeu 18% de sua circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Entre as revistas quinzenais, o grande destaque &amp;eacute; a Capricho que teve alta de 53%, atingindo m&amp;eacute;dia de 205 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; o que comprova um impressionante apetite no p&amp;uacute;blico adolescente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; da coluna Em Pauta, publicada na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 1425 de Meio &amp;amp; Mensagem, que circula com data de 06 de Setembro de 2010.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 6/9/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3nxlgHKMTcYgvu3Y/XHSlw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 06 Sep 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=3nxlgHKMTcYgvu3Y/XHSlw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Publicidade mantém jornais</title><description>&lt;p&gt;Os primeiros dois anos &amp;agrave; frente da ANJ (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais) "foram de trabalho muito intenso" para a executiva Judith Brito, superintendente do grupo Folha da Manh&amp;atilde;.&amp;nbsp; &amp;ldquo;Apesar de vivermos numa democracia em pleno processo de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, h&amp;aacute; muito a fazer para continuar defendendo a liberdade de express&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m temos discutido muito a quest&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica de encontrar modelos de neg&amp;oacute;cios saud&amp;aacute;veis para o jornalismo dentro do novo mundo digital&amp;rdquo;, ela afirmou um dia ap&amp;oacute;s a sua reelei&amp;ccedil;&amp;atilde;o para novo mandato de dois anos. "Nossa miss&amp;atilde;o b&amp;aacute;sica n&amp;atilde;o. muda. A ANJ foi criada para defender a liberdade de express&amp;atilde;o, e isso continuar&amp;aacute; a ser a nossa bandeira. Temos dialogado com o poder judici&amp;aacute;rio no sentido de buscar um entendimento amplo e completo da decis&amp;atilde;o do STF que derrubou a Lei de Imprensa do governo militar. Nossa preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; com algumas decis&amp;otilde;es, especialmente em primeira inst&amp;acirc;ncia, que na pr&amp;aacute;tica significam censura pr&amp;eacute;via. Temos tamb&amp;eacute;m o grande desafio de encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as plataformas digitais seja feita de forma a fortalecer o jornalismo de qualidade", acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No cen&amp;aacute;rio digital, a publicidade, respons&amp;aacute;vel por grande parte das receitas dos grandes jornais, "continuar&amp;aacute; sendo fonte de receita indispens&amp;aacute;vel para o jornalismo em qualquer plataforma. A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; que ainda h&amp;aacute; muitas incertezas sobre como ser&amp;atilde;o distribu&amp;iacute;das essas receitas nos modelos digitais. O risco &amp;eacute; de a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das grandes plataformas tecnol&amp;oacute;gicas ser replicada de forma permanente na capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da publicidade online. Por exemplo: o Google, que &amp;eacute; uma corpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito competente, tem hoje mais de 90% do mercado de links patrocinados no Brasil, j&amp;aacute; que &amp;eacute; propriet&amp;aacute;ria do maior sistema de buscas do mundo. H&amp;aacute; uma divis&amp;atilde;o da receita desta publicidade com os produtores de conte&amp;uacute;do, mas n&amp;atilde;o h&amp;aacute; competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que dificulta a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o saud&amp;aacute;vel. Da mesma forma, as empresas de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que det&amp;ecirc;m a infraestrutura necess&amp;aacute;ria para o tr&amp;aacute;fego dos nossos conte&amp;uacute;dos, s&amp;atilde;o nossas competidoras. S&amp;atilde;o cen&amp;aacute;rios preocupantes, com os quais temos que lidar imediatamente", argumentou a presidente reeleita da ANJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os jornais mant&amp;ecirc;m a segunda coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o na fatia do bolo de m&amp;iacute;dia, mas o volume vem diminuindo mesmo que timidamente. No primeiro semestre deste ano a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o era de 21,4% e o faturamento de Rs 7,5 biLh&amp;ograve;es. Apesar de ter crescido nominalmente (no mesmo per&amp;iacute;odo de 2009 o faturamento bruto foi de Rs 6,3 bilh&amp;otilde;es), perdeu 1% de share. "A conta do share &amp;eacute; um pouco ingrata para os jornais, por ser este o segmento mais diversificado e desconcentrado entre as m&amp;iacute;dias. S&amp;atilde;o mais de tr&amp;ecirc;s mil jornais em todo o Pa&amp;iacute;s, e a grande maioria deles n&amp;atilde;o fornece os dados para o c&amp;aacute;lculo do share. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; o impacto direto de certos setores que s&amp;atilde;o anunciantes mais t&amp;iacute;picos dos jornais, como o imobili&amp;aacute;rio e o automobil&amp;iacute;stico. Com a expan s&amp;atilde;o desses setores, &amp;eacute; natural que o share dos jornais volte a crescer. Outra frente &amp;eacute; o crescimento de nossas receitas em plataformas digitais Mas, no fundo, nossa rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem que ser como sempre foi: com muita garra dos nossos times comerciais, que precisam demonstrar as vantagens para as marcas de anunciarem no setor que desfruta da maior credibilidade entre as m&amp;iacute;dias", ponderou Judith.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os principais desafios do meio jornal nesse momento de. grande competitividade de m&amp;iacute;dias e o mundo digital abrigando todas elas, simultaneamente, "s&amp;atilde;o continuar a ter o reconhecimento pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conte&amp;uacute;do de qualidade. Isso significa respeito aos direitos autorais e remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada, que permita a continuidade dos altos investimentos que as empresas jornal&amp;iacute;sticas precisam fazer permanentemente para manter a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornalismo investigativa e independente", argumentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como preservar o papel dos jornais e do jornalismo diante da era digital? Judith responde: "Essa &amp;eacute; a pergunta de um milh&amp;atilde;o de d&amp;oacute;lares, para a qual o mundo ainda n&amp;atilde;o tem resposta pronta. Acredito que haver&amp;aacute; lugar para todos os modelos que j&amp;aacute; suportam a m&amp;iacute;dia tradicional: conte&amp;uacute;dos abertos patrocinados por publicidade e conte&amp;uacute;dos especiais de acesso exclusivo a assinantes", finalizou.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 30/8/2010</description><author>Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1h4YWqItR9iQDYTVcovrLg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=1h4YWqItR9iQDYTVcovrLg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Argentina ameaça estatizar empresa de papel jornal</title><description>&lt;p&gt;O governo da Argentina acusou ontem os grupos que controlam os dois principais jornais do pa&amp;iacute;s de terem adquirido de forma ilegal a Papel Prensa, principal f&amp;aacute;brica argentina de papel jornal. O neg&amp;oacute;cio ocorreu nos anos 70, no governo militar. As empresas negam irregularidades e dizem que a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo &amp;eacute; encampar a f&amp;aacute;brica, controlar o fornecimento de papel e, assim, limitar a liberdade de imprensa. O governo, que mant&amp;eacute;m rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o tensa com a m&amp;iacute;dia, quer transformar o setor de papel jornal como de interesse nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi apresentada, numa audi&amp;ecirc;ncia na Casa Rosada, pela pr&amp;oacute;pria presidente argentina, Cristina Kirchner. Intitulado "Papel Prensa - A verdade", o relat&amp;oacute;rio de 400 p&amp;aacute;ginas sustenta que a fam&amp;iacute;lia que era dona da empresa foi for&amp;ccedil;ada mediante tortura e amea&amp;ccedil;as a se desfazer da f&amp;aacute;brica. A venda para um cons&amp;oacute;rcio formado pelos jornais "Clar&amp;iacute;n", "La Naci&amp;oacute;n" e "La Raz&amp;oacute;n" (este &amp;uacute;ltimo j&amp;aacute; falido) ocorreu em 1976, no in&amp;iacute;cio do regime militar que se estendeu at&amp;eacute; 1983.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integrantes da fam&amp;iacute;lia Graive, antiga controladora da Papel Prensa, foram perseguidos, sequestrados e torturados pelos militares argentinos sob a acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terem liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os Montoneros - organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se engajou na luta armada contra o regime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O relat&amp;oacute;rio, elaborado pelo secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Interior, Guillermo Moreno, diz que os jornais foram c&amp;uacute;mplices da ditadura na opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que levou &amp;agrave; venda da Papel Prensa. Os dois jornais argumentam que a compra da Papel Prensa foi negociada em 1976, antes que a fam&amp;iacute;lia Graive ca&amp;iacute;sse em desgra&amp;ccedil;a, em 1977. Cristina n&amp;atilde;o esclareceu em detalhes este ponto, mas disse que o intervalo entre a compra e a pris&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios membros da fam&amp;iacute;lia foi proposital, para que o patrim&amp;ocirc;nio dos Graive n&amp;atilde;o ficasse bloqueado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O controle da Papel Prensa hoje est&amp;aacute; dividido entre Clar&amp;iacute;n (49%), La Naci&amp;oacute;n (22,5%) e o Estado argentino (com 27,5%). Segundo o "La Naci&amp;oacute;n", a empresa fornece papel para 170 jornais no pa&amp;iacute;s, de diferentes linhas ideol&amp;oacute;gicas. Cristina diz que h&amp;aacute;, de fato, uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de monop&amp;oacute;lio e que a Papel Prensa atua mais para favorecer seus controladores que pensando no interesse da pr&amp;oacute;pria empresa. A f&amp;aacute;brica det&amp;eacute;m 75% do mercado argentino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristina disse que o governo encaminhar&amp;aacute; um projeto ao Congresso em que declar&amp;aacute; o neg&amp;oacute;cio do papel jornal como de interesse nacional. Isso pode abrir caminho para a estatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Papel Prensa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Fico com um sabor amargo e com um certeza: h&amp;aacute; um poder na Argentina que est&amp;aacute; acima de quem exerce a primeira magistratura [a Presid&amp;ecirc;ncia], acima do Poder Legislativo e do Poder Judici&amp;aacute;rio... H&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas que os argentinos e os poderes do Estado t&amp;ecirc;m uma subordina&amp;ccedil;&amp;atilde;o a determinados interesses", disse Cristina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois jornais retrucaram numa nota conjunta, na qual dizem: "O objetivo para a c&amp;uacute;pula do poder &amp;eacute; &amp;oacute;bvio: uma nova maneira de ir contra a imprensa independente, neste caso atrav&amp;eacute;s do controle do seu insumo b&amp;aacute;sico e da tentativa de criminalizar os principais jornais do pa&amp;iacute;s".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo vem numa escalada contra a m&amp;iacute;dia no pa&amp;iacute;s, em especial contra o grupo Clar&amp;iacute;n. Na semana passada, o governo determinou o fim das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Fibertel, um dos maiores provedores de internet do pa&amp;iacute;s A empresa, que pertence ao Clar&amp;iacute;n, estaria operando ilegalmente, com licen&amp;ccedil;a expirada, segundo o governo. O Clar&amp;iacute;n disse que iria recorrer da decis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 25/8/2010</description><author>Internacional</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=G+qEjfc0wKTF7/xzo1L48A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 25 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=G+qEjfc0wKTF7/xzo1L48A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Jornais e revistas já vivem outra realidade com tablets</title><description>&lt;p&gt;Saber explorar todas as possibilidades que o celular e os tablets oferecem &amp;eacute; uma constante no mercado de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Em recente visita ao Brasil, Alan Moore, professor da Universidade de Cambridge e da Universidade de Oxford, conversou com o propmark sobre esses devices.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerado expert em marketing colaborativo e mobilidade, Moore lan&amp;ccedil;a ainda este ano o livro &amp;ldquo;No Straights Lines&amp;rdquo;, no qual trata de marcas globais e internet. &amp;ldquo;Parte da minha pesquisa &amp;eacute; voltada a descobrir como entrar corretamente nas m&amp;iacute;dias sociais, de forma eficiente para a empresa&amp;rdquo;, explicou. &amp;ldquo;Em 2005 as pessoas j&amp;aacute; falavam de m&amp;iacute;dia social. Foi o ano em que surgiu YouTube, MySpace e Facebook&amp;rdquo;, acrescentou Moore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para explicar o fen&amp;ocirc;meno das redes sociais, que est&amp;atilde;o ligadas ao mobile e tablets, o professor afirmou que essa atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ganhou for&amp;ccedil;a porque &amp;eacute; natural do ser humano querer interagir. &amp;ldquo;Na Idade M&amp;eacute;dia havia, em m&amp;eacute;dia, 150 festivais por ano. Era um lugar onde as pessoas iam para se entreter, trocar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e mercadorias&amp;rdquo;, contou Moore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por&amp;eacute;m, o especialista observou que muito se fala sobre redes sociais, mas pouco resultado &amp;eacute; obtido com isso. O motivo, segundo Moore, &amp;eacute; a falta de mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;As pessoas falam sobre m&amp;iacute;dia social, redes sociais, isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; a linguagem do com&amp;eacute;rcio! A linguagem do mercado s&amp;atilde;o n&amp;uacute;meros, efici&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;, afirmou o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cobran&amp;ccedil;a&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comportamento, na opini&amp;atilde;o de Moore, precisa ser mudado o quanto antes, ainda mais com o avan&amp;ccedil;o desenfreado da rede nos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com a chegada dos tablets, a m&amp;iacute;dia impressa, que j&amp;aacute; questionava um modelo de neg&amp;oacute;cio para sobreviver ao conte&amp;uacute;do gratuito na rede, tem que ficar mais atenta. Os jornais norte-americanos, de acordo com ele, come&amp;ccedil;am a fazer algo a respeito disso. &amp;ldquo;A audi&amp;ecirc;ncia normal n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais como antigamente. Hoje, jornais como The Washington Post, The New York Times, The Guardian, Financial Times e The Economist ainda s&amp;atilde;o comercialmente bem-sucedidos devido &amp;agrave; credibilidade que t&amp;ecirc;m e por suas especialidades&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor deu o exemplo do iPad e explicou que as pessoas ainda t&amp;ecirc;m resist&amp;ecirc;ncia a ele, sejam os leitores ou as pr&amp;oacute;prias m&amp;iacute;dias. Moore contou que quando comprou o seu tablet sua mulher achou ruim, pois n&amp;atilde;o via utilidade nele. Por&amp;eacute;m, logo na primeira vez que o experimentou, adorou e tornou-se uma usu&amp;aacute;ria ass&amp;iacute;dua. &amp;ldquo;Esses s&amp;atilde;o os desafios que as m&amp;iacute;dias, mais especificamente os jornais e revistas, devem pensar a respeito. Quem &amp;eacute; o p&amp;uacute;blico-alvo? Qual &amp;eacute; o valor que se d&amp;aacute; &amp;agrave;quilo? Qual sua import&amp;acirc;ncia?&amp;rdquo;, questionou Moore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O principal desafio para sobreviver nessa era digital, como lembrou Moore, &amp;eacute; saber como onerar o conte&amp;uacute;do, sendo que se pode consegui-lo de gra&amp;ccedil;a na rede. O desafio, para ele, &amp;eacute; descobrir seu pr&amp;oacute;prio modelo de neg&amp;oacute;cio e n&amp;atilde;o mais seguir o modelo tradicional proveniente apenas de an&amp;uacute;ncio e assinatura. &amp;ldquo;Hoje penso em 20 modelos diferentes de neg&amp;oacute;cio e s&amp;atilde;o modelos rent&amp;aacute;veis. &amp;Eacute; mais complexo, infelizmente, mas h&amp;aacute; como sobreviver. Cada um tem que achar sua f&amp;oacute;rmula&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simplexcity&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao inv&amp;eacute;s de tornar as coisas mais complicadas, por que n&amp;atilde;o simplific&amp;aacute;-las? &amp;Eacute; essa indaga&amp;ccedil;&amp;atilde;o que Moore costuma fazer durante suas palestras. &amp;ldquo;Simplifique o servi&amp;ccedil;o. Fa&amp;ccedil;a-o mais poderoso fazendo um trabalho de bastidor eficiente&amp;rdquo;, argumentou o especialista, que divulga o conceito Simplexcity.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Moore, para tornar a interface de seu produto, especialmente celulares e tablets, f&amp;aacute;cil de usar, &amp;eacute; preciso investir muito na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o. E isso, muitas vezes, &amp;eacute; complexo porque requer muito trabalho para desenvolver o produto. Por&amp;eacute;m, se a interface for f&amp;aacute;cil de usar, o produto ser&amp;aacute; um sucesso. Assim como acontece com o iPhone e iPad, por exemplo. &amp;Eacute; por essa raz&amp;atilde;o que Moore chama essa estrat&amp;eacute;gia de simplexcity, que &amp;eacute; a jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o das palavras &amp;ldquo;simplicity&amp;rdquo; (simplicidade) com &amp;ldquo;complex&amp;rdquo; (complexo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fus&amp;otilde;es&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O modelo que vem sendo muito adotado pelas empresas de todo mundo, principalmente pelas empresas varejistas e de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; o de fus&amp;atilde;o e parcerias. Esse modelo, de acordo com Moore, n&amp;atilde;o era muito comum como nesta d&amp;eacute;cada &amp;eacute;. Para ele, essa &amp;eacute; uma &amp;oacute;tima sa&amp;iacute;da para as empresas, seja pelo lado financeiro ou criativo. &amp;ldquo;H&amp;aacute; um crescimento quando mais pessoas colaboram e agregam informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra mudan&amp;ccedil;a que Moore prev&amp;ecirc; para os pr&amp;oacute;ximos anos &amp;eacute; no sistema financeiro. &amp;ldquo;O que aconteceu com a ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica e com a ind&amp;uacute;stria de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentro de poucos anos acontecer&amp;aacute; com as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras&amp;rdquo;, declarou. O motivo para esse pensamento deve-se aos avan&amp;ccedil;os tecnol&amp;oacute;gicos. &amp;ldquo;As pessoas querem um mundo mais flex&amp;iacute;vel e a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desafia a autoridade e o poder dessas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, opinou Moore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Case&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o professor, um dos cases que melhor soube explorar o celular para fazer uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de marketing foi o programa de TV norte-americano &amp;ldquo;American Idol&amp;rdquo;. Com o objetivo de descobrir novos talentos musicais, o programa acabou sendo exportado para diversos pa&amp;iacute;ses. Segundo Moore, em 2002, quando o programa foi lan&amp;ccedil;ado, o envio de mensagens de texto via celular era muito pouco usado nos Estados Unidos. Por&amp;eacute;m, o &amp;ldquo;American Idol&amp;rdquo; soube explorar o celular e, em vez do telespectador votar por telefone, o programa adotou o voto via mensagens de texto. Dessa forma, esse recurso do celular tornou-se um h&amp;aacute;bito para 30% dos 7,5 milh&amp;otilde;es de pessoas que votaram naquela edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do programa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 23/8/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gNns+qRtEHXRqHDO5YIR1A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 23 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=gNns+qRtEHXRqHDO5YIR1A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>JB credita fim do impresso à tecnologia e sustentabilidade</title><description>&lt;p&gt;Impresso com 119 anos de vida, o Jornal do Brasil causou pol&amp;ecirc;mica ao anunciar, em julho, o fim de sua vers&amp;atilde;o em papel e a ida integral para o digital. Passado o impacto, o jornal divulgou nesta segunda-feira comunicado no qual explica em 50 pontos os motivos para a mudan&amp;ccedil;a, cuja estreia &amp;eacute; prevista para 01/09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O documento rebate cr&amp;iacute;ticas sobre a decis&amp;atilde;o tomada. Entre argumentos em prol da tecnologia e ferramentas que alteram a profiss&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica, h&amp;aacute; quest&amp;otilde;es sustent&amp;aacute;veis abordadas pelo jornal para justificar a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o do papel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Comunique-se, a empresa enfatiza os danos que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de papel causa &amp;agrave; natureza. &amp;ldquo;Ora, os custos econ&amp;ocirc;micos e ambientais do papel s&amp;atilde;o insustent&amp;aacute;veis. Mais que isso, s&amp;atilde;o desnecess&amp;aacute;rios&amp;rdquo;. E logo abaixo explica em quatro pontos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"14. A cada dia em que um jornal como o JB n&amp;atilde;o &amp;eacute; impresso em papel, 72 &amp;aacute;rvores deixam de ser cortadas. Dado o maior ou menor n&amp;uacute;mero de cadernos durante a semana, ao longo de um ano s&amp;atilde;o mais de 30 mil &amp;aacute;rvores poupadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;15. Uma &amp;uacute;nica edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de domingo corresponde a cerca de 200 &amp;aacute;rvores que levam anos para crescer e ocupam 40 mil m&amp;sup2; de florestas. Isto equivale a quatro campos e meio de futebol. Em um ano, com a vers&amp;atilde;o digital, s&amp;atilde;o preservadas &amp;aacute;reas florestais correspondentes a mais de 1.200 Maracan&amp;atilde;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;16. Para se fazer uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do JB em papel consomem-se aproximadamente 10 mil litros d&amp;acute;&amp;aacute;gua e 40 Mw/hora de energia por dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;17. Al&amp;eacute;m disso, a natureza leva 6 semanas para decompor um &amp;uacute;nico exemplar de jornal em papel".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto &amp;agrave; tecnologia, o JB alega que &amp;ldquo;N&amp;atilde;o se pode optar por fechar os olhos - n&amp;atilde;o ao futuro -, mas ao pr&amp;oacute;prio presente da m&amp;iacute;dia em todo o mundo: o rumo, inexor&amp;aacute;vel e crescente, &amp;agrave; era digital. Assim, ao contr&amp;aacute;rio do que v&amp;ecirc;m propagando alguns poucos mal-informados, irrespons&amp;aacute;veis e mal-intencionados, o Jornal do Brasil est&amp;aacute; caminhando para uma nova e melhor fase. O JB continuar&amp;aacute; existindo &amp;ndash; &amp;aacute;gil, moderno e influente&amp;rdquo;, diz uma parte do texto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o do Comunique-se&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 23/8/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=uMVg1hXdSmxtdnoORHd2jQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 23 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=uMVg1hXdSmxtdnoORHd2jQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Murdoch prepara jornal digital para iPad e para celulares</title><description>&lt;p&gt;O presidente da News Corp., Rupert Murdoch, deu in&amp;iacute;cio &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um plano ambicioso: a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo jornal digital nacional a ser distribu&amp;iacute;do exclusivamente como conte&amp;uacute;do pago para tablets, como o iPad da Apple, e celulares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa, que concorreria com o The New York Times, USA Today e outras publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es nacionais, &amp;eacute; a mais recente tentativa de uma das mais importantes companhias editoriais de explorar novos aparelhos e atingir os leitores que consomem cada vez mais suas not&amp;iacute;cias quando est&amp;atilde;o em tr&amp;acirc;nsito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso &amp;eacute; um indicador de que o iPad est&amp;aacute; transformando os h&amp;aacute;bitos de leitura dos consumidores assim como o iPad transformou a maneira de ouvir m&amp;uacute;sica das pessoas. "Teremos os jovens lendo os jornais", disse Murdoch, 79, durante a reuni&amp;atilde;o para a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos resultados da companhia, no dia 4 de agosto. "&amp;Eacute; uma mudan&amp;ccedil;a do jogo na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das not&amp;iacute;cias".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contr&amp;aacute;rio do Wall Street Journal, da News Corp., exclusivamente econ&amp;ocirc;mico, o novo jornal digital visar&amp;aacute; um p&amp;uacute;blico mais amplo, oferecendo artigos curtos, bem feitos, que podem ser digeridos rapidamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalhar&amp;aacute; sob a estrutura do New York Post de Murdoch e ter&amp;aacute; a supervis&amp;atilde;o do seu editor-gerente, Jesse Angelo. A News Corp. ainda n&amp;atilde;o estabeleceu a data do lan&amp;ccedil;amento, embora pessoas a par do plano afirmem que a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o gostaria de lan&amp;ccedil;&amp;aacute;-lo no fim deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que as not&amp;iacute;cias sejam fornecidas pelo Post e pela Dow Jones, Murdoch poder&amp;aacute; investir milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares para montar uma equipe para esta opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e cobrar uma taxa ainda n&amp;atilde;o definida para as assinaturas. De acordo com uma fonte, a companhia pretende formar uma equipe de dezenas de rep&amp;oacute;rteres e editores, e que o or&amp;ccedil;amento ainda n&amp;atilde;o foi determinado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aplicativo. A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel como um aplicativo para o iPad e outros aparelhos. Como a publicidade impressa vai para a internet, as companhias editoriais lutam para aumentar seus retornos com novas fontes de receita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Os jornais o est&amp;atilde;o considerando um novo recurso indispens&amp;aacute;vel para sobreviver", disse Edward J. Atorino, analista de m&amp;iacute;dia da Benchmark Co.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Murdoch est&amp;aacute; cada vez mais preocupado em aumentar o p&amp;uacute;blico leitor e as receitas com plataformas digitais. Ele come&amp;ccedil;ou a cobrar pelo conte&amp;uacute;do do Times de Londres, e anunciou planos para cobrar tamb&amp;eacute;m o acesso a outros sites de jornais da News Corp. A assinatura do Wall Street Journal no iPad custa US$ 4 por semana. / TRADU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE ANNA CAPOVILLA&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 14/8/2010</description><author>Negócio</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=iwT9uyeyIHlQcr/faB7lrg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Sat, 14 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=iwT9uyeyIHlQcr/faB7lrg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O adeus de Murdoch à China</title><description>&lt;p&gt;A China &amp;eacute; o pa&amp;iacute;s das oportunidades, certo? Para o milion&amp;aacute;rio Rupert Murdoch, errado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de duas d&amp;eacute;cadas no mercado chin&amp;ecirc;s, seu grupo de m&amp;iacute;dia, o News Corp., ir&amp;aacute; se desfazer de seus neg&amp;oacute;cios por l&amp;aacute;. A companhia passou o controle de tr&amp;ecirc;s canais de tev&amp;ecirc; e um cat&amp;aacute;logo de filmes a um fundo de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o chin&amp;ecirc;s, que atua em empresas controladas por capital estatal. A partir de agora, os canais Xing Kong International e Canal China Continental ser&amp;atilde;o do fundo China Media Capital.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Istoé Dinheiro&lt;/em&gt; - 18/8/2010</description><author>Mídia &amp; Cia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=wkz5sYlJy7fd3KRJbJVOLg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Wed, 18 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=wkz5sYlJy7fd3KRJbJVOLg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Títulos esportivos agitam meio jornal</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O clima esportivo que tomou conta do Brasil ap&amp;oacute;s o Pa&amp;iacute;s ser escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Ol&amp;iacute;mpicos de 2016 est&amp;aacute; gerando reflexos no mercado editorial esportivo. No domingo, 8, a Empresa Jornal&amp;iacute;stica Econ&amp;ocirc;mico S.A. (Ejesa) lan&amp;ccedil;a em S&amp;atilde;o Paulo o Marca Campe&amp;atilde;o, resultado da reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do carioca Campe&amp;atilde;o ap&amp;oacute;s parceria firmada entre o grupo que edita o Brasil Econ&amp;ocirc;mico e o espanhol Marca. O t&amp;iacute;tulo tamb&amp;eacute;m mudar&amp;aacute; de nome na terra natal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Ap&amp;oacute;s a reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o jornal manter&amp;aacute; as 32 p&amp;aacute;ginas, todas coloridas, mas ter&amp;aacute; cara nova. O conte&amp;uacute;do ser&amp;aacute; compartilhado entre as reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Rio de Janeiro e de S&amp;atilde;o Paulo, al&amp;eacute;m de contar com material exclusivo do espanhol Marca. As capas ser&amp;atilde;o diferenciadas em cada mercado. A p&amp;aacute;gina do di&amp;aacute;rio na internet tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; refor&amp;ccedil;ada nesta nova fase. A estreia pegar&amp;aacute; carona na realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cl&amp;aacute;ssico Corinthians e Flamengo, no Pacaembu, em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;J&amp;aacute; a Editora Abril anunciou nesta quinta-feira, 5, que o Jornal Placar passar&amp;aacute; a ser vendido em bancas a partir de segunda-feira, 9, em toda a Grande S&amp;atilde;o Paulo. Ao longo de um ano e meio, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o teve circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita e periodicidade flex&amp;iacute;vel. Nos &amp;uacute;ltimos meses, o peri&amp;oacute;dico tinha duas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es semanais. A partir de agora, o Jornal Placar ter&amp;aacute; uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s segundas com pre&amp;ccedil;o de capa de R$ 1. A tiragem ser&amp;aacute; de 100 mil exemplares.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem Online&lt;/em&gt; - 5/8/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ecQdCf5tF3kdwQFancmE0w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 05 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=ecQdCf5tF3kdwQFancmE0w==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Mesmo com crise, circulação mundial de jornais fica praticamente estável</title><description>&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o global de jornais registrou apenas uma ligeira queda em 2009, apesar da crise financeira, e o impacto da recess&amp;atilde;o na receita com publicidade parece estar diminuindo, informou a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Jornais e Editores de Not&amp;iacute;cias (WAN-Ifra, na sigla em ingl&amp;ecirc;s), em seu relat&amp;oacute;rio anual sobre o setor. Segundo o organismo, o estudo mostra que, ao contr&amp;aacute;rio do que vem sendo dito, &amp;ldquo;os jornais continuam a ser uma ind&amp;uacute;stria grande e em expans&amp;atilde;o, apesar do impacto da recess&amp;atilde;o global e da ascens&amp;atilde;o da m&amp;iacute;dia digital&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (n&amp;uacute;mero de exemplares vendidos) foi de 0,8%, considerada pequena em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gravidade da recess&amp;atilde;o. Nos &amp;uacute;ltimos cinco anos, acumula alta de 5,7%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando se consideram tamb&amp;eacute;m os jornais gratuitos, a queda em 2009 foi de 1,7%, e o crescimento em cinco anos, de 7,7%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Celulares e &amp;lsquo;e-readers&amp;rsquo; s&amp;atilde;o fonte promissora No Brasil, a queda na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais pagos ano passado foi de 3,46%, segundo dados da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;mdash; Tenho notado uma tend&amp;ecirc;ncia entre jornalistas e analistas de m&amp;iacute;dia para focar nos aspectos negativos da ind&amp;uacute;stria, quando claramente h&amp;aacute; muitas coisas positivas &amp;mdash; disse Christoph Riess, diretorexecutivo da WAN-Ifra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A WAN-Ifra ressaltou, por&amp;eacute;m, em 61% dos 233 pa&amp;iacute;ses pesquisados a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ficou est&amp;aacute;vel ou at&amp;eacute; cresceu. Na &amp;Aacute;sia, houve alta de 1%, e na &amp;Aacute;frica, de 4,8%. A venda de jornais caiu 3,4% na Am&amp;eacute;rica do Norte, 4,6% na Am&amp;eacute;rica do Sul, 5,6% na Europa e 1,5% na Austr&amp;aacute;lia e Oceania.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; a receita com publicidade, que caiu 17% no ano passado, est&amp;aacute; em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es da consultoria Zenith Optimedia apontam alta de 3,5% em 2010. O crescimento deve ser maior na &amp;Aacute;sia: 5,8%. A Europa deve registrar alta de 2,2% e a Am&amp;eacute;rica do Norte, de 1,3%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Am&amp;eacute;rica do Norte foi a regi&amp;atilde;o que registrou a maior queda na receita com publicidade no ano passado: 25%. A Europa Ocidental perdeu 13,7%, a do Leste e Central, 18,7%, a &amp;Aacute;sia, 9,6%, e a Am&amp;eacute;rica Latina, 2,9%. Oriente M&amp;eacute;dio e &amp;Aacute;frica registram estabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O relat&amp;oacute;rio ressaltou haver v&amp;aacute;rios estudos que apontam que a publicidade impressa &amp;eacute; mais eficaz que aquela veiculada na televis&amp;atilde;o ou na internet. Ainda assim, a televis&amp;atilde;o registra a maior fatia desse mercado, com 39%, seguida dos jornais, com 24% e da internet, com 12%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto &amp;eacute; que a publicidade na internet est&amp;aacute; concentrada nas buscas, com apenas uma empresa, a Google, abocanhando 65% desse mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A WAN-Ifra afirmou ainda que, a curto prazo, a receita com a publicidade digital n&amp;atilde;o vai substituir o que foi perdido no impresso. Isso, explicou, torna a busca por outras formas de receita &amp;mdash; a&amp;iacute; inclu&amp;iacute;da a cobran&amp;ccedil;a pelo acesso &amp;agrave;s not&amp;iacute;cias na internet &amp;mdash; um objetivo crucial para muitos jornais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O relat&amp;oacute;rio afirmou que a transmiss&amp;atilde;o de not&amp;iacute;cias em aparelhos m&amp;oacute;veis, como celulares e leitores eletr&amp;ocirc;nicos, &amp;eacute; mais promissora que o acesso tradicional pela internet, pois seu modelo de cobran&amp;ccedil;a j&amp;aacute; foi estabelecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, ressaltou, ainda &amp;eacute; preciso melhorar o modelo para publicidade nos aparelhos m&amp;oacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra boa not&amp;iacute;cia &amp;eacute; que, mesmo em meio &amp;agrave; recess&amp;atilde;o, o n&amp;uacute;mero de t&amp;iacute;tulos aumentou em 1,7% em 2009 frente ao ano anterior, para 12.477. Por regi&amp;atilde;o, a &amp;Aacute;sia teve aumento de 2,7%, a Am&amp;eacute;rica do Norte, de 1,3%, a Am&amp;eacute;rica do Sul, de 1%, e a &amp;Aacute;frica, de 0,2%. Europa, Austr&amp;aacute;lia e Oceania ficaram est&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; - 5/8/2010</description><author>Economia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aOoiInUsGNASOqhIpVvHTA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Thu, 05 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=aOoiInUsGNASOqhIpVvHTA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Revista "Newsweek" troca de dono</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Sidney Harman, fundador da Harman International Industries, fechou um acordo para comprar a revista "Newsweek", da Washington Post Co. O acordo, cujos termos n&amp;atilde;o foram revelados, encerra uma processo de leil&amp;atilde;o tr&amp;ecirc;s meses que tinha a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o como alvo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Harman, de 91 anos, &amp;eacute; presidente em&amp;eacute;rito do conselho da fabricante de equipamentos de &amp;aacute;udio de Stamford, Connecticut, que controla marcas como Harman Kardon, Infinity e JBL.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Em maio, a Washington Post Co. informou que considerava vender a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o semanal, sob seu controle desde 1961. A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das revistas noticiosas de interesse geral nos Estados Unidos - incluindo a "Newsweek" e a "Time", da Time Warner - tem ca&amp;iacute;do &amp;agrave; medida que mais leitores procuram informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Outras propostas vieram de Fred Drasner, ex-executivo da "U.S. News &amp;amp; World Report" e do "New York Daily News", e da companhia de investimento Avenue Capital Group, disseram pessoas a par do assunto. A OpenGate Capital, de investimento em participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e a editora Newsmax Media tamb&amp;eacute;m avaliaram adquirir a revista.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 3/8/2010</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/q34aGyoJycNZmAYcM753A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 03 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/q34aGyoJycNZmAYcM753A==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O Ejesa/Ongoing tem pressa (e dinheiro)</title><description>&lt;p&gt;O novo jornal do grupo Ejesa/Ongoing, o esportivo Marca Campe&amp;atilde;o, j&amp;aacute; tem data marcada para chegar &amp;agrave;s bancas de S&amp;atilde;o Paulo: no domingo, quando se enfrentam Flamengo e Corinthians, os times de maior torcida do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Rio de Janeiro, onde j&amp;aacute; circula sob o nome de O Campe&amp;atilde;o, ser&amp;aacute; relan&amp;ccedil;ado na mesma data j&amp;aacute; com novo nome e&amp;nbsp; outro projeto gr&amp;aacute;fico.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja Online&lt;/em&gt; - 2/8/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=JY/vI5mpJLyS4QzpCLPRzg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=JY/vI5mpJLyS4QzpCLPRzg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>"Agência Estado" passa a produzir jornal de bordo</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Os passageiros das aeronaves da TAM v&amp;atilde;o contar com um novo jornal de bordo a partir de hoje. Com uma tiragem de 21 mil exemplares, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; distribu&amp;iacute;da diariamente em todos os voos matutinos da companhia a&amp;eacute;rea que partem de oito das principais capitais brasileiras: S&amp;atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florian&amp;oacute;polis e Bras&amp;iacute;lia. A distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ir&amp;aacute; ocorrer de segunda &amp;agrave; sexta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O novo Primeira Chamada ter&amp;aacute; 16 p&amp;aacute;ginas coloridas, duas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias e ser&amp;aacute; totalmente produzido pela equipe de editores da Ag&amp;ecirc;ncia Estado, uma empresa do Grupo Estado, a partir de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es das reda&amp;ccedil;&amp;otilde;es do jornal O Estado de S. Paulo e da Ag&amp;ecirc;ncia Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Projeto editorial. Em formato diferenciado, para facilitar a leitura de bordo, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; vers&amp;otilde;es das principais mat&amp;eacute;rias publicadas no mesmo dia pelas editorias de Economia e Neg&amp;oacute;cios, Nacional, Vida, Internacional, Esportes, Autos, Turismo, Lazer e Cultura. "O projeto editorial e gr&amp;aacute;fico se apoia na mesma l&amp;oacute;gica de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o praticada pelo jornal", diz Roberto Lira, editor executivo da Ag&amp;ecirc;ncia Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;O Estado foi redesenhado em mar&amp;ccedil;o deste ano e incorporou inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es que organizam melhor as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e tornam a leitura mais agrad&amp;aacute;vel. "Os passageiros da TAM desfrutar&amp;atilde;o do amplo card&amp;aacute;pio de conte&amp;uacute;dos do Grupo Estado", diz Lira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Log&amp;iacute;stica. A Suzano Papel e Celulose, uma das maiores produtoras verticalmente integradas de papel e celulose de eucalipto da Am&amp;eacute;rica Latina, tamb&amp;eacute;m participa do projeto, fornecendo 100% do papel reciclado para a impress&amp;atilde;o. "Estamos muito orgulhosos por ter viabilizado este projeto", ressalta Daniel Parke, diretor executivo da Ag&amp;ecirc;ncia Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Todo o ciclo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, incluindo a impress&amp;atilde;o e a log&amp;iacute;stica, ser&amp;aacute; administrado pelo Grupo Estado. A primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o fechar&amp;aacute; &amp;agrave;s 18h e a segunda, &amp;agrave;s 22h. A gr&amp;aacute;fica do Grupo Estado ficar&amp;aacute; respons&amp;aacute;vel pela impress&amp;atilde;o e a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita por uma empresa especializada.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 2/8/2010</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=zae9/yaRBM+HTqtjsymykg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=zae9/yaRBM+HTqtjsymykg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Circulação de jornais pode bater recorde</title><description>&lt;p&gt;A morte anunciada do meio jor Lnal, refor&amp;ccedil;ada pelo lan&amp;ccedil;amento de dispositivos eletr&amp;ocirc;nicos como o Kindle e o iPad e pelo crescimento expressivo da internet, que possui hoje 1,9 bilh&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios segundo o Internet World Stats, deve demorar mais do que previam os pessimistas para se tornar realidade. Se em 2009 os n&amp;uacute;meros apontavam mais uma vez o in&amp;iacute;cio do fim, com a queda de 3,5% em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e 1% em investimento publicit&amp;aacute;rio, passando de 25 a 23% de share entre as m&amp;iacute;dias, o primeiro semestre de 2010 mostra que o per&amp;iacute;odo negativo se deu, principalmente, pelas dificuldades trazidas pela crise mundial, e que os bons resultados devem voltar naturalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;uacute;ltima semana, o IVC (Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o) apresentou o balan&amp;ccedil;o dos primeiros seis meses do ano, que apontou alta de 2% na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais, chegando &amp;agrave; m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de 4.255.893 exemplares. "&amp;Eacute; uma revers&amp;atilde;o de tend&amp;ecirc;ncia, especialmente se considerarmos que o crescimento se deu sobre uma mesma base de afiliados. Ele &amp;eacute; fruto do aumento de leitores para os mesmos produtos", analisa Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O retorno da boa fase, que teve seu &amp;aacute;pice dos &amp;uacute;ltimos anos em meados de 2000, quando o crescimento em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;ava a marca de 10% anuais, j&amp;aacute; era esperado pelos representantes da m&amp;iacute;dia, que consideravam os resultados negativos fruto de um ano at&amp;iacute;pico. "A gente j&amp;aacute; tinha uma expectativa de crescimento levando em conta que o ano passado foi especialmente ruim, com a crise global afetando a economia local e, obviamente, refletiu negativamente em nosso mercado",&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;destaca Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais). A previs&amp;atilde;o de Pedreira &amp;eacute; exatamente igual &amp;agrave; tra&amp;ccedil;ada pelo IVC para o final do ano, com resultados ainda mais positivos, chegando aos 5% de cresci mento - o que marcaria o recorde hist&amp;oacute;rico de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o neste s&amp;eacute;culo. "No Brasil se l&amp;ecirc; pouco e o meio jornal soube aproveitar o retorno do crescimento econ&amp;ocirc;mico apresentando novos t&amp;iacute;tulos e formas de abordagem", refor&amp;ccedil;a o diretor da ANJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ambos, o fim da recess&amp;atilde;o &amp;eacute; sim o principal elemento que trouxe de volta f&amp;ocirc;lego e energia para a m&amp;iacute;dia, mas outros fatores foram fundamentais para garantir seu vigor. "Al&amp;eacute;m do potencial de compra, com o aumento da renda da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o tivemos o esfor&amp;ccedil;o de editores em lan&amp;ccedil;ar t&amp;iacute;tulos, com pre&amp;ccedil;os diferenciados, al&amp;eacute;m da modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no tratamento e apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das not&amp;iacute;cias", lembra Silva. "N&amp;atilde;o podemos deixar de considerar que os jornais brasileiros t&amp;ecirc;m feito um esfor&amp;ccedil;o muito grande para se ajustarem ao gosto e &amp;agrave; busca de novos leitores, segmentos e nichos - como os t&amp;iacute;tulos populares e segmentados. As mudan&amp;ccedil;as de linguagem gr&amp;aacute;fica, editorial, tudo adaptado &amp;agrave; velocidade exigida pelo leitor atualmente, tem sido sucessivas", enfatiza Pedreira, colocando como fundamentais as reformas gr&amp;aacute;ficas e de conte&amp;uacute;do de um sem n&amp;uacute;mero de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es desde o in&amp;iacute;cio de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os jornais gratuitos, que nos &amp;uacute;ltimos anos v&amp;ecirc;m ganhando simpatia de parte do p&amp;uacute;blico leitor e de diversos anunciantes, tamb&amp;eacute;m foram lembrados pelos especialistas. Silva destaca que o IVC ainda n&amp;atilde;o faz a auditoria desses t&amp;iacute;tulos, apesar da entidade ter planos para iniciar o servi&amp;ccedil;o para 2011, mas que o panorama do segmento deve ser semelhante ao do meio jornal como um todo. Pedreira afirma, por&amp;eacute;m, que mesmo se estivessem inseridos no levantamento do IVC, o n&amp;uacute;mero final n&amp;atilde;o deveria sofrer grandes altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es: "Temos a impress&amp;atilde;o de que sua inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o seria muito significativa. Os gratuitos, apesar de terem crescido nos &amp;uacute;ltimos anos em grandes centros como S&amp;atilde;o Paulo, ainda s&amp;atilde;o muito mais fortes em pa&amp;iacute;ses da Europa. Eles significariam uma margem maior de crescimento sim, mas nada muito expressivo".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de atrair novos anunciantes, a Copa do Mundo n&amp;atilde;o trouxe bons frutos para o meio jornal no que diz respeito &amp;agrave; venda de exemplares. Durante o m&amp;ecirc;s de junho, quando o evento foi realizado, a venda avulsa apresentou queda de 4,2%, apesar das assinaturas n&amp;atilde;o serem afetadas. Sem o torneio, a m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no primeiro semestre seria ainda maior. "Se olharmos desde 2000, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; grandes diferen&amp;ccedil;as entre os meses de maio e junho, exceto em anos de Copa. Acreditamos que os hor&amp;aacute;rios atrapalham os fechamentos, tornam as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es frias, levando os interessados a busc&amp;aacute;-las em outros meios, como r&amp;aacute;dio, TV e internet", comenta Pedro Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Especialistas dizem que eventos esportivos favorecem as m&amp;iacute;dias eletr&amp;ocirc;nicas, ao contr&amp;aacute;rio de eventos pol&amp;iacute;ticos, que pedem mais reflex&amp;atilde;o e tendem a incentivar a busca por informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais aprofundadas (leia mais sobre o papel dos jornais nas elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es na mat&amp;eacute;ria abaixo)", completa Pedreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;INVESTIMENTO PUBLICIT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O investimento publicit&amp;aacute;rio brasileiro no meio jornal tamb&amp;eacute;m apresentou alta no primeiro semestre de 2010. Segundo o Ibope Monitor, o montante cresceu 18%, chegando a R$ 7,5 bi. Para Pedro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Silva, do IVC, o aumento &amp;eacute; fundamental para que a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m suba. "A publicidade d&amp;aacute; f&amp;ocirc;lego para os jornais investirem na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atendendo assim os anseios da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criando um c&amp;iacute;rculo virtuoso", ressalta. Apesar da alta em investimento, o share da m&amp;iacute;dia nos seis primeiros meses caiu de 22,5% para 21,4% - o que, para Ricardo Pedreira, da ANJ, &amp;eacute; um movimento normal. "Essa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; vista em v&amp;aacute;rios segmentos. O que acontece &amp;eacute; uma crescente fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das m&amp;iacute;dias no que diz respeito &amp;agrave; capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investimentos publicit&amp;aacute;rios. H&amp;aacute; 40 anos n&amp;atilde;o havia essa quantidade de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es", lembra o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No per&amp;iacute;odo, ca&amp;iacute;ram tamb&amp;eacute;m os meios revista (de 8,1% para 7,8%) e r&amp;aacute;dio (de 4,6% para 4,2%), enquanto cinema e outdoor mantiveram suas marcas (respectivamente 0,6% e 0,1%) e TV aberta (de 53,6% para 53,8%) e por assinatura (de 7,8% para 7,9%) apresentaram leve aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O principal destaque no semestre foi mesmo a internet, que passou de 2,7% de share para 4,2%, empatando com r&amp;aacute;dio e angariando R$ 1,4 bilh&amp;atilde;o de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O retorno de crescimento do primeiro semestre e as previs&amp;otilde;es para o fim do ano animam os especialistas tamb&amp;eacute;m a longo prazo. Apesar de manterem os p&amp;eacute;s no ch&amp;atilde;o e saberem que os 10% anuais de outrora est&amp;atilde;o cada vez mais long&amp;iacute;nquos, todos se baseiam no termo "consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o" para falar de futuro. "Temos a convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o Brasil, assim como outras na&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes, est&amp;aacute; crescendo na economia mundial, incorporando novas camadas de consumidores, diferente de pa&amp;iacute;ses como os Estados Unidos, que apresentam uma tend&amp;ecirc;ncia de estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e at&amp;eacute; queda. Ainda temos muitos leitores a conquistar", acredita Pedreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Silva, o segmento dos populares &amp;eacute; o que mais encontrar&amp;aacute; novos p&amp;uacute;blicos nos pr&amp;oacute;ximos anos. "N&amp;atilde;o acompanharemos o n&amp;iacute;vel do meio da d&amp;eacute;cada, mas essa ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nichos, como fazem os populares, ainda apresenta um potencial de expans&amp;atilde;o a ser explorado", garante o presidente executivo do IVC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a internet e o impresso, o diretor da ANJ garante que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais, na entidade, grande distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre m&amp;iacute;dias. "Costumamos dizer que empresa jornal&amp;iacute;stica n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas o papel: o jornal est&amp;aacute; em todas as plataformas que possam atingir o leitor, pode ser no computador, no celular ou nos dispositivos de leitura. Nos posicionamos como empresas que produzem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es jornal&amp;iacute;sticas para onde for poss&amp;iacute;vel ler e, nesse sentido, podemos comemorar o fato de que nunca se consumiu tanta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica quanto hoje", comemora. Para o executivo, o que garantir&amp;aacute; que os modelos atuais sobrevivam por um bom tempo &amp;eacute; a dificuldade das empresas do setor em encontrar uma forma rent&amp;aacute;vel de fazer a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "N&amp;atilde;o trabalhamos na falsa realidade de que a busca de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jornal&amp;iacute;stica nas m&amp;iacute;dias digitais n&amp;atilde;o &amp;eacute; cada vez maior, mas sua transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve demorar um bocado ainda. A quest&amp;atilde;o principal &amp;eacute;: como transitar de um modelo para o outro, ou conviver com os dois juntos, de uma forma sustent&amp;aacute;vel? Essa ainda &amp;eacute;, para a ind&amp;uacute;stria, uma pergunta que n&amp;atilde;o tem resposta", finaliza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Populares est&amp;atilde;o em alta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es populares est&amp;atilde;o em alta no meio jornal. Entre os t&amp;iacute;tulos com maior m&amp;eacute;dia de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o/dia no primeiro semestre, o 2Q e o 3&amp;deg;, respectivamente, o mineiro Super Not&amp;iacute;cia (290.442) e o carioca Extra (255.254) seguem esse perfil. "Os jornais populares t&amp;ecirc;m a caracter&amp;iacute;stica de utilidade e pre&amp;ccedil;os competitivos, o que incorpora muita gente, especialmente com a expans&amp;atilde;o da classe m&amp;eacute;dia", analisa Bruno Thys, diretor de unidade dos jornais populares da Infoglobo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Murilo Bussab, diretor executivo de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e marketing do Grupo Folha, o segmento ultrapassou j&amp;aacute; em 2006 as chamadas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de interesse geral, chegando a cerca de 2 milh&amp;otilde;es de exemplares contra 1,4 milh&amp;atilde;o desse segundo grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estad&amp;atilde;o &amp;eacute;, entre o citado nicho de interesse geral, o que mais se destaca em aumento de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "De janeiro a junho tivemos uma m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de 231.198 exemplares, 8% a mais que no mesmo per&amp;iacute;odo de 2009", afirma Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado. O jornal ocupa o quinto lugar entre os de maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o/dia no semestre, atr&amp;aacute;s dos populares citados e de Folha de S.Paulo, em primeiro (290.927), apesar de queda de 1,7% no per&amp;iacute;odo; e de O Globo, em quarto (251.177), com queda de 3,2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Genesini, as publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de seu segmento devem se reerguer at&amp;eacute; o final do ano gra&amp;ccedil;as ao retorno dos anunciantes no p&amp;oacute;s-crise e, especialmente, pelas reformula&amp;ccedil;&amp;otilde;es que apresentaram. "Entre o final de 2009 e hoje, muitos t&amp;iacute;tulos passaram por uma grande reinven&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;oacute;s, por exemplo, refor&amp;ccedil;amos as coberturas de economia, neg&amp;oacute;cios, cultura e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de criar novos cadernos", destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre o futuro da m&amp;iacute;dia, Bus-sad analisa: "De 99 a 2003, uma s&amp;eacute;rie de crises afetaram os jornais e foi decretada a morte da m&amp;iacute;dia. De 2004 a 2008, foi puro crescimento e euforia. Acho que agora estamos entrando numa avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sensata. Continuaremos vendo um bom crescimento entre os populares e os de interesse geral est&amp;atilde;o consolidados, devendo manter leve alta, entre 1% e 3%, nos pr&amp;oacute;ximos anos", conclui. KN&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meio &amp;eacute; o 29 mais procurado por eleitores&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Datafolha apresentou, na &amp;uacute;ltima semana, um levantamento que destaca o jornal como o segundo meio de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais utilizado por eleitores brasileiros para se informar sobre candidatos. Atr&amp;aacute;s da TV, preferida por 65% dos entrevistados, a m&amp;iacute;dia &amp;eacute; a escolhida durante a tomada de decis&amp;atilde;o para 12% do p&amp;uacute;blico, enquanto internet e r&amp;aacute;dio aparecem empatados, com 7%; e conversas com amigos e familiares, em seguida, correspondem a 6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Jorge Tarquini, professor de cr&amp;iacute;tica da m&amp;iacute;dia da Universidade Metodista de S&amp;atilde;o Paulo, o fato de o jornal ser o segundo meio procurado pelos eleitores pode refletir, ao mesmo tempo, crescimento do interesse pela leitura e da economia brasileira. "E positivo o fato de o jornal, em um Pa&amp;iacute;s como o Brasil, ainda ter potencial de crescimento com a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do analfabetismo, o incentivo ao&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;h&amp;aacute;bito da leitura e, claro, devido &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas favor&amp;aacute;veis. Dentro da realidade do BR1C, isso parece se confirmar: assim como aqui, na China e na &amp;iacute;ndia a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais vem aumentando", aponta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jornal ainda &amp;eacute; mais procu rado quando a pesquisa foca as classes mais altas. Entre aqueles que t&amp;ecirc;m renda familiar mensal acima de 10 sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos, a porcentagem de prefer&amp;ecirc;ncia da m&amp;iacute;dia sobe para 24%. Na opini&amp;agrave;o de Tarquini, por&amp;eacute;m, a ascens&amp;atilde;o dos populares deve conseguir balancear, cada vez mais, essa equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "Os jornais populares s&amp;atilde;o, em grande parte, respons&amp;aacute;veis pelos n&amp;uacute;meros robustos do meio jornal - e, a reboque, ajudar&amp;atilde;o a formar opini&amp;atilde;o ligada &amp;agrave;s elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se os jornais mais populares, que falam com as classes C e D, est&amp;atilde;o crescendo, esses n&amp;uacute;meros de 12% para 24% de share v&amp;atilde;o cada vez mais se aproximar, derrubando esse estigma de ve&amp;iacute;culo das classes mais altas. E quest&amp;atilde;o de tempo", garante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Datafolha ouviu 10.905 elei tores em 379 munic&amp;iacute;pios de todo o Pa&amp;iacute;s (exceto Roraima).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Propmark&lt;/em&gt; - 2/8/2010</description><author>Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=YbnFoZ0SZy0/HC2cVA6JNw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=YbnFoZ0SZy0/HC2cVA6JNw==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>A próxima fronteira do papel</title><description>&lt;p&gt;Diante da concorr&amp;ecirc;ncia dos meios eletr&amp;ocirc;nicos no s&amp;eacute;culo 21, n&amp;atilde;o foram poucos os consultores que vaticinaram o fim da linha para os jornais impressos. A queda dos n&amp;uacute;meros de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos principais t&amp;iacute;tulos e a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meio no bolo publicit&amp;aacute;rio nos &amp;uacute;ltimos anos corroboram com essa tese. Longe de acreditar nessa teoria, os jornais d&amp;atilde;o mostras de poder de rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o medindo esfor&amp;ccedil;os para equacionar a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do e a sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prova cabal disto &amp;eacute; a intensa movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos grupos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em termos de investimento neste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os segmentos de gratuitos e populares ganharam novos t&amp;iacute;tulos (Mais, Exclusivo, MTV na Rua e A Grana, por exemplo), peri&amp;oacute;dicos tradicionais como Folha, Estad&amp;atilde;o e Di&amp;aacute;rio de S.Paulo fizeram reformas gr&amp;aacute;ficas, editoriais e estruturais, e outros ve&amp;iacute;culos promoveram suas estreias em novas pra&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse &amp;eacute; o caso dos cariocas Meia Hora, comprado pela Empresa Jornal&amp;iacute;stica Econ&amp;ocirc;mico S.A., que chegou a S&amp;atilde;o Paulo em julho, e o Metro Magazine, que tem in&amp;iacute;cio de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o na terra da garoa prevista para agosto. O Destak, por sua vez, entrou no mercado de Bras&amp;iacute;lia. Outros dois t&amp;iacute;tulos do Rio podem desembarcar na capital paulista em breve. Um deles seria o Extra, da Infoglobo, que nega a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O segundo &amp;eacute; o Campe&amp;atilde;o, tamb&amp;eacute;m comprado pela Ejesa junto com O Dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o objetivo de bater de frente com o Lance, o grupo controlador do Brasil Econ&amp;ocirc;mico est&amp;aacute; costurando uma parceria com o conceituado Marca, da Espanha. Jos&amp;eacute; Mascarenhas, presidente da Ejesa, confirma o contato com o grupo espanhol, mas n&amp;atilde;o d&amp;aacute; detalhes do projeto. "Estamos pensando sim na possibilidade de ampliar a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Campe&amp;atilde;o. H&amp;aacute; muitas especula&amp;ccedil;&amp;otilde;es no mercado em torno deste tema. O que eu posso adiantar &amp;eacute; o interesse em outros Estados brasileiros", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estrat&amp;eacute;gia de lan&amp;ccedil;amento do t&amp;iacute;tulo na maior cidade do Pa&amp;iacute;s pode pegar carona no embate entre as duas principais torcidas brasileiras. O confronto entre Corinthians e Flamengo, em 8 de agosto, pelo Campeonato Brasileiro, deve servir de trampolim para a chegada do t&amp;iacute;tulo. "Caso o jornal seja lan&amp;ccedil;ado em S&amp;atilde;o Paulo, um cl&amp;aacute;ssico &amp;eacute; uma boa data para ele ser publicado. Entretanto, n&amp;atilde;o tenho como confirmar neste momento", se esquiva Mascarenhas. Alexandre Freeland, diretor de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Meira Hora no Rio e em S&amp;atilde;o Paulo, e tamb&amp;eacute;m do Campe&amp;atilde;o, no Rio, deve acumular o comando da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o paulista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Walter de Mattos Jr., presidente do Grupo Lance, n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; a concorr&amp;ecirc;ncia como um problema, mas questiona a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ejesa e a origem dos recursos. "Sou a favor da mudan&amp;ccedil;a da lei brasileira de propriedade de m&amp;iacute;dia e que ela deixe de ter essa restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o grande de 30% a capital estrangeiro. Mas a lei est&amp;aacute; a&amp;iacute; e &amp;eacute; para ser cumprida. O grupo Ejesa, ainda que tenha uma brasileira que se apresenta como acionista, vem sendo financiado por algum tipo de capital que a gente n&amp;atilde;o conhece e que certamente n&amp;atilde;o &amp;eacute; brasileiro. A acionista tem que comprovar que os recursos s&amp;atilde;o dela para os investimentos. Acho que &amp;eacute; importante para o Pa&amp;iacute;s que isso seja muito transparente. De onde vem o dinheiro e que tipo de l&amp;oacute;gica empresarial justifica tantos investimentos e que eles t&amp;ecirc;m que se pagar?", questiona Mattos Jr.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por conta de uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o semelhante adotada pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Jornais (ANJ), a Ejesa pediu a desfilia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos ve&amp;iacute;culos do Grupo O Dia &amp;agrave; entidade na semana passada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mudan&amp;ccedil;as profundas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na opini&amp;atilde;o de Geraldo Leite, consultor e s&amp;oacute;cio da Singular Arquitetura de M&amp;iacute;dia, est&amp;aacute; claro que um grande movimento de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; ocorrendo, com v&amp;aacute;rios t&amp;iacute;tulos importantes buscando atender melhor o leitor e o anunciante a partir de um modelo n&amp;atilde;o mais calcado na vers&amp;atilde;o impressa. "&amp;Eacute; uma mudan&amp;ccedil;a onde, sem d&amp;uacute;vida, h&amp;aacute; o sentido de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o on e off-line. Se os jornais n&amp;atilde;o mudarem, ser&amp;atilde;o engolidos. N&amp;atilde;o assino embaixo que essas mudan&amp;ccedil;as sustentar&amp;atilde;o a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas afian&amp;ccedil;o que, se n&amp;atilde;o mudarem, v&amp;atilde;o perder ainda mais", pontua Leite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O caso da Folha de S.Paulo &amp;eacute; emblem&amp;aacute;tico nesse sentido. O di&amp;aacute;rio integrou, em maio, suas equipes das vers&amp;otilde;es impressa e online, num sistema batizado de fus&amp;atilde;o org&amp;acirc;nica. O Grupo Estado, por sua vez, depois de promover ampla reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas suas vers&amp;otilde;es impressa e online, h&amp;aacute; cinco meses, vai investir R$ 51,2 milh&amp;otilde;es nos pr&amp;oacute;ximos dois anos para dar continuidade ao processo de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um conglomerado multiplataforma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na contram&amp;atilde;o desse processo de investimentos no produto est&amp;aacute; o JB, que mais por uma quest&amp;atilde;o financeira do que estrat&amp;eacute;gica, ser&amp;aacute; a partir de Ia de setembro um jornal exclusivamente online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, t&amp;iacute;tulos como a pr&amp;oacute;pria Folha, o Estad&amp;atilde;o e O Globo lan&amp;ccedil;aram suas vers&amp;otilde;es para tablets como iPad e Kindle, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Popular, quality paper da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Jaime C&amp;acirc;mara (OJC), sediada em Goi&amp;acirc;nia, tamb&amp;eacute;m segue a linha de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. "Temos o conceito de jornalismo 24 horas, sete dias por semana e, para isso, n&amp;atilde;o podemos ficar s&amp;oacute; no papel. Investimos em sistemas e tecnologia de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para poder disponibilizar conte&amp;uacute;do em v&amp;aacute;rias plataformas. Acho que os jornais devem deixar de lado os investimentos em impressoras e focarem o jornalismo total no mundo online", diz Fernando Portella, CEO da OJC, que tamb&amp;eacute;m controla o popular Daqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Mattos Jr., hoje j&amp;aacute; n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais um mercado de jornais e sim um mercado jornal&amp;iacute;stico, no qual entram a internet e a mobilidade via celular e meios como iPad e Kindle. "Nunca se consumiu tanta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nunca tivemos tanta leitura e nunca as marcas das boas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es tiveram contato com tantos clientes. A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; transformar essas audi&amp;ecirc;ncias em neg&amp;oacute;cio. O modelo econ&amp;ocirc;mico do jornal impresso, embora seja ainda rent&amp;aacute;vel, vai diminuir de tamanho ao olharmos para frente. Isso ainda demora no Brasil, mas o digital &amp;eacute; extraordinariamente promissor", conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em alta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em meio a esse cen&amp;aacute;rio, o setor encerrou o primeiro semestre com crescimento de 2% na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia, de acordo com o Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC). Foram 4.255.893 exemplares por dia, contra 4.178.204 no mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. O levantamento do IVC considera 94 t&amp;iacute;tulos, pois tr&amp;ecirc;s publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o entregaram os dados de junho ainda. De acordo com Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC, o desempenho &amp;eacute; reflexo do aumento do consumo da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos investimentos dos jornais em campanhas de assinaturas e em reformas gr&amp;aacute;ficas e editoriais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Se olharmos em termos de s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, j&amp;aacute; podemos afirmar que este &amp;eacute; o melhor ano desde 2000", pontua Silva, destacando que n&amp;atilde;o houve concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do crescimento no segmento popular. Na lista dos 20 maiores di&amp;aacute;rios em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Pa&amp;iacute;s (ver quadro), os principais incrementos foram de Estado de Minas (24,22%), Dez Minutos [16,11%) e Lance (12,51%). J&amp;aacute; as maiores quedas foram dos ga&amp;uacute;chos Zero Hora (9,02%) e Correio do Povo (13,84%). No top 5, apenas Super Not&amp;iacute;cia, que colou ainda mais no l&amp;iacute;der Folha, e o Estad&amp;atilde;o registraram crescimento. Os percentuais foram de 0,85% e 7,69%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ, historicamente no Brasil, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais est&amp;aacute; relacionada ao desempenho da economia. "Com economia em expans&amp;atilde;o, aumenta a venda de jornais. No Brasil se l&amp;ecirc; pouco jornal, como se l&amp;ecirc; pouco livro. Portanto, h&amp;aacute; um espa&amp;ccedil;o muito grande ainda para o crescimento da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornais. O que sustenta este aumento, al&amp;eacute;m da performance da economia, &amp;eacute; a busca constante de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os reais interesses dos leitores", opina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meio no bolo publicit&amp;aacute;rio brasileiro, no entanto, segue encolhendo. De acordo com dados do Projeto Inter-Meios, a m&amp;iacute;dia registrou crescimento de 7,84% nos cinco primeiros meses do ano, enquanto o crescimento m&amp;eacute;dio do mercado foi de 27,25% no mesmo per&amp;iacute;odo. Com o faturamento de mais de R$ 1,3 bilh&amp;atilde;o, a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais no total de investimentos publicit&amp;aacute;rios foi de 13,35% no acumulado do ano. Nos n&amp;uacute;meros consolidados de 2009, o meio deteve 14,08% das verbas do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;For&amp;ccedil;a popular&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora quality papers como Estad&amp;atilde;o, Estado de Minas e Correio Brasiliense tenham apresentado crescimento de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o acima da m&amp;eacute;dia do segmento, s&amp;atilde;o os populares que est&amp;atilde;o ampliando as vendas do setor. Eles ocupam nove postos no ranking dos 20 maiores t&amp;iacute;tulos do Pa&amp;iacute;s. Al&amp;eacute;m deles, os gratuitos, cujos n&amp;uacute;meros n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o auditados pelo IVC, tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m colaborado para expandir a base de leitores. Para Pedreira, isso &amp;eacute; resultado do esfor&amp;ccedil;o dos grupos de buscar novos leitores entre as camadas da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o beneficiadas pela maior distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda e pelo aumento do poder aquisitivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Acho que muitas vezes o que o mercado n&amp;atilde;o est&amp;aacute; percebendo &amp;eacute; uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;ria dos gratuitos e populares. Eles est&amp;atilde;o promovendo uma mudan&amp;ccedil;a significativa. S&amp;atilde;o grandes volumes de jornais colocados da noite para o dia para o mercado leitor. Isso deve mudar os h&amp;aacute;bitos de leitura, pois est&amp;aacute; ampliando a penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal, popularizando e horizontalizando o meio, al&amp;eacute;m de atrair o p&amp;uacute;blico jovem. Antes eram dois ou tr&amp;ecirc;s. Agora, s&amp;atilde;o v&amp;aacute;rios. Ou voc&amp;ecirc; vai forrar a casa de jornal ou ent&amp;atilde;o vai ler muito", analisa Leite, acreditando mais na segunda op&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meio &amp; Mensagem&lt;/em&gt; - 2/8/2010</description><author>Mídia</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=C3fo/DdYyguJn+xNNh2sHg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=C3fo/DdYyguJn+xNNh2sHg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Diário de S.Paulo anuncia "novo jeito" de fazer jornalismo</title><description>&lt;p&gt;O jornal Di&amp;aacute;rio de S.Paulo estreou no &amp;uacute;ltimo domingo (25) sua reforma gr&amp;aacute;fica e de conte&amp;uacute;do. O impresso passou a circular em um novo formato, conhecido como "berliner" &amp;ndash; uma esp&amp;eacute;cie de tabloide alongado - e promete fazer "jornalismo impresso de um novo jeito". A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; do Portal Imprensa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O "novo jeito" de se fazer jornalismo a que o Di&amp;aacute;rio se refere trata-se de uma promessa de revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que o jornal passa a atuar sob o conceito "p&amp;oacute;s-noticioso", com mais an&amp;aacute;lise sobre os fatos ocorridos. A raz&amp;atilde;o para as mudan&amp;ccedil;as est&amp;aacute; ligada ao imediatismo com que os fatos s&amp;atilde;o noticiados atualmente atrav&amp;eacute;s da internet e fica evidenciada na campanha publicit&amp;aacute;ria do jornal: "A gente n&amp;atilde;o sabe como vai ser o futuro. Por isso, fizemos o jornal ideal para o presente."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha contrap&amp;otilde;e o slogan da Folha de S.Paulo, que diz ser o "jornal do futuro". Apesar da provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as propostas das duas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o se diferem tanto, j&amp;aacute; que a Folha, quando fez sua reforma, prometia "desenho novo e uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior do leitor na internet" e mais espa&amp;ccedil;o para opini&amp;atilde;o, com mais an&amp;aacute;lises.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com sua renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Di&amp;aacute;rio diz que deixa de seguir "a cartilha que regeu os jornais no s&amp;eacute;culo passado" e que a "simplicidade pautou" sua modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o sai com letras maiores, mais imagens e gr&amp;aacute;ficos, e textos enxugados. Isso porque o Di&amp;aacute;rio entendeu que as pessoas precisam de uma leitura r&amp;aacute;pida, visto que o leitor j&amp;aacute; deve saber do que se trata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os cadernos tamb&amp;eacute;m perderam as capas. Todas as editorias s&amp;atilde;o identificadas por nomes (dia a dia, viva, esportes e mais ), com cores que ajudar&amp;atilde;o o leitor a identificar os temas nas 80 p&amp;aacute;ginas da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Aos domingos o jornal traz tamb&amp;eacute;m o caderno especial Guia da Sa&amp;uacute;de, a revista Di&amp;aacute;rio Dez e os classificados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mudan&amp;ccedil;a na internet foi diferente. As not&amp;iacute;cias tratadas no impresso ser&amp;atilde;o amplificadas de acordo com a necessidade. E o leitor ter&amp;aacute; mais espa&amp;ccedil;o, com a possibilidade de enviar seu pr&amp;oacute;prio material &amp;ndash; como v&amp;iacute;deos, textos e fotos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o de Eduardo Neco&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ADNews&lt;/em&gt; - 26/7/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/ngZ1423r3tbL+P9KvYDXA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=/ngZ1423r3tbL+P9KvYDXA==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Globo e Condé Nast criam companhia para atuar no país</title><description>&lt;p&gt;A Editora Globo e a americana Cond&amp;eacute; Nast, dona de revistas como "Vogue" e "Wired", anunciaram ontem a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma joint venture no Brasil. A nova companhia vai se chamar Edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo-Cond&amp;eacute; Nast e ter&amp;aacute; seu capital dividido em 70% para a Globo e 30% para a Cond&amp;eacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo comunicado da Editora Globo, a joint venture foi criada para gerir os t&amp;iacute;tulos da revista de moda "Vogue", que incluem as publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o "Casa Vogue", "Vogue Noivas" e "Vogue Passarelas". A "Vogue RG" n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; publicada pela nova empresa. A "Vogue" tem tiragem mensal de 66 mil exemplares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os t&amp;iacute;tulos da "Vogue" eram editados no Brasil pela Carta Editorial desde 1975. Procurado pelo Valor , Idel Arcuschin, diretor da Carta Editorial, n&amp;atilde;o concedeu entrevista at&amp;eacute; o fechamento da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para a Editora Globo, que j&amp;aacute; publica no Brasil revistas como "Criativa" e "Marie Claire", a chegada dos novos t&amp;iacute;tulos n&amp;atilde;o representa uma concorr&amp;ecirc;ncia a seus pr&amp;oacute;prios produtos. "Existe hoje uma crescente segmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado de revistas. T&amp;iacute;tulos como "Marie Claire", "Glamour" e "Vogue" convivem bem em v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses onde s&amp;atilde;o publicados. Acreditamos que esses t&amp;iacute;tulos convivam sem conflitos", informou a empresa em comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Cond&amp;eacute; Nast publica 126 t&amp;iacute;tulos, em 25 pa&amp;iacute;ses. Entre as revistas mais famosas est&amp;atilde;o "Vanity Fair", "The New Yorker" e "Wired". Al&amp;eacute;m das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a joint venture planeja desenvolver um neg&amp;oacute;cio digital no mercado brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A Editora Globo, que faz parte das Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo, tem no seu portf&amp;oacute;lio as marcas "&amp;Eacute;poca" e "Quem Acontece", "&amp;Eacute;poca Neg&amp;oacute;cios", "&amp;Eacute;poca S&amp;atilde;o Paulo", "Marie Claire", "Criativa", "Casa e Jardim", "Casa e Comida", "Crescer", "Autoesporte", "Galileu", "Pequenas Empresas &amp;amp; Grandes Neg&amp;oacute;cios", "Globo Rural" e "Monet" (revistas mensais e sites). Tem tamb&amp;eacute;m uma divis&amp;atilde;o de revistas personalizadas e a Globo Livros, que publica livros de interesse geral.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Valor Econômico&lt;/em&gt; - 27/7/2010</description><author>Tecnologia &amp; Comunicação</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=mJOfaIMXrEUb20d+Nj+HcQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=mJOfaIMXrEUb20d+Nj+HcQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Circulação de jornais cresce 2% no 1º semestre</title><description>&lt;p&gt;A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais brasileiros cresceu 2% no primeiro semestre deste ano, segundo o Instituto Verificador de Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IVC). A base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o mesmo per&amp;iacute;odo de 2009. Entre janeiro e junho de 2010, a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de, em m&amp;eacute;dia, 4.255.893 exemplares por dia. Nos primeiros quatro meses do ano, o crescimento j&amp;aacute; havia sido de 1,5%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;No &amp;uacute;ltimo trimestre do ano passado, com o arrefecimento da crise econ&amp;ocirc;mica mundial, j&amp;aacute; era percept&amp;iacute;vel a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais&amp;rdquo;, afirmou, em comunicado, Pedro Martins Silva, presidente executivo do instituto. O levantamento considerou 94 publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es filiadas ao IVC. Outros tr&amp;ecirc;s t&amp;iacute;tulos ficaram de fora, por n&amp;atilde;o terem apresentado a tempo os n&amp;uacute;meros de junho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros poderiam ter sido ainda maiores, caso n&amp;atilde;o houvesse uma poss&amp;iacute;vel influ&amp;ecirc;ncia da Copa do Mundo. &amp;ldquo;Em junho, registramos decr&amp;eacute;scimo consider&amp;aacute;vel na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com queda acentuada da venda avulsa&amp;rdquo;, disse Martins. &amp;ldquo;Foi o menor &amp;iacute;ndice desde janeiro de 2008. Comportamento semelhante foi verificado em junho de 2006, o que abre a hip&amp;oacute;tese de que a Copa do Mundo tenha gerado este impacto. O volume de vendas por assinaturas n&amp;atilde;o sofreu essa altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mesmo m&amp;ecirc;s.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No m&amp;ecirc;s passado, a revista brit&amp;acirc;nica The Economist publicou uma reportagem sobre a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornais, e apontou o Brasil como um dos pa&amp;iacute;ses onde o setor n&amp;atilde;o enfrenta crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O crescimento verificado nos primeiros seis meses do ano acontece depois de o mercado ter verificado uma queda de 3,5% em 2009. A circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria dos jornais filiados ao IVC chegou a 4.200.743 exemplares no ano passado, comparada a 4.351.400 em 2008. O n&amp;uacute;mero de 2009 incluiu 101 t&amp;iacute;tulos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comparando-se somente os 94 ve&amp;iacute;culos existentes desde 2008, a queda chegou a 4,7%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vendas de jornais foram afetadas, em 2009, pelo crise econ&amp;ocirc;mica mundial, principalmente nos primeiros seis meses do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Antes da crise, o setor vinha num crescimento muito forte, que chegou a 8% em 2008, incentivado pelas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis da economia brasileira e pelo avan&amp;ccedil;o dos jornais populares.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt; - 27/7/2010</description><author>Negócios</author><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=qeZp2y69s8sZF7gXH/92dg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=qeZp2y69s8sZF7gXH/92dg==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>Grupo Record RS lança caderno voltado ao público jovem</title><description>&lt;p&gt;O Grupo Record RS promove nesta ter&amp;ccedil;a-feira, 20, &amp;agrave;s 19h30, em seu N&amp;uacute;cleo de Intelig&amp;ecirc;ncia Comercial (RecSul), o coquetel de lan&amp;ccedil;amento do Caderno It&amp;acute;s Mais. O evento ir&amp;aacute; contar com pocket show de Claus e Vanessa e apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do DJ Federico Barco. Ap&amp;oacute;s a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os convidados poder&amp;atilde;o participar da festa do IT&amp;rsquo;S Mais na Kimik &amp;ndash; 4 Glamm, com discotecagem dos DJs Daniel Farias (RJ), Feij&amp;atilde;o e Andrezinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O suplemento &amp;eacute; fruto de uma parceria do Grupo Record RS de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a ITS &amp;ndash; plataforma multim&amp;iacute;dia presente em diversos estados brasileiros. Com foco no p&amp;uacute;blico jovem universit&amp;aacute;rio, o IT&amp;rsquo;S Mais ir&amp;aacute; circular todas as quartas-feiras encartado no Correio do Povo e ter&amp;aacute; linha editorial baseada na abordagem de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inteligente. O Its Mais ter&amp;aacute; como conte&amp;uacute;do comportamento, moda, cultura, esporte, viagem e baladas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O Caderno surge da certeza de que &amp;eacute; preciso chegar ao p&amp;uacute;blico jovem, falar de igual para igual. &amp;Eacute; uma resposta &amp;agrave; defici&amp;ecirc;ncia de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um p&amp;uacute;blico mais adulto. Antes dele, s&amp;oacute; encontr&amp;aacute;vamos no mercado jornais teen ou muito adultos&amp;rdquo;, ressalta o presidente do Grupo Record RS, Natal Furucho.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coletiva.net&lt;/em&gt; - 20/7/2010</description><author /><category>Jornais e revistas</category><link>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Fu5uqoEKdqyObtoMnbdJdQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</link><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate><source>http://www.oficinadeclipping.com.br/telas/noticias/Conteudo-Integral.aspx?i=Fu5uqoEKdqyObtoMnbdJdQ==&amp;c=+4phzlMCFLu88hEFUWn9jg==</source></item><item><title>O "Jornal do Brasil" não interessa a mais ninguém</title><description>&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, perto de seus concorrentes, seu t&amp;iacute;tulo sobre fundo azul e seu tamanho em formato berlinense,&amp;ldquo;europeu&amp;rdquo;, lhe d&amp;atilde;o um ar moderno. Que n&amp;atilde;o foi o suficiente. Aos 119 anos, o &amp;ldquo;Jornal do Brasil&amp;rdquo;, que foi um dos di&amp;aacute;rios mais influentes do Brasil no s&amp;eacute;culo 20, sumir&amp;aacute; dos pontos de venda.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;A partir de 1&amp;ordm; de setembro, o jornal que todos aqui chamam pelas suas iniciais &amp;ldquo;JB&amp;rdquo;, deixar&amp;aacute; de ser impresso, para se tornar somente eletr&amp;ocirc;nico, ao pre&amp;ccedil;o de uma assinatura mensal de 5 euros.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;&amp;ldquo;Coerente com sua tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pioneiro, o jornal, mais uma vez, est&amp;aacute; &amp;agrave; frente de seu tempo&amp;rdquo;, pode-se ler nas propagandas destinadas aos leitores. O propriet&amp;aacute;rio, Nelson Tanure, lhes explicou em um longo artigo na semana passada: &amp;ldquo;Estamos saindo do papel para entrar na modernidade&amp;rdquo;, acrescentando que essa decis&amp;atilde;o se justificava tamb&amp;eacute;m de um ponto de vista ecol&amp;oacute;gico. Seu &amp;ldquo;JB&amp;rdquo; n&amp;atilde;o vende mais que 17 mil exemplares por dia, e 22 mil aos domingos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="CORPODANOTICIA"&gt;Seus concorrentes falam no &amp;ldquo;fim de uma agonia&amp;rdquo; e lembram sua r&amp;aacute;pida decad&amp;ecirc;ncia. O jornal nasceu nos primeiros dias da Rep&amp;uacute;blica, com um tom nost&amp;aacute;lgico do Imp&amp;eacute;rio, que n&amp;atilde;o duraria. Respeitado, inovador, ele lan&amp;ccedil;ou modas e valorizou o fotojornalismo. Quando o Congresso de Bras&amp;iacute;lia foi fechado pelos militares, em dezembro de 1968, o &amp;ldquo;jornal do Brasil&amp;rdquo; burlou a censura publicando em sua primeira p&amp;aacute;gina um boletim meteorol&amp;oacute;gico: &amp;ldquo;Tempo negro. Temperatura sufocante. O ar est&amp;aacute; irrespir&amp;aacute;ve
